Confiar

5 • Capítulo 5


Notas iniciais
Maalu, bem vinda! Aliás, antes de começarem, eu tenho que responder umas questions feitas pela Ninhax. Primeiro, o uso dos porquês. A resposta é simples : Meu notebook tem 5/6 anos e eu ainda não atualizei o software ;) Meu word ainda tem o antigo 'estilo' ortográfico, e por nada no mundo eu consigo mudar aqueles pqs. Depois, tem o caso dos Teletubbies. Bom. Toda fanfic tem alguma viagem na maionese. Essa é a minha auhuahsuhas finjam que tem lógica u.u Há! Tem muita gente me pergunta pq drogas o Draco começou a gostar da Mi assim do nada. Não foi do nada. É só que o crescimento da paixão dele não é importante pra fic kkk
Agora vão lá, vejo vocês nas notas finais :)

Hermione acordou com a luz do dia que entrava pela janela. Ela se espreguiçou.

– Droga Granger, quase furou meu olho.

Ela se lembrou de tudo. De onde estava. Com quem estava. Hermione se virou. Draco olhava para ela. Eles sorriram.

– Bom dia, enxerida.

– Bom dia deus grego. – Draco riu.

Bom dia. ‘Dia’, Hermione pensou.

– Por Merlin, que horas são?

Hermione se sentou. Esperava se sentar em um sofá, mas percebeu que se sentava em uma cama. Uma cama fofa, de molas. Um edredom branco a cobria. Apoiava as mãos em travesseiros de penas.

– Droga Draco, como eu vim parar aqui? – Hermione se virou.

Draco dobrou os braços sobre o travesseiro de penas, por baixo das cobertas, e riu.

– Acho que a Sala Precisa viu que precisávamos de espaço. Você quase me esmagou, Granger. Quanto você pesa, 95 kg?

Hermione pegou seu travesseiro e jogou na cara de Draco.

– É sério Malfoy, que horas são?

Um relógio se materializou na parede. 8:37 A.M.

Hermione saiu da cama.

– Vamos nos atrasar pro café!

Ambos saíram da cama, e calçaram os sapatos.

– Hermione. – Draco falou. – Depois do café, aparece aqui de novo. Vou estar te esperando.

– OK. – Ela se virou para ir embora, uma mão na maçaneta da porta, a outra tentando pentear os cabelos. Draco a pegou pela cintura e a beijou. Um beijo lento, doce, macio. Sussurrante.

– Agora sim, pode ir. – Ele riu.

Assim que saiu, ela disparou para a Sala Comunal. Deu a senha e entrou.

– Hermione! – Harry abaixou o exemplar do Profeta Diário. Ele viu as roupas amassadas da garota. – Ué, não dormiu aqui hoje?

– Cai no sono na biblioteca. Vou me trocar.

Hermione saiu correndo. Tomou um banho e se vestiu. Calça jeans, camiseta das Esquisitonas, um moletom florido em tons retrô, coturno canela. Ela penteou os cabelos e desceu correndo para o Salão Principal.

– Hermione! – Gina abanou para a amiga, que se sentou ao lado dela. – Me conta tudo. Você não foi dormir, eu sei. EU não dormi, te esperando.

Hermione engoliu uma torrada, um pedaço de bolo e uma enorme xícara de café às pressas.

– Depois te conto, tenho que ir.

Ela se levantou correndo, em direção ao Sétimo Andar.

– Aonde ela vai com tanta pressa? – Rony se virou.

– Estudar. – Gina riu. Rony não entendeu nada, e continuou comendo.

“Eu preciso do Draco Malfoy”

Ela entrou na sala. Draco já estava lá. Quando ele a viu, sorriu. Ele usava uma camisa social com o colarinho aberto. Um suéter verde-esmeralda escuro jogado sobre o sofá. Segurava um violão preto. Hermione foi se sentar.

– Não tinha duas poltronas aqui?

– Parece que a sala acha que não precisamos mais delas. – Draco olhou para ela, malicioso.

A cama se fora. Restava agora um sofá de couro, muito, muito fofo. E enorme. Havia uma mesinha de centro. Uma caixa de bombons estava no centro da mesa. Hermione passou por ela, pegou um e se sentou na frente de Malfoy.

– Pensei que a sala não “fizesse” alimento.

– Não faz. Eu trouxe.

Hermione olhou para Draco por cima do doce, descrente. Piscou e abriu o pacote. O gosto era bom. Seu olhar caiu no violão.

– Sabe tocar?

– Sei, Granger. Tava tocando antes de você entrar.

– Posso ouvir? – Hermione se aproximou. Draco riu.

– Só não se apaixone. Eu não me responsabilizo pelo que acontecer.

– Pior do que está não fica. – Draco riu alto, pegou o violão e se ajeitou para tocar. Os dedos fluíam pelas cordas. Ele tinha que ter prática. Até que ele começou a cantar. Sua voz era linda. Hermione não conseguia fazer nada, só ouvir.

– “É só me recompor, mas eu não sei quem sou. Me falta um pedaço teu. Preciso me achar, mas em qualquer lugar estou andando sem direção, eu vou. Eu sigo sem radar, andando a procurar, quem sabe um indício teu...” Droga Hermione, não me olha assim. – Draco parou.

Hermione fechou a boca. De repente ‘deus grego’ não era mais um exagero. Draco largou o violão.

– E aí, gostou?

– Se eu gostei? – Hermione o olhou, cética. – Por Merlin, você errou todas as oitavas, e parece que não sabe o quê é clave de sol.

Draco a olhou, confuso. Mas logo um sorriso sarcástico se abriu.

– Parece que a Sabe-Tudo não sabe de tudo, afinal. – Draco colocou a mão no pescoço de Hermione, e a puxou sutilmente para mais perto. Logo estavam se beijando.

– Hermione?

– Sim?

– Quer ir a Hogsmeade comigo?


Notas finais
É, eu sei, é muito fofo *******--******
A música que ele canta é 'Sem radar' - Hevo 84. Eu gosto muito dessa música, mas mesmo assim eu teria colocado outra, não fosse o meu conhecimento limitado de musicas brasileiras românticas ¬¬' E não dava pra imaginar o Draco cantando 'Vagalumes' oaisjoasjaiosjiaos Bom, tomara que gostem :)
Esperem pra ver eles em Hogsmeade e OLHA LÁ EU DANDO SPOILER. Parei. aushaushuahshaushaus
Aguardem u.u