Contos

9 Too Good At Goodbyes ( Shadowhunters com base na série - ClaryxIzzy / Yuri )


Notas iniciais
Heeey demorei mas voltei de novo ♥ É uma fic bem triste Clizzy que foge bastante do contesto da série e dos livros, mas é baseada principalmente na relação mais intima e amigável que as meninas tem na série, espero que gostem ♥ sugiro que quem quiser chorar junto ouça a música tema, de preferencia na versão abaixo: https://www.youtube.com/watch?v=eJqT-Ylyu14 Boa leitura e pelo amor de deus comentem

You must think that I'm stupid

(Você deve pensar que sou estúpido)

You must think that I'm a fool

(Você deve pensar que eu sou um tolo)

You must think that I'm new to this

(Você deve pensar que sou novo nisso)

But I have seen this all before

(Mas eu já vi isso tudo antes)

Isabelle Lightwood não era o tipo romântica que acreditava cegamente no amor e em todas as suas bobagens, não, ela tinha certeza absoluta que jamais entregaria seu coração para alguém, fosse um mundano, submundano, ou até mesmo um shadowhunter qualquer. Mas Clarissa Fairchild ou Fray havia definitivamente mudado tudo.

A ruiva fizera seu coração de refém desde o começo, lembrava-se perfeitamente daquela noite em que a pequena Clary acabara por se envolver ou melhor, presenciar uma de suas lutas contra demônios na boate Pandemonium, aquela fora a primeira vez que Izzy sentira qualquer tipo de atração por uma mulher, e mais que isso. Quando Jace a trouxe até o instituto seu primeiro instinto foi querer fugir daquela garota, mas ainda assim ficou ao lado dela até que a mesma acordasse, fitando aquelas orbes tão intensas e esverdeadas. Emprestou-lhe algumas de suas roupas e....foi ai que tudo começou a sair de seu controle. A Lightwood sabia que Clary era perigosa para seu coração. Ela não era estupida, via perfeitamente seu ‘’ conto de fadas’’ se desenrolar e não pretendia deixar-se levar e ferir-se no processo. Mas novamente seus planos pareciam não correr como o esperado.

I'm never gonna let you close to me

(Eu nunca vou te deixar perto de mim)

Even though you mean the most to me

(Mesmo que você signifique tudo para mim)

'Cause every time I open up, it hurts

(Porque toda vez que eu me abro, dói)

So I'm never gonna get too close to you

(Então, eu nunca vou ficar muito perto de você)

Even when I mean the most to you

(Mesmo que eu signifique tudo para você­)

In case you go and leave me in the dirt

(Caso você vá embora e me deixe na lama)

Sentada ali, naquela sala estupidamente branca ao lado de Alec, Magnus, Jace e Simom, ela soube que tinha razão desde o começo em temer a aproximação de Clary, em temer aquele maldito sentimento estranho que havia aflorado em si no instante em que a ruiva lhe tocara pela primeira vez. Muito tempo se passara desde então, e agora por toda parte suas histórias eram narradas: Haviam salvado todo o mundo de uma terrível destruição, a guerra tinha findado e finalmente os Shadowhunters começavam a dar chances maiores para aqueles mestiços de outras raças... Aquilo representava um grande começo para uma nova era. Mas algumas histórias, a morena sabia, jamais seriam contadas.

Ninguém ouviria sobre o romance proibido que tivera com Clary, sobre como entregara-se aos poucos cheia de desconfianças e medos para a ruiva, sempre um paço de cada vez, recuando inúmeras vezes e a rejeitando por medo, por um pressentimento maior. Uma razão maior. Nunca deixando que Fray tivesse a certeza de a ter por inteiro. Izzy fechara-se para ela em muitos aspectos mesmo que aquilo fosse muito doloroso de se fazer. Era o melhor, repetiu mentalmente outra vez enquanto fechava os olhos deixando a cabeça pender para o lado e recostar-se no ombro de Simom. Ela tinha feito as escolhas certas.

