Notas iniciais
Galera, essa é bem a 5 vez que to tentando postar a fic, mas não da certo. Bom parece que deu. Finalmente. xP

Pra quem ta lendo isso, agradeço, pois vocês devem ta doidos pra ler a história. Ecrevi e dedico esse 1º cap à CandleLove.

Deixem muitas Reviwes

Já se passaram 5 anos desde que Amu descobriu que seu irmão Yuu estava vivo. Agora a garota tinha 22 anos e morava com seu irmão e Hei, seu irmãozinho adotivo. Ikuto, namorado de Amu, tinha 24 e havia acabado sua faculdade de administração há um ano. Utau e Rima tinham a mesma idade de Amu, e faziam faculdade de direito e de moda, respectivamente. Nagihiko, Kukkai e Shou tinham 24 e os dois primeiros eram formados em educação física e Shou fazia arquitetura. Hei e Ami, irmãzinha adotiva de Amu, namoravam agora, e estavam muito felizes juntos. Mas a felicidade não dura pra sempre.

Utau- Ei, Rima, vamos visitar a Amu hoje.

Rima- É, vamos mesmo. Vou chamar o Nagi.

Utau- O kukkai não vai poder ir porque tem um treino de futebol do time dele. Como ele é titular, não pode faltar demais.

Rima- Nossa, ainda é difícil de acreditar. Já vai fazer 2 anos né?

Utau- É mesmo. A gente se vê depois da aula né? Na lanchonete.

Rima- tudo bem. Ah é, como seu irmão está?

Utau- o mesmo.

Rima- humm... Bem, te vejo mais tarde.

Utau- Tchau

Elas saem, cada uma em direção a sua sala. Há dois anos atrás, Amu havia sofrido um acidente e tem estado em coma desde então. Quando ikuto soube, foi o mesmo que jogar uma bomba nuclear em sua vida e depois sair pisando em cada pedacinho que havia sobrevivido. Ele ainda vivia normalmente, comia, dormia e estudava, mas além dessas três coisas, não fazia mais nada, exceto ficar ao lado de Amu no hospital até as enfermeiras expulsarem ele. Ikuto tinha morrido por dentro quando Amu entrou em coma. Todos ficaram chocados que Amu, a mais corajosa, mais atrevida, mais animada e a mais brincalhona tinha sofrido esse acidente. A vida pareceu injusta. Quando os amigos de Amu, o da atual e os das velhas escolas, souberam do acidente, todos foram visita-la, levaram flores, falaram com ela como ser ela tivesse acordada. Mas com o passar do tempo essas visitas foram diminuindo de freqüência, mas de vez em quando eles apareciam no hospital. Todos já estavam perdendo as esperanças de que Amu um dia fosse acordar. Aruto e Akira, pais de Ikuto e Utau, ajudaram de todos os jeitos. Chamaram médicos de outros países, ajudaram a financiar qualquer tipo de tratamento que pudesse ter algum efeito, fizeram de tudo e ainda faziam, mas Amu nunca tinha mostrado nenhuma reação a eles. Yuu, trabalhava o dia todo, passava a noite com Amu e quando chegava em casa, passava o resto da noite pesquisando qualquer coisa, qualquer possibilidade de recuperação para Amu. Os médicos disseram que as chances de Amu acordar eram menores que 40%, e que se por um milagre isso acontecesse, a garota poderia ter sério danos cerebrais, poderia ter perda de memória permanente e não se lembrar de nada antes do acidente, talvez tivesse problema com sua função motora, já que teve uma séria contusão cerebral. Resumindo, os médicos já não tinham a menor fé.

Utau- Ikuto, você já ta aqui?

Ikuto- é.

Rima- Você devia se preocupar com a sua vida também. A Amu não vai fugir daqui.

Ikuto- *triste* Se ela fugisse seria melhor...

Nagi- Ikuto, você devia se distrair um pouco. Já fazem dois anos e você ainda age como nas primeiras semanas. Tenho certeza de que a Amu-chan não iria querem que você vivesse assim.

