Condenados Pelo Amor
3 Capítulo 3- Primeiro dia de aulas
Notas iniciais
E peço muitas desculpas pela demora, mas o cap finalmente chegou.
E desculpem também qualquer erro.
Boa leitura.
Pov. Edward
Hoje seria o “meu primeiro dia de aulas”. Já estou a imaginar quem seja o professor: um velho e barrigudo, com um humor de cão e um penteado a frade. Pois duvido muito que coloquem aqui uma modelo, pois ela iria logo dar explicações particulares nas nossas celas.
Apesar de estarmos aqui não estávamos em abstinência. Uns com os seus companheiros de cela, outros com as guardas que cá há. Elas não são nenhumas Paris Hilton, mas dão para o gasto.
Tinham anunciado há cinco minutos a hora das visitas, ou seja, para mim, hoje seria mais um dia em que fico sem qualquer contacto ou informações sobre o exterior.
Praticamente todos os dias tenho visitas, em que a maioria delas é feita pela minha mãe. Pensei que ela me deixasse aqui sem nenhum contacto, mas ela disse que não podia se livrar de algo que fez parte de si durante nove meses.
Já o meu pai, só vem mesmo quando necessário, apesar de ele não me rejeitar, ele está desiludido comigo, pois eu podia ter falado com eles sobre o que me aconteceu e tentar resolver. Mas, eles não sabem o que é perder tudo o que batalhamos para ter, e sermos enganados pelas duas pessoas que mais confiamos, a seguir aos meus pais é claro.
Ele não se pronunciou quando eu disse isso, pois ele era homem e provavelmente sabia que ia acabar por fazer o mesmo que eu e não correria para debaixo das saias da mãe, com vergonha de ter sido nganado tão facilmente.
Ontem tive com a minha mãe, soube que ela vai se ausentar uns dias da cidade, devido a uma conferência que o meu pai vai ter e ela queria o acompanhar. Por isso nos próximos dias vou fazer companhia, ao resto dos prisioneiros no campo de jogos, não que tenha vontade de estar perto dessa gente mas também preciso de apanhar ar, apesar de não ser lá muito puro.
Mas hoje é um dia em que não me apetece apanhar ar, por isso, aqui estou sentado na cama com uma bola de ténis a mandá-la contra a parede, passando tempo até que anunciem a nossa “aula”.
Pov. Bella
Hoje ia dar a minha primeira aula. Pela primeira vez ter estudos e ter tirado formações vão me dar utilidade, e só pelo facto de me fazer sair daqui por um bocado, já é bem bom.
Quando vim para New York, andei a tirar o curso de economia, pois números sempre foram a minha paixão, principalmente os das contas bancárias, e trabalhava ao mesmo tempo para os pagar.
Já estava acordada algum tempo, e parecia uma criança de tão ansiosa estava, pois eu iria sair daqui por alguns momentos. A última vez que estive assim foi quando os meus pais me levaram a um parque de diversões pela primeira vez, diverti-me imenso, andei em vários divertimentos e ainda experimentei algodão doce e adorei.
Por falar dos meus pais, sentia saudades deles. Vi o meu pai o pela última vez no julgamento antes de vir para cá, e isto foi há precisamente um ano e três meses, depois disso nunca mais o vi ou falei com ele, nem na época de Natal ou no dia do meu aniversário.
O meu pai sempre foi um homem, um pouco duro e severo, mas eu percebia esse seu lado, esteve na guerra antes de se casar com a minha mãe, e viu os seus companheiros a serem mortos, entre outras coisas horríveis que ele testemunhou. Mas mesmo assim ele também era carinhoso e até se preocupava demasiado comigo. Depois desistiu de ser militar e de continuar na guerra, então tomou a decisão de assentar um pouco e tornando-se assim chefe da polícia da pequena cidade em que vivíamos.
Já a minha mãe era mais meiga e não tão severa. Sempre tinha um sorriso na cara e estava sempre disponível para mim e para ajudar os outros. Às vezes até parecia esquecer-se de si própria. Brincávamos muito juntas e nos divertíamos à grande, como ela era doméstica estava sempre em casa a cuidar tanto da casa e da sua família.