But every time you hurt me, the less that I cry

(Mas quanto mais você me machuca, menos eu choro)

And every time you leave me, the quicker these tears dry

(E a cada vez que você me deixa, mais rápido estas lágrimas secam)

And every time you walk out, the less I love you

(E a cada vez que você vai embora, menos eu te amo)

Baby, we don't stand a chance, it's sad but it's true

(Meu bem, não temos chance, é triste, mas é verdade)

Era doloroso se lembrar de tudo aquilo, mas era uma dor reconfortante. Isabelle nunca nutrira alguma ilusão sobre seu romance com Clary, apenas Alec e elas sabiam sobre seus sentimentos. Havia sido algo passageiro, fruto das dúvidas que a ruiva nutria sobre seus sentimentos relativos a Simom e Jace. E talvez da carência de ambas, ou pelo menos ela tentava ferrenhamente acreditar em tais palavras a cada vez que precisava ver a outra aos beijos com um dos rapazes, trocando declarações e promessas que Izzy sabia nunca seriam feitas a ela. E a cada cena presenciada dizia a si mesma que um dia a dor iria diminuir, sumir talvez.

Ela amava Clary. Isso era uma maldita certeza que carregaria para sempre consigo, mesmo noivando com outro homem, mesmo sabendo que Clary havia entregando-se de corpo e alma a Jace. Ela sempre pertenceria a aquela maldita ruiva. Mas tinha esperanças que um dia a dor fosse embora.

I'm way too good at goodbyes

(Eu sou bom até demais em despedidas)

(I'm way too good at goodbyes)

(Eu sou bom até demais em despedidas)

I'm way too good at goodbyes

(Eu sou bom até demais em despedidas)

(I'm way too good at goodbyes)

(Eu sou bom até demais em despedidas)

Elas haviam se beijado pela última vez meses antes, lembrava-se do gosto doce dos lábios da ruiva junto aos seus, dos carinhos que trocaram e de como pouco depois disso Izzy havia dito para Clary que não podia mais manter aquela amizade colorida. Não era certo com Jace, não era certo com elas. Dissera então adeus ao amor naquela mesma tarde.

E pouco depois, como se a Lightwood tivesse previsto, aquela noticia caíra sobre si, como um tapa na cara. Ou melhor, uma faca em seu coração.

I know you're thinkin' I'm heartless

(Eu sei que você está pensando que eu não tenho coração)

I know you're thinkin' I'm cold

(Eu sei que você está pensando que eu sou frio)

I'm just protectin' my innocence

(Eu estou apenas protegendo minha inocência)

I'm just protectin' my sou

(Estou apenas protegendo minha alma)

Ali de olhos fechados fraquejou por alguns instantes deixando diversas lembranças lhe tomarem. Todas aquelas brigas, todas as vezes que fugira de Clary evitando admitir a Ruiva seus reais sentimentos...mas no final de nada adiantou...

—Você não pode estar falando sério, Isabelle!

—Mas eu estou, Clary. Você ama o Jace, isso não nos faz bem algum. Ele voltou e de fato não é seu irmão, se Até Simom desistiu...quem sou eu para insistir?

Lhe falara aquelas palavras com o coração a mil, quase pulando de seu peito, a ruiva a centímetros de seu corpo lhe olhava embasbacada, chocada, olhos arregalados brilhantes em pura indignação raiva e ...talvez amor misturado com medo? Ela não sabia dizer

—Não me faça escolher entre vocês, Izzy...

— Não me faça olhar nos olhos da Jace novamente e dizer a ele que somos apenas amigas. Eu não gosto de mentiras. ‘’Até porque sabemos que eu nunca seria a escolha, Clary.’’ Completou mentalmente, Fray ergueu a mão e acariciou seu rosto de forma meiga, apaixonada, roçando seus lábios, provocando-lhe, despertando-lhe como só ela conseguia

—Para quem não gosta de mentiras...você insiste em viver atrás de um muro feito por elas...

