Coragem de Hugo
2 Ventos do Início
Notas iniciais
Hugo estava se trocando e conversnado com o tio ao mesmo tempo. Hugo possuía cabelos castanho-ruivos, olhos castanhos, nariz empinado, tinha mais ou menos 1,59 de altura e pele um levemente bronzeada.
_ Por que elas não podem se entender mais?_ Perguntava ele para o tio, Percival.
Percival tinha cabelos pretos, um pouco encaracolados e lisos ao mesmo tempo, olhos castanhos, um nariz um pouco achatado, com uma estatura mediana e era moreno. Usava uma camisa preta, com um colete verde, calças vermelhas e sandalhas.
_ Bem, acho que a Rainha já deve ter perdoado Bianca por aquele ato falho, mas Manoela ficou magoada._ Disse o Tutor do herdeiro.
_ Só porque Tia Bianca a chamou de vaca! Minha mãe deve ter enloquecido, ela sempre aguentou coisas piores!_ Falou Hugo, já com a roupa. Uma camisa de manga comprida branca embaixo de uma sem mangas verde, calças marrons e sapatos marrons.
_ Exato, e sua mãe quer falar com você, afinal, ela não consegiu te criar por estar em outro reino na época, e quem ficou responsável pela sua educação fora eu e Bianca._ Percival falou abrindo a porta e deixando o garoto passar.
_ Bem, antes de falar com ela, vou tomar meu café, senão, minha energia acaba e uma parte da minha magia também._ Disse indo para a sala de refeições.
Hugo foi o primeiro herdeiro com traços mágicos em sua composição. Sua mãe Manoela, se casou com um Mago da Água chamado Luke, a primeira vez na história de Hugdom que isso acontecera.
Enquanto Hugo ia tomar café, Percival aproveitava e ia falar com sua mãe, a Rainha Eterna, e Soberana Defensora de Hugdom, Micaele Haruno.
Ele adentrara no Salão do Trono, um local todo em pedras brancas polidas, porém com chão de mármore, quadros dos antigos reis e rainhas de Hugdom, janelas com parapeitos marcados em ouro e vidraças verdes. A área do trono era um pouco elevada, em três degraus acima do chão, e tinha cortinas vermelhas sustentadas por uma estrutura toda feita de ouro. O trono de governante era ouro puro, com excessão as almofadas vermelhas, e ao seu lado, um trono do mesmo jeito, só que em prata, para o Consorte ou a Consorte do governante.
No trono de Ouro, uma mulher de longos cabelos castanhos, olhos castanhos, nariz pequenino, vestido roxo, com um pingente de coração no pescoço. Ao seu lado estava um homem todo de branco. Era um enfremeiro designado a cuidar dela por causa dos seus problemas no coração.
_ Bom dia, Vossa Majestade, Minha Mãe, Rainha Micaele II._ Disse Percival.
_ Bom dia Percival._ Disse ela, tussindo depois.
_ Mãe,_ Ele fez uma pausa._ O que acha que Manoela e Bianca irão fazer depois da discussão de dois dias atrás?
_ Elas já estão fazendo meu filho, nesse momento lacaios delas estão reunindo pessoas de Hugdom para um exército particular._ Disse a Rainha_ Cada uma delas terá um, e acho que quando eu partir, elas travarão a maior guerra civil que este lado do Avalon já ouviu falar!_ Disse a Rainha em tom de preocupação.
_ Minha Mãe, isto é terrível!_ Ele começou a se explicar_ Bianca tem afinidade com os Gnomos e as Fadas. Manoela deve ter apoio dos Magos e das Wiccas. Seguindo esse pensamento essa guerra é para durar mais de um século!
_ Eu sei meu filho. Eu já as aconselhei, lhes mostrei soluções pacíficas. Mas são elas que não querem fazer as pases._ Disse a Rainha se levantando._ Nosso oráculo previu que em breve uma ameaça maior estará em guerra contra Hugdom, e ela só se manifestará depois da minha morte.
_ Minha mãe, isso é terrível! Assim a possível guerra terá começado e nós já estaremos fracos!_ Disse Percival.
_ O pior não é esse. O pior é que a possível ameaça é Vraset, um reino ancestral, que tem as sombras guiando suas descisões._ Disse a Rinha agora olhando de uma janela._ Se eles nos atacarem e não estivermos unidos, vamos perder! Seremos dominados, aniquilados e reduzidos a meros escravos!
_ Vraset é um reino governado por Obscuros e Trolls... Isso significa que..._ Percival travou.
_ Nós nunca conseguiremos nos reerguer!_ Falou a Rainha em tom de ultimato.
_ O eterno fim..._ Falou Percival._ Igual ao da Profecia de Marjoras.
Hugo tomava seu café da manha, quando um pequeno garoto de olhos puxados, nariz pequenino, cabelo ruivo, com uma faixa preta na cabeça e trajando uma camisa preta,calças vermelhas e sandalhas, apareceu.
_ Mizu, como vai?_ Falou comendo um pedaço de pão com geléia.
_ Bem,futuro príncipe!_ Ele disse.
Mizumi Shirayuki era filho de um cavaleiro e de uma professora de Hugdom, ele havia nascido em Nihon, um reino distante, e chegará em Hugdom quando tinha um ano e meio. Era um amigo e servo de Percival, e melhor amigo de Hugo.
_ Então, vim dizer para você e Perci que o estábulo dos unicórinos está com problemas e alguém com poderes da água precisa apagar o incêndio.
_ Bem, acho que dessa vez posso ir sem meu tio, afinal ele está conversando com minha avó, a Rainha Micaele.
_ Isso é com você! Você sabe onde é que fica o estábulo?_ Perguntou Mizumi.
_ Claro!_ Respondeu Hugo.
_ Se acha preparado?_ Perguntou Mizumi de novo pegando um pedaço de pão e comendo.
_ Com certeza!_ Hugo respondeu de novo.
_ Então você decide!_ Mizumi pegou outro pedaço de pão e dessa vez passou geléia e comeu.
_ Eu vou! Diga para meu tio que eu fui sozinho para salvar os unicórinos!_ Ele saiu correndo.
_ Ok,então!_ Ele deu os ombros e comeu uma maçã.
Hugo saiu correndo, podia ver a fumaça. Sentia o cheiro de enxofre. E dentro dele a coragem crescia.
No castelo, Mizumi procurava por Percival, quando entrara num quarto cheio de poeria e livros.
_ Interessante._ Falou ele entrando mais ainda.
Ele explorou varios cantos até achar uma espécie de corredor, que levava a um livro aberto. Na página do livro, figuras de pessoas sofrendo, correndo, matando, se suicidando. Uma carnificina geral. Na outra página, o título vinha escrito profecia, numa língua antiga. O texto todo estava nessa língua, mas Mizumi entendia tudo. Ele sabia que aquilo ia aonctecer em breve.
_ Meu Kami-sama! Percival! Perci!_ Ele saiu correndo dali.
Notas finais
E sangue...
Então,até lá!
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