Deixei minha mente em uma estação de trem, junto a uma velha mochila e uma promessa.

Há pedaços de mim por toda parte. Não posso juntá-los. Ao mesmo tempo, estou inteiro.

Não sinto nada. Estou vazio.

À beira de um colapso, espero e assisto a vida passar.

Há um trem que nunca chega.

Assombram-me os fantasmas.

Torturam-me as palavras.

Olho em volta; não há ninguém na plataforma.

Sobre meus ombros, o peso de todo o passado.

O medo do incerto futuro.

Coloco-o de lado;

E espero.

Quando o último resquício de mim se vai, já não me reconheço, apenas caminho.

Deixei minha mente em uma estação de trem, junto a uma velha mochila e uma promessa:

Daqui para frente, eu sigo sozinho.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.