Contos de Um Rato
2 Capítulo 2 : Luxuria
Notas iniciais
Ai... Ai... Humanos, seres que governam esse planeta, mais nem sabem o que acontece nele, a estória que tenho a Lês contar hoje é um tanto... Qual palavra poderia usar?... Triste? Ou Repugnante? Ela aconteceu há anos, vocês nem devem lembrar mais dela – Humanos esquecem coisas tão intrigantes tão... Facilmente -.
Bem... A estória que ilhes contar é sobre uma garota, ela se chama Beatricia, podia-se dizer que ela era uma garota linda: olhos azuis, corpo esbelto, cabelos longos castanhos claros – para mim mais cor de burro quando foge mais... – os pais não ligavam para ela, e acho que não continuam a ligar não é? Eles só mandavam que ela fosse a escola para não terem problemas... – Repugnante não acham? –.
Continuando, enquanto ela estava na escola chegou um novo professor de... Ciências, eu acho não me lembro, ele era sim muito bonito: alto,forte, moreno, cabelos curtos negros e olhos azuis, todas as garotas da sala suspiravam por ele – alguns garotos também, mais não vamos nos desviar do principal – Alguns garotos praguejavam alguma coisa, todo a excerto pro Beatricia.
Após as aulas acabarem, todos foram embora para suas respectivas casas, mais, uma aluna ficou ate as aulas, essa aluna era Beatricia, ela estava olhando distraidamente para a janela, logo o professor chega nela com um... Sorriso sínico no rosto.
- O que você esta fazendo ainda aqui, minha querida aluna? – Pergunto o sinicamente o professor
- Não é da sua conta professor – ela disse com nojo o “professor” – e qual o seu nome mesmo professor?
- Crianças como você deve ser mais educada – Diz com a voz repleta de sarcasmo – e meu nome é Robert.
- Ótimo! Agora eu já sei seu nome, e caso queira saber o meu nome, esta La na sua ficha de presença O.k? – Diz a garota arisca enquanto se levanta.
- Crianças como você, devem ser educadas – Diz ele num tom malicio, enquanto segura o pulso dela virando contra seu corpo, mais logo coloca a mão na boa dela para impedir que ela grite – Fique quieta não quero que estraguem nossa... Ou devo dizer minha diversão?. – Diz enquanto tirava a roupa da menor para aproveitar-se dela.
Caros Humanos, Vocês seres que visão a luxuria sem amor, vocês vem quantos vocês são... Hm... Audaciosos, em dizer que o “amor e o ódio andam lado a lado” – apesar que no contexto da cena é certo dizer isso, mais não é isso que quero dizer – Ou como “a justiça é o Amor e o Ódio juntos”, Desculpas e mais desculpas sem sentido, apenas querem encobrir seus pecados.
Mais continuando nossa “estória de ninar”, A garota após ser violentada, ela sai da sala com as roupas totalmente amarrotadas, e logo vai direto para sua casa, sem perceber que estava sendo seguida, por aquele homem.
Como os “pais” não se importavam com o estado da filha, deixaram ela ir para o quarto, sem notar, o que houve com suas roupas, ou qual quer coisa do gênero.
Logo, as Coisas continuaram assim por uma semana – Apesar de eu não saber a diferença de um dia e uma semana mas... – Ela frequentava as aulas, como se nada tivesse acontecido, o professor fazia o mesmo, porem, naquele dia foi diferente, o professor tinha faltado, resultado : os alunos foram dispensados mais cedo das aulas, Ao chegar em casa a Garota se depara com ninguém menos, que seu professor “Robert”.
Logo a “honorável” mãe, e o “Gentil” Pai, chamou ela para conversar, inclusive Robert.
- O que querem ? – Diz a Garota com a voz tingida de ódio.
- Filha, serei direto – Diz o pai da garota – não irei descrevê-lo, pois não será necessário, Mais podem imaginá-lo como um senhor idoso de uns... 56 anos – Queremos que você se venda para ele – Fala o pai para a filha, como se fosse a ... Melhor eu corrigir essa frase : Fala o pai para a filha, sendo fácil de se pedir a uma filha.
O Homem, Com um sorriso de vitoria no rosto, olhando para a sua “nova peça” de sua coleção, teria que admitir que ficaria surpreso que ouviria agora:
- Certo, vou pegar minhas roupas, e vou me retirar – Diz a garota com uma voz impassível e fria.
Foi impossível o “professor” não arquear uma das sobrancelhas, ele não sabia qual era o fato mais espantoso : 1) ela ter concordado ser fazer escândalo. 2) Os pais terem dito isso com uma voz quase comum ou 3) ela já esta pronto para e sem dizer nada a seus pais.
A viagem não era longa ate um dos sítios dele, La ele começa sua própria divisão.
Pena que não poderei dizer, que esse é mais um dos casos de romance sado masoquistas.
Irei revelar, umas coisas que não disse no decorrer da “estória de ninar”, 1º Breaticia era praticamente uma prostituta não... Ela era uma prostitua, transava dês de alunos a professores. 2º Robert não era Robert, ele nem mesmo se lembrava do próprio nome, na verdade ele é um assassino perigoso, eu já o conhecia de outros contos, acho que poderia dizer, que o ultimo nome que ele usou era Erik, no primeiro caso ele mato a vitima a facadas com um bisturi e uma faca de cozinha, a segunda foi com uma cerra elétrica – Sim, eu também fiquei surpreso... Aonde ele conseguiu uma Cerra Elétrica?- a terceira vitima é a desse conto.
Após vários e vários estupros, ela Foi amarrada, na parede da cara aonde estavam, ele havia saído para procurar alguma coisa, porem , logo ele volta trazendo consigo uma enorme foice e um sorriso malévolo no rosto.
- Sabe garota, o porquê de eu ter escolhido você? – Diz ele andando ate ela – Nota-se que era um enorme quarto – levantando seu rostopara vira-lo para o seu.
- Simples, eu gosto de pessoas como você – ele começa a responde a sua própria pergunta – Se eu matar você, ninguém ira dar falta... Mas você – Começa ele novamente com uma voz carregada de nojo – Nem vale apena correr o risco, não tem graça matar alguém como você, por isso te darei uma morte lenta e dolo.
Logo ele pega a foice e começa a corta o corpo dela, pedaço por pedaço, fazendo o sangue jorrar para todos os cantos do quarto, ate que por totalmente dilacerada ele corta a cabeça dela.
Bem esse é o fim, ele continua solto por ai, Humanos, luxuriosos, odiosos, eu NUNCA irei pensar em ajudá-los em algo. Nunca!
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