Notas iniciais
Oiiii amores!!! Olha eu aqui de volta! A minha previsão de volta as postagens era só dia 15, mas decide adiantar para hoje. Muito obrigada a todos as que comentaram no capítulo anterior e até o próximo capítulo! PS: Um feliz dia de São Valentim adiantado a todas as minhas leitoras que moram fora do Brasil e que comemoram essa data.

Capítulo 6

Bella deveria ter descido imediatamente para falar com seu marido, mas ao invés disso sua mente traiçoeira a levou para antigas lembranças que querendo, ou não, sempre despertavam fortes lembranças nela.

─ Hei amor, o que você tem? ─ Bella inquiriu a Edward quando percebeu que ele estava extremamente silencioso ao seu lado após um almoço de domingo na casa dela.

─ Não é nada não morango. ─ ele disse, mas ela não acreditou nele nem por um segundo.

─ Ah, com certeza é algo sim. Você é tudo mesmo tão calado assim como está agora. ─ asseverou.

Edward suspirou.

─ Tem razão, eu estou chateado, mas não há nada que alguém possa fazer por mim nesse momento. ─ declarou.

─ Será? Por que você não desabafa comigo? Talvez assim você se sinta melhor. ─ sugeriu.

─ Talvez você esteja certa. Desculpe-me pela resposta grosseira que dei a você agora a pouco. ─ ele se desculpou realmente arrependido por sua estupidez com Bella e ela sorriu complacente.

─ Tudo bem. Agora me conta sobre o que está chateando você? ─ a morena pediu e recostando a cabeça dele em seu peito ela rodeou a cintura de Edward com suas pernas para que ele pudesse ficar mais aconchegado ao corpo dela.

─ Não é “o que está me chateando” e sim “quem”. ─ explicou.

─ Okay. Então me diz quem está chateando você? ─ sua namorada reformulou a frase dela.

─ Alice Brandon. ─ Edward disse e ele quase sibilou o nome daquela mulherzinha sem noção.

─ E quem é ela? ─ Bella indagou, pacientemente o estimulando a seguir falando sobre o assunto que o estava incomodando.

─ Uma oferecida sem noção que não entende que meu pai está casado e não a quer para si. ─ resmungou e a raiva dele era quase palpável.

─ Sei. E como ela entrou na vida dos seus pais? ─ a morena o questionou e sem que ela pudesse ver a expressão dele naquele momento Edward fez uma careta, entretanto Bella nem precisava vê-lo para adivinhar que ele estava fazendo algo do tipo.

─ Ela foi paciente do meu pai por alguns meses e eles acabaram se tornando amigos depois disso, no entanto Alice não o ver dessa maneira e a minha mãe fica enlouquecida de ciúmes quando percebe as atitudes oferecidas dela. ─ esclareceu e sua namorada começou a questionar algumas ideias da sua mente.

─ E que idade ela tem? ─ indagou.

─ Vinte e três anos e você nem precisa me dizer que ela tem idade para ser filha dele, porque eu já sei disso. ─ o vice-almirante respondeu na defensiva e Bella quase riu da atitude dele, mas ela se conteve a tempo de não fazer isso.

─ Certo. E se é assim não seria o caso do seu pai romper essa amizade? ─ perguntou.

─ Sim, porém ele se sente constrangido de fazer isso, porque Alice é filha de um velho amigo dele. ─ respondeu.

─ É isso ou o a vaidade do seu pai está falando mais alto que o bom senso dele. E ele está gostando de ter para si as atenções de uma mulher tão jovem quanto essa? ─ a morena intuiu levando a mente do seu namorado a pensar por um ângulo que ele nunca tinha visto antes.

─ O meu pai jamais trairia a minha mãe! ─ declarou convicto e até mesmo quase ofendido por sua namorada chegar a cogitar algo assim do pai dele.

Bella então achou melhor esclarecer as coisas antes que aquela situação entre eles ficasse tensa.

─ Amor, eu não estou dizendo isso, mas o fato do seu pai não trair a sua mãe não quer dizer que o ego dele não se inflame com o comportamento oferecido dessa tal Alice. O que eu quero dizer é que talvez não seja o constrangimento que impede seu pai de romper essa amizade, entretanto a vaidade masculina dele sim. ─ a morena aclarou sua linha de pensamento e seu namorado se sentiu mais calmo sobre o rumo daquela conversa deles.

─ Essa possibilidade nunca passou pela minha cabeça, porém agora que você falou até que ela faz sentido. Eu vou conversar com ele. ─ Edward disse e Bella beijou os cabelos dele.

─ Eu amo você. ─ ela declarou e o vice-almirante sentiu seu coração flutuar.

─ Eu também amo você. ─ retorquiu e a morena se sentiu satisfeita não podendo estar mais feliz do que naqueles dois meses e três semanas que estavam juntos.

