Confissões

1 Capítulo Único: Coragem


Notas iniciais
Olá meus anjinhos!
Saudades de vocês, como estão?
Mais uma ONE de Hiccstrid pra vocês. Eu achei bem fofinha, espero que vocês gostem também!
Até as notas finais...

Essa é Berk.

Um lugar escondido no norte do Arquipélago Barbárico. Frio congelante 24 horas por dia e 365 dias ao ano. É realmente bem difícil, mas você não entenderia o quanto eu amo esse nosso clima, esse nosso lar.

Berk. A morada de um povo com um grande coração (e com um grande corpo também). E donos de dragões majestosos. E eu sou Soluço Spansitocus Strondus III, o filho do líder de Berk. Mas não uso esse título tão frequentemente assim.

Muitos conhecem a minha história. A minha e a de Banguela. Um Fúria da Noite treinado por mim em uma época em que os dragões não eram muito, digamos, amados pela população geral. Bom, ataques frequentes deles não eram muito bem vindos. E para eles, o ataque de nós vikings também não. Mas felizmente, pude arranjar um jeito de acabar com isso.

Fazia um ano que tínhamos definitivamente derrotado Dagur. Bom, ele foi morto na Batalha Final entre nossas tribos e isso deu um fim a ela. Embora Heather fosse a irmã dele, não pareceu ter sentido tristeza com a morte de Dagur. Parecia aliviada com o fim daquilo tudo. Ele não era muito querido pela maioria do pessoal.

Ela herdou a liderança dos Beserkers e uma aliança entre nós foi criada. Quando Heather partiu de nossa Ilha em direção a seu novo lar, após o fim de tudo, tive a oportunidade de conversar com ela antes de sua partida definitiva.

Eu acho que era apaixonado por Astrid desde sempre. Desde que a vi. Mas nunca tinha coragem de confessar isso a ela. Era um medo que eu tinha de ganhar um passa fora dos grandes, já que era muito provável que isso acontecesse. Ela e Heather haviam virado grandes amigas. E por isso meu interesse em conversar com Heather.

-Será que você sabe o que a Astrid sente por mim de verdade? – eu lhe perguntei, do lado de fora do barco que a levaria para a Ilha dos Beserkers.

-Soluço, eu talvez saiba realmente a resposta. Vocês têm 19 anos como eu. Não tenho experiência quanto a isso. Mas realmente penso que vocês estão fazendo uma burrice. Nunca vi complicarem tanto algo tão fácil. Diga a ela o que você sente Soluço.

-Eu amo ela Heather – eu digo seriamente.

-Então por que ainda não disse isso a ela? Até a próxima Soluço, aguardo notícias ótimas de vocês dois.

Astrid também veio se despedir da Heather, aparecendo após a nossa pequena conversa. Após ela ir embora em seu barco, ficamos um momento parados no porto. Em silêncio. Não era aquele tipo de silêncio constrangedor, mais um silêncio bom.

-Preciso falar com você – eu lhe digo, após respirar várias vezes e tomar o pouco de coragem que tinha.

Ela encara os meus olhos por um minuto. Ela parecia vasculhar a minha alma para descobrir do que se tratava aquela conversa. Comecei a ficar nervoso. Talvez ela não quisesse conversar comigo. Talvez soubesse do assunto e quisesse evita-lo. Queria ser no máximo apenas minha amiga.

-Pode falar Soluço – ela diz.

Havia um tom de doçura em sua voz. Por um momento, meus pensamentos misturaram-se. Talvez tenha perdido o meu rumo. Coloquei a cabeça no lugar. Precisava ter coragem para isso. Do contrário não teria coragem para nada na minha vida.

-Bom... Eu acho que aqui não seria um bom lugar para falar. Eu nem sei ao menos como começar isso na verdade, eu... Eu realmente estou confuso.

