Confissões de Um Cara em Crise
2 Capítulo 2 - Adolescência
Notas iniciais
Boa leitura, e por favor perdoem os erros. Repito: Isso é mais como um desabafo..
Muitos passaram por minha vida, mas, nenhum me marcou de verdade. E quando eu voltei para a escola pública, fiz diversos amigos. Que ainda hoje são meus amigos. Entrei na 7ª série. E é aí que meu mundo muda. Fiz diversos colegas na escola, que hoje pra mim são importantes pessoas. Podem não ser meus amigos de verdade, mas, eu sei que eu vou poder chorar em seus braços, mas quando a coisa ficar feia, talvez nenhum deles apareça. E eu sei disso. Que ainda hoje eu converso é o Guilherme e o Edilberto.
Meu primo, um de meus melhores amigos, Shin, começou a achar que era biassexual, aos 13 anos. Naquele tempo eu era preconceituoso, foi um choque, mas, conversamos e ele me prometeu que iria pensar sobre isso. Não disse a ninguém da família, obviamente. Saíamos juntos, brincávamos e nos divertíamos, com um amigo, Caio. Foi quando conheci o Yuki. Ah, péssimas lembranças. Eu gostei do Yuki, e quebrei muito a cara por isso, porque ele era o tipo de pessoa que não importava quem fosse, ele rebaixaria, te faria sentir-se um nada. E comigo depois de certo tempo não fora diferente. Realmente sofri com isso, mas logo depois eu parei, cansei de ser seu bicho de estimação e decidi esquecê-lo.
Houve um tempo em que me afastei do Shin e do Caio, e nesse meio tempo comecei a namorar com a Sachiko. Ela tinha minha idade, e meses mais nova, ela era um pouco depressiva, e nunca estava bem, por mais que eu quisesse fazer com que nosso namoro desse certo, não tinha como eu fazer por mim e por ela. Por mais que queria que desse certo, eu me cansei e terminamos. Sofri muito no começo, mas eu fiquei com uma menina um dia depois, sei que fui cretino e filho da puta, mas eu como uma pessoa não-tão-madura, fiquei com peso na consciência depois. Mas depois de algumas semanas eu estava bem de novo. Mas eu não queria namorar, porque eu estava cansado de tentar dar certo com as pessoas. Então eu só curtia meu momento, minha fase. Fugia de namoros e pessoas que quisessem algo sério, pra mim estava ótimo se a menina quisesse só se divertir, talvez por alguns dias, mas sem aliança no dedo, status no Orkut, fotos e apresentação para família ou amigos, eu estava fora.
Comecei a criar diversos amigos pela internet, mas só pela internet. Sempre fui viciado na internet. E eu conheci uma das pessoas mais importantes pra mim hoje, a May, meu ‘cuuhzinho’. Eu a conheci quando adicionei um fake dela sem saber, e nós conversávamos todos os dias. E eu sempre gostei dela. Porque ela era especial para mim, ela me entendia e ríamos sempre, madrugava para ficar conversando com ela. Entrava no Orkut só para responder seus scraps. Ela falava sobre fakes e eu não entendia. Então eu criei um fake, de um coreano. Era legal e engraçado, você podia ficar com quem quiser sem ter fama, porque isso não importava. E lá eu conheci duas pessoas: Hikaru, um fake japonês. E o Melvim, um fake coreano pelo qual ‘me apaixonei’ perdidamente e tomei muito na cara. E talvez isso me ajudou a ser mais maduro. Mas fiquei nessa do Melvim por mais ou menos um ano, sofrendo.. Mas continuei a viver minha vida, ficar e conhecer outras pessoas.
Quando eu cansei de sofrer por ele deletei meu fake. Quis fazer uma nova vida, ou um novo fake. E uma amiga me deu o fake dela.
E então, eu tive outro fake, um japonês, na qual eu conheci algumas pessoas que eu considero importantes pra mim hoje. Como a Jéssica e a Júlia, duas pessoas as quais considero muito.
Comecei a namorar com um menino pelo fake. E ele era de fato perfeito, sempre nos víamos, de segunda a sexta. Conversávamos por horas e horas. Era tão bom, porque eu me sentia completo, era ótimo estar com ele, de fato. E eu queria conhecer seu ‘off’ porque eu comecei a ficar curioso por quem poderia ser, mas eu rezava internamente por ser uma garota. Uma garota linda. Quando ele me mandou uma foto adivinhem quem era? Destino irônico.
Mas isso, eu só te falarei no terceiro capítulo.
Notas finais
Por favor, reviews, boas ou ruins.
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