Notas iniciais
Genteeee, me desculpa a demora // foge dos tiros. É que eu estive sem inspiração, tempo, e uma baita preguiça. Sei que ninguém tava esperando por ela mesmo ;-; Alguém tava? Então comenta! ehueheuheueh mendigação lvl 1000 mas eu to carente, e o pessoal da minha antiga fic parou de falar comigo... Em fim, espero que apreciem este último capítulo, sei que foi de repente, mas acontece que o filme de frozen acaba, então... Apenas aproveitem. Desculpa os erros, revisei agora e to com um baita sono. Hmmm.. Bem, nos vemos nas notas finais (ou não)

As coisas pareciam cada vez piores para Jack. Absolutamente tudo estava dando errado, primeiro perdera seus amigos, e agora… Sua amada. O “menino de gelo” sentia-se despedaçado. E seu pequeno coração recentemente descongelado por Elsa, agora gelava de novo, e logo, pararia de bater. Encarava de forma melancólica aquela cena, Elsa, que agora havia parado de chorar, estava se debatendo contra as correntes. Ela tentava com todas as forças quebrá-las, mas parecia impossível, não importasse o quanto se debatesse e o quanto tentasse congelar as correntes que lhe prendiam, não causava nem mesmo um pequeno arranhão. Aquilo comoveu Jack, que com todas as forças, tentou tirar as barras da pequena janela do chão, e tentar salvá-la, mas sem sucesso. Alguns minutos depois, quando os dois já arfavam de cansaço, ouviu-se uma voz ao fundo. Era Olaff, e parecia estar com ajuda.

– Oi Jack! Voltei! E trouxe ajuda! Este é Sven! Diga oi Sven. — A rena buffou, como que realmente estava p cumprimentando. — O que você está fazendo ai embaixo Jack? — Olaf olhou para baixo, onde encontrou Jack com um cara assustada, ainda segurando as barras da janela.

– Você… Você consegue me ver? Então por que… ? — Ele olhou para a loira, que agora estava sentada, exausta de tanto tentar se soltar. — Em fim. Sven, chegou em boa hora! — Exclamou Jack, já pensando em um plano para soltar Elsa.

Jack voou para uma casa próxima, pegou uma corda e amarrou uma ponta numa das barras,e a outra na coleira de Sven.

– Acho que isso dá. Agora, puxe com todas as suas forças! — Sven foi um pouco para frente, e depois relinxou. Uma das barras saiu voando. — Isso! -Comemorou Jack. — Olaf, consegue passar por aqui? Elsa está ai em baixo, e eu não posso ajudar ela. Essa é a sua vez. Eu sei que você é corajoso e consegue. Eu e o Sven aqui vamos tentar encontrar outra saída. — Explicou Jack, colocando uma das mãos na cabeça da rena, fazendo um leve carinho.

– Tudo bem, eu prometo cuidar bem dela, prometo! — Disse, logo pulando para dentro.

O pequeno boneco não teve o que nós chamaríamos de uma queda delicada. Caiu com tudo no chão. Olhou para Elsa, e lágrimas enxeram seus olhos. Seus pulsos estavam vermelhos de tanto se debater e tentar se soltar; seus olhos, inchados de tanto chorar.

– Me desculpe Elsa… Eu queria ter te protegido, me desculpe! — E o pequeno caiu em prantos, chorando pequenas lágrimas de gelo.

– Tudo bem… Tudo bem… -Elsa fez o que seria uma tentativa de abraço, que não foi possível graças as correntes. Olaf “secou” suas lágrimas, e se recompôs.

– Agora, eu vou te libertar! E vamos sair daqui! — Pegou um pedaço da neve de seu corpo, e colocou em uma das correntes, deixando-as geladas, Observando isso, a rainha ficou assustada, o boneco de neve estava perdendo muita neve,e logo, descongelaria completamente.



– Olaf pare! Assim você vai derreter! — o pequeno boneco, sorrindo respondeu:

– As vezes vale a pena derreter por algumas pessoas. — Um silencio se fez. Aquilo comovera Elsa. Aquele pequeno boneco de neve, realmente tinha um coração. — Pronto! — exclamou o menor. — Puxe Elsa! — A loira obedeceu, e com algum esforço, se libertou da corrente que a prendia. Com a mão livre, fez o mesmo com o outro pulso. — Vamos! Estamos perdendo tempo!

Os dois se levantaram, mas havia um problema… A porta estava trancada. Por um momento, a rainha pensou que tudo estava perdido, mas… Olaf como sempre deu seu jeito. Usando seu galho conseguiu alcançar a chave, que estava na cintura de um guarda que dormia em seu posto. Os dois seguiram pelos corredores do calabouço sem rumo, e agora, livre, Elsa pensava mais em Jack. Onde ele estava? O que havia acontecido? Por que ele não estava lá? Eram muitas perguntas sem tempo para respostas. Elsa apenas seguiu correndo por aqueles corredores que pareciam infinitos, na esperança de que ele apenas estivesse bem. De repente, uma lembrança: Anna.

Elsa se lembro do momento em que os homens entraram em seu castelo, e disseram que Anna estava machucada, que ela havia ferido a própria irmã. Desesperada, e com medo, a única coisa em que pensava era fugir dali, e quanto mais ela se preocupava com quem amava, mais o medo tomava conta do seu corpo e de seus poderes. Cada vez mais, os corredores congelavam ao seu redor. Preocupado, Olaf alegou que iria procurar Anna, e pediu que a loira continuasse, e foi o que ela fez. Sem pensar, pulou pela janela tentando procurar Jack.