E lhe beijou. Um último beijo. Lento, sôfrego, intenso...ainda agora era capaz de reviver perfeitamente bem todas as sensações que ele havia lhe causado, de sentir o corpo dela firme contra o seu, seus seios se tocando ainda sobre as roupas, as mãos frias em sua nuca arranhando e puxando alguns fios morenos de leve, suas próprias mãos firmes em sua cintura, a batalha entre as línguas, os gostos do morango misturando-se com o chocolate...E então o final, quando ela lentamente se afastou por completo e olhou em seus olhos, Izzy entendera cada uma das mensagens ocultas naquele olhar

‘’ Me peça pra ficar, mude de ideia, não me deixe ir’’

—Então é isso? É o que realmente deseja? Apenas a minha amizade?

Ela questionou ainda com os olhos grudados aos seus, de todos os momentos em sua vida, aquele era o pior, o mais difícil e doloroso que enfrentara, sua mente vagara para todos os beijos que trocaram, para as noites de amor que tiveram...os beijos que distribuíra naquele corpo maravilhoso...Clarissa era um anjo com um corpo repleto de tentações e Isabelle provara cada uma delas, ela visitará o céu muitas e muitas vezes por noites inteiras provando o gosto de Clary, misturando seus gostos, vendo mil e uma estrelas quando as mãos e lábios da jovem tocavam-lhe com tamanha idolatria e paixão jamais vista ou sentida por Isabelle.

Ela queria acreditar que se tratava apenas de desejo carnal, mas ia além disso. Porém Jace era seu irmão, e antes mesmo dela, o coração de Clary, ou parte dele, de alguma forma era do rapaz loiro.

—Sim. Eu te vejo só como amiga, Clary. Sinto muito se você não se sente da mesma forma, mas isso que temos já passou muito dos limites para mim.

Mentiu. Disse a si mesma que estava se protegendo de uma dor ainda maior. Sentia que ela não seria sua por completo, sempre existiria Jace. Conheciam a história de Simom, sabia tudo o que o rapaz tinha sofrido por se entregar, admitir e realmente tentar viver seus sentimentos por Clary com a mesma sem medos. No final, a escolha dela tinha sido Jace. Bastara descobrir que eles não eram irmãos, e ela lentamente despencara de volta para os braços dele.

Além do que, Simom sequer desconfiava do caso que tivera com ela enquanto os dois já se relacionavam. Era triste, mas no fim das contas Izzy sabia que a história tinha tudo para repetir-se consigo. Ela não seria tola. Isabelle Lightwood não deixaria que quebrassem seu coração.

Ou pelo menos o quebrassem ainda mais.

I'm never gonna let you close to me

(Eu nunca vou te deixar perto de mim)

Even though you mean the most to me

(Mesmo que você signifique tudo para mim)

'Cause every time I open up, it hurts

(Porque toda vez que eu me abro, dói)

So I'm never gonna get too close to you

(Então, eu nunca vou ficar muito perto de você)

Even when I mean the most to you

(Mesmo que eu signifique tudo para você­)

In case you go and leave me in the dirt

(Caso você vá embora e me deixe na lama)

Depois daquela noite absolutamente tudo mudou, e era sua culpa. Ela tinha de fato desistido sem lutar. ‘’ Covardes como você não merecem o amor.’’ Pensou mentalmente xingando a si mesma. Nunca deixara claro para Clary que a amava mais do que como amiga. E quando a ruiva lhe disse ‘’ eu te amo’’ pela primeira vez questionou-a sobre em qual forma era tal amor. Quando Clary não soube responder teve a certeza de que seus sentimentos estavam longe da igualdade...e disse que não sabia o que sentia por ela romanticamente, mas amava-a e muito como amiga.

But every time you hurt me, the less that I cry

(Mas quanto mais você me machuca, menos eu choro)

And every time you leave me, the quicker these tears dry

(E a cada vez que você me deixa, mais rápido estas lágrimas secam)

And every time you walk out, the less I love you

(E a cada vez que você vai embora, menos eu te amo)

Baby, we don't stand a chance, it's sad but it's true

(Meu bem, não temos chance, é triste, mas é verdade)

Jonathan Christopher Herondale?