─ E será que agora você está se sentindo um pouco melhor? ─ ela inquiriu.

─ Sim. Conversar com você me fez bem. Obrigado. ─ respondeu.

─ De nada. E Eddie por mais que eles sejam os seus pais você precisa lembrar que os problemas conjugais deles devem ser resolvidos por eles e você não pode se consumir assim por essas questões. Okay? ─ ela o aconselhou.

─ Okay. ─ seu namorado concordou e inclinou sua cabeça para trás para poder beijá-la.

─ Bella você quer que eu mande esse homem embora? ─ a voz de Renée do lado de fora do quarto de Isabella interrompeu as lembranças da sua filha.

─ Não é preciso. Eu já estou indo. ─ Bella respondeu e se levantou da sua cama para abrir a porta do seu quarto onde Renée já não estava mais.

Depois caminhou pelo corredor do segundo andar da sua casa e desceu as escadas até o primeiro andar onde Edward estava na sala e sua mãe tinha acabado de ir para a cozinha fazer algo.

─ Finalmente você desceu! ─ seu marido resmungou quando a viu.

─ Oi para você também Edward. Confesso que eu já sabia que você viria aqui, todavia não pensei que fosse acontecer tão rápido. ─ ela comentou.

─ E por que não se você sabe que eu não sou um homem de perder tempo? ─ retrucou e nisso Bella teve que estar de acordo.

─ Eu imagino que você esteja aqui para falar sobre Milla. ─ murmurou.

─ É claro. E já vou avisando a você que quero uma cópia autenticada de todos os documentos dela. Além de, outra lista com tudo o que ela pode ou não comer e mais uma com todos os horários dela e uma lista com tudo o que ela gosta de fazer no tempo livre. ─ Edward exigiu.

─ Está bem. ─ sua esposa anuiu.

─ Ah, antes que eu me esqueça, também vou querer ver todo o histórico escolar dela e que você anote todos os gastos relacionados a ela. ─ ele acrescentou e Bella o fuzilou com o olhar.

─ Isso não Edward. Eu sou perfeitamente capaz de prover sozinha todas as necessidades financeiras da minha filha. ─ ela o desafiou e ele não gostou do tom dela.

─ Nossa filha. ─ o almirante a corrigiu. ─ E eu não duvido disso, mas você não vai me impedir de cumprir as obrigações que tenho com ela. Não mais. ─ ele assegurou e a morena trincou os dentes de raiva.

─ Que seja, mas você não vai arcar com tudo, apenas metade. Pois, você goste ou não, Milla também é minha responsabilidade. ─ afirmou.

─ Eu não vou fingir que essa ideia me agrada, mas também não vou discutir com você. Pelo menos não até eu entrar na justiça para exigir o reconhecimento da minha paternidade sobre ela e você pode apostar que isso não vai demorar. ─ a advertiu.

─ Isso não será necessário. ─ sua esposa declarou.

─ E por que não? ─ ele quis saber.

─ Porque Milla carrega o seu sobrenome desde o dia em que nasceu. ─ revelou atingindo Edward completamente de surpresa.

─ Como é? ─ ele questionou incrédulo.

─ Não foi difícil conseguir isso, mesmo que naquela época você estivesse preso, pois infelizmente legalmente eu nunca deixei de ser sua esposa e o fato de eu ainda ter acesso aos seus documentos facilitou as coisas para mim na hora de registrá-la como nossa filha. ─ Bella explicou e seu marido sentiu a garganta dele se fechar de emoção por ao menos aquele direito ela não ter negado a ele, porém mesmo assim ele manteve uma falsa postura indiferente.

─ Bom ao menos isso você teve a decência de fazer. ─ Edward murmurou por fim.

─ Ora seu cretino, quem você pensar que é para fazer qualquer julgamento sobre mim? ─ ela o atacou e o almirante se negou a ficar calado, pois lhe respondeu no mesmo nível.

─ O homem que você abandonou covardemente quando ele mais precisava de você e que pagou na pele o preço da maldade que você cometeu! ─ exclamou e instintivamente Bella quase deu um passo para trás devido à fúria que a voz dele carregava.

─ O que você queria que eu fizesse? Que permanecesse ao seu lado dando apoio ao assassino do meu pai? ─ ela o inquiriu em tom de deboche e mais uma vez feriu certeiramente ao seu marido.

─ Pela enésima vez, eu não matei Charlie! Ele era como um pai para mim e pode ser que eu passe o resto da minha vida me esforçando para isso, no entanto eu juro que ainda vou lhe provar que sou inocente. ─ asseverou-lhe e a fria Coração de Gelo engoliu em seco ao escutar as palavras dele.

─ Sai daqui Edward. Sai agora! ─ ela ordenou se sentindo frágil diante dele.

─ Não mesmo. Não até eu falar com a minha filha. ─ respondeu firme.

