Coração Frio
1 Último suspiro
O meu último domingo de férias não foi nada legal, até por que, no outro dia eu teria escola e teria que enfrentar 5 pessoas que me atordoa desde do ano passado: o Victor, á Ana, á Beatriz e o Edgar novamente. Mas esse ano isso tudo irá acabar de um jeito nada legal.
Para me ajudar á enfrentar esses problemas, eu tenho á pessoa mais preciosa e linda de minha vida, á Kataryna, uma pessoa que eu confio de pés juntos e que eu trocaria pelos meus pais. Ela é uma linda morena, de cabelos longos, olhos castanhos e um corpo que se qualquer um botar defeito eu lhe mostro o caminho do inferno. Mesmo eu sendo uma pessoa difícil de se entender, ela consegue de uma forma extraordinária de entender o que eu sinto, o que eu penso, o que eu faço ... resumindo, Ela me entende por completo.
Para começar "bem" meu primeiro dia de aula, á professor(a) Eliana, uma gorda que á única coisa de linda em sua pessoa são seus olhos verdes, lança um desafio á sala: falar para á turma qual é á pessoa que você mais odeia na sala e a que mais ama. Ela com certeza não gosta nem um pouco de criar discórdia. Começou por mim. Ela logo me perguntou qual á pessoa que eu mais amo na sala, claro que eu responde á Kataryna, e claro, também, que á turma lançou um "hmmm". Logo depois veio a pergunta da discórdia, quem eu mais odeio na turma, logo perguntei se poderia citar 4 pessoas, ela me respondeu que o máximo é 2. Pensei, pensei, pensei ... e decide:o Edgar e á Ana, ás pessoas que eu mais tenho vontade de apresentar ao ser de lá de baixo. Um silêncio tomou conta da turma, até por que, Edgar e Ana são os "famosinhos" do colégio e ninguém tem coragem de contar que os odeia. Para o clima não ficar mais tenso, á professor(a) Eliana continuou á "brincadeira".
No primeiro intervalo do ano, eu vejo várias pessoas olhando para mim de uma forma estranha, como se soubesse de algum segredo meu. E eles sabiam. Comecei a ficar tenso, louco para saber o que era. Kataryna me ajudou a saber o que era, e um amigo nosso, nos contou que todos do colégio sabiam que eu tinha sido estuprado pelo meu vizinho, á 5 anos. E os autores eram nada mais nada menos que Edgar e Ana, que não aceitaram muito bem meu ódio por eles, e decidiram me mostrar que com eles não se mexe. Um ódio me subiu pela cabeça de uma forma absurda, que eu não conseguia controlar. Eu queria ver aqueles dois mortos, com os corpos pendurados no meio da praça pública.
Todos me olhavam estranho, alguns riam de mim dizendo "Olha lá o ex-virgem", como se gostassem e achassem bonito o que aconteceu. Mas isso não durou muito. O diretor, que sabia da história, fez uma reunião no pátio do colégio dizendo que aquela história era mentira, mas era verdade.
Mesmo com Kataryna tentando me acalmar eu sentia que eu devia de qualquer forma acabar com a vida daqueles dois. E era o que eu queria fazer.
Pedi para Kataryna ir para casa que eu já estava calmo e procurei fazer meu plano de como acabar com eles. Foi nesse momento que minha vida, e a vida outras pessoas iriam tomar um rumo.
Para começar, procurei á faca mais linda de minha casa e inventei uma desculpa aos meus pais, dizendo que iria pegar uma atividade com Kataryna, que morava bem pertinho. Depois, fui até á casa da Ana, onde os pais não estavam, e na maior falsidade do mundo, pede desculpas á Ela. Dei-lhe um abraço forte e enfiei á faca nas costas dela, deixando-a paralítica, e depois dei uma coronhada nela. Peguei seu celular e enviei um torpedo ao Edgar, pedindo para Ele vir até á casa da Ana, por que Ela tinha um "presentinho" para Ele. Deixei a porta meio aberta para que Ele entrasse logo. Os dois primeiros passos dele para dentro da casa foi perfeitos para Eu poder imobiliza-lo.
Tive que esperar somente 15 minutos para eles acordarem sentados amarrados em uma mesa. Ana logo se desesperou por que não estava sentindo ás pernas e Edgar entrou em pânico por causa da faca suja de sangue que eu estava segurando. Comecei por Edgar, passando de levinho á faca pela parte de trás do seu pescoço. Chegando na frente do pescoço, enfiei á faca em sua garganta bem forte. A faca não deu conta, então procurei um facão na casa de Ana, e achei.Não quis enrolar de mais e tratei de terminar logo o serviço. Depois fiz o mesmo processo com Ana. Olhei aquelas "lindas" pessoas e fui embora.
No dia seguinte estava uma notícia no jornal de que Edgar e Ana foram encontrados mortos, com ás cabeça decepada em cima da mesa e os corpos amarrados e sentados na cadeira, na casa dela. Segundo o jornal, á polícia não conseguiu encontrar nenhuma prova e que o assassino era experiente.
Passou semanas, á polícia não conseguiu encontrar provas e encerrou o caso e todos no colégio estavam triste ... menos eu.
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