Conheci os Irmãos Winschester
2 Entrando na Rotina
Bom, hoje é 22 de agosto, estou animada para meu primeiro dia de trabalho, como jornalista investigadora de Atlanta, sempre gostei de investigar as coisas, até por que eu ganhei uma caixa de bombons porque descobri que o namorado da minha prima estava traindo ela, sou incrível nessa parte. Amy trabalha em uma lanchonete, ela nunca gostou de ‘’Faculdade’’ sempre foi daquelas meninas que odiava estudar, ela trabalha de segunda á sexta das 8:00 até as 18:00, isso cansa muito mas ela está feliz. Eu vou começar trabalhar no Jornal Atlanta, dizem que uns dos melhores pois eles toda semana tem um assunto novo e impressionante, quem me arrumou esse emprego foi meu amigo Max, ele estudava comigo na faculdade só que eu entrei depois que ele, daí quando terminei ele me ligou e disse claramente ‘’ – Você já tem um emprego’’ fiquei feliz na hora, pois quem termina uma faculdade já com o emprego na saída? Acho que quase ninguém.
– Ei Tina você não vai se arrumar logo?
Amy sempre gritando falei baixinho
– Tina?
– Oi, estou viva! Calma!
– Parece que eu estou mais ansiosa do que você está, vamos menina, temos que ir!
– Ok, estou pronta, que tal esse look?
– Nossa, está linda
Eu tinha colocado uma calça jeans, um sobretudo (Atlanta é muito frio) e uma bota de cós baixo, estava normal. Saímos, peguei o carro da Amy, era simples mas super lindo e limpo (Para Amy isso era impossível) Amy me deixou no trabalho e foi para o dela.
– Olá, você deve ser a Valentina. Disse um homem com a voz suave e charmoso
– Sim, prazer!
– Prazer Jorge!
– Bom, por onde eu começo Jorge?
– Sentando na sua mesa, você pode decorar ela da forma que quiser, quero que se sinta a vontade.
– Ah sim, ok obrigada, é.. Max está por ai?
– Max está de folga hoje!
– Ah, ok então!
Sentei na minha mesa, ela estava limpa com algumas pastas e um computador antigo, acho isso lindo (coisas antigas) sentei e liguei o computador quando Jorge chegou e disse
–Bom Valentina
– Me chame de Tina
– Ah, ok. Temos bastante trabalho essa semana, ouve um assassinato estranho na estrada 67-8 perto do posto Ventis, gostaria que você investigasse esse caso, a polícia é bem humorada conosco daqui no jornal, então você pode perguntar pra eles.
– Sim, mas como eu começo?
– Bom, vou explicar as ‘’regras’’ daqui, o jornal disponibiliza uma moto para cada empregado, você trabalha das 8:00 ás 17:30, horário de almoço é das 12:00 até ás 13:00 salário nós já conversamos sobre isso, então é isso! Respondendo á sua pergunta, você pode começar dando uma analisada no território, pode ficar tranquila pois lá tem polícias etc.
– Nossa RS, ok! Cadê a moto? Vamos trabalhar né?
– RS, vamos sim, aqui está, bem-vinda!
Peguei a moto, era uma moto linda, antiga ( e como eu já disse amo coisas antigas) e fui até esse posto, cheguei lá tinha dois carros da polícia os policiais estavam ‘’lanchando’’ enquanto eu fui falar com um.
– Oi policial, hummm..
– Mark, o que uma bela moça está fazendo por aqui?
– Sou do jornal Ventis, estou aqui para saber mais sobre o ocorrido nessa madrugada.
– Bom, estamos esperando á equipe do FBI chegar, eles ligaram e disseram para nós não mexer em nada que era pra deixar por conta deles, se você quiser esperar..
– FBI?
– Sim, estranho isso, esse caso é muito ‘’pequeno’’ para investigação do FBI
– Claro, mas enfim eu espero sim.
O policial Mark me convidou para sentar em uma sombra enquanto esperávamos o FBI chegar que por sinal estava demorando muito, então quando avistei um carro chegando, era um Impala se eu não me engano, FBI com carro particular? Estranho.
– Oi agente Dugh Smith e Charlie Kin
– Oi agentes, bom essa é a cena do crime, por volta das 7:40 uma equipe estava passando por esse local quando avistou a casa toda aberta, o posto por sinal já estava fechado os policiais entraram e avistaram o corpo todo retalhado, vizinhos afirmam que viram alguém correndo pela mata, mas quem varia isto com uma pessoa ao não ser um animal?!
