Connected Souls
1 Oneshot
Notas iniciais
FlashBack/On
O sol radiava naquele dia de praia. Podia sentir a energia fluindo em mim, como qualquer crianca de 6 anos imperativa. Minha mãe estava me olhando jogar na areia, e apesar que sempre me deziam que não era tempo de eu entrar na agua porque não sabia nadar eu estava obecessionado com a agua. O oceano dali se via tão lindo, e não me chegava a amendontrar algo tão noble assim.
-Seu pai já esta vindo — Disse, deitada na areia baixo uma sombrinha. Ela se via meio dormida, e em fato seus olhos comecaram a feichar-se. Eu sorri para ela, e tentava continuar construndo meu castelo mas algo me chamava lá longe.
"Só molhar os pés, deus me ira perdoar" pensei, entrando na agua. Logo estava já pelo joelho e sentindo tudo divertido segui avancando. Eu olhei para tras e minha mãe não sentia minha falta; meu boneco de acão comecou a boiar e foi mais a fundo do mar.
Meu pai ganhava dinheiro estudando os astros, e sempre me fazia sonhar com as estrelas. Para um garoto daquela idade, já sabia muito mais que qualquer homem que acabava de formar-se.
Como era meu boneco preferido, eu fui atras dele sentindo a agua bater no meu pescoco. Tentei nadar de novo a margem, mas a agua me levava cada vez mais. Eu fiquei com vontade de chorar, e comecei a gritar quando avistei a onda vindo na minha direcão.
-Taemin! — Gritou meu pai desse terra. Ele se meteu na agua rapidamente e nadava rapido até a mim. Eu havia á engolido muita agua, e vendo com dificuldade uma voz desconhecida me falou: "Feche os olhos, que eu estou aqui. Tudo vai ficar bem" A ultima coisa que eu vi, foi uma luz partindo o ceú e me fazia sentirme calido. Adormeci alí, sentindo umas mãos rusticas tocando meu corpo.
-
-Mãe... eu...eu... — Solucava. Eu havia chorado tanto, mesmo tentando engolir o choro. Meu pai estava dentro do quarto do hospital, e minha mãe me ignorava desde então somente passando a mão na minha testa. Eu sabia que por minha culpa meu pai estava lá, naqueles aparelhos. Minha teimosia.
"Eu poderia salvar ele tambem, como ele me fez?" Me perguntei. Apartir daquele sentimento agonico, eu decidi não fazer as pessoas se preocuparem comigo sendo que eu não poderia fazer o mesmo para salvar-las. Sendo que preocupacão é sinonimo de tristeza.
Eu me afastei da minha mãe, dizendo que precisava ir a casa. Meu tio me levou até meu quarto, e eu deitei na minha cama. Meu gato veio se esfregar, mas eu tirei ele encima de mim. Apartir daquele dia, eu tinha que ser um garoto indiferente. Para que não tenha ninguem que sofra por mim nunca mais. Se eu pudesse me apagar do mundo sem ter ninguem para chorar no meu funeral, eu faria sem pensar duas vezes.
Aquela mesma voz que me falou para feichar os olhos enquanto me afogava, me falava algo com "E você pode...." mas eu não lhe dava ouvidos. Minha mente estava nula, e mesmo depois de um bom descanco de dias sabia que nunca iria perdoar por deixar meu pai naquele estado.
FlashBack/Off
Já comecava a ser noite naquele lugar gelido. Estava na janela da cozinha, vendo as pessoas passarem de um lado para o outro, preocupadas consigo mesmas. Nunca me sorpreendia, pelo cinza que era suas auras porque a minha com o tempo de voltou igual.
-Filho, dormiu bem? — Perguntou minha mãe.
Fazia já alguns dias que um garoto de olhos mas pequenos que os meus, me induzia nos meus sonhos. Eu perguntava quem ele era, mas ele nunca me respondia. Sua voz era conhecida, apesar que eu não conseguia indentificar com claridade. Me sentia calido nesses sonhos; ele estava sem roupa e me convidava a aproximar-me. Quando eu tocava seus dedos, sentia que tinhamos uma especie de coneccão* , me atraindo como se fosse um imã. Sempre que eu queria tocar outra parte do seu corpo para ver se era real, ele desaparecia como se sua presenca em realidade era imaginaria.
-Sim mãmãe, fica tranquila — Menti.
Ela pegou a xicara de café e encheu o copo. Dando um sorbo, me olhou com intriga. Duvidosa, disse:
-Ainda você não pensou no quer ser? Quando era crianca, me dezia que queria ser igual a seu pai. Estudar os astros. Segue com isso em mente?
-Claro. Eu amo as estrelas. Quero aprender mais e se eu consigo que me empreguem no restaurante da esquina poderei comprar um telescopio mais novo — Sorri a ela.
-Bom... seu pai hoje antes de ir-se a casa do seu tio deixou alguns livros que usava para o trabalho. Ele guarda faz alguns anos. Eu puis na instante da sala, do lado daqueles DVD's. Quem sabe não te interessa, sinto que ele guardou só para você.
Afirmei com a cabeca.
Eu entrei no quarto, e sentado na cama não me preocupei em acender as luzes " Que tipo de coneccão tinha eu e aquele garotos dos meus sonhos?" Pensei.
Eu abracei o travisseiro, e mordi sua ponta como normalmente faz os gatos. Estava perplexo; sonhos se esquecem com o tempo. Eu não queria esquecer-lo. Poderia ser que estava comecando a gostar de alguem que nem siquera existe? Feichei meus olhos, e relaxei o corpo esperando o sono vim. Não consegui adormecer mas de tanto pensar naquele garoto, comecei a escutar sua voz.
