Confissões Entre Imortais

14 Capítulo 14 – Alguns mal entendidos e seus acertos - Posena -


Notas iniciais
Oi gente! Primeiramente eu quero agradecer a Ceci pela recomendação muito linda que ela me deu! Me fez tão feliz que tem até Posena nesse capítulo! (finalmente). Voltando, só espero que vocês me deixem um review muito lindo,para eu ficar ainda mais feliz! Obrigada!

Parte I

Atena tinha acabado de chegar em casa, mal tinha entrado na residência quando percebeu que Afrodite estava sentada com um olhar que fitava o horizonte. Estranhamente sua expressão era séria, algo que não se via muito no rosto da beldade. E o que casou estranheza na sua irmã.

– Afrodite, você está bem? – Atena se aproximou da irmã, como se para averiguar o que estava acontecendo com a mesma.

– Se eu estou bem? – Afrodite tinha saído do transe em que se encontrava, com o olhar austero olhou para Atena, que se afastou um pouco com medo daqueles olhos duros e severos. – Sabe irmã querida. – A ironia pairava no ar. – Eu estou tão bem quanto uma pessoa cuja a irmã que ela sempre confiou, está de casinho com o marido da outra em meio de uma praça pública! – Sua voz ia aumentando de timbre a medida que ia completando a frase. – Como você é tola! – Afrodite se pois totalmente na frente de Atena, que até aquele momento estava muito confusa para assimilar alguma coisa que sua irmã mais velha falava. – Você achava que eu não iria acabar descobrindo mais cedo ou mais tarde?

– Afrodite! – A estudante deu um passo para trás. — Você está alterada. Se controle e tente me explicar melhor o que aconteceu. – Atena se afastou um pouco mais por media de segurança, não conseguia esconder a surpresa com a atitude da irmã mais velha.

– Eu estou alterada? – A linda mulher gesticulava apontado para si mesma. – Não era eu que andava nos braços Hefesto no meio da praça! – Já não falava, gritava.

Finalmente Atena tinha entendido o que sua irmã estava falando no meio de gritos. Logo percebeu que tinha que explicar todo aquele mal entendido antes que alguém se machucasse. E tinha que falar logo, pois já em sua direção vinha um vaso chinês, que por pouco não a atingiu.

– Irmã, se acalme! Agora eu entendo o que você quer me dizer. Mas tudo isso não passa de um grande engano. Eu estava sim com Hefesto na praça, mas ele só me procurou porque queria conversar, continuamos conversando e caminhando, e tinha uma pedra no meio do caminho, eu tropecei e quando eu cai ele me segurou, e só, eu juro! – A estudante estava com muito medo de sua irmã não acreditar nisso.

– Eu deveria ter percebido, você sempre defendeu ele! E era eu que era a sua família!

– Eu só o defendo-o porque era ele que estava certo!

– Mentira! – Afrodite já estava dominada pela raiva.

– Você e ele estão tendo um caso!

– Não! Não estamos, mas se tivéssemos, o que você tem haver com isso? Você nem gosta dele!

Afrodite soltou um riso fraco e carregado de sarcasmo. – Oh minha irmã – Os seus lindos cabelos dourados caiam na frente do rosto e grudava na sua face, devido aos gritos e suor. – Você acha mesmo que eu vou acreditar nisso!

– Porque você não consegue entender que é verdade! – Atena já não aguentava mais ser tão duvidada. – E não sei o porquê de tanto escândalo! Você não se importa com seu marido! Hoje mesmo vai se encontrar com Ares na estação! Mesmo aquele estúpido tendo te abandonado! Mas só foi ele te escrever uma carta que estava voltado e está arrependido por ter te deixado que você o perdoa!

– Primeiramente, essa foi uma péssima desculpa! E Hefesto continua sendo meu marido – Os gritos já não poderiam ser controlados. – E não fale de Ares! Eu o amor de verdade! E finalmente nós vamos poder ficar jutos! E eu vou ser uma mulher feliz de verdade!

Atena sempre foi uma pessoa muito bem educada, poucas vezes tinha perdido as estribeiras, e essa seria uma dessas ocasiões.

– Cale-se! Poupe-me Afrodite! Quem é você para me dá lição de moral? Acaba de admitir que vai se encontrar com seu amante, mas mesmo assim faz um escândalo pensando que eu estou tendo um caso com seu marido! Você nem faz questão de esconder seu relacionamento com Ares! – A sala já tinha se transformado em um inferno, permanecer nela já era praticamente impossível, sua energia era esgotante.- Não venha ser a puritana admirável, pois você está bem longe disso!

Afrodite deu um tapa no rosto da irmã, aquilo era afronta demais para ser deixado de lado.

– Não ouse me julgar! Apesar de não ser a pessoa mais fiel do mundo, eu nunca me comprometi com um homem casado.

Atena estava de boquiaberta, passou a mão pela bochecha e conseguiu ainda sentir um pouco de calor que emanava do tapa que tinha acabado de recebe. – Você enlouqueceu de vez?

– Não minha irmã, eu só abri o os olhos e vi quem você realmente é! Talvez o erro fosse de Poseidon, se ele tivesse ficado com você.

Atena se calou. Aquilo foi um golpe fundo demais.

– Chega Afrodite! Não aguento mais. – Atena tentava recuperar a sua normalidade. Você conseguiu me tirar do sério! Você sabe como eu me sinto em relação ao Poseidon, ele só fez me humilhar! Ainda bem que ele foi preso, isso vai dar tempo dele pensar.

