Confidências Trocadas

17 Capitulo 17 por Katherine Black


Notas iniciais
Oie. Esse capitulo era para ter sido postado ontem, mas fiquei sem luz, sem bateria no notebook e sem bateria no celular durante o dia todo. Um tedio total. Espero que estejam gostando da historia.

Ajudei Charlotte a levantar e a levei em direção onde madame Pomfrey estava cuidando dos campeões.

Enquanto Charlotte ia se deitar em uma cama, eu aproveitei para me aproximar de Harry.

— Harry você foi genial! Foi fantástico! Realmente foi! — Hermione falou e eu sorri abraçando Harry.

— Parabéns garoto! Quase me matou do coração, mas eu estou muito feliz! — Beijei sua bochecha o que o deixou corado.

Continuei com o braço por cima do ombro dele. E vi Rony se aproximar.

— Harry quem quer que tenha posto seu nome naquela cálice... Eu... Eu reconheço que estava tentando acabar com você. — Rony falou.

— Entendeu foi? Demorou. — Harry falou e Rony abriu a boca para falar. — Ok. Esquece.

— Não! Eu não devia ter...

— Esquece. — Harry insistiu e Hermione começou a chorar. — Não tem motivo para chorar!

Ela abraçou os dois depois saiu chorando.

— Maluca! — Rony falou. — Vamos ver a suas notas!

— Eu vou ficar com elas. — Stephanie falou quando ele a observou.

Nos sentamos com Charlotte que estava com mais cor no rosto desta vez.

— Você esta bem? — Cedrico perguntou se aproximando para observa-la.

Estava com uma queimadura feia.

— Você esta horrível! — Ela murmurou o encarando. — Vai ser aterrorizante todas as tarefas assim?

— Infelizmente acho que sim. — Ele respondeu. — Mas não me arrependo de fazer isso.

— E por que esta fazendo isso?

— Para dar orgulho aos meus pais. — Ele respondeu.

— Estou falando sobre você estar aqui.

— Fiquei preocupado com você. — Ela ficou vermelha.

— Senhor Diggory! — Madame Pomfrey falou. — Depois você conversa com sua namorada. Agora tenho que cuidar do senhor.

Ele sorriu e se afastou, mas não desmentiu sobre a parte da namorada o que deixou Charlotte mais vermelha ainda.

— Isso foi bom para você ganhar uma cor no rosto. — Debochei.

Quando todos saíram nos sentamos perto de Charlotte que já parecia estar melhor.

— Temos que contar a verdade. — Murmurei e eles me olharam. — Ao Harry. O carinho que temos por ele não nasce do dia para a noite. Isso vai começar a deixar as pessoas desconfiadas. Sem falar que ambas não queremos nada afetivo com ele.

— Ela tem razão. — Charlotte falou depois lançou um olhar para Stephanie. — Ele tem que saber a verdade. Só ele pelo menos.

— Vou falar com Serena primeiro. — Stephanie falou.

Voltamos para o castelo e eu fui escrever para Serena.

"Oi. Como esta? A primeira tarefa foi passar por um dragão. Ficamos muito nervosas, mas Harry se saiu bem. Estou preocupada. Nossos laços com Harry cresceram nesses últimos dias. Nossa amizade cresceu. A gente se sente livre e feliz quando esta com ele e seus amigos.

Hogwarts é maravilhosa mesmo! Mas chegamos ao impasse de contar ou não a ele sobre o segredo. Acredito que devemos contar ate por que as pessoas vão começar a achar estranho. E ate ele vai desconfiar. Não o vejo de modo afetivo. E não queremos que ele nos veja dessa forma também.

Espero que você entenda e esperamos sua resposta. Ate mais. K."

Fomos ate o corujal e peguei Snow. Ela voou para longe e eu fiquei observando seu voo.

— Vamos voltar? — Charlotte perguntou e eu assenti.

Quando estávamos saindo do corujal encontramos Harry e seus amigos. Charlotte sorriu parando na frente dele.

— Parabéns Harry. — Ele sorriu para ela totalmente abalado por sua aura veela. — Ah desculpe. Eu não queria fazer isso.

— Não tudo bem. — Ele falou.

— Eu realmente não gosto de fazer isso. Um dia descubro como parar de fazer isso.

— É meio difícil já que você nasceu com isso no seu DNA. — Respondi sorrindo. — Nos vemos depois Harry. Temos uma festa nada surpresa para você depois. Ainda tenho que ajudar Fred e Jorge a... — Me calei quando vi que Charlotte estava interessada no assunto. — Nada não! Ate depois!

