Contos Macabros.
1 De cara com lucifer.
Notas iniciais
Minhas pernas estavam doloridas como se estivesse caminhando a horas, minhas narinas estavam secas, estava suando frio. Abri meus olhos e olhei para baixo, estava em pé em um lugar estranho parecido com uma estação de trem só que ao invés de uma linha de trem tinha um lago de lava vulcanica que refletia aquela luz avermelhada que iluminava todo o lugar.Olhei para os lados procurando uma saida, mas não achei, me perguntava se andara bebendo alcool na noite passada e como fui parar ali. As veses escutava sussurros que vinham do nada, as horas iam passando, não tinha noção de onde estava. minhas pernas estavam cançadas de ficarem em pé e resolvi me deitar naquele chão sujo mesmo, sentia que iria morrer de fome naquele lugar esquecido por deus.Perdido em meus pensamentos, custei a perceber um buraco que havia no této, não tinha como alcançar éra muito alto e eu comecei a gritar socorro, ninguem apareceu. pendurei-me em uma das vigas e fui sobindo, a distancia ainda não permitia me alcançar e pensei em me jogar, não tinha nada a perder.
– Conssegui! — disse eu para mim mesmo.
Reuni a pouca força que me restava para puxar meu corpo para cima, depois de muito esforço conssegui subir, vi que estava no mesmo lugar, olhei para o chão e o buraco que eu tinha passado não estava mais no lugar, olhei para cima e lá estava ele. Repeti a mesma cena algumas vezes, quando percebi que todo aquele esforço éra em vão, resolvi dar fim á minha própria vida lançando me sobre aquela lava vulcanica. Caí, senti que já estava no chao, meus olhos estavam fechados, abri-os e vi que toda a lava havia somido, olhei para os lados, estavam ambos escuros, já não tinha mais luz sem a lava vulcanica. Segui caminhando, as horas iam passando e eu enchergava vultos com frequencia, já estava acostumado pois convivia com eles diariamente. Depois de caminhar muito cheguei em outra estação, por um breve momento pensei que fosse a mesma, mas esta possuia uma lâmpada que podia iluminar boa parte do local, reparei que tinha uma escada que certamente me levaria para rua, sai dos trilho e fui para a escada, olhei para onde ela ia terminar, mas parecia que não tinha fim, ainda sim resolvi seguir em frente. Em seguida encontrei sentado nas escadas um rapaz que aparentava ser mais novo do que eu.
– Em fim você chegou- Disse ele.
Armei-me contra ele.
– heey, calminha ai parceiro! Eu estou qui pra te ajudar.
– Onde eu estou?- indaguei com a vóz fraca.
Ele nada respondeu
.- Quem é você?- Perguntei.
– Calma ai parceiro, tudo a seu tempo! Eu não perguntei mais nada, ele me parecia muito familiar embora eu nunca o tivesse visto em minha vida, confiei nele sem ao menos saber seu nome, sentia como se fossemos bons amigos.
– Nossa, eu nunca tinha te visto tão enfraquecido antes.- Disse ele olhando para frente enquanto caminhava.
– Vamos eu te guiarei até teu objetivo.
Continuamos sobindo aqueles degraus que pareciam não ter fim, conversamos para matar o tempo, eu mal consseguia olhar para frente quando ele disse.
– Você já vai se recuperar.
Algumas horas depois consseguimos sair daquele buraco, estavamos em uma cidade que eu não conhecia mas tinha a impreção de que tinha vivido anos por lá, tive a sensação de ter vivido uma vida inteira sem me recordar. A medida que caminhavámos surgiam lembranças das quais eu nunca havia vivido. Em um determinado momento pensei em uma igreja que estaria por ali. Paramos em frente á um pátio vasio.
– Olha só a igreja.
– Disse ele.
– Que igreja?- Perguntei. Ele passou a mão no rosto como se fosse dizer "Como esse cara é chato", e disse me para entrar. quando passei pel portão vi a igreja se materialisando sobre minha cabeça, senti-me envolvido por uma segurança enorme, ele apontou para um objeto que ardia em chamas e disse.
– Ali está sua espada, vá pegar.
Aproximei-me e axitei em segura-la pois o fogo queimaria minhas mãos, ele encistiu.
– Pégue!
Peguei sem pensar duas veses. O fogo não me fazia mal nenhum, senti todas as minhas forças voltando, virei-me e disse.
– Benjamin! minhas forças voltaram.
– Ah! achei que não fosse mais lembrar meu nome.
– Disse ele.
