Notas iniciais
Aqui estou eu novamente. Danielle Cassiano ou Coelha. Espero que gostem, comentem e se precisarem se comunicar comigo, deixarei as redes sociais.Essa é a versão com Justin Bieber, a verdadeira versão é com Stephen Amell.

Chapter I

Inglaterra – Londres – 9h25am

- O que eu estou fazendo aqui? Eu não mereço isso...

- CALA BOCA.

Foi aí onde tudo começou todo meu pesadelo que era real, eu não podia gritar que ele gritava mais do que eu, as minhas forças foram de fato roubadas. Ele queria me comer viva, como animais. Com as noites e os dias se passando eu acabei me acostumando com a dor de viver com um animal que me batia e castigava. Meu corpo já não tinha mais onde deixar marcas, roxos era o que me restava, meus ossos fracos, pendurada em duas correntes uma em cada pulso pendurados e aos mesmos com os pés. Eu não conseguia fugir, pois toda noite ele apertava mais as algemas em meu pulso fazendo escorrer sangue... Eu não sentia mais dor, o sangue dominava meu corpo, como não morri? Ele não queria a minha morte, ele queria me comer VIVA.

Jogada em minha cama, com os pensamentos direcionados ao meu maior pesadelo, conseguia agora enxergar o mundo da forma que ele realmente é. A cama macia afundada por meu corpo cansado já de tanto trabalho. Quando finalmente voltei a trabalhar em Londres, não tinha onde morar até porque a minha história em relação a minha família não é das melhores, minha mãe me odeia e nem fez questão de me procurar ao meu sumiço, até porque em questões paternas ela não quer que eu seja sua filha e também não diz por que, apenas deixa claro que é por causa do meu pai. Então vim parar na casa do meu primeiro amor. Justin Bieber, que hoje quer que eu me ferre muito, até porque o abandonei, mas na verdade eu entrei em uma armadilha, mas ele não quer me escutar então ele me odeia. Conhecemos-nos desde pequenos, o que era pra ser inseparável. Não foi. Eu o amo tanto, ele se tornou um homem de muito poder.

Sou uma agente contratada pela MPS, policia de Londres, nunca pensei que pegaria o caso do cara pela qual fui vitima, parece brincadeira, mas é apenas brilhante. Há cada 2 anos ele libera um corpo, aos poucos, deixa as partes em lugares aleatórios das ruas de Londres, ele usa o mesmo pseudônimo que um homem usava antes, Jack, ele tem o mesmo modus operandi de Jack, o estripador. Temos um imitador em mãos. O mesmo padrão de mulheres.

Meu nome? Elena Dahmer Maybrick. É um tanto estranho eu ter o sobrenome de tal lenda? Ou melhor, um homem pelo qual ninguém sabe quem é e que fez tantas coisas ruins?! Minha mãe também não faz questão de me contar desde que se tornou uma drogada louca por bebidas que foi após meu nascimento, isso não a impediu de ter meus irmãos, Asa Dahmer e Colin Dahmer. Nenhum deles tem Maybrick, nunca pensei que um sobrenome iria fazer minha mãe me odiar.

A porta se abra, com a empregada dizendo:

- O café da manhã está na mesa, estão te chamando para acompanha-los na refeição.

- Obrigada Maria, eu já vou. – sorrio e saio logo atrás dela, descendo as escadas.

Quando finalmente cheguei a mesa cheia de comidas maravilhosas e sucos, olho pra todos que estão com o olhar direcionados a mim, não ando tendo muita conversa com eles, estou tão ocupada com o trabalho que esqueço deles. Mãe de Justin foi uma pessoa maravilhosa em ter me acolhido ali mesmo seu filho sendo contra. Até porque muito tempo a conheço.

- Bom dia. – digo sentando-me ao lado do Justin que é meu lugar na mesa.

- Querida, está tão distante. – diz Pattie, limpando o canto de sua boca ao tomar o suco de laranja.

- Eu estou trabalhando muito. – digo e pego a jarra de suco colocando em meu copo de vidro, fazendo o estrondo entre os vidros, minha cabeça doeu ainda mais. Assim dando um gole.

- Não pode deixar o trabalho te enforcar. – Diz Charles/Chaz, um grande amigo de Justin e meu. – Praticamente acabou de chegar, não superei.

- Ela não liga. – diz Justin e eu o fuzilo.

- Você não foi o único que sofreu. Para de ser um idiota egoísta.

- Você quer falar de egoísmo? A pessoa que sumiu por anos, deixando todos tristes e magoados. FIZEMOS UM ENTERRO COM UM CAIXÃO VAZIO. VOCÊ ESTAVA MORTA. – ele aumenta o tom de voz e Pattie pega em sua mão tentando acalma-lo.

