Contos Medievais.
3 O Rei
Notas iniciais
A batalha estava para acabar,faltava pouco para ganhar.
Quando vi a chance de ti pertencer,o destino dele estava selado
E o nosso futuro amarrado,puxei a espada e enfiei entre as omoplatas,
Rindo ao ver o sangue brotando e o seu sofrimento lentamente começando.
Viro seu corpo sorrindo,ao olhar em seus olhos pergunto,
Como você caíste tão rápido,como o bravo cavaleiro negro havia tombado,
Talvez fora pelo amor da deusa que estava casado e que havia tanto se vangloriado.
E o tormento pelo qual passava agora, era seu único alento.
Juntei todos e parti,o júbilo de vencer sobrepõe-se a vontade de honrar os mortos.
Dou uma última olhada no lugar e peço que incendeiem ao redor.
Fazendo assim que o luar seja tecido com as cinzas e poeiras de meus guerreiros caídos.
Volto para casa e espero aflito,a resposta de meu pedido.
Meus homens se olham e respondem calmamente
Que minha futura noiva a havia sumido e minha mulher havia morrido.
Levado de desgosto, me sento e tomando cuidado eu me desfaço
Em horripilantes gritos.
Como pude ser tão incompreendido.
Minha amada havia partido e com ela havia levado meu coração sofrido.
A mulher com que casei outrora,jazia em um leito a fora.
Mas meu coração apenas penava pela donzela por quem eu me apaixonara...
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