Eu sou o poeta,

o poeta amador,

o poeta calado,

que com um simples gesto de mão,

posso traduzi-lo em palavras sentimentais,

que com meros sentimentos,

destruo meu coração.

Não posso mais iludi-lo,

preciso me expressar,

e aqui estamos,

eu dialogando com o "nada"

mais uma vez,

que não acabe logo,

mas que não dure para sempre.

As vezes, me faz tão bem,

riscar algumas palavras,

do que dialogar,

com algumas pessoas inexistentes.

Se eu fosse morrer,

morreria sendo um poeta,

mas não um poeta qualquer,

mas sim, um poeta amador...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.