Contos da Lua Sangrenta II
4 Livro 3 - Ameaças Ocultas
Fazia dois dias que ela tinha chegado naquele mundo e ela tentava se acostumar com todo o tratamento que ela tem recebido nesses dias, desde quando ela começou essa jornada, ela tem passado por diferentes mundos, mas nenhum como aquele, apesar de ser uma cidade subterrânea, ali ela se sentia como se tivesse encontrado um lar.
— Você veio de outro mundo para encontrar a líder da cidade, Isabelle. Ela está em uma missão de exploração, mas dentro de dois dias ela volta. Sinta se a vontade na cidade, o que você precisa poder falar comigo.
As pessoas da cidade, assim como ela, a maioria das pessoas são viagentes de diferentes mundo.
— A nossa cidade é um abrigo para todos os viajantes.
Camille tem sido muito gentil nesse dias mostrando a cidade para ela, apesar de todas as burocracias que ela tem que encarar, sendo a segunda do comando.
— Eu ouvi um boatos que os guardiões finalmente receberam a sua punição.
— Samael está lutando por nós.
Júlia escutou a conversa dos homens que passou e ficou se perguntando quem é esse tal de Samael.
Ela olhou para Camille que disse:
— Em todos os lugares estão falando da queda dos guardiões, e esse homem Samael parece ser o líder de tudo, alguns mundos parece estar apoiando a causa dele.
Júlia lembrou da luta que ela teve para destruir Azazel, não era de se estranhar que as pessoas estivesse com medo.
Nate sentia que de algum, ele estava sendo observado, tudo para ele ainda está confuso, ele tentava lembrar quem ele era antes de acordar nesse mundo, mas tudo o que ele vê na sua memória e um lugar cheio de sombra.
— O que você tem pensando Nate?
— Tem muitas coisas que ainda estão confusas para mim, sinto como se tivesse em túnel sem fim.
— É normal que sinta se assim, você quer saber quem você é.
— Você sabe quem eu sou?
Leonora sentou ao lado dele.
— Nate, eu sei quem você é, mas não sou a pessoa certa para dizer quem você foi.
— Eu vi duas crianças em suas memórias, uma criança, vocês querem que eu ajude, mas quem é a outra?
— Bem que ele disse que você é diferente, não deixa nada escapar, ela é minha filha.
— Se elas são suas filhas, porque você as abandonou?
Ela ficou surpresa com a pergunta, nunca ninguém questionou ela com tanta clareza, de fato ela pensou consigo mesmo Nate está num nível diferente de todos, a mente dele, as habilidades dele consegui ver todas as possibilidades.
— Um dia quem sabe eu te conto, acho que fiquei tempo demais aqui.
— Você tem medo dele?
— Adeus Nate.
Um breve clarão e ela não estava mais lá.
Aquele mundo já não tinha mais nada para oferecer, todos os lugares estavam destruído e ela sabia que ninguém morava mais ali.
De longe ela viu uma enorme construção em ruínas que era um tempo onde os seus habitantes cutuavam deuses antigos.
As estátuas que estavam parada na frente parecia que estavam observando a mulher que caminhava rumo ao desconhecido.
Dentro do tempo, vários esqueletos de pessoa que entraram desavisadas, sem saber do perigo que ali ocultava.
— Eu sei que você está aqui, apareça.
De repente todas as tochas se acenderam e um homem barbudo com uma faixa tampado os olhos estava sentado no altar.
— O que você venho fazer aqui?
— É assim que você trata os seus amigos, nem quero pensar como você trata os seus inimigos.
— Você sabe que não deveria estar aqui.
— Eu conheci o seu escolhido Gabriel, talvez ele tenha poder para derrotar aquela pessoa.
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