Notas iniciais
Hoje vocês irão conhecer à irmã de Vicent, a Linda, uma pessoa que tem um dom especial.

Hoje eu acordei ainda preocupado com o que Sarah descobriu. Não consigo confiar completamente nela, mesmo sabendo que ela daria à vida dela por esse segredo. Logo depois que acordei e sai do meu recanto sombrio e calmo, fui direto para o quarto de minha irmã, à Linda, que tem 10 anos e é intitulada pela sociedade como autista. Mas para mim, ela é única pessoa que me faz viver, que me faz olhar o mundo de um jeito melhor, mesmo que seja pouco. O quarto dela para mim é como se fosse o paraíso na terra, um lugar só nosso, onde nós dois nos divertimos sem preocupação. Ajudei à Linda à se arrumar para ir para o colégio e fomos tomar café.

Levei minha irmã até colégio, único lugar onde ela tem uma boa relação com à sociedade, e fui para o meu colégio. Nem entrei direito e o diretor foi logo me recebendo e pedindo para mim acompanha-lo até à secretaria. Chegando lá, tivemos uma conversa sobre uma nova fofoca que estavam rolando sobre mim no colégio. Ele começou dizendo que me apoia na minha escolha, mas eu logo o interrompe e neguei tudo. Terminamos à conversa e fui direto para sala. Olhei para Kataryna quando entrei na sala, mas ela estava estranha, estava com cara de que tinha descoberto alguma coisa muito séria. Tentei conversar com ela durante ás 3 aulas antes do intervalo, mas ela não respondia. Consegue sair da sala antes dela sair para o intervalo. Fiquei esperando ela no banheiro feminino, lugar onde ela sempre vai quando toca a campa do intervalo. Fiquei escondido no banheiro químico e logo quando vi ela entrar eu a puxei para dentro. Fui logo perguntando o que tinha acontecido e ela não demorou muito para responder.

–Eu sei que foi você que matou à Ana e o Edgar.

Neste momento, o pavor tomou conta de mim.

–Não estou te entendo Katy. Respondi.

–Não se faça de idiota. A Sarah chegou me perguntando se eu sabia de um segredo seu e eu responde que sim, por que pelo que eu sei, você não tem nenhum segredo e eu achei estranho. Perguntei ela se você tinha dado alguns detalhes à mais do segredo e ela me contou toda à conversa de vocês.

Naquele momento, eu percebi que não tinha como eu mentir para ela. Contei tudo, como eu fiz e porque eu fiz. E novamente, eu fiquei surpreso pela resposta de uma pessoa que descobriu um segredo desse. Ela me disse que ajudaria à matar próxima vítima. Eu disse que não, mas ela insistiu tanto que eu acabei deixando, mas com algumas condições.

Sai do colégio e fui direto para minha casa. Chegando lá eu encontrei minha irmã chorando no colo de meus pais. Perguntei o que tinha acontecido e eles me disseram que na hora da saída, à Linda estava esperando meus pais na porta do colégio, e antes deles chegarem, um trio de adolescentes começaram à xingar minha irmã, dizendo que ela era retardada, que não era gente, e várias outras coisas absurdas. Perguntei se eles sabiam quem era e eles me disseram que foram alunos do meu colégio, e que tinha uma líder no trio, uma menina chamada Beatriz. Logo depois que eu escultei o nome já sabia quem tinha sido.

Sai correndo de casa e fui direto para à casa de Kataryna. Perguntei à ela se ela realmente queria me ajudar naquilo e ela respondeu que sim. Montamos um plano e fomos para à casa de Beatriz.

Era 5 horas da tarde quando chegamos à casa de Beatriz. E mais uma vez, tive à sorte de não ter os pais dela em casa, por que eles era advogados e estavam em uma conferência. Como eu não tinha amizade nenhuma com ela, Kataryna foi no meu lugar falar com ela. Beatriz convidou ela para entrar, e foi aonde kataryna imobilizou Beatriz com um mata-leão. Não sei como ela aprendeu à fazer isso, mas foi o suficiente para nós podermos colocar o plano em ação. Colocamos ela amarrada em sua cama e eu assume dai para frente. Minha vontade de matar aquela menina pelo o que ela fez era tão grande, que naquele momento , eu sentia que não era eu que estava ali, mas sim, uma pessoa que ama incondicionalmente sua irmã, por ela ser à única pessoa que eu daria à vida por ela.

Depois que Beatriz acordou, fiquei super alegre por que era naquele momento que eu ia tirar mais uma pedra do meu caminho e do caminho da minha irmã. Kataryna me passou meu instrumento de trabalho, à faca, e se sentou para ver como que eu fazia. Eu via um pouco de medo e nervosismo em Kataryna, mas não era uma coisa que me impediria. Antes de começar, eu forcei Beatriz à confessar que foi ela que humilhou minha irmã. Ela respondeu que sim e pediu para que eu desamarrasse ela, foi em vão esse pedido. Eu amordacei ela e cravei à faca no meio do seu tórax, abaixo um pouco do coração. Escultar aquele baixo barulhinho de dor vindo de Beatriz foi à melhor coisa do mundo. Ela começou à perder muito sangue, ou melhor, meu "suco" para depois da morte dela. Ela começou à perder forças, e foi desmaiando aos poucos. Cravei à faca mais ao fundo e comecei à rasta-lá para baixo, até o umbigo. Isso foi fatal para sua morte. Logo depois que eu terminei o meu serviço de trabalho, olhei para Katy, ela estava com uma cara de apavorada, mas não me preocupei, por que ela escolheu ver isso.

No outro dia na colégio só ouvia às pessoas comentando sobre à morte de mais um aluno. Nem todos estavam tristes, até por que ela não era muito adorada pelas pessoas. Segundo os policiais, mais um crime acabou sem um assassino. Mas isso não importa, por que mais uma vez, o assassino foi dormir tranquilo e com o sentimento dever cumprido.