– Não aguenta mais, porque é verdade! Agora sai da minha casa! Falta pouco para o trem de Ares chegar, e eu quero está apresentável para quando ele chegar.

– Eu não acredito que depois de toda essa discursão você vai ter coragem de se encontrar com ele!

– Vou buscar minha felicidade.

– E Hefesto?

– Vou perdi o divórcio, Ares que assumir nosso relacionamento. Ademais Hefesto já tem você. – Afrodite tinha um sorriso maligno no rosto. – Vamos, saia, antes que eu faça alguma besteira.

– Passar bem Afrodite! Pois aqui eu não volto mais.

Parte II

Atena saiu imediatamente, quando colocou o pé para fora de casa percebeu que enquanto “conversa amigavelmente’’ com sua irmã, o tempo tinha fechado e uma chuva forte tinha tomado a noite. A água fria queimava sua pele quente, uma situação que incomodaria muita gente, foi até bem vinda pela loira. Aquela sensação a acalmou, a água passava pelo seu corpo e quando cai do chão levava toda a raiva que estava sentido. Como era bom está em paz de novo. Nem se importou em se ensopar, afinal não poderia voltar mais a sua casa. Mas ao invés de se desesperar, começou a cantar e dançar, e foi seguindo sem rumo.

– Atena? – Poseidon não poderia acreditar no que estava vendo. A tão recatada bibliotecária estava no meio de uma noite chuvosa dançado sensualmente e cantado, nem se importando se alguém a observava. – O que está havendo? – Poseidon se aproximou no mesmo tempo que se perguntava onde a loira tinha aprendido a dançar tão bem, não podia negar, estava gostando.

– Poseidon! – Ela correu e pulou nos braços do moreno alto, e o abraçou forte, como se nunca tivessem brigados.

– Pelos Deuses! O que há com você! – Ele a afastou delicadamente, e quando fez isso percebeu que devido o tecido molhado podia sentir a pele quente de Afrodite sobre seu corpo e quando experimentou aquilo percebeu que era isso que ansiava . E isso vez ele a puxar de volta para sua direção, e a mesma soltou um sorriso verdadeiro, claramente estava feliz, ou sobre efeito de alguma droga. Mas não era Poseidon que iria se importar com isso. No meio da chuva deram um grande beijo, um beijo que ambos esperavam há muito tempo.

– Você vai me matar por isso?

– Claro que não! Você não sabe como eu queria te beijar. — E foi a vez de Atena começa os beijos, beijos molhados, profundos, desesperados, selvagens, doces, gentis. Eles se beijavam de muitas maneiras, só assim poderiam descobrir aquela que os agradavam mais.

– Me desculpe Atena! Eu nunca deveria ter dormido com outra e ter te tratado tão mal. Eu só fiz isso porque sou um imbecil, quando vi que estava desesperadamente apaixonado por você, um medo tomou conta de mim! Nunca tinha sentido algo tão forte por uma mulher.

– Shh. — Atena continuava rindo enquanto tampava a boca do mais alto. – Você é louco sabia? Para falar a verdade nós dois somos. Eu sei que você não presta, mas mesmo assim estou aqui em seus braços, sei que isso não vai dar certo e ainda quero te tocar. – Ela o encarava com um olhar angelical

– Se você me der uma segunda chance.

– Não tem nem uma semana que você me chamou de vadia no meio da praça e foi preso.

– Não tem nem uma semana que você falou que me amava. — E Poseidon a beijou de novo, porque beijar Atena sobre a chuva era seu novo passatempo favorito.

– E você?

– Eu o que? – Ele falava nos intervalos dos beijos.

– Me ama?

– Me deixe tira-la dessa chuva e leva-la para casa que eu posso te mostrar te mostrar o tamanho do meu amor por você. – Ele deu leve mordidas no lóbulo para provocar Atena.

– Uma proposta muito tentadora. Mas olhe o meu estado, veja minhas roupas, estão todas molhadas.

– Nós podemos tira-las. – Poseidon tinha seu melhor olhar maldoso.

– E o frio?

– Eu garanto que você não vai sentir.

E os dois riram até chegarem na casa de Poseidon

– Calma, e silêncio, não quero acorda ninguém.

– Eu já estou perdendo aminha paciência. – Atena se encontrava com as mãos nas costas do moreno.

– Não sabia que você está tão apressada.

– Eu estou, só que não pode está é você, se é que me entende.

– Sim minha querida. – Eles finalmente tinham chegado na porta do quarto de Poseidon, e o mesmo a abriu. – Podemos levar o tempo que você quiser.

Já dentro do quarto os amassos ficaram bem quentes, e em alguns minutos, o casal já tinha tirado toda a roupa molhada que os incomodavam.

– Você confia em mim?

Atena respondeu com um aceno positivamente, seu olhar que misturava luxúria e pureza enlouquecia ainda mais Poseidon.

– Se doer você me avisa que eu paro.

– Amor, eu confio em você, eu não vou me arrepender.

E os dois se deitaram na cama. E apesar da noite fria, nenhum dos dois sentiram frio.

Notas finais
Então, gostaram? Deixem sua opinião, assim eu posso saber que ficou bom! E obrigada por lerem! P.S.: Não se esqueçam de darem uma olhada nas minhas outras fics! http://fanfiction.com.br/historia/444416/Um_vida_NADA_normal/ http://fanfiction.com.br/historia/411132/Cas_Tinha_Caido/