─ Canalha! ─ a morena praguejou.

─ Eu não sou você. ─ ele rebateu duramente e não porque pensasse assim, todavia simplesmente porque queria devolver os golpes que sua esposa estava dando no coração dele.

─ Ora, seu filho da...

─ Cuidado. A minha mãe foi e continua sendo sagrada para mim, portanto para o seu próprio bem não a envolva nas nossas pendências ou...

─ Ou o quê? Vai me bater? ─ Bella o desafiou interrompendo o alerta de Edward, assim como ele fez com o praguejamento dela.

─ Não, mas vou fazer algo que vai irritá-la muito mais. ─ avisou-a.

─ O quê? ─ ela exigiu saber.

─ Isso. ─ o almirante respondeu e surpreendentemente a beijou.

Um beijo cheio de paixão, mas também repleto de saudade. Um beijo carregado de fúria, porém misturado com bastante ternura e muita, muita confusão sentimental.

E apesar, de haver a certeza de que tanto estava pendente entre eles naquele instante o casal se entregou ao beijo que trocavam sem se incomodarem com as consequências do depois.

E como foi bom poder sentir um ao outro sem considerar o futuro ou sem pensar em tudo o que tinha de errado entre eles.

Além disso, o beijo que eles trocaram atingiu um nível tão forte de entrega que Bella nem se importou quando seu marido a deitou sobre o sofá e pressionou o corpo dele contra o seu, pois o calor que emanava de Edward estava atirando a razão dela pela janela.

Ah, o beijo dele era tão doce! Seus lábios, apesar de exigentes eram tão suaves e a língua dele enroscada na sua, enquanto explorava sua boca era uma verdadeira perdição.

Mais do que isso, por mais que algo dissesse a Bella para recuar imediatamente ela simplesmente não conseguia obedecer a nenhum comando que não fosse o do seu próprio corpo ou coração, e nenhum dos dois queria se afastar de Edward naquele momento, até mesmo porque resistir à pegada que aquele homem tinha parecia ser humanamente impossível.

As mãos dele agarrando o corpo dela eram uma coisa de louco e mesmo ela já não sendo uma jovenzinha inexperiente era exatamente assim que a fria Coração de Gelo se sentia nos braços do seu marido: como uma jovenzinha inexperiente que desejava aprender cada vez mais com seu professor excepcional.

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─ Hum. ─ Bella e Edward gemeram em meio ao beijo e o coração de ambos estava disparado, não só pelo desejo mútuo que sentiam um pelo outro, mas pelo grande amor que ainda nutriam.

Além disso, o almirante estava em êxtase por sua esposa não ter recusado os avanços físicos dele sobre ela, ao contrário, ela estava completamente rendida e assim como ele parecia estar desfrutando cada toque que trocavam naquele instante até que a razão voltou aos pensamentos de Isabella e ela recuou mordendo violentamente os lábios exigentes seu marido para se libertar dele.

─ Ai! Você enlouqueceu? ─ ele soltou para longe reclamando da atitude dela quando Bella o machucou.

─ Sim, eu enlouqueci quando deixei você me beijar. ─ a morena respondeu tentando recompor-se e Edward a encarou irônico.

─ Bem, pelo menos você admite que eu não te obriguei a nada, não é? ─ ele disse e a fria Coração de Gelo teve vontade de cortar a própria língua.

─ O que eu admito ou não agora não vem ao caso e já que você quer tanto ver a nossa filha acho bom você se concentrar nela. ─ Bella falou e como se tivesse sido chamada por um deles Milla escolheu aquele momento para descer as escadas do segundo andar e aparecer na sala.

─ Papai! ─ ela exclamou alegre e seu pai abriu os braços para recebê-la neles.

─ Oi meu anjinho. ─ Edward respondeu ao abraçá-la e como se a menina fosse um bebê ele a sustentou no colo a carregando em seus braços como se ela não pesasse nada e ainda fosse tão pequenina como na primeira vez em que a teve em seus braços.

─ Eu senti sua falta. ─ Milla confessou soando como uma garotinha indefesa de cinco anos e não como a linda mocinha de doze anos que ela era.

Isso é claro derreteu o coração do seu pai e ele beijou o delicado rosto dela.

─ Eu também senti sua falta. Você não sabe o quanto meu bebê, mas o papai está aqui agora e nunca mais vai deixa você. ─ Edward disse se referindo a todos os anos em que eles estiveram separados, mas ele não explicou isso a sua filha.

Depois os dois subiram para o quarto dela, que por sinal era o mesmo em que Bella dormia na adolescência, e estar de volta aquele lugar remexeu ainda mais com os sentimentos do almirante, pois foi ali que Bella e ele tiveram sua primeira vez como casal e antes também fizeram outras coisas com as quais a filha deles não deveria nem sonhar por enquanto.