Quando lhes disse que vinha para New York tivemos uma grande discussão pois não queriam que visse. A minha mãe com o tempo foi-se conformando em eu sair debaixo da sua asa, mas o meu pai era mais teimoso, mas lá consegui o convencer.
Quando fui apanhada pela polícia pelos meus crimes os meus pais apanharam o primeiro avião para cá. A minha mãe chorava tanto que não conseguiu dizer uma única palavra, simplesmente correu até mim e abraçou-me. Já o meu pai tinha uma expressão séria e quando esteve suficientemente próximo de mim deu-me uma bofetada tão grande que me fez virar a cara, a muita reacção foi de surpresa, pois ele nunca me tinha batido na vida, e quando penso nisso ainda sinto a ardência na minha pele.
Flashback on
Olhei-lhe surpreendida, ele nunca me bateu na vida, nunca encostou um dedo a mim nem num único fio de cabelo meu. Até a minha mãe estava em choque pela atitude do meu pai.
Senti a ardência na minha cara, e coloquei a minha mão. Olhei-lhe nos olhos. Mantinha a mesma expressão que tinha quando entrou.
- Nunca precisei de bater-te quando eras mais nova, e agora tenho que o fazer contigo já em adulta? Mas a culpa é minha, eu nunca devia ter sido tão brando contigo, devia ter-te dado umas quantas nessa cara, pois assim talvez terias agora algum juízo e tino nessa cabeça, coisa, que pela situação em que te encontras, mostra que não o tens. – Disse-me sem alterar a sua expressão. – Se tivesses crescida na mesma época que eu, se tivesses passado as mesma dificuldades que eu, aí sim tinha motivos para fazeres a porcaria que fizeste. Sempre te demos tudo, e o que nunca te demos mais foi porque não podia-mos, mas tu e essa tua ganância… — olhou-me com desgosto. – Vê o que essa ganância te levou!!?
- Pai… — Tentei-me pronunciar.
- Cala-te!! Não quero ouvir da tua boca essa palavra. – Começou-se a enervar – Tu és uma vergonha para a família, eu sempre te dei tudo, sempre nos sacrificamos para te dar o melhor, nunca te faltou nada e é assim que nos pagas!! – Fez uma pausa, mas sempre mantendo o contacto visual comigo. – Era por isso que não queria que viesses para aqui, pois tinha medo que fosses pelo mal caminho, e olha o que aconteceu? Dito e feito. – Eu só sabia chorar enquanto ouvia as suas
acusações. — Nunca mais digas aquela palavra que começa por P, pois a partir de hoje já não o sou mais. – Vi no seu olhar desilusão e dor. – Renée vamos embora.
Dito isso virou-me as costas e dirigiu-se à saída. A minha mãe ainda com dó, chorava em silêncio. Tentou se aproximar de mim e tocar no meu rosto um pouco inchado pela bofetada, mas neguei pois não queria que ela também tivesse problemas com o meu pai, ou a partir de agora era só Charlie. Ela percebeu o meu gesto e seguiu o meu pai, mas não sem antes de me dar um último olhar e pronunciar sem som um, só movendo os lábios um “vai tudo correr bem”.
Flashback off
Ele ainda teve no julgamento final e quando foi dita a sentença saiu dali sem olhar uma ultima vez.
As únicas pessoas que falam comigo, é a minha mãe e a minha amiga Rocket, foi por essa alcunha que eu a conheci. A minha mãe só comunica por telefone pois Forks é longe daqui e as viagens até cá não são lá muito baratas, e Rocket tanto telefona-me como também me visita.
Mas agora não posso chorar pelo leite derramado e entristecer, pois eu hoje tenho a hipótese de me ausentar daqui o que é muito bom. Claro que não vou a nenhum Spa, nem fazer nenhuma viagem a uma ilha tropical, mas para mim é como se fosse isso, só pelo facto de sair deste local. Este lugar apesar de ser uma prisão mais parece um hospício, e uma pessoa fica mesmo maluca em lugares destes.