- Mas eu não sou. Eu também sofri com isso, não sabe o que aconteceu comigo, Justin. – digo e ele ri da minha cara, simplesmente ri. – O que é tão engraçado?

- A forma idiota de você tentar se explicar. Não tem o direito de voltar como se nada tivesse acontecido. Não sei pra eles. – ele diz apontando para cada um na mesa, seu rosto já vermelho de raiva. – mas pra mim, você ainda está morta. – ele diz e sai da mesa furioso pegando o casaco do seu terno e colocando.

- Desculpe por ele... – é tão doce a Pattie tentar explicar a estupidez de seu filho.

- Pattie, eu não me importo, ele tem razão. – termino de tomar meu suco e me levanto, subindo em direção ao meu quarto, o quarto de hospedes.

Quando chego a meu quarto, começo a me trocar para o trabalho, já que já tomei meu banho. Coloco uma calça social preta, um blusa branca de botões, com o tecido de seda. Um sapato alto preto e fecho com um casaco acompanhado da cor da calça. Deixo meus cachos loiros soltos em meus ombros, faço uma maquiagem leve. Pego minha bolsa e meu distintivo. E vamos para o trabalho.

Point Of View – Justin Drew Bieber

Meu nome é Justin Bieber, um homem poderoso, dono da boate mais bem sucedida mundialmente, comandada por mim e pelo meu pai Jeremy Bieber. Mas nem sempre fui assim. Fui um adolescente apaixonado e idiota, amava uma garota e daria minha vida por ela, hoje eu a odeio, até porque ela me abandonou e eu não acredito mais no amor. O frio do meu coração reina hoje, tudo que meu pai sempre quis pra mim e por ser um adolescente apaixonado eu recusei, hoje dou a ele todo esse sonho que queria. Ser bem sucedido em relação ao trabalho, ter todas as mulheres de quatro por você, ser um homem poderoso. Um dominador.

Entro em minha boate, dizer minha boate é algo pela qual devo me orgulhar, uma conquista minha, as mulheres vem correndo em minha direção. Não contem a ninguém o que vou vos contar. Faço trafico de mulheres e drogas, minhas mulheres de sujas passam a ser ótimas strippers ou até profissionais do sexo. Elas sobrevivem por um ano aqui, respeitando as nossas regras, quem tiver pior são mandadas para o Texas, onde fica a segunda parte da boate. São vendidas. Milhões por uma mulher.

Enquanto todas vem ao meu favor, eu só precisava de uma...

FlashBack On

Os dois estavam sentados no balanço e balançando sentindo o vento sob seus rostos...

- qual seu nomi? — o menino disse envergonhado.

- Elena "Fuy" — a menina ainda não sabia falar tanto. — e o "xeu?"

- Justi Bibe — o menino disse fazendo a menina sorrir

...

- Quer esse pirulito? — o garoto já grande ofereceu a menina.

- Quero sorvete Jus — a menina disse.

...

- Ta vendo essa pulseira? — o garoto disse colocando a pulseira no pulso da garota que assentiu.

- Eu te amo Jus — ela dizia e ele abria um sorriso enorme.

...

Só que eles crescem e amadurecem.

- Justin, qual seu problema? — ela já estava gritando.

- Nao entendi porque está brava — ele dizia também histérico.

- Deve ser porque agora além de você levar uma puta pro baile, ameaçou a escola inteira se me levassem pro baile iam apanhar — ela dizia incrédula.

- Não quero eles eles perto de você Elena, caralho.

- E eu to muito afim de te ver aos braços de puta sim...

...

- Somos inseparáveis — diziam juntos."

FlashBack off

Ela devia me amar mesmo, a ponto de largar meu amor por ela. Aquela mulher é tão linda pra uma vadia egoísta. Está tão linda. De volta ao trabalho, tenho muitas coisas a fazer hoje. Não posso nunca deixar Elena entrar aqui, ela é da policia e o trafico ainda é um crime. Ainda tenho que ver como está o estado dessa boate e se as novatas servem para deixar tudo limpo. Caso contrario irão apanhar.

...

Inglaterra – Londres – 18hpm

Point Of View – Elena M.

Flashback On

- Justin, você promete ficar comigo pra sempre?

- E eu lá seria louco de trocar você, você é minha melhor amiga, eu te amo. – ele diz.

- Eu te amo mais.

O que parecia inseparável, se separou... Mas nem tudo que acaba. “Tem final.”

