Contos Da Madrugada

7 Fogos de artifício


Notas iniciais
Esse é o texto mais curto de todos esses que já escrevi. Como citei no próprio texto, quando estamos felizes, a inspiração não é tanta. Mas mesmo assim eu espero que vocês gostem.

Primeiro de janeiro. 2013. Uau.

Uma e cinquenta e dois. Primeiro conto do ano. Mas não posso dizer que é o primeiro texto que estou escrevendo. Tenho planos, sim... Muitos planos.

O último dia do ano foi incrível. Antes de dormir foi meio difícil; não conseguia o fazer, simplesmente. Estava cansada, mas não conseguia apagar. Acordei várias vezes de manhã. Antes de dormir, senti que havia levado facadas. Ouvi um barulho estranho, de alguém entrando aqui em casa. Contei a uns dois textos que tenho medo de qualquer coisinha boba, mas que possa ameaçar minha vida e a de minha família.

Depois de muito esforço, dormi. Acordei ao meio dia e logo fiquei sabendo que meu tio iria trazer alguns presentes que minha prima comprou de Natal. E adivinha o que eu ganhei? Um vale-presente de 50 reais na Saraiva! Existe coisa melhor?

O resto do dia foi muito bom. Como uma ficreader (leitora de fanfics), eu sempre fico feliz quando alguma coisa boa acontece em alguma das fanfics que leio. Quando fui ver as atualizações daqui, vi que uma das minhas fanfics favoritas havia sido atualizada. E adivinhem? O casal principal se beijou pela primeira vez! Eu saí pulando pela casa, com um sorriso estampado no rosto. Eu simplesmente amo esse casal! É meu segundo casal de fanfics favorito. O primeiro é o da minha própria fanfic, é claro.

Depois, eu e meus pais passamos na minha avó, e ganhei mais três presentes: um relógio troca pulseiras (de sete cores; preto, branco, verde, azul, laranja, roxo e rosa), um diário e uma blusa. Estou usando a blusa e o relógio verde agorinha.

A virada foi bem legal. Passei com meus pais e minha tia, mas não sem antes cumprimentar alguns vizinhos. Na hora mesmo da virada, eu estava sozinha. Na virada passada eu optei por passar assim também. Deu no que deu né? Não posso reclamar muito de 2012, mas não foi um ano recheado de sorrisos. Tanto faz.

Eu resolvi trocar a trilha sonora. Se ano passado eu ouvi “Astronaut” segurando meu único CD do Simple Plan na época, esse ano eu ouvi “When I’m Gone” com os quatro que tenho. Antes disso, escrevi uma carta a Deus, com os desejos para 2013. Minha mãe que me sugeriu fazer isso. Escrevi com pressa, mas escrevi.

A primeira pessoa que abracei foi meu pai. Espero que ele seja muito feliz esse ano, com todas as minhas forças. Ele sofreu tanto ano passado...

Depois todo mundo ficou olhando os fogos de artifício que eram soltos. Eu amo fogos de artifício. Eles deixam o mundo tão colorido, tão feliz... São mágicos.

Eu desejo que 2013 seja um ano bom. Que ele tenha sorrisos e lágrimas na medida. Eu estou feliz que 2012 é um livro finalizado e aguardo ansiosamente pelos próximos dias. Aprendi que algumas vezes, quando não existe nenhum livro falando do assunto que queremos, que nós temos a obrigação de escrevê-lo. Estou preparada.

Esse texto ficou pequeno, mas estou tentando o escrever à uma hora. Eu espero que tudo seja incrível e que um sorriso brincalhão estampe nossos rostos. Mas como uma amiga minha disse, não podemos nos esquecer de chorar. Nossos momentos de tristeza nos fazem evoluir. E vamos admitir, um drama é bom para um escritor. Todos nós nos inspiramos mais tristes. Percebam que não passei das 600 palavras e estou satisfeita com tudo isso que acabei de viver. Se estivesse triste, o texto teria perigo de passar as 1000 palavras.

Um feliz 2013 é tudo o que precisamos.

Notas finais
Até o próximo.