Lembrei que não podia saber o nome dele porque ele não havia me dito, achei estranho mas não comentei, virei-me para a imagem de cristo e pedi ajuda, sentia que iria enfrentar algo terrivel.Seguimos...Saindo da igreja reparei que ela se tornou invisivel aos nossos olhos novamente. Andamos por mais algumas quadras e dobramos, ele apontou para o final da rua, lá estava um imenso castelo maltratado pelo tempo mas com aparencia graciosa embora tivesse algumas estatuas com formas demoniacas que me enchiam de arrepios. Andamos até ele e entramos, lá dentro eu tive a impressão de que ele era maior ainda, havia estatuas demoniacas em toda parte, uma ao lado da outra rente as paredes, sentia que elas tinham vida e me observavam enquanto eu caminhava. Derepente um som insuportavel de alguma criatura vinha do final da imensa sala prendendo toda minha atênção, arrepiei-me dos pés a cabeça ao ver a criatura demoniaca levantando-se de um trono como se fosse um rei. Tinha olhos avermelhados, chifres, presas e em sua face uma expressão macabra, éra lucifer sorrindo e dando boas vindas para mim.
– Então yuri, você veio como havia dito, achei que iria cometer crimes tão maléficos quanto na sua vida passada oque aconteceu com você?
Em minha mente surgiam memorias que eu não tinha vivido, tudo estava muito confuso, só então me toquei que eram memorias de uma vida passada cheia de crimes, uma vida em que eu era um servo do demonio. Entendi o "porque" de eu estar ali na sua frente levando uma espada, e acompanhado por um anjo que era benjamin.
– Sinto muito.- disse eu demonstrando confiança.- Já não sou mais seu fantoche, agora eu sou dono das minhas próprias ações.
A besta ficou tomada de ódio, tomou uma forma humana, e em seguida retirou uma espada que estava cravada em suas costas, essa era semelhante à minha mais possuia um fogo mais intênso.
– por que ele ficou assim?
– Esse lugar tem regras que até mesmo lucifer não pode quebrar, se ele quiser lutar contra você tem que ser nas mesmas condições.- disse benjamim.
Ele se aproximou de mim e disse:
– Yuri, você é um dos poucos humanos que pode derrotar lucifer em um combate desses, e o unico que está tendo essa chance.
– Impossivel, como posso derrotar lucifer aqui sem nenhum poder?– Seus poderes vão além do que você penssa!
O Demonio estava pronto para o ataque. Mesmo sem nenhuma esperança eu avancei com minha espada flamejante e ataquei seguidas vezes, porém não obtive sussesso algum... Logo vi que era tão dificil como eu havia previsto. Em fim acertei um golpe com minha espada atravessando seu lado esquendo do peito.
– Hahaha!- A besta sorriu — você acha que pode me matar com essa arma que eu mesmo te dei?- indagou.
Enfiou sua espada em minha barriga e disse:
–Deixarei que você se recorde de tudo.
As lembranças invadiram minha cabeça e senti uma dor insuportavel por todo o corpo, meu nariz e minha boca jorravam sangue enquanto eu me lembrava da vida mais edionda que eu tive.
Eu fui Adolf Hitler.
Aquelas lembranças me revoltaram o estomago. Minha espada perdeu seu poder, e sua chama foi se apagando assim como minha vida ia deichando de existir, eu estava sendo destruido sem poder pagar minhas dividas com as pessoas que matei cruelmente, agora tudo fasia sentido, eu era um servo de lucifer.caido ali naquele chão frio, abandonando minhas esperanças percebi que algo estava acontecendo comigo, algo renovador e então minha espada começou a brilhar novamente dessa vez não prendia fogo, apenas emitia uma luz azul. Senti minhas forças voltando e uma queimação de dentro de mim, minha ferida estava se fechando.
Benjamin me levantou.
– A força do bem está ao seu lado nessa batalha! — disse ele.
Novamente a besta me atacou, dessa vez suas expressões demoniacas estavam esboçadas em sua face. Durante a luta enfiei minha espada em sua perna, a besta gritou, senti mais confiança e prossegui, minha vontade de me redimir me dava força e eu investia contra ele incanssavelmente, por fim minha espada cortou ele ao meio separando o corpo das pernas, quando penssei que tinha acabado a besta criou asas e voou, o chão se abriu e quase fui engolido por um enorme abismo de chamas, mas cravei minha espada na parede e fiquei suspenço por ela, em seguida lucifer me atacou com bolas de chamas, então pulei apostando toda minha esperança em um unico golpe, e conssegui cortar a asa direita fazendo com que ele caísse sobre a lava escaldante. benjamin me segurou e eu acordei soando e soluçando como se tivesse sonhado que estava caindo, estava em meu quarto agora. Olhei para os pés da cama e lá estava benjamin em pé me olhando e dizendo.
– Isso tudo foi real, mas fora Do seu corpo em uma outra dimenção, agora sua missão acaba de começar, você ainda tem que pagar pelas vidas que arruinou e eu estarei ao seu lado como sempre estive em toda sua existência.
Eu nunca mais o vi, apenas o sentia e estou aguardando sua aparição novamente para que eu possa me libertar do meu carma.
Notas finais
Essa história tem continuação,mas só será postada se esse capitulo chegar há 50 reviews de pessoas diferentes, seguirei contando contos diferentes dos mais variados assuntos e tipos.
comentem.
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