O Guardião, que estava antes observando sua amada pela pequena janela, agora a procurava desesperado pelo lado de fora do castelo, esperando a cima de tudo que ela estivesse segura. Ao longe, ele viu Elsa, que corria para fora; ao seu redor, uma tempestade de neve se formava. Ela parecia aflita, fugia de medo, e logo atrás, alguns guardas tentavam encontrá-la, mas inutilmente, pois a neve os impediam de segui-la. Apenas uma pessoa continuou atrás da loira; era um homem, ruivo, de vestes bonitas. Parecia ser um príncipe, mas Jack ignorou esse fato, tudo o que ele via era a arma em sua mão, e seu olhar de ódio no rosto. Desesperado, seguiu atrás da amada, voando.

A visão não era boa, ele não via praticamente nada, mas mesmo assim, não desistiu. seguiu às escuras, até que algo chamou sua atenção. Parecia… uma rena, e junto dela havia um homem, loiro de ombros largos, que jack decidiu seguir. Alguns minutos depois, juntos, eles avistaram a pequena ruiva, ou melhor, agora albina, Anna. Desesperado, o loiro correu em sua direção mas ela correu para o outro lado. Os dois, sem entender muita coisa olharam para a direção pra qual ela corria, e foi nesse momento, que o coração de Jack Frost parou. Ao longe, ele viu Elsa. Ela estava no chão, indefesa, com medo. E logo a sua frente, o homem ruivo levantava uma espada, prestes a atacá-la.

O mais rápido que pôde, Jack voou para baixo e se pôs entre a espada e Elsa, tentando protege-la. Mas em vão, pois a espada o atravessou, e foi direto para sua amada. O desespero foi enorme, e ao virar para ver o que acontecia, viu às suas costas não a loira, mas sim sua irmã. Anna defendera Elsa, e agora, estava congelada. O impacto derrubou o ruivo, e agora, a tempestade sessara. Aos pés da escultura de gelo, Elsa chorava. Chorava de dor, de tristeza, de pesar. A cena apertou o coração de Jack, que mesmo invisível, abraçou-a tentando confortá-la. E, por incrível que parecesse, ela o notou, e colocou sua mão sobre a dele. Não o via, mas sentia que ele estava lá.

Inutilmente, a loira chorou, e abraçou a irmã, lamentando não ter feito nada, lamentando ter matado-a. A única coisa que ela conseguia fazer naquele momento era chorar. A única coisa que ela sentia era dor, e nada mais. Para Jack, aquilo doía também; ele sabia como era perder alguem importante, sabia da dor, e sabia também do que ela era capaz. Em momento algum saiu do lado da amada.

Alguns segundos depois, para a surpresa de todos, Anna começou a descongelar, e junto com ela, jack começou a aparecer aos olhos de todos. Quando Anna finalmente “acordou”, Elsa demorou alguns segundos pra perceber o que acontecera, e quando finalmente o fez, abraçou a irmã com todas as forças do mundo. Seu coração, de repente, não sentia mais dor, não sentia mais frio. Ele agora, palpitava mais forte do que nunca, e mais quente do que nunca. “Eu te amo” Sussurrou no ouvido da ruiva, que sorriu ao ouvir aquela frase. Elas haviam passado a infância sem muito contato, e essa era a primeira vez em anos que ela ouvia isso vindo da mais velha. “Eu também” Ela respondeu, antes de se afastar, e correr para os braços do loiro, com a rena. Olaf, também emocionado, voltava a chorar lágrimas de gelo.

Depois do abraço, Elsa se virou para Jack, que agora parecia visível a todos, já que muitos se peguntavam de onde ele havia surgido. Com um sorriso no rosto, ele abriu os braços, e ela o abraçou. Ela estava quente, o que o aqueceu também. Ele à girou por uma vez, e depois a beijou, sem medo. Após alguns segundos, se separaram, e a ficha finalmente caía para a rainha de gelo. Ela finalmente havia descoberto a forma de descongelar Arendelle. O amor. O amor era a resposta. Só um ato de amor verdadeiro poderia descongelar as coisas. E o amor deles, dela e de Jack; o amor que ela compartilhava com a irmã, e até mesmo o amor que ela sentia pelo pequeno Olaf descongelaram seu coração. Levantando uma das mãos, foi só ela pensar no verão, que tudo ao seu redor se aqueceu. A neve derreteu, o gelo se tornou água, as flores voltaram a desabrochar, e o verão parecia estar de volta. Todos voltaram ao castelo, Elsa tomou coragem, e apresentou Jack aos outros, que o aceitaram muito bem por sinal. Kristoff se declarou para Anna, e Olaff ganhou sua nuvem de neve pessoal, e todos viveram felizes para sempre.


Era isso que eu queria dizer, mas não posso, pois devo contar a história real, e não um simples conto, onde tudo simplesmente acaba bem…

Notas finais
Bem, e ai, gostaram? Quando eu disse que seria o fim, era o fim do filme de "frozen" Não a lenda dos guardiões okay? hahahahah Esperem o próximo capítulo, que eu acho que vai vir logo. Sei que o final ficou beeem parecido ao filme, mas a parte do Jack vai ser diferente do filme original, já que eu vou ter que encaixar a elsa e tudo mais, e bem, acho que vai dar um pouco de trabalho. Tudo depende de vocês leitores. Deixem seu recadinho, pois eu vou dar meu melhor pra escrever uma fic, que pelo menos UMA pessoa goste, mas vou pará-la se ninguém estiver apreciando meu trabalho. A final, qual a graça de escrever pra ninguém? Obrigada a você que leu até aqui, toma meu abraço virtual o/ E sim, eu to ligada que a história ficou clichê pra caramba. Depois eu vou tentar fazer uma nova sem ser tão assim, então, me acompanhem qualquer coisa. Sou nova nisso de ser escritora, e bem, espero que tenham paciência comigo, e minhas lerdisses. Em fim, beijos, eu amo vocês cupcakes!~
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.