─ Por que a mamãe estava tão estranha quando eu entrei na sala? ─ Milla perguntou a ele depois que os dois estavam deitados na cama dela.

─ Por nada, meu anjo. Foi impressão sua. ─ ele mentiu, já que não podia expor uma criança a problemas de adulto.

─ Tem certeza? ─ ela insistiu.

─ Tenho. Por que você não me conta sobre como era sua escola em... Paris? ─ seu pai hesitou na hora de dizer o nome da cidade, porque ele não tinha bem certeza ainda se era lá onde elas moravam antes, porém mais adiante Edward arrancaria de Bella informações do passado que ele perdeu por culpa dela.

─ Oui. ─ Milla respondeu e seu pai franziu o cenho.

─ Eu sei que isso é sim em francês, mas eu vou contar um segredo a você: o papai é péssimo em francês, entretanto eu sou muito bom em italiano, português e espanhol. ─ ele revelou e ela riu.

─ Que bom, porque minha mãe é terrível em italiano e eu sempre quis aprender essa língua. Mas, acho que ela é boa em português e eu não tenho certeza sobre o espanhol. ─ Milla ponderou e Edward sorriu.

─ E se você me ajudar a melhorar o meu francês, enquanto eu te ensino italiano, hum? ─ ele sugeriu e sua filha adorou a ideia.

─ Eba! Sim, sim, sim! Mil vezes sim! ─ Milla comemorou e o almirante se sentiu exultante pela alegria dela por aquela simples sugestão dele.

─ Ótimo. Amanhã mesmo começamos então. ─ falou e sua filha se debruçou sobre ele o enchendo de beijos no pescoço, enquanto Edward ria feliz por tê-la assim tão carinhosa com ele e não o odiando, como o almirante chegou a temer por muitos anos que algo assim pudesse acontecer. ─ Agora me conta sobre os seus amigos. ─ pediu.

E a partir dai então Milla disparou a falar sobre a rotina dela na França, ah e como foi bom ouvir coisas tão triviais, mas tão importantes ao mesmo tempo para preencher as lacunas que sozinho o almirante nunca conseguiria tampar.

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Inconsequente! Estúpida! Louca! Quaisquer uns desses adjetivos serviriam para descrever como Bella estava se sentindo depois de ter correspondido ao beijo do seu marido, no entanto ela também poderia usar palavras como, confusa, desesperada, apaixonada e frágil para se autodescrever e todas elas só lhe levavam a uma única conclusão: perto de Edward ela era incapaz de raciocinar direito e era incapaz porque suas emoções confusas com relação a ele tomavam a frente da sua razão, assim a morena acabava metendo os pês pelas mãos e tudo dava errado.

Mas, no dia seguinte ela resolveria completamente sua situação no FBI e mesmo que isso fosse antiético. Isabella usaria a posição do seu cargo profissional dentro desta respeitada instituição governamental, para descobrir toda a verdade sobre o assassinato do seu pai e se seu marido fosse inocente, como ele mesmo alegava então ela teria uma alta divida para pagar a Edward. Todavia, Bella estaria disposta a lhe pagar até o fim se ela tivesse se equivocado sobre ele ser culpado em relação a esse crime e venderia até a alma dela se isso pudesse salvá-lo de um destino ainda mais injusto.

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Do inferno ao céu. Foi assim que o almirante se sentiu ao beijar sua esposa, porém sabia que reconquistá-la de verdade talvez nunca fosse acontecer, entretanto o simples fato dela não tê-la esbofeteado já lhe parecia um bom sinal e Edward se questionava se Isabella de fato o considerava culpado ou se ela apenas não sabia no que acreditar de verdade e por isso mesmo cometesse tantos erros contra ele.

Não se iluda. Dentro daquele avião você viu nos olhos dela o ódio que essa mulher sente por você. Sua mente travessa começou a dialogar com o almirante.

Não. Ela ama você. Apenas uma mulher apaixonada poderia corresponder tão intensamente a um beijo como o que vocês trocaram. Outra parte da sua mente contradisse aqueles pensamentos negativos dele.

Desista dessa mulher. Você já deveria ter seguido em frente há muito tempo. Seu lado negativo voltou a se pronunciar.

Não seja idiota! Você já esperou por treze anos. Desistir agora seria covardia sua consigo mesmo e com toda a história de amor que vocês tiveram. Seu lado positivo argumentou.

Charlie não iria querer ver você infeliz. Outra vez seu negativismo se fez presente.

Bella é a sua felicidade e depois de tanto tempo da sua ausência forçada Milla merece ter os pais dela juntos. Seus pensamentos positivos ressurgiram e Edward se sentiu um idiota por estar discutindo consigo mesmo, mas para o seu próprio bem talvez ele devesse escutar com mais atenção a sua própria consciência.

Continua...