- Bela Adormecida, acorda. – Fui despertada dos meus pensamentos por umas das guardas. – Está na hora da princesinha ir se alimentar. – Disse isso com ironia enquanto abria-me a cela. Como se podia ver éramos tratadas com muito respeito. — Para a próxima vê se limpas bem os ouvidos para conseguires ouvir a sirene. – Estava tão distraída com os meus pensamentos que não tinha ouvido a sirene que anunciava as nossas refeições.
Dirigi-me ao refeitório em silêncio, pois tenho de continuar com um bom comportamento se quero depois passar uma tarde em casa.
Peguei num dos tabuleiros e serviram-me com o pequeno-almoço, o que era delicioso (ironia), era papas de aveia. Isto parecia mais o cerelac que comia em bebé, e já lá vão a mais de dez anos.
Sentei-me em umas das mesas, menos ocupadas, numa das pontas, e comecei a comer aquela maravilha que me foi servida.
Pov.Edward
O alarme suou, sinonimo de ir tomar o pequeno-almoço, apesar de não ser muito delicioso mas não se podia também exigir um pequeno-almoço inglês ou até mesmo americano repleto de ovos e torradas, panquecas com caramelo, que só pensar nisso já fazia água crescer na boca.
Antes de vir parar para este calabouço, em casa dos meus pais havia sempre na mesa ao pequeno-almoço um prato cheio de panquecas feitas pela minha mãe, o que para mim eram as melhores do mundo. E por vezes quando sobravam a meio da noite ia deliciar de mais umas juntamente com um copo de leite.
Que saudade tinha desses dias, pois agora só posso contentar-me com as memórias durante o resto da minha pena que ainda me falta cumprir, e tudo por burrice minha de dar confiança a pessoas que não deviam.
Já com o tabuleiro nas mãos, dirigi-me à mesa mais desocupada e sentei-me em umas das pontas. Eu não comunicava muito com os outros prisioneiros, isso fazia não me meter em confusões ou brigas que não me dizem respeito. Ao contrário de outros que saem daqui, depois dessas brigas, quase nenhum osso no sítio.
Terminei a minha refeição e fui colocar o tabuleiro nos carrinhos, e depois voltei a sentar-me até darem permissão para dispersar. Como os meus pais não estavam cá, então não iria ter visitas hoje, por isso talvez decidisse ir um pouco para o campo de jogos, pois um pouco de ar livre iria-me fazer bem.
***
Estava no exterior há quase duas horas, sentado num canto à sombra, pois as temperaturas estavam um pouco elevadas, podendo rondar os quase trinta graus. Preso nos meus pensamentos quando a ave rara do jardim zoológico, pois no meio de tanto gorila ainda havia uma raridade com nome e sobrenome, Lafayette Reynolds. Pois só pelo nome já ficávamos um pouco intrigados, mas ao vivo digo que aconselho a quem é do sexo masculino fugir pois ele não nos larga, sempre atras de carne fresca.
Eu quando cá cheguei parecia que andava com um cãozinho atras, ele não me largava. Tive que ir quase às trombas dele para ele largar o meu pé. Mas agora ele já não se aproxima de mim, eu também pouco costumo sair da minha sela, logo não me cruzo muito com aquela ave rara.
Agora é fazer tempo para a minha aula começar, só espero que a raridade não tenha tido a ideia de também fazer aquele curso.
Pov.Bella
Estava na minha cela a terminar-me de vestir, e eu consegui esta roupa, porque dias antes fiz um telefonema a uma grande amiga que ma trouxe. Rocket, é como gosta de ser chamada, isto devido a ela ter tanta energia como um foguete prestes a descolar, pelo menos foi essa a justificação que os colegas que andaram com ela na escola lhe deram
Já preparada fiquei sentada na minha cama, à espera que me viessem buscar.
Passaram-se cerca de vinte minutos e finalmente apareceu uma guarda para me levar. Abriram-me a porta da cela, e encaminharam-me até à saída, percorrendo os corredores brancos, atualmente não tão brancos, e frios, e sempre com a guarda a meu encalço. No fim desse percurso colocaram-me dentro de uma carrinha de transporte e após a porta fechada, só senti a carrinha se movimentar, o que significava que estávamos a caminho.