Ela riu. Encarei-a sorrindo. Comecei a andar em direção a Floresta. Virei-me para trás e constatei que ela realmente me seguia. Havia um pensamento em mim realmente estranho: de que ela era louca por vir atrás de mim.

Se eu estava com medo? Morrendo.

Passamos pela Clareira, mas segui em frente. Finalmente achei o penhasco no meio das duas montanhas de Berk. Era realmente lindo ali. Havia uma enorme cachoeira e o seu fim era tão profundo que não poderíamos enxergá-lo.

De lá víamos o pôr-do-sol no mar e o arco-íris nas águas da queda d’água. Era um lugar incrível, mas que muitos não se aventuravam tanto a frequentá-lo devido à percepção de penhasco e tudo mais. Como eu tenho um nível de loucura não me importava tanto com isso como você deve imaginar.

Astrid observou o lugar com os olhos brilhando. Ela era ainda mais linda assim. Sentei-me o mais próximo da beira do penhasco possível. Ela sentou-se ao meu lado. Encarei seus olhos seriamente. Havia uma expressão de dúvida em seu rosto.

-O que acha que quero falar com você? – primeiramente perguntei-lhe.

-Sinceramente prefiro não criar esperança para mim mesma. Acho que se for realmente pensar no que quero ouvir acabarei me decepcionando. E realmente não quero me torturar ainda mais.

Reflito sobre a sua resposta e encaro as suas mãos. Elas tremiam. Realmente não queria que aqueles lindos olhos azuis se torturassem. As minhas mãos tremiam também, mas ao segurar as suas, uma calma se apoderou delas. Ela encarou os meus olhos.

Era só respirar certo? Eu podia fazer àquilo. Ou quase.

-Sabe por que gosto das cachoeiras? – pergunto. Ela acena com a cabeça negativamente. – Elas nunca possuem a mesma água. Claro, quando chove, talvez ela renove as suas águas, mas é diferente. Ela não volta ao seu lugar de origem, é algo sempre novo. Algo sempre melhor.

“E quer saber mais? Elas me lembram de você. E confesso que isso é o verdadeiro motivo de eu gostar tanto delas e desse lugar. Porque você está sempre fazendo coisas novas e loucas, sempre deixando um sorriso novo e bobo em meu rosto. Está sempre me fazendo sentir e pensar coisas novas. Pensar em uma maneira de lhe contar isso tudo também é uma dessas coisas.

Faz quatro anos que você me encontrou naquela Clareira com um Dragão um tanto temperamental. Faz quatro anos que você voou comigo pela primeira vez. E sinceramente lembro-me até hoje de seu beijo. Acho que seria vergonhoso admitir que penso em seus lábios nos meus às vezes. Mas na situação que estou não tenho mais vergonha para sentir. Astrid. Faz quatro anos que sou apaixonado verdadeiramente por você.

Talvez tenha amado você desde que nos vemos pela primeira vez. Mas era muito pequeno para entender o que é amar. E agora estou aqui falando para você isso. Porque eu realmente não aguentaria mais guardar tudo isso para mim.

Heather disse-me para falar e realmente tomei coragem para isso. Sim, eu fui procurá-la. Quem sabe ela tivesse um modo de me ajudar a ter coragem para lhe dizer tudo o que eu sinto quando estou ao seu lado. Minhas mãos estavam tremendo e agora apenas com a sua presença me jogaria desse precipício. Eu faria e farei tudo por você.

E se dei voltas para lhe dizer isso, me perdoe. Mas eu te amo Astrid. E acho que isso nunca vai mudar.”

Nunca havia visto Astrid chorar. Realmente a via como uma rocha, uma viking séria e inatingível realmente. Mas vi ali em minha frente, ela derramar várias lágrimas. Chorar de verdade. Eu a abracei. Realmente não via outra coisa a fazer se não isso.

Ela se aconchegou em meu abraço. Fechei meus olhos com a proximidade dela em meus braços. Acariciei os seus cabelos inconscientemente, pois tinha a tendência de protegê-la. Tê-la comigo me dava uma calma grande demais.

