Consequências
7 Visitas Inesperadas.
Notas iniciais
E ahhh, outro capítulo para vocês *-*
Tocam a campainha. Corro para atender sem me preocupar em secar as minhas lágrimas.
– Brenda! – Digo eufórica abrindo a porta. – Bill?! – Digo confusa ao vê-lo.
– Oi... – Sorriu. – Você está chorando? – Faz cara de preocupado.
– Não... Não... – Seco o meu rosto com as mãos. – Quer entrar? – Pergunto.
– Se não incomodar... – Sorri pela resposta dele.
– Que isso; entra... – Dei passagem á ele. – Fique a vontade... Sente-se... – Apontei para o sofá.
– Licença... – Se sentou. — Trouxe a sua bolsa-carteira! – Me entregou a mesma.
– Obrigado. – Sorri de lado pegando a bolsa; coloquei-a na mesa de centro.
– Tudo bem com você? – Pergunta.
– Eu estou bem... – Falei baixo.
– Não parece...
– É que... Quer dizer... – Suspirei — Eu estou não estou muito bem...
– O que houve? Cadê a Brenda?
– Ela foi embora... Nós brigamos, ai ela decidiu ir embora...
– Brigaram por quê?
Contei tudo para ele, até do Ryan;
– Eu sei que fiz errado nas duas vezes... Eu sei que se eu fosse ela fazia a mesma coisa... Mas... – Comecei a chorar. Odeio chorar na frente das pessoas.
– Não fica assim... – Se aproxima de mim. – Ela vai voltar você vai ver...
– Eu sinceramente não sei se ela voltará...
– Não fique assim... – Me abraça de lado.
– Ai Bill – sai do abraço – olha o meu tipo, chorando na sua frente... – Sequei as lágrimas.
– Não precisa ter vergonha. – Sorriu. Ele é tão fofo, lindo.
O celular dele toca; ele atende, troca algumas palavras com alguma pessoa e desliga.
– Bem, preciso ir agora... – Queria que você ficasse aqui comigo. – O David acabou de me chamar para uma reunião de última hora...
– Tudo bem... — Menti.
O acompanho até a porta.
– Até mais...
– Até... – Dá um beijo no alto da minha cabeça e vai.
– Bill! – O chamo antes de ele chegar ao carro.
– Obrigado!...
– De nada! – Sorriu.
(...)
Fechei a porta assim que o carro dele sumiu da minha vista;
– Novamente sozinha...
A solidão é um sentimento tão estranho de se sentir... Estou me sentindo sozinha no mundo; parece drama, mas não é: meus pais estão á alguns quilômetros daqui; Brenda a minha prima e única amiga verdadeira, está não sei onde; talvez eu ligue para a minha mãe perguntando onde ela está...
Preparei macarrão instantâneo para comer, mas mal consegui engoli-lo.
Resolvi ir dormir.
(...)
DOIS DIAS DEPOIS...
Assistia a um programa de TV quando tocam á campainha.
– Georg?! – Abro a porta surpresa.
Eu tenho que me lembrar de olhar no olho-mágico antes de abrir a porta.
– Olá... – Sorriu. – Posso entrar? – Olha para dentro da casa por cima de meus ombros.
– Pode...
(...)
– Como você está? – Com certeza o Bill já contou para ele do ocorrido.
– Estou melhor...
– Que bom... Bem, eu vim aqui falar sobre a Brenda... Ela realmente me amava?!
– Segundo ela, sim...
– É que naquele dia, naquela festa, ela simplesmente me deu um fora...
– Ela só estava se fazendo de difícil; como sempre... – Ri sem ânimo.
Conversamos mais um pouco sobre a Brenda... Passei o celular dela para ele... E, ele disse que quer conhecer ela e tals; eu estou torcendo para que role algo entre eles dois.
– Por favor, se você ligar para Brenda, em hipótese alguma fale de mim... – Peço á ele antes dele ir embora.
– Tudo bem... E ah, já estava se esquecendo... O Bill mandou um beijo para você! – Ri de felicidade ao ouvir isso.
– Manda outro para ele...
(...)
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