Flashback Off

Isso é um trauma que eu vou carregar por toda vida. O amor. Estava no trabalho. Decidi vir embora, até porque tenho muitas coisas para fazer, resolvi vir a pé ao ligar para aquele imbecil Rivers. Ao chegar na casa do Justin, algo diferente me chama atenção, uma caixa em cima do balcão da cozinha. Pego a caixa que esta assinada meu nome e a levo para a sala de escritório onde esta tudo sobre o meu serial killer, um novo Jack. Ou talvez um imitador, as fotos penduradas em meu quadro, algumas das vitimas do nosso imitador com o mesmo modo de operação do nosso verdadeiro Jack, o estripador. Depois de tantos anos, um imitador resolve nos pegar de surpresa assim. Mas, talvez moderno, pois em minhas teorias vejo que o nosso imitador demora 2 anos para revelar uma nova vitima, parece que em 2 anos pode-se ser o tempo Maximo para um homem sádico enjoar-se de uma mulher pela qual se deseja. O homem pelo qual estou tratando tem um grande vinculo com o homem pelo qual eu sinto uma enorme fissura nosso Jack. esse imitador não é tão amador quanto pensávamos ser, ele parece bem mais esperto, ele tem um padrão de mulheres, todas eram strippers, assim como era com o antigo Jack, eram prostitutas. Sempre há um padrão, sim eu fui stripper em um momento da minha vida e fui parar nas mãos desse homem. Assim como não tiveram informações do Jack, não temos informações desse imitador, parece que nunca iremos encontra-lo, ele faz parecer meu trabalho ser em vão, sendo que estou me matando para ir atrás dele e ele zombando da minha cara enviando essas porras desses corpos, parece brincadeira, mas é tão brilhante a forma com que ele se safa de tudo, o erro desses agentes é que eles prendem de cara, eu não. Eu o compreendo. Todas as cicatrizes do meu corpo foram uma marca para que se eu me sobrevivesse sempre se lembrasse dele, ele tem medo do esquecimento.

A maioria dos seriais killers tem medo do esquecimento.

Depois de tanta analise, resolvo pegar a caixa que estava em cima do balcão da cozinha e a abro, me deparo com dvd’s, em um deles escrito.

“O homem que sou hoje não é o homem que eu já fui um dia”

Outra.

“Por baixo da pele da história correm as veias de Londres, eu fui a luz no meio de tanta treva, e nunca tantos dependeram de um único homem”

E a ultima.

“Que coleção de cicatrizes você tem?”

QUE BRILHANTE. Um enigma.

Coloco o primeiro DVD, a tela preta do meu computador some e aparece uma cena de uma mulher pendurada, com a cabeça baixa, a blusa entre aberta com os seios aparecendo, a mulher gemia de dor.

Pouco a pouco vou percebendo...

Sou eu.

Esse vídeo.

Sou eu.

Apenas eu.

Meus gemidos foram aumentando e minhas lágrimas tomavam conta do meu rosto, eu olhava para as câmeras porque o homem pedia, ele usava uma mascara para não ser reconhecido. Lembro-me de ter tentado tirar. A câmera vai em direção aos meus pulsos mostrando-os machucados, dominados por sangue e carne viva.

O homem levava a câmera para o lado e para o outro, mostrando meu rosto, meus lábios sangrando de tanto eu morder de dor, meus seios machucados por mordidas, a câmera vai abaixando e mostrando minha barriga cheia de cortes por canivete e roxos de socos que ele mesmo dava.

E então se apaga.

Continuo a ver tudo. Coloco o segundo DVD.

Estou jogada em uma cama, presa por algemas tanto nos tornozelos quanto nos pulsos, estou dormindo, os dedos do homem passam por meus lábios, passa pelo meu corpo inteiro.

E então tudo se apaga.

Ao colocar o terceiro DVD, me surpreendo...

Estou sentada na cama, presa novamente, enquanto o homem passa batom vermelho em mim, todo torto, mas passa... E a voz do homem finalmente aparece em vídeo.

- Olhe pra você, está tão bonita. – ele diz mostrando-me um espelho.

E então como sempre tudo se apaga.

ESCUTO ALGUÉM ME GRITANDO... ELENA DESÇA RÁPIDO.

Faço o que pedem e desço rapidamente, ao encontrar todos sentados olhando pra TV e apenas Justin se manifesta.

- O que aconteceu com você enquanto estava fora? – ele pergunta com sua feição assustada.

- Por que quer saber? – ele pega o controle e aumenta a TV.

“Aparece Rivers conversando com um repórter. E falando. — Recebemos uma carta do nosso novo Jack com uma foto da nossa agente Elena, está foto aqui. – ele mostra pras câmeras, sou eu pendurada. – Parece que o segredo da nossa agente e o motivo pela qual ela se interessa tanto pelo novo Jack é ter sido uma vitima dele, claro que a manteremos em seguro, proibimos de terem entrevistas com ela, farei de tudo para deixa-la totalmente transparente. Para que nada de ruim aconteça com a nossa querida mulher da justiça. O repórter agradece e a reportagem passa pros comerciais”

Respiro fundo. Isso não podia estar acontecendo.

Notas finais
Ask: @ohextranjera
Twitter: @aconitos
tumblr da fic: dcasstories.tumblr.com
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.