Notas iniciais
Oie, tudu bão? Mais um conto esoero que gostem.

" Em casos de incêndio e evacuação seguir para as saídas de emergência, as escadas estão sinalizadas."

Preguiça

Sangue, sangue e corpos para todos os lados. Quando foi que havia entrado naquela loucura, quando que aquelas pessoas entraram ali e começaram a matar todo mundo. E o principal quando aquilo acabaria.

Ana não se lembrava, seu único pensamento era corra, corra, sobreviva, estava com os pés latejando, vários cortes pelo corpo e um maníaco com uma serra de osso em seu encalço.

Corria pelos corredores do prédio, faltava somente 4 andares e estaria livre, virou em um corredor à esquerda, vazio, ao olhar para o lado viu a saída de incêndio e a frente o elevevador, pensou em ir pelas escadas mas, eram muitos lances de escadas, precisava descansar. Correu para o elevador, apertou os botões do painel como se sua vida dependesse disso e dependia, com medo olhou para trás lá estava ele coberto de sangue com sua Serra brilhosa.

As portas abriram, se jogou para dentro, apertava compulsivamente o botão, fecha fecha, fecha, fecha, gritava em sua cabeça, faltava pouco para ele alcançá-la ele estava menos e de dez passos, estava chegando nela, fechou os olhos quando viu a lâmina estava alta no ar e tin tin tin tititin, música o elevador fechará e agora se movia. Obrigada inventor do elevador Ana agradecia, se encostou e respirou calmamente, seus pés reclamavam, olhou para o painel, mais três andares e liberdade, dois andares, Liberdade, primeiro andar Portas abertas.

Uma mulher.

Um machado.

Um golpe.

Uma frase anantes da escuridão.

Deveria ter pego as escadas.

Notas finais
ATE O PROXIMO