Conquistando O Amor
6 1ª Fase-O Filho Perfeito- part I
Notas iniciais
boa leitura...
POV Nessie
Não sabia exatamente o porquê de ter feito aquilo, mas eu estava péssima em relação a tudo que estava acontecendo. E Alec apareceu tão de repente ali, e... Eu precisava de um ombro amigo. Ok! Eu sei, Alec e eu não éramos amigos, mas... A que se dane eu precisava ser reconfortada por alguém.
Ficamos por um bom tempo ali naquela espécie de bolha, eu chorava como um bebê a principio, mas aos poucos meu choro cessou, mas o abraço não. Parte de mim queria se afastar dele, afinal Alec era o tipo de companhia que eu evitava e essa era a parte sensata da minha mente. Mas não foi ela quem ganhou aquela batalha e sim a parte bipolar, aquela que ao mesmo tempo queria ele longe e perto.
–Oh. O que está acontecendo aqui?- a mãe de Alec apareceu chocada no corredor ao lado da minha tia Rose, imediatamente nos afastamos.
–Alec veio ver como Renesmee está, não foi?- minha tia falou ela parecia ao mesmo tempo desconfiada e feliz, eu não tinha idéia do porque disso.
–Sim, vim ver como Nessie estava- Alec se apressou em falar.
–Então, como ela está?- a mãe dele perguntou a ele em um tom de voz contido.
–Renesmee vai ficar bem, não é querida?- minha tia se impôs de novo e eu assenti dano um leve sorriso.
–Sim, vou ficar bem- menti.
–Vamos Alec, temos muito o que fazer- a senhora Brandon exclamou deixando o filho ligeiramente confuso.
–Temos?- ele perguntou.
–Sim, vamos almoçar na casa dos Gilbert hoje- ela respondeu me lançando um sorriso que indicava posse, e ele me deixou assustada. Nunca gostei muito da mãe de Jane, ela sempre era fria demais.
–Tudo bem- Alec concordou por fim e foi embora dali com a mãe me lançando um rápido olhar e vi preocupação naquele par de safiras.
–Precisamos conversar querida!- tia Rose falou.
–Por quê?- perguntei confusa.
–Você precisa saber de algo sobre a mãe de Alec.
–O quê?- perguntei, ela respirou fundo e me contou o que sabia.
POV Alec
–A senhora não falou que iríamos almoçar na casa dos Gilbert- comentei enquanto minha mãe dirigia em direção a mansão da família mais rica da cidade.
–Foi um convite de última hora, eles voltaram hoje cedo de viajem- ela falou- Suponho que esteja feliz em estar indo reencontrar Victória, não é?- ela perguntou, Victória era filha única dos Gilbert, era a garota mais popular da escola. Chefe das líderes de torcida, rainha do baile, de todos os bailes. Ela era tudo o que mamãe sempre quis como nora. Mesmo assim eu nunca havia namorado com ela, Victória era fútil demais, ultrapassava todas as barreiras.
–Sabe que eu não tenho e nunca terei nada com ela!- exclamei, e vi mamãe apertar com força o volante.
–Não diga nunca querido- ela ordenou em um tom de voz leve, mas firme.
Eu odiava ser o filho perfeito. Viver naquela constante pressão de mamãe, dava vontade de jogar tudo pro alto.
–Finalmente chegamos!- mamãe anunciou quando estacionou na frente da mansão dos Gilbert.
Sai do carro a contra-gosto e o acompanhei até a porta. Fomos recepcionados por um mordomo, o que eu achei ridículo afinal estávamos em pleno século XXI.
–Tanya querida! Que bom que veio!- a Sra. Gilbert exclamou ao ver minha mãe.
–Estava com saudades querida!- mamãe exclamou abraçando ela.
–Alec, você está mais bonito a cada dia- Irina, a Sra. Gilbert disse sorrindo pra mim, em seguida me abraçou e sussurrou em meu ouvido- E sexy, muito sexy- me afastei bruscamente dela e só não falei nada porque Victória entrou a sala correndo e se jogou em mus braços.
–Oh Alec! Como senti sua falta. A Europa pode ser linda, mas eu prefiro Forks, prefiro até o fim do mundo e você estiver ao meu lado- revirei os olhos, Vitória e a mãe estavam dão em cima de mim, aquilo estava se tornando um pesadelo a cada instante.
O senhor Gilbert se uniu a nós em seguida e eu pude respirar aliviado. Até o momento em que o almoço foi servido eu acabei sentando ao lado de Victória e na frente da mãe dela. Eu almoçava normalmente ouvindo a conversa do senhor Gilbert com minha mãe era sobre política e ela fingia interesse, afinal ela odiava aquele assunto. Tanto Victória quanto a mãe continuavam quietas, mas isso durou pouco tempo.
Victória começou a alisar minha coxa e eu fiquei tenso na hora. Segurei a mão dela com força a ouvindo-a murmurar algo bem baixo.
–Vá se fuder Alec!- dito isso, em um tom de voz que só eu pude ouvir ela voltou a almoçar retirando a mão de mim, os olhos dela brilhavam de puro ódio. “Vá se fuder também Victória”, pensei.
Depois disso pensei que tudo estava resolvido, que eu terminaria aquele maldito almoço e voltaria logo para casa. Mas era um engano, logo em seguida foi à vez de Irina Gilbert de atacar. Ela começou a passar se pé por minha perna, em seguida por minha coxa, até que chegou ao meu membro. Ela era bem mais ousada o que a filha, mas não senti excitação por ela. Pelo amor de Deus! Ela tinha idade para ser minha mãe, aquilo era repulsivo e nojento.
Não seria tão fácil me livrar dela como foi me livrar de Victória, eu não podia apenas segurar o pé dela sem que todos naquela mesa não percebessem o que estava acontecendo. Quando meu celular tocou, eu faltei gritar de alegria por ter um motivo para sair a mesa.
–Com licença- pedi me retirando da sala de jantar, a Sra. Gilbert não ficou nem um pouco contente- Alô?- falei ao atender o telefone no hall de entrada da casa.
–Alec eu preciso falar com você- Alce disse do ouro lado da linha, ela parecia exaltada.
–Algum problema?
–Sim, por favor, venha até meu apartamento- ela pediu e eu percebi que ela estava chorando.
–Estou a caminho – avisei já fora da casa dos Gilbert, peguei um táxi e fui para o apartamento da minha irmã em Port Angeles.
**
–Hey. O que houve baixinha?- perguntei quando ela abriu a porta do apartamento, ela me abraçou e respondeu:
–Estou grávida!
Notas finais
e ai gostaram?
deixem um montão de comentarios
bjs
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