Conexão

4 Capitulo 4 - Tão perto de você!


Notas iniciais
Eaee, gentee desculpem a enorme demora, mas eu estava tolada com as coisas da escola e tals, enfim. Boa leitura!

POV Xerife

Abri a porta de casa e entrei, ascendendo as luzes, pendurando as chaves no chaveiro e fechando a porta atrás de mim. Olhei a sala vazia e respirei fundo, sentindo o bolo familiar em minha garganta, uma pontada antes estranha no peito, mas agora também familiar. Doía entrar naquela casa todos os dias, do mesmo jeito, silenciosa e, bem, no começo arrumada, mas agora nem mesmo arruma-la eu tinha tempo. Tentando ao máximo me ocupar o tempo todo, para que não parasse para pensar, mas aquilo era impossível. Não pensar. Tudo lembrava a ele e eu não podia evitar aquilo e não precisava estar perto de algo que lembrasse a ele, eu estava sempre pensando nele.

Subi as escadas indo até o meu quarto. Separei uma muda de roupas limpas, pretendendo tomar um longo banho. Segui pelo corredor, parando momentaneamente na porta ao lado do banheiro, a porta que não era aberta há quase dois meses. Continuei meu caminho até o banheiro e tomei o banho, tirando um pouco da tensão do dia estressante que tive na delegacia. Nem sei como conseguia trabalhar, mas era o meu jeito de me ocupar e tentar não pensar, ajudar as pessoas, continuar a protegê-las para que nenhum outro pai e mãe passe pelo que eu estou passando agora. Novamente parei em frente à porta, a saudade apertando no peito, respirei fundo contendo as lágrimas, pigarreei e as senti sumirem dos meus olhos. Talvez aquele fosse o momento de finalmente encarar tudo aquilo. Girei a maçaneta devagar e abri a porta que rangeu um pouco. Senti meu coração acelerar e o ar me faltar por um momento, vendo ali o quarto exatamente do mesmo jeito que ele havia deixado da ultima vez que esteve ali.

Entrei no local olhando em volta, cada coisa dele, cada mínimo detalhe fazendo meu coração se apertar mais e mais. Uma camisa xadrez jogada em cima da cadeira do computador, duas calças no chão ao lado da cama que estava completamente revirada, uma das portas do armário aberta revelando as roupas nos cabides.

“-Hey pai, como estou? –Perguntou um Stiles sorridente, parado em frente a mim, impecavelmente arrumado, exceto pelos cabelos completamente revirados.

–Bem, aonde vai?

–Sair com Lydia... –Disse parecendo nervoso e ansioso, mas feliz.

–Oh, sério? Vocês estão...

–Ow, não, nós só... Vamos ficar de bobeira... Sabe, descontrair e esquecer um pouco as coisas do mundo paralelo. Volto ás onze e meia Okay, até mais.

–Até mais, divirta-se.

–Pode deixar.” E foi a ultima vez que eu o vi bem.

Isso devia explicar a bagunça, provavelmente ele revirou o quarto procurando uma roupa decente para sair com Lydia. Olhei sua pequena lousa de anotações para as investigações malucas da vida deles. Ainda havia algumas anotações e fotos. “Quem é a loba do deserto?” uma foto do Muted e uma de Derek jovem ao lado do Derek mais velho, uma ponta solta fazia metade do papel se dobrar escondendo metade da imagem. Observei sua letra caprichosa, mas ainda assim um tanto complicada de ler. O quarto ainda tinha um pouco de seu cheiro, observei o vidro de seu desodorante em cima da mesa. No quadro pendurado na parede alguns alfinetes pregados com linha de lã vermelha, mas sem foto ou caso nenhum. Andei mais um pouco pelo quarto e parei em seu criado mudo ao lado da cama, umas das gavetas aberta revelava uma foto dele e Lydia. Peguei a foto e a observei. Os dois tinham sorrisos brilhantes e bem no fundo da foto podia se ver Scott com uma expressão de “Opa, vou sair na foto, foi mal” Sorri e observei Stiles. Uma lagrima que não consegui conter escorreu pela minha bochecha.

