Um clarão sobre os olhos, Agatha não entendia bem o que havia acontecido, olhou ao seu redor e viu um grande quarto cinza e alguns móveis de relance, se levantou e percebeu que estava atrasada para o trabalho, colocou a primeira roupa que viu no guarda-roupa, se sentia estranha e confusa, nunca havia se sentido assim, esse nó na garganta lhe era muito estranho, pegou suas chaves e foi.
Ao andar na rua observava as pessoas que se deslocavam rapidamente e achava isso confuso, continuou andando até o metrô com a mesma sensação confusa e o coração acelerado, desceu até a plataforma e em poucos segundos não pode acreditar no que viu, o trem que acabara de parar estava em alta velocidade e tombou de forma violenta, todo mundo que estava na plataforma entrou em pânico, inclusive Agatha, ela começou a gritar desesperada pedindo por ajuda, pegou seu celular e começou a ligar para a polícia:


– Por favor acabou de ocorrer um acidente aqui...ALGUÉM AJUDE!


De alguma forma ela saiu do metrô desordenada, nem viu se alguém a tinha escutado no outro lado da linha, estava em choque e começou a correr desesperadamente para as pessoas que andavam na rua:


–POR FAVOR ALGUÉM AJUDE, HOUVE UM ACIDENTE!!!


Mas de um forma misteriosa ninguém dava muita atenção. Ela no meio daquela euforia não percebe que se aproxima alguns homens da polícia, quando ela nota o namorado de uma amiga que era chefe da policia federal se aproxima.


– Alexander! graças! a polícia chegou! por favor ajude...


– Fique calma Agatha, vamos te ajudar


Quando percebe ela é algemada e é levada até o carro, Agatha não acredita, fica transtornada e mesmo assim não consegue lutar, a confusão havia ficado desesperadora, o carro anda e ela observa todo o caos que está havendo fora do metrô, a polícia e os bombeiros se aproximando e então nada faz sentido em sua mente, ela não sabe como agir e prefere ficar quieta, observa Alexander que a olha com um olhar de desaprovação.

Notas finais
Continua...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.