Uma mulher baixinha de meia idade adentou a sala chamando por Jace, ele levantou-se rapidamente de forma preocupada e inquieta

—Ela está bem? Aconteceu alguma coisa?

Todos pareciam preocupados. Izzy sentiu seu coração apertasse dolorosamente, agora de olhos abertos apertava forte a mão de seu noivo, Simom. Ele devolvia o aperto, de forma fraca. Estava preocupado com a melhor amiga, tanto quanto ela.

—Ela está bem senhor, você e sua família já podem entrar para ver a senhorita Clarisse. O doutor Benjamim abriu uma exceção e todos podem entrar, afinal heróis de guerra merecem certas quebras de regra.

Eles se levantaram o mais rápido possível e seguiram para a outra sala acompanhados da mulher, uma enfermeira.

I'm way too good at goodbyes

(Eu sou bom até demais em despedidas)

(I'm way too good at goodbyes)

(Eu sou bom até demais em despedidas)

I'm way too good at goodbyes

(Eu sou bom até demais em despedidas)

(I'm way too good at goodbyes)

(Eu sou bom até demais em despedidas)

No way that you'll see me cry

(Você não vai me ver chorar, de jeito nenhum)

(No way that you'll see me cry)

(Você não vai me ver chorar, de jeito nenhum)

I'm way too good at goodbyes

(Eu sou bom até demais em despedidas)

(I'm way too good at goodbyes)

(Eu sou bom até demais em despedidas)

—Izzy?

—Hey Clary o que foi? Jace disse que precisava falar comigo! Você está bem meu anjo? Juro que se ele fez alguma idiotice...

—Jace me pediu em casamento, Isabelle!

Ela havia dito tacando-se em seus braços e lhe abraçando o mais apertado possível. Izzy apenas travou assustada, apavorada. Não sabia oque dizer, apenas mantinha a jovem presa contra si apertando-a o máximo que podia, aspirando todo o seu aroma.

—E você aceitou...?

Murmurou, parecia que horas haviam se passado, mas foram apenas alguns minutos.

—Eu disse que sim...

Ela responderá baixinho, apertando-lhe ainda mais e chorando. Isabelle não entendera as lagrimas, não fora capaz de compreender a situação. Jace e Clary eram jovens demais e o rapaz já estava a pedindo em casamento...nada havia feito sentido em sua mente. Até que soube a real razão. Até que seu mundo desabou de uma única vez. Quando soube sentiu que vomitaria e agora enquanto evocava aquela memoria a sensação voltava aos poucos.

No

(Não)

No, no, no, no, no (I'm way too good at goodbyes)

(Não, não, não, não, não (eu sou bom até demais em despedidas))

No, no, no, no

(Não, não, não, não)

No, no, no (I'm way too good at goodbyes)

(Não, não, não (eu sou bom até demais em despedidas))

(No way that you'll see me cry)

((Você não vai me ver chorar, de jeito nenhum))

(I'm way too good at goodbyes)

(Eu sou bom até demais em despedidas)

O quarto tinha um cheiro estranho. Todos os quartos de hospitais tinham. Izzy não ia muito a eles de toda forma, as runas curavam mais rápido e ela era boa demais pra acabar sendo ferida de forma grave o bastante pra necessitar daquilo. Mas definitivamente ela odiava aquele cheiro. Ao adentrar o quarto a primeira coisa que seus olhos buscaram foram os olhos de Clarissa. As orbes verdes também buscaram as suas e prenderam-se ali por longos minutos, brilhando tristemente num pedido mudo de desculpas. Num suplicar doloroso por algo que elas agora já não podiam mais ter.

—Oi amor, pessoal...

Ela murmurou sorrindo fracamente, e então os olhos de Izzy caíram sobre o montinho de carne vestido num macacãozinho preto pequenino.