– Hum, estranho isso. Respondeu um agente ele era muito bonito para agente do FBI, tinha olhos claros, loiro e de bom forma, prestei atenção na conversa deles até que um alto, cabelas grandes disse:
– Dean isso tá muito estranho
– Parece mais um caso para os irmãos Winchester
Irmãos Winchester, mas eles não eram agente Dugh e Charlie? Fiquei observando eles o tempo todo, não me deixaram entrar na casa, tirei foto do lugar onde me deixaram ficar, quando vi eles saindo e fui direto na direção deles
– Oi, oi, oi vocês podem falar comigo?
– Claro que sim anjinho, pode dizer – respondeu o agente Dugh
– Bom, primeiro eu quero saber o que vocês acham desse crime, o que aconteceu na visão de vocês?
– Bom moça, nós achamos que foi um ataque animal, como qualquer. Disse o cara alto e bonito
– E sobre o que os moradores locais viram uma pessoa correndo pela mata?
– Essa pessoa estava correndo porque deve ter assaltado um banco, ouve um banco assaltado aqui? Dugh disse ao tom de ironia
– Bem moça, nós não podemos dizer nada se não tivermos confirmação
– Ok, respondi só mais uma pergunta
– Isso irá valer um café, respondeu o cara ‘’irônico’’, dugh
– é pode ser, mas eu quero saber se esse ‘’animal’’ só roubou ou comeu os órgãos do cara, e quem é esse cara, com quem ele trabalha?
– Foi mais de uma pergunta, então não vamos responder.
Eles saíram na direção do impala, conversaram um pouco e foram embora, enquanto isso a equipe da autópsia estavam olhando o corpo, eu sinceramente achei eles muito estranhos, e esse negocio de irmãos winchester? Bom esqueci e fui embora, cheguei no jornal dei a câmera pro Jorge com as fotos que tirei, escrevi um relatório sobre o que eu fiquei sabendo sobre isso e entreguei pra ele, logo depois fui pra minha mesa descansar e pesquisar sobre o assunto e nada, Atlanta estava desinformada sobre o assunto e logo o Jorge chegou na minha mesa e disse:
– Isso está incrível Tina, parabéns, mas isso foi um ataque animal? Porque os moradores locais viram esse homem correndo pela mata?
– Bom Jorge isso foi tudo que eu arranquei dos agentes do FBI.
– FBI?
– Sim, eles falaram que isso é só assunto do FBI, nem os policias daqui sabem o que está acontecendo direito, coitados.
– Ah mas isso está perfeito, hoje ainda publico.
– O QUE? Já? Mas nem terminei.
– Sim, pois isso é para pessoas se interessarem pela historia e tomarem cuidados pela aquelas bandas do posto.
– Ah tudo bem então.
Fiquei super feliz, mal cheguei na cidade, no trabalho e já vai ter meu nome no cantinho da noticia escrito, ‘’Jornalista Investigadora Valentina Cortez’’ isso é maravilho. Bom fiquei no escritório até dar 17:20, não fui almoçar, pois o Jorge comprou comida para todos do escritório, daí nós almoçamos lá, fui para a lanchonete onde a Amy trabalha, a lanchonete da Tia Hayley, por sinal linda, cheguei sentei e pedi um café, não tinha visto Amy ainda, tomei o café e a garçonete perguntou
– Mais alguma coisa moça?
– Ah, não, ei você viu a Amy?
– Amy? Sim, ela está lá nos fundos, vou chamar ela pra você
– ok, obrigada!
A garçonete saiu e logo veio Amy gritando:
– Oi amiga, ei como foi o primeiro dia de trabalho?
– Olá querida foi cansativo mas incrível, soube do assassinato no posto da estrada 67-8?
– Sim, falaram no rádio, nossa terrível né, nunca fui de ir pra essa estrada pois dizem que lá mora um lobisomem, mas e mito da cidade
– haha, lobisomem? Nossa isso é bizarro.
– Pois é, cidadãos de Atlanta loucos por lendas.
– Pode acreditar.
– Vai ficar aqui até eu sair?
– Sim, já que não sei o rumo de casa. Eu não sabia mesmo, do escritório até a lanchonete era umas cinco quadras, agora de casa era impossível uma nova morada de Atlanta saber chegar em casa, então eu esperei a Amy sair, fomos até ao mercado compramos algumas coisas, passamos no posto, mas não dá estrada 67-8 e depois fomos embora, chegamos Amy foi tomar banho primeiro e eu fui depois, fizemos a janta, assistimos um pouco de 2 broke girls, Amy falava que parecia nós, e depois fomos dormir.
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