— Takashi Dōmoto. Aceita Kobato como sua legítima esposa?

— Eu aceito. – respondeu, sorrindo.

— Kobato Hanato, aceita Takashi como seu legítimo esposo?

— Aceito. – a moça fechou os olhos, sorrindo angelicalmente.

— Então, Takashi-nii-chan... pode beijar a noiva.

— Eca! – um dos pequeninos exclamou, fazendo com que todos dessem risadas. Toshihiko desceu da cadeirinha de onde fazia papel de padre, também rindo. A professora Sayaka anunciou que já devia ser a hora da soneca e elogiou a forma como todos haviam representado seus papéis.

— Um dia, não é? – perguntou Takashi, sorrindo.

Kobato corou e assentiu, também sorrindo.

— Nee, nee, sempre achei que a Kobato-chan casaria com o Kiyokazu-sensei – comentou uma das crianças, ingenuamente, enquanto se dirigia à sala onde tiravam a soneca. Takashi olhou preocupado para a moça, mas a única coisa presente em seu olhar era paz. Retribuiu o sorriso que ela lhe dava.

— Er... Takashi-san... – Kobato corou de repente – Toshihiko-kun disse que... que... – olhou aflita para baixo, começando a se atrapalhar e se arrependendo imediatamente do que começara a dizer.

— O quê? Que eu podia beijar a noiva? – segurou o rosto dela, divertindo-se com a vermelhidão que tomava conta do rosto da moça. Deu uma pequena risada antes de colar seus lábios gentilmente nos dela. Mas o beijo foi substituído por risadas de ambos quando diversas crianças da creche saíram dos esconderijos de onde estiveram espionando exclamando “Eca!”

Notas finais
Bem tosco, não é? Inicialmente, eu planejava fazer a fic com capítulo único (aquele primeiro), mas fui escrevendo e essa ideia aí acabou surgindo. Então, resolvi marcar a fic como não terminada, e, qualquer dia desses, postar mais algum capítulo semelhante a esse (que conte alguma história paralela, fofa e leve dos dois) ou algo como alguma explicação do que aconteceu com eles ao passar dos anos. Espero que tenham gostado (se é que alguém leu, né...), e, quem sabe, até outro dia!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.