Consequências
14 A Traidora.
Notas iniciais
Como foram o final de semana de vocês?! HEHEHEH; o meu foi legal até , *milagre* SHAUSHAUHAUSH.
Era para eu ter postado Sábado, mas como eu sai de casa, e para onde eu fui não tinha internet, nem deu *--* Ai, ontem não deu tempo quando eu cheguei em casa e tals... Ai vim postar hoje, pqné *----*
POSTEI MAIS UMA FIC AQUI NO NYAH (Don't let memories go) é do TH, HEHEHE *---* E SEILÁ, SE VOCÊS SE INTERESSAREM E QUISEREM SER MINHAS LEITORAS, hahahah, FICAREI SUPER HONRADA, pqné, kkk, E MUCHOOOOOO FELIZ ♥ KKK
CHEGA DE FALATÓRIO NÉ , KEKEKEKEKE *---*
BOA LEITURA !
POV Kate
Acordei e olhei em volta, percebendo que eu não estava no mesmo lugar que havia dormido. Lembrei-me de Bill, e provavelmente, foi ele quem me trouxe pra cá; que fofo!
Fui cambaleando até o banheiro; os meus olhos e a minha cabeça pesavam.
Tirei a minha roupa e entrei debaixo da água fria que saía da ducha.
Fiquei alguns longos minutos, só sentindo á água cair sobre o meu corpo.
(...)
Me enrolei no meu roupão rosa e voltei para o quarto.
Coloquei um shorts surrado curto, uma regata larga branca e nos pés coloquei uma pantufa. Deixei o meu cabelo molhado solto.
Desci as escadas e fui para a sala; me assustei ao ver Bill dormindo no sofá.
Se aproximei e me curvei na frente dele.
- Bill... – Chamei baixo mexendo em seu braço. – Bill...
- Hum... – Resmungou se mexendo um pouco.
- Bill... – Chamei um pouco mais alto. Ele abriu os olhos sorrindo. – Bom dia... – Falei também sorrindo.
- Bom dia! — Dei espaço para ele se sentar.
- Que horas são? – Pergunta.
- São uma hora da tarde...
- Hum... – Coça os olhos como um bebê com sono.
- Pensei que você já estivesse em casa... Porque não foi?
- Eu não queria acordar você e falar para você fechar a porta por isso preferi eu mesmo fechar a porta e sendo assim eu teria que dormir aqui. Fiz mal?
- Não, mas é que, você poderia ter dormido no quarto de visitas... Dormir no sofá não é nada confortável...
- Mas eu estou bem... – Sorriu. Ele fica tão fofo com carinha de sono.
- Que bom... – Fiz uma pausa. – Está com fome?
- Não, não... Eu já tenho que ir agora; o Tom já deve estar preocupado; sabe como é, eu nunca durmo fora...
- Hum, sei...
- Como você está? — Perguntou para mim.
- Muito bem!
- Isso é bom... – Se levantou se desequilibrando.
- Opa, cuidado ai! — Alertei.
- É o sono... – Riu.
- Tem certeza que não quer nada, um café, sei lá?
- Tenho! – Sorriu.
Se despedimos com um abraço;
Fechei a porta assim que o carro do Bill sumiu da rua; fiquei encostada na porta rindo sozinha.
TRÊS HORAS MAIS TARDE...
- Eu não acredito que você está trancafiada dentro dessa casa enquanto tem um dia lindo lá fora... – Diz Ingrid assim que entrou na minha casa. A encarei séria incrédula por sua visita. – Credo amiga, que cara é essa?
- O que faz aqui? – Pergunto ignorando a pergunta dela.
- Eu vim aqui te convidar para ir ao shopping comigo oras!
- Eu não vou a lugar nenhum com você! – Fui grossa.
- O que houve para você...
- Não seja falsa... — A interrompi.
- Ah! Já lembrei... — Disse cinica. — Foi o beijo entre eu e o Kaulitz... – Continuei a encarando. – Amiga eu não pude fazer nada para impedi-lo.
- Não me chame de amiga! O que você fez, não é coisa que uma AMIGA faz!
- Mas, foi ele quem me beijou!
- O engraçado, é que ele me disse que VOCÊ o beijou!
- Há-há-há! — Riu ironicamente. — Acredite em quem você quiser então!
- Pode ter certeza que não é em você!
- Que seja... Eu não sei por que você está me julgando, se VOCÊ mesma já fez isso com a Brenda que você dizia ser AMIGA!
- A diferença é que EU estava BÊBADA, e VOCÊ estava SÓBRIA; VOCÊ sabia muito BEM o que estava fazendo!
- Aaaaaaaah ta! Agora é fácil colocar a culpa na bebida, né querida! – Estava me segurando para não pular no pescoço de Ingrid.
- Eu não estou colocando a culpa na bebida, ok?! Estou falando da MINHA situação naquele dia, e da SUA ontem! — Respirei. — Eu não entendo o porquê de você ter feito aquilo!
- Eu fiz o que me deu vontade de fazer, ta ok?! E eu NÃO me arrependo! Aquele Kaulitz é irresistível! – Kate se segura. — E o que você é do Bill?... Nada... — Respondeu a própria pergunta. — N-A-D-A! – Soletrou. – Se você fosse namorada, ou algo do tipo, eu até te entenderia, mas me poupe né, você só é mais uma das milhares de fãs dele que diz que o ama!
- FÃS AMAM DE VERDADE! EU AMO O BILL! EU O AMO DE VERDADE! – Gritei.
- E o que isso importa se ele não te ama em?
- Suma da minha frente! — Ordenei.
- Mas...
- Suma da minha frente! — A puxei pelos cabelos e a joguei para fora da minha casa. – Eu não acredito que aquela menina doce que eu conheci há alguns anos atrás se tornou você! – Joguei essas palavras na cara dela. – Não se atreva a aparecer na minha frente outra vez, — apontei o dedo no seu rosto — senão não respondo pelos meus atos; sua traidora de uma figa! – Dei um tapa estalado em sua bochecha com toda a minha força e entrei para dentro de casa batendo a porta.
- VOCÊ VAI SE ARREPENDER DE TER FEITO ISSO COMIGO, SUA VADIA! – Ingrid grita do lado de fora.
Resolvi não falar nada.
Subi para o meu quarto sentindo as lágrimas de raiva rolarem pelo meu rosto.
- Burra, burra, burra, burra... Como eu pude confiar nela? Como eu fui burra o bastante para não perceber quem ela realmente é antes? – Falava para mim mesma. – Burra, burra, burra...
(...)
Alguns poucos minutos depois...
Fui em direção ao espelho e olhei para o meu reflexo no mesmo.
– Ok Kate – falei pra mim mesma – chega de chorar... – Limpei as lágrimas com as mãos. — Aquela garota não merece nem uma lágrima de raiva!
(...)
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