Contos da Deusa
5 Capítulo 4 - Os cavaleiros em perigo
Notas iniciais
Naquele mesmo dia, em que ela acabara de travar uma guerra com seu eu sombrio, ela foi em direção á Terra de Prata, em busca dos Cavaleiros de Prata, que a ajudariam a conter seu eu sombrio, e a única maneira de conter aquele mal era acabando com quem estaria causando o eclipse. Mas... Peraí? Hoje, naquele campo de flores, não tinha caído sobre eclipse, o que teria acontecido lá? Aquela dúvida era tão, tão forte, que antes de partir Lin procurou o Papa, foi naquele mesmo templo em que o Papa ficava e ao ver os fundos daquele templo, ela se espantou, onde estaria todas aquelas flores? E meu eu sombrio em baixo daquela estranha árvore? Para onde eles foram? Então, rapidamente Lin subiu incansavelmente todos aqueles degraus que a levou ao primeiro andar, e lá viu o Papa.
– Papa, para onde foi parar as flores, a árvore e aquele ser malvado?
– Aah, Lin! Você ainda não entendeu não foi?
– Não entendi mesmo!
– Estavamos dentro de sua mente, confusa, porém maravilhosa, aquele ser estranho era a terrível criatura aprisionada dentro de você, agorá vá, não tenho tempo, tenho muitas coisas para fazer assim como você.
– Você sabe da minha viagem?
– Ha ha ha! Acha realmente que Holy vai fazer algo sem pedir para mim? Eu sei de tudo que passa na vida de minha pequena aprendiz e sua amiguinha iluminada! Agora vá, e corte a sombra com sua luz!
– Papa, obrigada, você foi de grande ajuda nesses momentos difíceis, você é como um pai para Holy!
Assim, Lin viajou do Reino de Luz, que fica no Noroeste de Vermécia, até o Castelo dos Cavaleiros de Prata, na Terra de Prata. Lin se sentia melhor que antes, pois não tinha mais medo daquela parte sombria dentro de si, mas a única coisa quem a fazia tremer era aquele pensamento que tomou sua mente quando ela entrou em fúria pela primeira vez, de que aquele homem e seu filho seriam seu donos e que acabariam com tudo que ela se importa, eles estariam realmente falando sério? Infelizmente ela achava que sim, não teria outro motivo para pensar que parte dela teria obedecido á ordem daquele homem, mas ela sentia que aquela pequena parte poderia um dia ia se espalhar pelo seu iluminado campo de flores e tomar posse de sua mente.
Lin levou seu companheiro com penas, o pequeno pombo com quem ela morava na cabana no Vilarejo de Gaon, era a segunda lembrança mais importante que ela ganhou, mas sempre lembrava de sua mestra, que a ensinava a como ser uma boa sacerdotiza, que teria a dado o leque, aquele leque era muito importante para ela, e durante a caminhada até o litoral, Lin tentou uma coisa que nunca havia feito antes, aperfeiçoar seu poder sob o vento, e acabou descobrindo a tremenda habilidade que ela possuia, e nunca tinha pensado nisso. Sem dúvidas, aqueles poderes iam a ajudar bastante nas horas difíceis.
Já estava de noite, mas Lin não ia dormir, estava focada em não deixar aquele mal a dominar. Chegando no litoral de Vermécia, isso mesmo, ela teria incrívelmente cruzado Vermécia inteira em apenas uma tarde (isso sim é perceverança em Lin!), sabendo que os dias estavam contados para seu aniversário, teria que deter a fonte do eclipse antes que chegasse o dia que ela faria 15 anos.
Apenas com um barquinho, Lin velejava até a Terra de Prata, usando seu leque, ela direcionava as massas de ar para a vela, tentando fazer com que o barco velejasse mais rápido (que idéia boa em Lin!), daquele jeito, sem dúvidas ela chegaria rapidamente a Terra de Prata.
– Lupus, temos que matá-la enquanto eclipse, vamos até Ernas, e rápido, o eclipse acaba daqui seis dias — disse aquele homem.
PELO AMOR DE DEUS TO CANSADA DE CHAMAR O PAI DE LUPUS DE AQUELE HOMEM, O NOME DELE É REGIS, OK?
– Lupus, temos que matá-la enquanto eclipse, vamos até Ernas, e rápido, o eclipse acaba daqui seis dias — disse Regis.
– Claro, pai — disse Lupus, sempre concordando com o pai– mas, onde ela está?
– Eu posso sentir a presença de meu experimento, vamos Lupus, de acordo com os pensamentos de Lin, ela está indo até as Ruínas de Prata.
– Que lugar é esse?
– Aquele que nossa subordinada Rainha Negra destruiu, então apareceu a Grand Chase e derrotou ela, Lupus, novamente, chame a Rainha Negra.
– Sim, papai.
– Dessa vez ela não irá falhar, porque agora Grand Chase não está no nosso caminho!
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