–Ah filho, preciso tanto de você aqui. –Coloquei a foto em cima do criado mudo e me sentei na cama, olhando o quarto em geral.

Era bom entrar ali, apesar de doloroso, mas não acho que vou conseguir arruma-lo tão cedo. Olhei ao meu lado e vi seu travesseiro ali.

Flashback

–Mamãe... Não consigo dormir... –O pequeno garotinho reclama para a mãe, deitado na cama coberto pelo cobertor até o pescoço.

–Eu sei amor é sua alergia, mas olha. mamãe comprou algo para te ajudar. –Claudia tinha um travesseiro na mão e colocava uma fronha nele. –Aqui. –Disse entregando a Stiles.

–Como outro travesseiro vai me ajudar? –Perguntou o pequeno, duvidoso.

–Porque ele é antialérgico, vamos ver se funciona Okay.

–Tudo bem. –Ele ajeitou o travesseiro novo sobre a cabeça e sorriu para a mãe.

–Pronto? Confortável? –Ela perguntou.

–Sim.

–Ótimo, então vai dormir que já esta na hora, amanhã você tem escola. –Ela disse enquanto ajeitava suas cobertas novamente.

–Tudo bem.

–Boa noite. Eu te amo. –Disse beijando a testa dele.

–Boa noite, também te amo.

Abri a porta completamente e entrei no quarto.

–Eai, tudo certo com o novo travesseiro? –Perguntei a Stiles que sorriu para mim, o dentre da frente faltando e uma quase covinha se formando em suas bochechas.

–Sim.

–Okay, boa noite. –Eu disse.

–Boa noite papai.

Fim do Flashback

Peguei o travesseiro e o abracei, finalmente me rendendo as lagrimas.

–Não é justo, não é junto que você tenha partido tão cedo, não é justo que perdi as duas pessoas que mais amava no mundo, não é justo.

Eu apenas queria sumir no momento, sai dali, do mundo. Fugir de tudo, da dor, das saudades, das perguntas, dos casos na delegacia, das pessoas que ainda me olhavam com pena, queria fugir de tudo e apenas encontrar meu filho e minha esposa. De Mãos dadas sorrindo para mim e finalmente estar juntos dele. Mas simplesmente, aquilo não era possível.

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POV Stiles

Abri os olhos ainda podendo ouvir as risadas infantis em minha mente, como se a criança ainda estivesse tão perto de mim, minutos antes de... Mas o que diabos aconteceu?

Minha cabeça doía, o que já era costume quando eu acordava depois das poucas horas de sono perturbadas por pesadelos e lembranças. Olhei ao me lado procurando por comida. Nada. Meu estomago reclamou mias uma vez de fome e minha garganta raspava de seca e doía. A porta se abriu e o homem grande que agora eu sabia que se chamava George entrou por ela, com uma expressão não muito agradável e com... Uma faca na mão. Minhas esperanças de que ele estava me trazendo comida e água, se foram imediatamente.

O que ele faria com aquela faca? Me matar finalmente? Me arrastei para me sentar encostado a parede, me sentindo fraco demais e sentindo a tontura me atingir por alguns minutos.

George parou a minha frente e me encarou sem dizer nada.

–Esta na hora.

–Hora de que?

–De você começar a pagar, confesso que antes não tínhamos muita certeza, por isso o mantemos por tanto tempo aqui sem fazer nada mais do que te bater um pouco. Mas... Agora foi comprovado e você vai pagar.

–Do que você esta falando?

–Finalmente conseguimos as filmagens daquele dia no parque, a câmera da rua filmou e o xerife deu um jeito de pegar a fita e com certeza não deixou ninguém ver. Mas logico que consegui meus contatos e conseguimos a fita finalmente. A assistimos e realmente é você.

