Conto de Natal dos Cavaleiros do Zodíaco
2 Parte 2: ceia de Natal
Já era tardinha do dia 24. Aldebaran estava preparando o jantar, já que ele iria receber seus 14 companheiros e Seiya e a ceia tinha que estar per-fei-ta! Estava cozinhando feliz quando de repente chegou Milo.
- Oi, Al!!!
- AAAAAH!! – assustou-se Aldebaran. – Não sabe bater na porta? Fez eu virar toda a salada no chão...
- Guarda pro Seiya! Mas e aí, quem já chegou?
- Só tu! – respondeu Aldebaran.
Milo faz pose de importante.
- Acho que tem alguém batendo na campainha... – revelou Milo. – Vou atender!!!!! – e ele escancarou a porta. – SiiiIIIIIiiiim??
- Oi, Milo! — e Saga foi entrando. – Essa não era a casa do Aldebaran?
- Ele ta cozinhando! Vamos, entre... – disse Milo ao cavaleiro que já estava sentado no sofá.
- O Dohko mandou dizer que vai se atrasar...
- Ah, ele sempre se atrasa, vive enrolado, o enrolão! – falou Aldebaran.
- O que vamos ter de comida? – indagou Saga.
- Churrasco, salada e pudim de sobremesa! – respondeu Aldebaran taurinamente feliz, porque adorava cozinhar.
- Legal!
DINGUE DONGUE
- Tem alguém tocando a porta, atendam aí! – avisou Saga, atirado no sofá.
- Não precisa, já abri! – respondeu Máscara da Morte com a maçaneta na mão, entrando. – Essa porta ta meio fraw...
- Ah, legal, salada de rabanete com brócolis e aspargos! Dilícia! – disse Máscara olhando para os pratos dispostos na mesa.
- Não toca nessa, caiu no chão, é pro Seiya! – avisa Aldebaran.
- Não vou deixar vocês fazerem isso com meu amigo Seiya! – e ele juntou a salada e pôs fora.
- Aaaaah... – lamentaram os outros.
De repente Aphrodite apareceu na sala, delicadamente.
- Aconteceu alguma coisa com a porta... – disse ele entregando uma flor de Natal para Saga. – Estava quebrada quando eu entrei... – e ele entregou uma flor para Milo. – Alguém tem que consertar! – e ele entregou mais flores para os outros cavaleiros presentes, depois se sentou delicadamente no sofá.
- Foi o Máscara que quebrou a porta! – acusou Saga.
- Não quebrei, ela já estava podre! – defendeu-se Máscara.
- Oi, gente! – falou Shura ao entrar na sala, capricorniamente. – Alguém quebrou a porta da frente...
- Foi o Máscara-da-Morte! – disse Saga.
- Não fui eu!!! Já estava estragada!!!!
- O Aiolia, o Camus e o Mu estão vindo aí... vi eles na esquina! — comentou Shura.
- Ah, sim! Fiquem à vontade, já estou terminando a ceia... – falou Aldebaran.
Alguns instantes mais tarde, os três entraram na casa de Touro e se dirigiram até a sala de touro.
- Ah, já estão quase todos aqui!! – exclamou Aiolia.
- Faltam só os camaradas de bronze e o Seiya. – percebeu Camus.
- Gente... alguém arrombou a porta da frente. – revelou Mu.
- Foi o... – começou Saga, mas foi interrompido.
- NÃO FUI EU! NÃO FOOOOI!!! SEU FILHO DUMA ÉGUA! – e Máscara pulou em cima de Saga e eles começaram a brigar.
- Ei, vocês dois! Parem de brigar em cima do meu sofá de touro!!! – berrou Aldebaran da cozinha de touro.
- Olá, pessoas! – cumprimentaram Ikki e Shun. – Legal! Luta livre!! — e Ikki foi pro meio da briga.
- Ai, parem com essa violência! Ikkiiiii!!! – gritou Shun afeminadamente.
- Já chega! – e Aldebaran jogou sopa nos três.
- Ah... desperdiçou a sopa! – lamentou Milo.
- Grande coisa, ninguém gosta de sopa! – respondeu Shura.
- Ta falando mal da minha sopa, seu capricornianozinho duma figa? – e Aldebaran começou a esgoelar Shura.
- Pareeem! Quanta violência! Ikkiiiii!!! – chamou Shun, bem viadinho.
- Gente, é Natal! – lembrou Aphrodite meigamente distribuindo mais flores.
- Tem razão...
- Oi, gente! – e Hyoga e Shiryu apareceram na sala.
- Oi, pupilo Hyoga! – cumprimentou Camus.
- Oi, mestre Camus! — e Hyoga acenou para seu mestre.
- A porta da frente caiu... – explicou Shiryu.
- NÃO FUI EU! – berrou Máscara fazendo cara feia para Saga.
- Ei! Eu não disse nada! – revelou Saga.
Neste exato momento, um vento leste entrou pela porta sul de touro. Shaka entrara na sala de touro da casa de touro.