-Me perdoe. Me perdoe, não queria te fazer chorar – eu digo. – Eu não devia ter dito nada, se não consegue pensar em uma maneira de me dispensar, não se...

Ela me interrompe de uma maneira realmente eficaz e para mim bastante boa. Ela me beija. Fico tão surpreso, que não reajo por um momento. E ao entender o que estava acontecendo, puxei-a para o meu colo e o correspondi.

Seus lábios doces me causavam arrepios. Me faziam esquecer o que era o lugar onde vivíamos. A concepção de mundo dava lugar à concepção de lar. À concepção de paz. O seu beijo era realmente algo diferente, algo bom e diferente.

Eu amava demais aquela menina.

Deixei-me cair na relva do penhasco e a levei comigo. Nós rimos e ela se deitou ao meu lado, encarando os meus olhos. Eram tão hipnotizantes e lindos que me esqueci de que havia algo fora dali. Nunca a tinha visto com um sorriso tão espontâneo e maravilhosamente belo.

-Por que nunca me disse isso antes? – ela me perguntou.

-Ora, você devia saber. Sou menos corajoso do que qualquer viking por aí. Inseguro quanto a tudo nessa vida. Astrid, já olhou para si mesma? É a mulher mais linda e incrível que eu já vi. Eu já explorei tantos lugares, mas nunca encontrei alguém que chegasse aos seus pés – ela sorriu e fechou os olhos quando toquei seu rosto. – Que me faz perder o fôlego com o seu olhar. Você me faz perder a direção.

-Eu te amo – ela disse tão naturalmente e sinceramente que arregalei os olhos. – Te amo tanto e eu já sofri muito com isso.

“Me torturei por ser tola o bastante e pensar que você se quer olharia para mim. Dizia a mim mesma que éramos apenas amigos. Grandes amigos, mas apenas isso. Me torturei em pensamento, dizendo que era a pessoa que ninguém queria olhar.

E então me tornei essa rocha que todos conhecem e temem. Mas tudo o que eu sentia perto de você... Tudo que eu sinto perto de você é tão forte, tão bom, intenso e poderoso. Eu te amo tanto Soluço. Me dá vontade de estar com você o tempo inteiro e nunca mais ficar longe de você.

É tão engraçada a maneira que temos tanta insegurança em relação a nós mesmos. Medo de não sermos o suficiente. E desse modo não olhamos o que o outro verdadeiramente sente por você.

Ficamos tão preocupados em não ser o suficiente que não pensámos que éramos o muito de alguém. E é por isso que agora me sinto uma tola. Acho que tem essa mesma sensação. Mas e daí? Amar te deixa tolo assim mesmo.

E eu sou completamente apaixonada por você.”

Toquei levemente o seu rosto com meus dedos e aproximei o seu corpo do meu. Ela fechou os olhos e sorriu.

-As pessoas costumam dizer que é difícil dizer eu te amo. Por que para mim é tão fácil dizer isso para você? – ela pergunta.

-Porque esse é um sentimento verdadeiro – respondo.

Ela encara os meus olhos. Sinto nossos rostos se aproximarem como se um imã os forçasse a fazer isso. Entretanto não havia esforço algum para nós. Quando seus lábios tocaram os meus eu passei a acreditar em eternidade. Pois aquele beijo fazia-me sentir assim.

-Esperei muito para lhe pedir isso, mas acho que não posso mais adiar – eu digo após nos separarmos. Ela encara os meus olhos um tanto confusa. – Astrid Hofferson, você quer namorar comigo?

Ela sorri. Tão lindamente que penso que um dia ela me levaria à loucura.

É, algo assim.

-É claro que sim Soluço.

******

Três anos depois...

Meus pés estavam perigosamente pendurados em direção ao fundo daquele mesmo penhasco de anos antes. Tanta coisa mudou desde aquele dia de tanta paz. E esse era um dia muito triste para mim, embora a maioria das pessoas festeje essa data.