-Eu te atraio tanto assim?- Dezia de forma comica.
-Hm? Não pense mal. Amor entre garotos nesse mundo é tomado como extranho — Me corei um pouco.
-Mas eu não sou desse mundo; eu não vivo. Estou condenado a você por sempre.
-Como assim? Oque você quer dizer? Você é só parte da minha imaginacão então. Oque faz amar você seja mais impossivél.
-Eu estou conectado a você, assim que existo até que você exista. Eu vivo no submundo. Te assusta?
-Não, para nada — Disse. Sua voz sooava tão bem como musica. Queria escutar-la mais. Sentia que a presenca dele sempre foi constante, mas só era perceptivél quando ele queria que fosse. Mas sempre esteve aí — Antes que algo malvado, poderia ser um anjo.
-Não sou um anjo; eu tenho alma mas meu corpo está no submundo. Eu convivo com quem já morreu assim que não posso morrer. Diferente dos outros, posso intervenir no mundo exterior porque você é minha alma conectada. Sooa complicado?
-Não, não. Parece que então você é imortal, e por algo me alegra. Mas... essas pessoas que morreram, elas se esqueceram das que amou?
-Eu sei que você estava pensando no que pensou naquele dia que seu pai foi te salvar: "querer apagar do mundo". Não, elas não esqueceram. Eu e você somos diferentes por alguma razão. Se você morre, ninguem lembrará de você e você de ninguem, retirando a mim.
-Tem certeza....?
-Acho que ainda é muito cedo. Você realmente quer viver comigo? Só eu e você? Por oque eu lembro, você disse que não me ama.
Eu continuei um pouco nervoso e mordendo com mais forca o travisseiro.
-E não, não te amo.
-Mentira, abre os olhos — Ordenou.
Ele estava no quarto, sentado ao lado do meu corpo estendido na cama. Ele tocou meu rosto, e suspirei fundo. Meu coracão comecou a bater forte que desesperado fiquei sem acão. Ele se aproximou, e eu não resisti em aproximar meus labios ao dele. Poderia que ser que ele não estava vivo, mas era a unica pessoa no mundo que fazia meu sangue ferver. Seus labios era calidos como suas mãos e seu simple estar; as linguas se entrelacavam e minha boca queria ir em buscar de mais. A maciez da sua mão enroscando-se no meu pescoco me fazia sentir tão exitado que cheguei a morder seu labio inferior. Esta vez, era ele que estava corado. Eu estava olhando-o com um ar comico.
-Sim. Eu gostaria de ficar com você. Qual é seu nome? — Passei a minha mão nas boxeixas e logo depois na pera.
-Minho... tem certeza? Pense com cuidado. Não vais lembrar de nada — Eu iria responder, mas somente com um olhar ele me calou. Observei ir-se e antes que apagasse o rastro da sua presenca, retrucou: — Eu venho depois. Mas não atue estupidamente sem pensar, depois disso não tem volta.
-
Aquele resto do dia, eu fiquei dando umas olheadas no livro do meu pai. Falava sobre o nascimento das estrelhas e suas classificacões. A ideia de comparar pessoas com estrelas me entusiasmava, já que não somos nada mais e nada menos que parte dela depois de sua explosão como super-nova. Eu passei algumas paginas de classificacões de estas, mas aquele beijo com o Minho me pertubava. Eu tapei minha boca para ocultar o sorriso, e me corei. Toquei meus labios, e sua voz no meu ouvido dezia: "Você ainda esta pensando nisso?"
O barulho da porta de casa abrindo-se me despertou do recordo. Meu pai estava me chamou e ainda como se eu fosse pirralho me deu um beijo na testa quando desci a escada. Minha mãe me sorriu; eu amava muito eles mas ainda não conseguia me perdoar. A culpa de ter feito minha mãe chorar as escondidas a noite, e julgar-se por ter me deixado sozinho era pesada tanto como ter feito meu pai ficar 3 dias seguidos no hospital e ter obrigado aos dois comecarem a brigar e fingir até agora que esta tudo bem.
-Filho, hoje temos seu prato favorito — Disse minha mãe, que acertou encheio na minha ultima janta antes de apagar-me do mundo e esquecer as magoas. Seria feliz para todos, mesmo assim meus olhos se lacrimejavam um pouco.
-Porque o choro? — Perguntou meu pai preocupado. Minha mãe veio me abracar, e eu abracei os dois. — Venha. Depois você conta ok?
Sentamos na mesa, e comimos juntos milagre que quase nunca acontecia. Antes de terminar, eu disse "Eu amo vocês" ainda tocado e pedi licenca para ir no banheiro. Sai pela porta dos fundos, e caminhei algumas quadras até a ponte que passava os carros em movimento. Eles buzinarão para mim, mas eu chorei sem ligar para ninguem dali. Sentei no ferro da ponte, e tentei me equilibrar ficando em pé. Abri bem os bracos, e sentia meu corpo indo para frente
- Faremos isso juntos. Você esta pronto? — perguntou segurando-me por atras.
-Sim — Afirmei recebendo suas mãos na minha cintura quase como se fosse um abraco.
Vendo o chão apromixar velozmente, vi uma luz branca rachar os ceus, junto com aquela sensacão calida. Era como se eu estivesse beijando o Minho denovo.
Notas finais
Link para a cancão que me inspirou a escrever: http://www.youtube.com/watch?v=I4tOyEvnSyY
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