Contos da Deusa

6 Capítulo 5 - A Sombra do Cavaleiro


Notas iniciais
o encontro de azin e lin

Lin havia acabado de chegar no Castelo dos Cavaleiros de Prata, mas ali ela viu apenas destruição, porém, entre todas aquelas ruínas ela achou um garoto, de cabelos cinzas e pranchados (HUEHUE) e estava inconsciente, Lin estava com medo de que quem teria feito aquele estrago estivesse ali perto ainda, então carregou o garoto e se escondeu em uma caverna.

– Ei, garoto acorda, agora não é uma boa hora para ir dormir! — disse Lin batendo na testa do garoto.

– O que? - disse o garoto ao acordar.

– O que aconteceu aqui? — perguntou Lin, confusa e arrasada.

– Aconteceu aonde?

– Aquiii, não ta vendo ali fora não garoto?

– Ah meu deus, o que aconteceu? — disse o garoto arrasado.

– Não sei, por isso estou perguntando.

E naquele momento, o garoto saiu correndo da caverna procurando sobreviventes, e ele achou, um homem de cabelos castanhos morto, o jovem começou a chorar.

– Ei, o que houve, você conhece ele? — perguntou Lin preocupada com o garoto.

– Ele é... ele é... o meu mestre — disse o jovem chorando com seu mestre em seus braços.

– Sinto muito, eu só vim a procura dos Cavaleiros de Prata.

– Nós eramos os últimos dos Cavaleiros de Prata, ele me disse que todos foram mortos á semanas por uma fada traidora, menos ele, pois eu o salvei, havíamos reconstruído o castelo, tudo estava tão bem, eu havia acabado de me tornar um deles, eu fui dormir alegre, e acabei de acordar.

– Novamente sinto muito, isso aconteceu comigo também, meu vilarejo foi destruído totalmente por monstros que vieram por causa do eclipse, apenas eu sobrevivi.

– Eu me chamo... Azin.

– E eu me chamo Lin, bem vindo ao grupo dos sem-tetos.

– Por qual motivo queria ajuda dos Cavaleiros de Prata?

– É muito complicado, eu sou a reencarnação da deusa Agnecia, faço aniversário em três dias, e se o eclipse continuar até lá, o mal dentro de mim irá me dominar, e se isso acontecer vai ser o fim de Ernas.

– Eu sou um Cavaleiro de Prata, eu irei junto com você aonde for, Ernas está em jogo, mas eu ainda não entendi, só sei que se algo ruim acontecer vai ser o fim de Ernas.

– Ah, tudo bem, depois eu vou escrever um livrinho do resumo de tudo, está bem?

– Claro, vai ajudar bastante.

– Vamos atrás de minha amiga Holy, ela está atrás de um grupo de pessoas que vão nos ajudar bastante, irei mandar uma carta á ela.

– Como?

Lin assovia, convidando seu pombo a vir até ela.

– Esquece...

Então ela escreveu uma pequena carta falando simplesmente: "Onde você está? Já encontrou eles? — Lin", enrolou o papel e amarrou na pata do pequeno pombo, então o pombo foi em direção de Holy.

– Provavelmente, eles estarão em Ellia, pois lá que se localiza o Castelo de Cazeaje, e aquele grupo está tentando deter a maldita — disse Lin, antecipando os movimentos.

– Er... Onde fica isso? É que eu nunca sai daqui.

– Vamos viajar pelo mar novamente, vamos rápido, faltam apenas três dias para meu aniversário! Eu já tenho meu barco.

– Aonde pensam que vão? — disse uma voz misteriosa, então Lin e Azin olham ao seu redor tentando localizar de quem pertence tal voz.

– Quem é você? — gritou Lin, tentando se comunicar com tal pessoa.

– Ha ha ha ha ha! Meu mestre Regis mandou que eu te matasse, ele disse que se isso acontecesse o experimento dele voltaria á vida.

– Aquele homem?!?!? — pensou ela com cara de espanto, porque realmente ele tentaria tirar tudo o que é importante dela.

– E quem é esse, seu namoradinho? Me chame de Rainha Negra!

– Você... matou... o meu... MESTRE!

– Sim, matei, algum problema?

Então, Azin movimenta-se de forma rápida e letal em um bambuzal causando graves ferimentos na Rainha Negra, nem dando chance de ela revidar.

– Quem é você? — disse a fada toda ferida.

– Eu sou Azin, o último cavaleiro de prata! E minha vingança será concluída — ele não era o mesmo, ele estava possuído pela sede de vingança, seus olhos não transpareciam nenhuma emoção, como se ele matasse pessoas por prazer– isso foi mais rápido do que pensava.

– Azin... O que houve com você? — Lin estava assustada, o olhar de Azin parecia com o mesmo olhar de seu eu sombrio.

– Lin... tenha medo de mim, assim como você teme a ele, não, não tenha medo de mim, pelo contrário, haja como eu! — disse o lado sombrio de Lin, ela voltou aquele mesmo pensamento do jardim iluminado e confuso, porém, aquela árvore estranha estava crescendo, e cada momento que passava o ser das sombras estava mais perto da Lin, e ela sabia, que quando as duas ficassem cara-a-cara, algo muito ruim aconteceria.

Notas finais
obg por lerem, comente, deixe sua opiniao, o que você mais gostou e o que menos gostou nessa fic? comente ;D