Meu coração batia rápido, temendo o que ele iria fazer a seguir. E com razão. Ele avançou sobre mim pressionando a faca em meu pescoço, senti que se eu me mexesse um milímetro ela me cortaria.

–Pronto para confessar antes de receber o que merece?

–Eu já disse que não...

Senti ele mover a mão rapidamente e fazer com que a faca abrisse um corte em minha bochecha. Fechei os olhos fortemente e reclamei da dor no local.

–Confesse

–Olha, tudo bem, Okay. Eu...

Abri os olhos e ele me olhava, esperando que eu dissesse algo.

–Talvez... Talvez eu tenha feito isso Okay, seja la o que for... Talvez...

Ele me interrompeu agarrando forte meus cabelos e batendo minha cabeça na parede com o movimento repentino.

–Odeio que você haja como se realmente não se lembrasse. Do jeito que esta confessando como se não soubesse o que fez, como se estivesse confessando só porque eu quero isso. Quero que confesse devidamente!

Seu grito raivoso penetrou meus ouvidos, fazendo minha mente viajar para algum momento. Novamente via aquele garotinho, e as risada... Brincando distraído no parquinho e então... Ele se vira para mim e se assusta com algo, algo que não consigo ver. É onde o sonho sempre acaba, mas dessa vez ouvi os gritos. O grito de George e de Teresa... Aquele sentimento de poder, de satisfação me dominando. George me vê antes que eu pudesse sair do local, enquanto Teresa chora desesperada em cima do pequeno corpo jogado no chão. Então eu simplesmente saio dali, ouvindo os gritos e sentindo a dor daquela família... me sentindo bem com aquilo.

De volta ao meu sujo cativeiro... Então era aquilo não é? Tudo isso era por culpa dele? Nogitsune. Ele me usara para fazer aquilo? Imediatamente me senti sujo, mas não fisicamente, me senti sujo internamente, como se fosse o pior dos seres. Minhas mãos fizeram aquilo, meus olhos olharam no fundo dos olhos daquela criança antes de eu mata-lo. E de algum jeito meu pai conseguira encobrir aquilo de mim, sabendo que foi o Nogitsune. Arranjou um jeito de não terem provas contra mim, mas porque nunca me contou?

Senti as lágrimas em meus olhos, eu havia matado uma criança inocente... Imediatamente senti que tudo aquilo acontecendo comigo era pouco, eu merecia tudo aquilo e muito mais. Quase podia sentir a satisfação que meu corpo sentiu naquele dia passar por mim novamente, como se tivesse acabado de acontecer.

“-Stiles...”

Ouvi a voz sombria e sussurrada de Nogitsune em minha mente, como se novamente estivesse ali, dentro de mim, como se a qualquer momento fosse me controlar novamente. Senti algumas lagrimas descerem pelo meu rosto e olhei profundamente nos olhos de George.

–Eu sinto muito... Eu... Me lembro...

Ele continuou me olhando e vi algo diferente passar por seus olhos, como se a confissão doesse nele também, mas logo a raiva voltou em seu olhar e ele pareceu segurar mais forte o cabo da faca que segurava.

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POV Lydia

Senti algo horrível dentro de mim, como se... Como se eu estivesse perdendo algo extremamente valioso. Ouvi as vozes começando a sussurrar. Comecei a bater levemente a caneta na mesa, nervosa. Tinha alguma coisa acontecendo. Ouvi um grito mais alto do que as vozes em minha mente. Percebi de imediato que o grito também estava na minha cabeça, pois a sala continuava normal e a professora dava sua aula normal. A pessoa gritou novamente e dessa vez eu reconheci. Stiles.

Minhas mãos começaram a tremer e meu coração começou a bater forte no peito, alguma coisa estava acontecendo com ele. Me levantei da cadeira, arrumando minhas coisas na mochila. A professora me olhou intrigada.

–Srta. Martin, onde a senhorita vai? –Ele me perguntou, impedindo minha passagem até a porta.