Fazia dois anos que eu havia me tornado líder. Mas também 730 dias sem o meu pai. A sua morte ainda me deixava triste. Era horrível não tê-lo comigo. Ver a minha mãe, que havia acabado de reencontrar sem ele. Nunca desliguei a ideia dela da figura dele.

Havia uma enorme lua no céu. Era a época que apenas chovia, mas aquele dia passou-se com um sol tímido e que realmente pouco esquentava nossas vidas. Sentia as gotas frias da cachoeira tocarem meu rosto. Realmente lavava a alma estar ali.

Fecho os olhos e respiro fundo. Alguém me senta ao meu lado e logo a identifico, mesmo sem abrir os meus olhos. O que tanto tempo de convivência não faz? Seu cheiro de rosas que sempre me deixou confuso enchiam minhas percepções. Era inconfundível.

-Você sempre irá me seguir? – pergunto, ainda encarando a cachoeira, sem encarar os seus olhos.

-É o que pretendo fazer. Até você não me querer mais ao seu lado, é claro – ela me diz.

Francamente Astrid Hofferson, os papéis se inverteram aí.

Encarei os olhos de Astrid incrédulo. Quem iria provavelmente levar um passa fora se isso fosse acontecer um dia seria eu com toda certeza. Eu não entendia: como uma coisa delas podia passar pela cabeça dela?

Eu queria que ela ficasse comigo para sempre. Que ela estivesse ali sempre que eu me sentisse fraco e incompetente e que eu sempre estivesse lá quando ela precisasse de uma palavra de apoio e incentivo ou que seja apenas um ombro para chorar.

Pois eu a amava. Mais do que a mim mesmo. Acariciei seu rosto com carinho e então me aproximei dela. Ela se levantou subitamente e me puxou para longe da beira do precipício. Encarei-a confuso.

-Estávamos na beira de um penhasco. Não quero correr o risco de você cair lá em baixo ou algo do tipo – eu rio do seu pensamento meio bobo e a abraço.

-Ponha uma coisa nessa sua cabecinha senhorita – digo em seu ouvido, sinto que ela se arrepia. – Eu nunca vou deixa-la, nunca vou desistir de quem eu mais amo nesse mundo. Você teria todo o direito de me dispensar ou algo do tipo. Acho que se lembra de quando te pedi em namoro. Estava disposto a aceitar que não ficássemos juntos, apenas para te ver todo dia. Te amo demais, não aquentaria ficar longe de você. E a senhorita está me obrigando a fazer as coisas do jeito errado.

Ela encara os meus olhos com uma expressão confusa.

Ah senhorita, você não faz ideia do que é confusão. Nunca soube o que é você estar em minha mente 44 horas por dia.

Beijo seus lábios com calma e doçura. Ela também se esquece como eu de tudo a nossa volta. Uma bolha impenetrável que se formava ao nosso redor não nos permitia pensar em mais nada. Apenas nas sensações de nossos lábios se encontrando. Puxo sua cintura para mais perto. Ela sorri entre o beijo e eu também.

-O que está fazendo errado senhor Strondus? – ela me pergunta, com a boca a próxima a minha. – O que eu estou fazendo você fazer errado?

Não faça isso comigo menina. Que mania de me desconcentrar.

-Bom, eu tenho uma solução para essa sua ideia de eu não te querer mais ao meu lado e tudo mais. Vou dar o fim nesse teu pensamento. Ninguém me disse nada, mas eu sinto a tensão em volta de mim, pois devo me casar. É uma grande responsabilidade ser um líder e por isso ter alguém ao seu lado é extremamente importante. E por isso decidi pedir a pessoa que eu amo em casamento. É, acho que é isso. Você está me obrigando a fazer isso da forma errada.

Ela me olhou com lágrimas nos olhos. Não sabia se eram de tristeza ou de alegria. Sua expressão era indecifrável.