—Minha filinha.

Jace murmurou, de forma abestalhada e contente enquanto ia até as duas e beijava a ruiva apaixonadamente para em seguida acariciar de leve com a ponta dos dedos a cabecinha da criança...Izzy abraçou-se a Simom forçando um sorriso para aquela cena. As memorias da noite em que descobrira sobre a gravidez de Clary caindo sobre si como ancoras.

'Cause every time you hurt me, the less that I cry

(Porque quanto mais você me machuca, menos eu choro)

And every time you leave me, the quicker these tears dry

(E a cada vez que você me deixa, mais rápido estas lágrimas secam)

And every time you walk out, the less I love you

(E a cada vez que você vai embora, menos eu te amo)

Baby, we don't stand a chance, it's sad but it's true

(Meu bem, não temos chance, é triste, mas é verdade)

Estava frio naquela noite, a memória era clara, tinha Clarissa abraçada a si enquanto conversavam no telhado, ela lhe explicava tudo o que havia acontecido lentamente como se falasse a uma criança. Era verdade que quando aquele soco fora lhe acertado no estomago Isabelle sentira-se como uma criança. Uma faca parecia cortar seu coração em minúsculos pedacinhos a cada palavra dita por Clary, e quando pensou que não podia piorar, a coisa de fato piorou.

­_Eu estou gravida dele Isabelle...

—Gravida? Do Jace?

—Sim, do Jace...e por isso ele quer se casar o mais rápido possível, assim que o bebe nascer.

Sentiu algo em si morrer ao ouvir aquelas palavras. Mas ia além, eles desejavam que ela fosse madrinha da criança, além de dia. Ela e Simom. Os padrinhos do pequeno bebe. Isabelle esteve com Clary todos os dias da gravidez, Jace não conseguia se fazer tão presente mas dava o melhor de si e parecia ter tudo para ser de fato um ótimo pai. Izzy comprou as primeiras roupas daquele bebe, os primeiros brinquedos, a decoração do quarto. Tudo. Era uma menina, decidiram chama-la Jocelyn Luna Fairchild Herondale. Izzy havia sugerido o Luna. Clary e Jace adoraram e realmente o botaram na criança.

Por noites ela pegou-se desejando que tudo aquilo fosse um pesadelo, mas não era. A criança nos braços de Clary era agora a maior prova disso.

—Izzy?

Ouviu a voz tão doce lhe chamando e mesmo que as lagrimas lutassem loucamente para sair, sorriu.

—Sim Clary? Precisa de algo?

Perguntou, docemente aproximando-se e evitando olhar a criança

—Bem eu não, mas Luna quer conhecer a dinda dela! Ande sem bobagens, venha cá pegar sua afilhada no colo pela primeira vez!

Quando colocaram-na em seus braços foi a primeira vez que de fato fitou-a: Luna possuía os olhos de Clary, esverdeados e fortes, brilhantes, e seus ralos cabelos também pareciam ruivos. De Jace de fato pouco havia nela, mas Izzy sabia que isso poderia mudar com o tempo. Muito mais do que a aparência viria a se manifestar naquela criança.

—Oi pequenina...

Murmurou sorrindo e deixando algumas lagrimas escaparem quanto ninava a pequena. Não havia mal algum, não naquele momento, todos achariam, exceto Clary e Alec, que eram lagrimas de emoção e felicidade.

Isabelle Lightwood amava Clarissa Fairchild/Fray. Tinham vivido um romance lindo, intense e tristemente

passageiro. Ela jamais poderia de fato chamar Clary de sua. E a bebê em seus braços era definitivamente a confirmação disso. Seria sempre um amor proibido e impossível. Mas ela estava feliz pela pequenina.

Seu coração doía como o inferno. Mas ela superaria. Sempre superaria.

(I'm way too good at goodbyes)

(Eu sou bom até demais em despedidas)

Notas finais
E ai gente? que tal?