Ouvia novamente a voz de Stiles agoniando, minha cabeça começava a doer fortemente e meu estomago a se embrulhar.

–Preciso saí. –Respondi, tentando novamente passar por ela, mas ela me barrou novamente.

Alguns cochichos se fez na aula.

–Lydia. –Ouvi Kira me chamar.

Olhei para ela, o desespero crescendo dentro de mim. Uma esperança louca havia crescido dentro de mim, e se eu pegasse o carro e dirigisse sem rumo e acabasse chegando onde Stiles estava? Isso acontecia as vezes, então eu tinha que tentar e aquela professora estava me atrasando.

–Eu...

–Desculpe, mas preciso de uma explicação plausível para permitir que você saia, ou devo tirar pontos seu.

Mas que droga, eu não estava nem ai para pontos. Ouvi novamente Stiles gritar e uma dor tomou conta de mim, como se eu também estivesse sendo machucada.

–Então tire. –Respondi, finalmente conseguindo passar por ela. Abri a porta apressada e saí da sala. O corredor estava vazio e os gritos começavam a ficar mais altos.

Estava quase chegando na porta da escola quando ouvi Kira me chamar na porta da sala que ela acabara de sair.

–Lydia aonde você vai.

–Encontra-lo! –Respondi enquanto abria a porta e saia da escola. Kira correu e logo estava atrás de mim.

–Encontrar quem?

Cheguei ao meu carro e abri a porta.

–Stiles.

–O que? –Ela me olhou chocada, iria abrir a boca para dizer algo e eu a interrompi.

–Não ouse dizer que é impossível e que ele esta... Morto. Eu sei que não esta e eu também pensava ser impossível, mas ele esta vivo sim e eu vou encontra-lo. –Minha cabeça latejou mais uma vez seguida por outro grito.

Kira me olhava assustada e confusa, parecendo não saber o que dizer.

–Preciso ir. –Entrei no carro e fechei a porta.

–Espera. Mesmo se isso for verdade, o que eu vai fazer? Pegar o carro e andar pela cidade na esperança de encontra-lo andando calmamente pela rua e dizer “Puxa, nem percebi o tempo passar.”?

Senti as lágrimas escorrerem por meus olhos. Eu sabia que ela não entenderia.

–Vamos, saia do carro e vamos voltar lá pra dentro. Falamos para a professora que você estava passando mal.

–Não! Eu tenho que encontra-lo, ele precisa de mim.

–Lydia...

–Você não entende! Não acredita em mim e acha que estou maluca e...

–Eu não acho isso, é só que... Nós vimos Lydia, o carro, o acidente. Ele...

–Não vimos o rosto dele!

–É claro, estava irreconhecível, desculpe, mas eu não queria ver um amigo deformado na minha frente.

Mais gritos, meus ouvidos doíam e minha cabeça parecia que ia explodir.

–Olha, umas coisas estão acontecendo e eu sei do que to falando Okay, ele esta vivo! E não o senti morrer.

–Isso é por que...

Ela hesitou, não terminando a frase.

–Por que...?

–Porque você o amava Lydia, você não quer aceitar que ele se foi.

Mais lágrimas escorreram pelos meus olhos.

Eu não o amava. Eu o amo. Ele não morreu e eu vou provar.

Fechei o vidro do carro e dei partida, não querendo demorar mais. Saí com o carro antes de Kira querer me impedir novamente.

XXX

Andei com o carro pelas ruas da cidade por um bom tempo, deixando que meus poderes de Banshee agissem sozinhos, mas eles não pareciam estar funcionando. Já havia se passado uns quarenta minutos que eu estava andando sem rumo e não havia encontrado nada. No momento estava em uma parte da cidade que eu não ia muito, então não conhecia muito bem. Ouvi um barulho alto no carro e ele começar a fazer movimentos estranhos. O pneu.