Ikuto- *raiva* Como você pode saber?!

Utau- ei, ei, não precisa se irritar. Ele só ta pensando no seu bem.

Ikuto- Não preciso disso. * Só preciso que a Amu volte pra mim.*

Ikuto volta a olhar para Amu e segurar a mão dela como sempre fazia. Ikuto não conseguia entender o porque de Amu não acordar logo. Dois anos era muito tempo e ele já estava perdendo as esperanças. Ikuto sentia saudade do sorriso de Amu, do rosto corado dela, da face de irritação quando ele provocava ela, do rosto de prazer quando eles estavam na cama, de abraça-la e beijá-la, da voz dela. Ikuto queria Amu de volta. Sem ela, ele era... nada.

Utau- Por que foi logo com ela? Não podia ter sido com outro?

Rima- Você ta desejando isso pra outra pessoa? Se a Amu escutasse ela ia dar uns gritos.

Utau- Eu sinto falta dela gritando...

Nagihiko- bem, a única coisa que podemos fazer é vir visitá-la e nunca deixar de ter fé de que um dia ela vai voltar.

Rima- O problema é que por mais que eu tente, essa fé ta indo embora.

Utau- pois é...

Nesse momento Hei e Ami entram no quarto. Ami carregava uma rosa, igual todas as outras vezes que veio visitar a irmã. Ami tinha agora 16 anos e Hei tinha 17. Os dois tinham ficado abalados com o acidente de Amu e no peíodo em que Amu permaneceu na UTI, se apoiaram um no outro, e disso surgiu a relação deles de hoje.

Hei- Como a Amu-onee-chan está?

Utau- Hei-kun, Ami-chan. Éla ta o mesmo de sempre. Dormindo.

Ami se aproxima da cama de Amu e lhe dá um beijo na bochecha, colocando a rosa em um vaso ao lado da cama.

Ami- onee-chan, estou aqui de novo.

Rima- Sabe, as vezes eu acho que tudo isso é só um pesadelo e que eu vou acordar.

Utau- é... Parece que a qualquer momento a Amu vai acordar com um sorriso, brincando com a gente, super animada.

Nagihiko- Bem, isso ainda pode acontecer. A Amu-chan nõa é dessas garota de desistir tão facilmente. Ela deve ta lutando pra acordar.

Hei- e ele?

Utau- O Ikuto ta a mesma droga de sempre. Acorda, come, vai pra aula, e vem pra ca. Nos dias que é proibido visita, ele vem pra ca, senta ai fora e fica olhando a Amu pela janela enquanto trabalha, ajudando na companhia do um pai.

Rima- Tenho um pouco de pena dele. É ele quem mais ta sofrendo com isso. Não consigo nem imaginar o que ele deve ta passando.

Utau- pois é. Quando eu tento conversar com ele sobre isso, ou ele me ignora, ou dá uns berros.

Rima- vixe... Você ainda tenta?

Utau- Não. Acho que ele não consegue falar sobre isso. Me lembro que ele nem conseguia dormir nos primeiros meses. Eu tava achando que era ele quem iria vir para no hospital.

Ami- Ikuto-nii-san é muito gentil. Ele ama mesmo minha onee-chan.

Nagihiko- pois é. E agora ele ta sofrendo.

Ami- Me pergunto se a onee-chan pode ouvir o que nós falamos.

Hei- Deve ouvir.

Utau- O médico disse que é normal. Ela pode escutar algumas coisas apenas, mas não significa que ela está melhorando. Teve uma vez que eu quase piro porque ela mexeu a boca.

Nagihiko- Hum... Mas é injusto não é? Olhar pra Amu-chan ai, e pensar que tudo que ela tava fazendo era o trabalho dela.

Ami- Trabalho?

Nagihiko- N-nada não.

Ami ainda não sabia do trabalho da irmã. Amu achou melhor não envolvê-la. Foi dito a ela e aos pais adotivos que tinha sido um comum acidente de carro.

Utau- 2 anos quase, e nada...

Rima- pois é. Ainda lembro de como eu chorei quando recebi a noticia.