Contos de Fadas Macabros
1 Capítulo 1: Chapeuzinho e o Demônio da Floresta.
Era um lindo dia ensolarado, um grupo de jovens resolveu fazer uma trilha em uma floresta próxima a cidade em que residem. Nancy era uma garota bonita, tinha cabelos escuros e cacheados, olhos e pele clara e acompanhava seus amigos na trilha com apenas uma mochila cheia de coisas suas.
O grupo de quatro jovens decide dar uma parada para descansar e comer algo, um deles trouxe na mochila comida para o almoço, eles se sentam em rochas próximas a uma cascata e comem o que era para ser um almoço.
Um dos jovens conta as histórias que ouvia quando era pequeno sobre aquela floresta, a história contava que naquela floresta havia uma espécie de espírito do mal, demônio ou algo do tipo, que matava qualquer um que entrasse na sua floresta. Esse demônio atacava as pessoas em forma de uma fera que se parecia com um lobo, mas que também assumia a forma humana às vezes.
No início, a história que foi contada era que na verdade se tratava de um lobisomem que habitava as redondezas, mas certa noite um caçador todo machucado e ferido chegou a um vilarejo bem perto da cidade, ele pedia ajuda e disse que estava fugindo da fera que habitava a floresta, as pessoas o acolheram e cuidaram dos seus machucados e o alimentaram, desde então a história que passou a aterrorizar todos era que na verdade se tratava de um demônio que abitava a floresta e também assumia a forma humana.
Anos se passaram e ninguém tinha coragem de entrar naquele lugar de novo, até que certo dia um explorador muito corajoso resolveu entrar naquela floresta dita como amaldiçoada. Ele entrou, horas depois voltou, estava bem e sem nenhum arranhão sequer. Tempos mais tarde o governo local criou trilhas no lugar que passou a receber visita de turistas e inclusive dos moradores.
-Que turista? Este lugar está mais do que abandonado – diz a amiga de Nancy.
-Vocês querem ficar brincando de contar historinhas de terror ou vão querer continuar o passeio?- diz Nancy.
Todos concordam e continuam sua caminhada, já é de tarde e eles resolvem tomar banho em um riacho de água limpa e gelada, ótimo para se refrescar depois de um dia de caminhada.
Nancy avisa aos amigos que irá se afastar um pouco pois já faz muito tempo que usou o banheiro e ela está com a bexiga apertada, ela pega a sua mochila e se afasta um pouco. Depois de fazer o que tinha de fazer procura por seus amigos, ela volta ao riacho e toma um susto, a água limpa do riacho está manchada de vermelho, sangue.
Nenhum dos seus amigos está mais lá e suas coisas ainda estão no mesmo lugar que deixaram. Nancy se apavorou e decidiu voltar a trilha e ir pedir ajuda, mas a trilha havia sumido, a mata inteira se fechou como se a trilha nunca tivesse existido; já estava para escurecer e começou a chover, ela então vestiu uma capa de chuva vermelha que tinha e usou a lanterna que tinha para poder ver caminho e decidiu procurar algum jeito de sair dali.
Ela andou sem parar, mas nada parecia mudar, via apenas arvores e mato, nada que pudesse ser alguma referencia, enquanto caminhava teve a impressão de que estava sendo seguida, então foi quando começou a correr sem parar, um barulho atrás dela ficava cada vez mais intenso, algo realmente estava a perseguindo e era algo bem grande por sinal.
Ela continuava a correr quando uma brecha de luz surgiu entre as árvores e foi naquela direção que ela seguiu, era uma cabana de guardas florestais, ela surrou a porta gritando por socorro enquanto sentia algo se aproximar, a porta se abriu e ela caiu para dentro da cabana e o guarda fechou a porta com força e a trancou.
-Você está bem?- perguntou o guarda.
-Fisicamente... Estou- respondeu ela.
-Temos que nos abrigar aqui esta noite, não é seguro sair até que amanheça, a fera está lá fora e..
