Contos Malditos

1 Introdução


Sempre tive prazer de escrever. Sempre foi um tipo de terapia e é sempre um prazer compartilhar minha terapia com vocês.

Por isso trago alguns contos que eu escrevi, algo que não tenha muitas páginas, mas tenha minhas características próprias da única coisa que eu sei escrever, um bom terror.

Meus temas são simples e até estranhos, vírus de computador que lhe tornam um assassino, maridos fantasmas que matam os pretendentes da sua esposa, a história de um homem com mais de 200 anos que fugiu da morte, um vigarista que descobre estar pregando sobre um demônio que ele acabou de acordar... bom, eu fiz algo um pouco diferente de psycho, mas que ainda sim são parte do terror, aquela coisa sensacional que pode te provocar medo, que faz a liberação de adrenalina e que te deixa com medo de algo te visitar de noite, eu cresci vendo filmes e lendo livros assim e hoje sou um escritor que escreve contos macabros para se acalmar.

Acho que algo no terror que também acontece nos romances é a sensação de você ler aquilo e pensar que se aconteceu com uma pessoa como você, pode acontecer com você e isso deixa as pessoas dentro de um universo parecido com o nosso e fica mais fácil imaginar a situação. Não posso negar que escrevo sobre pessoas erradas, na hora e no lugar errado, mas bem, sempre existe a pessoa certa, na hora certa e no lugar certo que vai acabar morrendo por causa da primeira pessoa. Tudo que citei nesse parágrafo são quase regras que existem em um conto de terror, mas posso quebrá-las e posso falhar, mas também posso fazer sucesso. Em contos malditos segui as regras e quebrei as regras. Eu posso falhar e posso fazer sucesso e também posso chegar a um meio termo. Bem dou o melhor de mim em quase tudo que escrevo e se eu falhei, eu aprenderei mais e tentarei sucesso novamente e se eu fizer sucesso vou aprender mais para cada vez provocar uma sensação melhor aos meus leitores.

Alguns dos meus contos têm certas lições de moral bem escondidas como Louvando o Medo, o qual dependendo do que escrevi e do que passei para o público posso receber criticas e elogios por eles, mas sabe não podemos agradar a todos por isso procuro agradar acima de tudo eu mesmo para depois escrever para os outros que me entendam e façam parte dos meus mesmos pensamentos, em um tipo de rede social. Saibam que nunca vou escrever o que não quero, pois escrever é um hobbie que virou um trabalho para muitos e um escritor que não escrever o que gosta nunca terá sucesso.

Mas acho que eu saí do assunto principal, uma introdução a minha coletânea de contos de terror.

Se eu tenho alguma inspiração neles pode chamá-la de Stephen King, um gênio que me incentivou a continuar escrevendo e por isso procuro me assemelhar aos contos dele e ainda adicionar um pouco de mim nas histórias.

A fórmula desses contos são coisas que ouço de outras bocas, mais terror, mais explicações lógicas no meio de tantas fantasias no que da o resulto: a minha coletânea Contos Malditos. Espero que vejam o que tentei expressar e acima de tudo vejam o que há por trás e por frente desses contos.

Para finalizar dou minha definição do terror, o que tentou deixar explícito em todas as minhas obras.

“Terror é tudo que nos dá calafrios, é tudo que está no fundo do inferno e acima de tudo é tudo que nos deixa com vontade de se esconder nas cobertas como se fossem um campo invisível, mas que nos deixa com vontade de saber o fim para ver se já é seguro sair de dentro delas”