- Gente, não senti o cosmo da porta! Alguma coisa aconteceu com ela? – indagou Shaka.
- Foi o... – mas Saga não completou a frase, amedrontado que ficou pela cara feia e ameaçadora de Máscara.
- Falta muita gente pra começarmos a comer? – indagou Shura.
- Não podemos começar a comer antes do nobre cavaleiro de Libra chegar! Ele é muito importante... – explica Camus.
- Falta o Seiya! – lembrou Máscara-da-Morte.
- E daí? – perguntaram os outros.
- Como, e daí? Ele também é um cavaleiro de bronze...
- É, infelizmente... – lamentou Shiryu.
- Boa noite, amigos!!! – e Seiya apareceu na sala.
- AAAAAAAAAH! – assustou-se Hyoga. – Então você veio mesmo?
- Achamos que estava brincando... – revelou Shiryu impressionado.
- Ahn? Não entendi...
- Esqueça, amigo Seiya, vamos brindar! – convidou Máscara.
- Não antes de o Dohko chegar! – lembrou Aldebaran.
- Argh... Uff... – falou um bando de pacotinhos ambulantes. – Eu cheguei no lugar certo? Tem alguém aí? Não posso ver com tantos pacotes na minha frente... – indagou Dohko.
- Eu ajudo você, mestre! – e Shiryu foi socorrer o melhor dos mestres.
- Agora poderemos comer! – falou Shura feliz.
Todos foram para a mesa. Aldebaran levantou e foi discursar.
- Caros amigos... houve um pequeno acidente! Não sei bem o que houve, mas uma das coxas do peru foi perdida... só restou uma! Não sei onde ela foi parar, mas peço que tenham calma... há bastante peru para todos.
- Tá, destrincha logo isso aí! – berrou Shura.
Então Aldebaran destrinchou o peru e todos começaram a se servir.
- Aldebaran, me passa uma coxa do peru! – pede Saga.
- Ah, não!! Eu quero a coxa, seu energúmeno!! – berrou Máscara.
- Você não merece a coxa, você quebrou a porta!!! – seguiu Saga.
- ORA, SEU...
- Eu também quero a coxa... – pediu Aphrodite delicadamente.
- Ah, não, você é muito delicado para comer a coxa, deixa que eu fico com ela! – e Aiolia pegou a coxa.
- Que nada, me dá isso aqui!!! – berrou indelicadamente Aphrodite se jogando por cima de Aiolia.
- Nãããooo! – e Aiolia levantava a coxa.
Shura subiu numa cadeira atrás de Aiolia e pegou a coxa para si.
- Eiii!!! Eu vi isso! Me dá essa coxa, seu ladrãozinho de coxa!! – berrou Mu.
- Que nada! – e Shura saiu correndo.
Milo deu um tropeço em Shura e pegou a coxa antes que esta caísse no chão.
- A-há! – exclamou ele feliz.
- A-há! – e Dohko pegou da mão dele.
- Me dá isso aqui, Dohko!!!
- Não!!!
- Ah, é? AGULHA ESCARLATE!!
- COLERA DOS CEM DRAGÕES!!
- PAREEEM! – pediu Aldebaran, que foi completamente ignorado.
- Ikkiiii!!!
- Ei, com quem ta a coxinha? – perguntou Dohko.
- Não ta com você, mané? – respondeu Milo.
- Não, você pegou de mim!!
- Não peguei nada! Você pegou!
- Não ta comigo, ta bom?
- Sinto o cosmo da coxinha... – falou Shaka. – ALI! – e ele apontou para uma direção.
Seiya estava comendo a coxinha bem feliz. Os dez cavaleiros de ouro se prepararam para atacar Seiya, que nem percebera nada, e continuava mordiscando a coxinha bem feliz.
- Um... dois... – contava Milo.
Subitamente, todos eles foram acometidos por um sentimento de compaixão. Então eles baixaram a guarda e ficaram olhando para o Seiya.
- Ah, olha pra ele!
- Tão feliz com a coxinha... – disse Aphrodite.
- Seus cruéis! Queriam bater no Seiya! – defendeu Máscara.
- Você também queria! – acusou Saga.
- Foi só um lapso... – explicou Máscara.
Então todos voltaram para a mesa e se sentaram educadamente. Aldebaran dirigiu a palavra a Camus.
- Parabéns, Camus! Você foi o único que não se meteu na disputa! – parabenizou o cavaleiro taurino.
- Ahn? Que disputa?
- O quê? – indignou-se Aldebaran. – Você não viu?
- Ver o quê? – ficou sem entender o avoado cavaleiro aquariano. – Eu estava aqui pensando em umas coisinhas...
- Bom... vamos então terminar de cear e depois trocaremos os presentes.
E assim foi. Todos cearam felizes e nenhum outro incidente aconteceu. A não ser por Máscara da Morte ter batido em Saga, mas além disso, nada mais.
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