-Sim eu sei, já ouvi a história toda.
- E não tem medo de ser atacada pela fera?
-Eu apenas me perdi dos meus amigos e achei que estava sendo perseguida, então corri para uma brecha de luz que vi entre as arvores com esperança que fosse alguém que eu pudesse pedir ajuda, e foi assim que eu cheguei aqui..
-Entendo, bem... você está suja e com uns arranhões no braço... Vá tomar um banho e mudar de roupa, eu vou preparar algo para nós comermos – disse o guarda ajudando ela a se levantar do chão- o banheiro é no fim do corredor.
Ela não sabia se podia confiar naquele homem, mas ele era a sua única chance de sair viva daquele lugar. Ela também se distraiu um pouco com o rapaz, afinal, não era todo dia que um homem bonito como aquele a ajudava a sair de uma perseguição de uma fera desconhecida.
Entrando no banheiro ela tira a roupa e começa a tomar uma ducha, sem que ela perceba o guarda entra no banheiro e tira a sua roupa. Ele é forte, com a pele clara e cabelos lisos bem escuros. Nancy se assusta ao perceber sua presença no banheiro, mas não fala uma palavra, pois de certa forma ela está gostando um pouco daquilo, afinal é um homem bonito na sua frente. Ela nem chega a notar que seus pensamentos estão estranhos, porque normalmente ela teria gritado e fugido, mas ela permanecia imóvel.
O guarda entra no chuveiro e a beija, ela o corresponde e eles tomam um banho rápido, após uns minutos de sexo de baixo da ducha quente. Ao sair do banheiro os dois se vestem e vão para a cozinha onde um jantar os espera.
Uma sopa de carne e legumes. Enquanto comia, Nancy sentiu um rosto estranho, era uma carne que ela nunca havia provado antes, mas ela resolveu não perguntar, pois não queria demonstrar que não estava gostando muito daquela comida. Ela resolveu pegar um segundo prato, afinal estava com muita fome, ao mexer na paneja ela achou uma orelha humana, um grito ficou preso na sua garganta, mas ela não demonstrou o nervosismo.
A orelha estava com o brinco da sua amiga, a sopa era feita com o corpo de sua amiga, ela resolveu fingir que não queria mais comer e começou a pensar em fugir, mas como? Ela não tinha força suficiente para se defender do guarda, então decidiu usar de sua sensualidade para prender o guarda, Nancy pensou rapidamente e já sabia o que fazer.
-Está cansado?- ela perguntou para o guarda passando a mão em seu peito.
-Não, por quê?
-Me segue- ela foi para o quarto e ele a seguiu.
Chegando no quarto ela manda ele sentar na beira da cama. Ela então tirou a roupa que estava vestindo e pegou as mãos do guarda e trazendo para o seu corpo. Ela o faz tocarem casa parte de seu corpo e quando percebe que ele já estava distraído ela tirou a roupa dele e foi para cima dele.
Ela o masturba por um tempo e faz um sexo oral, ele definitivamente está distraído agora e ela precisa agir.
-Vou na cozinha pegar um brinquedinho- ela sussurra no ouvido dele.
Ela corre na cozinha e pega a maior faca que encontra, entrando no quarto com a faca escondida na costa ela diz:
-Pronto para a brincadeira? – ela fala sentando em cima da cintura do guarda, que está deitado na cama.
-Pronto.
Ela segura firme a faca e começa a esfaqueá-lo, primeiro no peito na altura do coração, depois no pescoço e abdômen. Ele quase sem forças começa a se transformar na fera canina enorme e a garota não para com a faca. Quando ele está todo transformado em sua forma de fera está já sem força, mas ainda tem força de jogar a menina na parede e é quando um caçador entra no quarto atirando na fera e a matando.
O caçador junto com a menina encharca a cabana com gasolina, que tinha no carro do guarda florestal e queimam a cabana inteira enquanto fogem da floresta.
Notas finais
A menina engravidou da fera e morreu durante a gestação.
O caçador desapareceu.
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