Hoffersons... Por que motivo eles são tão indecifráveis?

-Soluço, o que...

-Não me interrompa, estou no meio de um monólogo – ela ri. – Acho que decorei algumas partes. Entretanto esqueci algumas. Mas vamos lá.

“Lembro-me do meu pai me dizendo certa vez que um verdadeiro amor nasce de pequenas coisas. De ações simples e de sentimentos contraditórios. E de uma certeza inexplicável de que aquela é a pessoa certa.

Eu amo essa pessoa demais. Amo, pois quando olho para o azul dos seus olhos sinto a calmaria do mar em um dia sem vento, a calma de um céu sem nuvens. Eu sinto que sonho de olhos abertos. Vejo que ela esquenta o meu coração, de uma maneira diferente, dos sóis de Berk que não esquentam nada. Se isso não foi amor, não sei o que dizer mais.

Sinto que devo protegê-la. Amá-la, respeitá-la. Sinto que é com ela quem devo confortar-me e que é ela que quero ter em meu ombro para consolar. Que é ela que me ama tanto quanto eu a amo. Que me completa, pois não somos iguais. Nunca seremos. Somos tão diferentes que assusta.

Mas eu a amo demais. É com ela que eu quero me casar e viver para sempre ao seu lado. Minha melhor amiga e quem me ajudou nos piores momentos da minha vida e nos melhores estava lá também. O amor da minha vida. Quem nunca poderá ser substituída. ”

Astrid deixou algumas lágrimas caírem, mas logo as secou. Eu pego seu rosto em minhas mãos e a obrigo a me encarar. Ela sorri minimamente.

-Quem é essa menina? – ela pergunta em um sussurro.

-Acho que você sabe quem é muito bem.

-Hum, seria a Cabeça Quente? – ela diz, com uma expressão de dúvida.

Eu rio e a puxo para mim. Ela me abraça apertado e eu acaricio os seus cabelos. Ela sorri, encarando os meus olhos. Céu e Mar.

-É você. Só você – eu digo. – Astrid Hofferson, quer se casar comigo?

Ela ri nervosa. Acho que realmente não esperava isso. Ela me beijou e por um minuto desconsiderei o fato de que ela tinha que me responder.

Menina, porque me desconcentra dessa forma?

-Eu te amo tanto Soluço – ela me diz. – É claro que sim, sim, repetiria mil vezes, sim. Eu não acredito que você me pediu em casamento.

Puxo sua cintura para cima e a pego no colo rindo. Ela agora estava com os olhos em linha reta em relação aos meus. Ela ser mais baixa do que eu sempre foi algo fofo.

Nunca conte isso para ela, pois seria um homem morto.

Havia um brilho diferente em seu olhar. Que me prendia de uma maneira em que não havia escapatória.

Não me olhe assim Astrid.

Ela me beija sem receio algum. Sinto que não poderia estar em lugar melhor naquele momento. Se havia uma festa para mim no Grande Salão, da qual eu havia fugido sem que ninguém percebesse, com exceção de Astrid é claro, eu não me importava.

-Acho que deveríamos ir para outro lugar – ela diz.

Ela encarou os meus olhos e havia no dela um brilho maroto. Sorri. Ela pulou de meu colo e pôs suas mãos em meus ombros.

-O que você sugere senhorita?

Ela apenas me puxou em direção à Vila. Somente Astrid para me fazer sorrir sem motivo algum. E tudo começou com uma confissão.

Confesso que a amo.

Confesso que a quero ao meu lado, junto de mim.

Confesso que a quero como a minha Senhora Strondus.

E simplesmente confesso, que a partir daquela noite, éramos parte um do outro. Como sempre seremos.

Notas finais
E é isso aí meus anjos amados. Espero que tenham gostado!
Agradeço aos que pretendem comentar, favoritar ou recomendar!
Beijocas, Temp ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!