Confusões Entre Sagas
23 A Corrida De Cavalos
Notas iniciais
Legal, os guardas trancaram a porta da salinha.
– E ai, o que vamos fazer? — Perguntou Hermione.
– Eu me dou bem com cavalos. Posso competir. — Percy se voluntariou.
– Primeiro passo é consseguir um cavalo. — Draco resmungou.
– A gente podia pedir emprestado. — Annabeth sorriu
– Como se monta em um cavalo unidimensional? — Argumentou Rony.
– Ele tem razão. — Concordou Nico — Isso é fisicamente impossivel.
– Eu posso ser o cavalo. — Ofereci. Todos olharam para mim como se tivesse um melão na minha cabeça. — Que foi?
– Tem um melão na sua cabeça. — Luna apontou.
– Gente, como isso foi parar ai? — Falei, tirando o melão de cima de mim.
– Como assim, voce poderia ser o cavalo Katniss? — Harry retomou o assunto.
– Ué, ser o cavalo. — Respondi confusa. Não via forma mais clara de falar que eu poderia ser o cavalo.
– Tipo, fingir que é um cavalo? — Nico estreitou os olhos.
– Isso. — Respondi — Mas só se o Peeta for o cavaleiro.
– Mas eu não sei andar de cavalo. — Peeta protestou.
Olhei para ele, indiguinada.
– Tá me chamando de animal?
– Não, é que... eu... ok, eu vou ser o cavaleiro.
– ME TIREM DAQUI — Ouvimos a voz de Gina fora da sala — SEUS BRUTOS.
– GINA?!?! — Harry gritou de volta, mas sem resposta — Por favor vençam a corrida. — Implorou Harry.
– Vamos fazer o melhor que pudermos. — Peeta sorriu consolador.
– A gente não vai precisar de armadura? — Perguntei.
– Sim. — Annabeth respondeu — Mas voces não vão ter.
– Se eu voltar sem uma perna a culpa é sua. — Apontei para Annabeth.
Peeta me olhou, ofendido.
– Desculpa. — Sorri — Não quis ofender.
– Ofendeu já. — Ele virou de costas para mim.
Que absurdo.
De repente, zilhões de guardas unidimensionais atravessaram a porta e nos conduziram até o coliseu.
Que agora parecia um jóquei.
– CHEGARAM — O carinha unidimensional levantou as mão e a plateia gritou — QUEM SERÁ O COMPETIDOR?
– Eu — Peeta foi até ele — Oi.
– Cade o seu cavalo?
– Ta ali.
Fui até ele, de quatro, porque sou um bom cavalo.
– Isso não parece um cavalo.
– É um cavalo.
– Parece aquela menina que veio junto com voces e...
– É UM CAVALO.
– Ok, ok é um cavalo.
– Obrigado.
– Monta aqui em cima de mim. — Sussurrei para Peeta.
– Eu to com medo.
– Monta logo.
Então ele montou.
– Voce ta precisando emagrecer sabia?
– E voce ta precisando comer verduras.
– Pra que?
– Pra ficar forte.
– UM, DOIS E... TRES!!! — O carinha unidimensional subiu em seu cavvalo — QUE COMECE A CORRIDA!!!
Aconteceu o seguinte: O carinha colorido e seu cavalo sairam normalmente, enquanto eu mal consseguia segurar o Peeta direito.
– O que foi que eu disse? — Peeta bufou — Verduras!
– Cala a boca. — Resmunguei — Ok, tive um ideia. Segura ai.
Agarrei as pernas dele, fiquei de pé e comecei a correr.
– Bem melhor.
Em alguns minutos haviamos ultrapassado o carinho colorido.
– YEAH! — Comemoraram meus amigos.
– ISSO NÃO VALE! NÃO VALE, NÃO VALE, NÃO VALE! — O colorido começou a gritar — O CAVALO DELA ANDA EM DUAS PATAS! NÃO VALE! — Ele olhou para o cavalo dele e gritou — MODOOOOO TURBOOOO
– O cavalo dele tem modo turbo?! — Perguntei revoltada — Pode isso?
Ficamos muito para atrás. Mas isso é trapaça. TCHAU GINA.
– Ai, ai, ai, au, ai, au — O carinha colorido começou a reclamar e a se defender. Estavam acertando alguma coisa nele. — Bolinhos?! Voces ousam me insultar com bolinhos?! — Estavam tacando bolinhos nele? Oxe.
– TOMA ISSO! TOMA! — Peeta gritava em cima de mim. Ele que estava tacando os bolinhos.
– Onde voce arranjou isso? — Perguntei, confusa.
– Um bom mestre cuca sempre leva...
– Ok já entendi.
Então um bolinho acertou a cabeça do unidimensional e ele caiu do cavalo dele.
– COMO SE SENTE VENCIDO POR BOLINHOS? — Nossos amigos gritavam.
Ultrapassamos a linha de chegada.
– AEEEEE!!!
– Não vale! — O carinha resmungou, ainda no chão. Ele se levantou. — Peguem a menina e saiam daqui.
– Onde ela está? — Perguntou Peeta.
– Aqui. — Gina apareceu com um saco de salgadinhos na mão — Parabens!!!
– TCHAU POVO! — Gritei e a plateia aplaudiu.
– Mereço. — O carinha resmungou.
Me juntei aos meus amigos e saimos daquele coliseu maluco.
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