Notas iniciais
Oi meus queridos leitores. Voltando com mais um cap. Boa leitura!!! Obrigada à todos que deixaram reviews!!!

O navio havia atracado na linda cidade de Naxos. De carro, eles seguiram pelas pequenas ruas de Chora. Depois seguiram a pé por uma trilha, para aproveitarem mais a visão paradisíaca da ilha.

–Essas trilhas são bastante bonitas e facilitam a caminhada! – Minu falou.

–Naxos é bastante verde e com muitas árvores. Diferentes de algumas ilhas do país, que tem mais solo vulcânico.

–Você está me saindo um ótimo guia, sabe?!

–É a primeira vez que você vem a Grécia?

–Sim. Apesar de não concordar com essa viagem... Estou adorando!

Eles passaram pelo templo de Démeter e Minu ficou admirada com a beleza do lugar. Retornaram ao carro e seguiram mais um pouco até chegar a uma praia que estava deserta.

–Que beleza de lugar! – Exclamou Minu.

Ikki tirou uma cesta de café da manhã que estava no carro, pegou também duas toalhas, uma ele estendeu no chão para colocar a cesta e a outra ele deu a Minu para ela estender ao chão e sentar-se.

– Ikki, você trouxe muita comida! Pretende passar o dia todo fora?

–Não seria uma má idéia...

– Mas se eu não me engano, você disse que está em uma viagem de negócios.

–Espertinha, hein? Eu já resolvi o negócio no primeiro dia desse cruzeiro. Agora é só relaxar!

Ambos comeram e conversaram como dois irmãos. Ikki decidiu entrar no mar, insistiu muito para que a garota o acompanhasse, mas foi sem êxito. Minu preferiu deitar-se ao sol. Ela estava num estado de elevação, deitada ali sob o sol, ouvindo o barulho do mar até que sentiu uma sombra sobre si, mas não se mexeu. Ikki abaixou e tocou delicadamente as costas dela.

–Está muito quente. – Concluiu ele pegando em seguida um protetor solar que estava próximo. Minu sentiu as gotas frias do creme e as mãos másculas e gentis de Ikki espalhando-o sobre suas costas. Ele deslizava com sensualidade até os glúteos, depois com habilidade desatou os nós do biquíni deixando as finas alças caírem para os lados.Minu estava totalmente extasiada, era incrível como o toque dele a fazia sentir-se volúvel, num estado de entrega total. Ikki não suportando apenas tocar com as mãos aquela pele branca e convidativa, abaixou a cabeça e começou a traçar um caminho de beijos. Ele sussurrou para que ela virasse e assim poder seguir da mesma forma. Minu obedeceu. O rapaz começou a passar o creme protetor na barriga dela e foi descendo, passando pelas coxas e pernas. Ikki podia sentir a respiração ofegante de Minu, ele começou a beijar-lhe o pescoço indo até o lóbulo, então com uma extrema lentidão, começou a tirar a parte de cima do biquíni.

Minu não podia deixar aquilo acontecer, mas ele era tão atraente, lindo e irresistível... Repentinamente Ikki parou o que estava fazendo e Minu se levantou rapidamente.

–Ikki, seu irresponsável! Você num falou que era uma praia deserta? Ajude-me a laçar o biquíne, rápido! -Minu falou enquanto ouviam vozes de pessoas se aproximando.

– Bom, se nós estamos aqui... Não é mais deserta, meu amor. E não fique com essa cara zangada, podemos terminar no navio... — Ikki respondeu em tom de deboche enquanto se atrapalhava com as tiras.

–Ora, seu... -Minu não tinha palavras para falar mal, afinal, ela estava aceitando suas carícias e se aquelas pessoas não estivessem chegando, Minu não queria nem pensar o que poderia ter acontecido.

O casal retornou ao carro, e para diminuir o clima pesado, Ikki a levou para almoçarem num restaurante, onde as mesas ficavam dentro da água da praia. Depois foram até as ruínas do templo de Apolo, o deus do sol. Ficaram até ver o espetáculo do crepúsculo da tarde, onde o sol se posicionava centralmente na ruína em forma de arco. A noite já se fazia quando eles chegaram ao navio.

–Minu, eu vou ter que devolver o carro... Será que você me acompanharia num jantar esta noite?

–Eu não sei Ikki. Estou um pouco cansada...

–O restaurante do navio não terá muita gente. Só vamos zarpar amanhã, então a maioria das pessoas vão jantar na cidade. O que me diz?

–Vou ver.

No saguão do navio, Hyoga e Eire conversavam animosamente quando um tripulante anunciou uma ligação para ela.

–Eu vou atender na minha cabine.

Hyoga ficou com uma pulga atrás da orelha, então decidiu investigar.

Eire não estava nada contente em ter que atender a ligação e deixar o loiro bonitão esperando.

–Alô?

–E aí, Eire, como vão as coisas? Vocês já estão se conhecendo?

–Estão ótimas, D. Natassia. Melhor não poderia ficar.

–Ai, que ótimo! Sabia que esse meu plano ia funcionar. Se dependesse de você, ainda estaria escondida atrás do palco, não é mesmo?! – Natassia usou de um sentido figurativo para se referir à timidez da garota.

–Tem razão, D. Natassia, se não fosse a senhora...

–Natássia? – Indagou incrédulo Hyoga que vira a porta aberta e adentrou ouvindo o nome da sua mãe.

Notas finais
Hummmm que passeio gostoso do nosso casalzinho, neh? Gente, o que será que o Hyoga vai fazer? No próximo capítulo saberemos. Beijos!!!!!!!!!!!!