Parei o veiculo e abri a porta descendo. Senti o vento estranhamente gelado soprar, o grito de Stiles ficar mais alto em minha mente, mas... De um jeito diferente, parecia mais perto.

Olhei o carro, procurando o pneu furado, mas... Os quatro pneus estavam perfeitamente cheios e intactos. Meu coração começou a bater forte e a esperança crescer dentro de mim.

Havia um casa ali, bem na frente, haviam outras também, mas essa era a primeira e a maior. E aquela estranha sensação de que eu deveria bater na porta. Pela primeira vez sem hesitar corri até a casa e toquei a campainha várias vezes. Demorou um pouco e ouvi ela ser destrancada e a porta se abrir.

–Sra. Hastings? –Era minha nova professora. Mas o que... Porque eu havia ido parar ali?

–Srta. Martin? O que faz aqui? –Ela parecia um pouco assustada.

Ouvi tossidos do lado de dentro, mas não um tossido comum, um tossido sofrido, como naqueles filmes quando alguém leva muitos socos ou coisa do tipo e a pessoa começa a tossir sangue ou coisa semelhante. Uma voz grossa de homem foi ouvido falando algo, como se brigasse com alguém, mas não consegui entender suas palavras.

–Srta. Martin? –Teresa me chamou, esperando minha resposta.

–Desculpe eu... Foi engano, estava procurando uma pessoa. Eu já vou.

–Até amanhã.

–Tchau. –Me despedi hesitante e ela fechou a porta sem hesitação nenhuma.

Sentia algo estranho, como se eu estivesse esquecendo alguma coisa.

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POV Stiles

Tossia sentindo o sangue quente escorrer pela minha boca. Mal conseguia respirar. O corte em minha bochecha feito pela faca doía e sangrava.

A porta do lugar onde eu estava aberta e escutei a campainha tocar. Teresa saiu do local para provavelmente abrir a porta. George socou meu estomago mais uma vez e eu cai no chão, sentindo cada musculo meu doer. Algumas lágrimas escorrendo e tentando puxar o ar com força para dentro. Tossi mais algumas vezes, minha garganta doía.

–Fique quieto ou juro que te mato agora mesmo. –George disse a mim.

–Srta. Martin? –Ouvi a voz de Teresa ao longe.

Martin? Lydia!

Abri a boca na intenção de gritar para ela, eu estava ali. Lydia! Minha mente gritava, a voz quase chegando nas minhas cordas vocais, mas morrendo antes de alguma palavra ser pronunciada.

Deitei de bruços tentando me arrastar até a porta, estiquei a mão para a mesma, forçando minha voz a gritar, mas nada saia. As lagrimas escorriam desesperadas dos meus olhos.

–Desculpe eu... Foi engano, estava procurando uma pessoa. Eu já vou. –ouvi a voz de Lydia e meu coração acelerou como nunca, mais lagrimas escorriam dos meus olhos e eu solucei.

–Ly-Lyd... –Tentei dizer, mas não passou de um sussurro.

George estava parado na porta, escutando o que se passava na porta da casa.

Ouvi as duas se despedirem, eu precisava gritar, era minha única chance. A porta fez um barulho de sendo fechada. Consegui me arrastar um pouco para a frente, o sangue escorrendo pela minha bochecha e pingando no chão, o ar mal entrando em meus pulmões.

Teresa apareceu na porta novamente com uma expressão nada boa.

–O que aquela garota fazia aqui? –Ela gritou para mim. –Como ela te encontrou?

Não conseguia responder, minha voz não saia e minha visão estava turva. Lydia havia ido embora e eu não pude fazer nada. A escuridão chegava aos meus olhos.

–Lydia... –Sussurrei antes de a inconsciência me dominar.

Notas finais
Eaee gostaram? kk ain gente, não me odeiem, estou com dor no coração com esse final. E sobre o começo achei que deveria explorar um pouco a situação do Xerife com tudo isso. Enfim, espero que tenham gostado, comentem! o proximo sai logo, bjsss