— O que você vai fazer com os gêmeos? — Charlotte perguntou.

— Seria legal fazer algo com os dois. — Sorri imaginando a cena. — Mas levando em consideração caráter, ninguém aceitaria.

— Não muda de assunto.

— Vou sair com eles para pegar comida.

— Vocês vão roubar comida?

— É horrível quando se fala desse jeito. É melhor usar o termo "afanar".

— Que é o mesmo que roubar. — Revirei os olhos.

— Relaxa! — Falei.

Quando chegamos ao retrato da Mulher Gorda Fred e Jorge estavam saindo com mochilas.

— Ah você esta ai. — Fred falou. — Procuramos você por todos os lados.

— Estou aqui.

— Ótimo! — Jorge falou. — Vejo vocês depois meninas. — Ele piscou para elas depois cada um agarrou um braço e me levaram para os corredores.

Depois de finalmente dobrar alguns corredores chegamos ate um quadro onde tinha uma pintura de fruteira. Fred fez cocegas na pera que riu e o retrato se abriu.

A cozinha era enorme cheia de elfos trabalhando. Eles prontamente vieram nos atender e nos encheram de comida.

Carregamos tudo de volta a Torre da Grifinória. Ajudei eles a arrumarem tudo ate que ficamos esperando Harry aparecer. Quando ele apareceu começamos a festejar.

— Putz isso é pesado! — Lino falou segurando o ovo de ouro. — Abra Harry vamos! Vamos ver o que tem dentro!

— Ele tem que decifrar a pista sozinho... É a regra do torneio! — Hermione falou.

— É anda Harry abra! — Todos falaram ao mesmo tempo.

Ele então abriu o feicho do ovo e o abriu. Um grito agourento saiu dele.

— Fecha isso! — Fred gritou tapando os ouvidos.

— Que é isso? — Simas falou quando Harry fechou o ovo. — Parecia um espirito agourento... Quem sabe você vai ter que passar por um deles na próxima vez, Harry!

— Era alguém sendo torturado! — Neville falou. — Você vai ter que enfrentar a Maldição Cruciatus...

— Deia de ser babaca Neville... Isso é ilegal! — Jorge falou. — Não usariam a Maldição Cruciatus contra os campeões. Achei que lembrava um pouco o Percy cantando... Quem sabe você vai ter que atacar ele quando estiver debaixo do chuveiro...

— Agora você esta sendo babaca! — Falei.

— Quer uma tortinha de geleia, Mione? — Fred perguntou e ela o olhou desconfiada o que fez ele sorrir. — Pode se servir. Não fiz nada com elas! É com os cremes de caramelo que você tem que se cuidar... — Neville cuspiu o que estava dentro da boca e Fred riu. — É só uma brincadeirinha, Neville...

— Você apanhou tudo isso na cozinha Fred? — Hermione perguntou depois de pegar uma tortinha.

— Foi. — Ele respondeu sorrindo. — O que pudermos lhe arranjar meu senhor, qualquer coisa! — Ele imitou um elfo domestico. — São superprestativos... Me arranjariam um boi assado se eu dissesse que estava faminto.

— Como é que você entra lá?

— É fácil, tem uma porta escondida atrás da pintura de uma fruteira. É só fazer cosquinha na pera, ela ri e... — Ele ficou desconfiado a encarando. — Por que?

— Nada!

— Vai tentar liderar uma greve de elfos domésticos é? Vai desistir dos folhetos e incitar os caras a se revoltarem? Não vai perturbar os elfos dizendo para pedir roupas e salários. Vai desviar os caras do preparo da comida!

Neville se transformou em um enorme canário.

— Ah me desculpe Neville. — Fred falou tentando não rir. — Me esqueci... Foram os cremes de caramelo que enfeitiçamos... — Um minuto depois Neville entrou na muda e as penas caíram. — Creme de canários! Jorge e eu inventamos! Sete sicles cada, uma pechincha!

Todos estavam rindo.

Olhei para Charlotte e Stephanie e elas sorriram para mim.

Elas assim como eu nos sentíamos em casa aqui. De fato Hogwarts era o nosso lugar. E fiquei triste por não ter passado os outros 3 anos ali naquela escola. Hoje seriamos mais amigos. Claro que minha amizade com eles cresciam a cada dia.

Eu me divertia com todos principalmente com Fred e Jorge. Estava no sangue ser uma trapaceira que gostava de aprontar. Afinal meu pai já tinha sido um Maroto.