***
A viagem estava a tornar-se bem longa, estava a ficar sem paciência, apesar de nunca a ter tido, mas tinha que dar o desconto a prisão para onde ia não era propriamente perto da de onde eu estava, era noutra cidade de New York, mais de duas horas de caminho.
***
Não sei quando tempo estive dentro desta gaiola enclausurada, pois só reparei que tínhamos chegado quando abriram a porta e de imediato os raios de Sol entraram para o interior da carrinha acordando-me, devia ter adormecido.
Sai da carrinha, sempre muito bem acompanhada, e entramos por uma das portas daquela prisão. Estava totalmente desorientada, não sabia népia de onde estava, ou seja, não teria resultado se tentasse a minha fuga aqui.
Seguimos caminho pelos corredores atravessando sempre os portões de grades de metal, contendo sempre um “porteiro” com uma cara de poucos amigos, se for isso eu podia- me juntar a eles, pois eu também não tenho muitos lá fora. Numa dessas portas que passamos existia um relógio na parede que marcava 9:15.
Ainda era muito cedo, e nada melhor do que ter aulas de logo de manhã.
Pov. Edward
Estava agora encostado na parede da minha cela, quando vejo um grupo de guardas a levarem alguém, pelo que parecia o nosso “Stor” tinha chegado. Espera um pouco!! Foi impressão minha ou aqueles cabelos eram um pouco compridos? Das duas uma: ou tínhamos aqui um professor género Bob Marley ou então veio para cá um travesti.
Pois não me surpreendiam que os
guardas arranjassem um professor desses para nos lixar a vida como noutras tantas vezes. Mas por favor já não bastava a gaivota que anda nesta prisão e ainda temos que levar com mais outro. Mas se queria respostas tinha que esperar para ver.
- Cullen! – Virei para onde vinha a voz – Está na hora da aula, o recreio já terminou. – Disse o guarda.
Desencostei-me da parede, sem pronunciar uma única palavra, desloquei-me até à saída da minha cela para ser transportado até à minha sala.
O percurso até a sala foi feito em silêncio. Ao chegar lá vi que já continha alguns alunos dentro, até que não eramos uma turma pequena. Fizeram-me sentar numa das primeiras filas da sala, e acorrentaram-me o meu braço a uma corrente que estava presa a um gancho do chão.
Esperei até a turma estar completa, mas o meu sossego terminou quando a ave rara daqui da cadeia atravessou a porta, só me faltava mais esta. O que um pãozinho sem sal vai para cá fazer, ele ao menos tem cérebro para assimilar a informação que vai ser dita na aula? Julgo que não, mas estou cá eu para ver.
Pov. Bella
Sempre bem acompanhada por guardas passei por algumas celas, mas não conseguia ver quem estava no seu interior, pois tinha uns baço espelhos que me tapavam a vista.
Antes de ir para a minha aula, fui levada para uma sala onde estava o responsável por esta prisão e passou-me ordens sobre como deviam ser as minha aulas e como iam se proceder. No final do blá blá blá todo entregou-me uns livros e papéis necessários para se dar uma aula.
Agora era hora de ir dar a aula.
Pov. Edward
A sala até que esta semelhantes às salas de quando eu frequentava a escola. Secretarias individuais e cada uma com a respetiva cadeira, uma secretária maior à frente das nossas e por trás um grande quadro branco. Não haja dúvida, até capricharam.
Minutos depois entrou uma pessoa acompanhado por uma guarda, não dava para ver a pessoa pois o guarda esta à frente. Mas, assim que o guarda sai da frente e deixou a pessoa na sala é que eu vi que o dono daqueles cabelos compridos que passou pela minha cela era a nossa professora.
Era 100% mulher sem qualquer indício de algo masculino naquela linda cara, ou naquele desejável corpo, e que corpo, parecia uma montanha russo com tantas curvas que possuía e eu estou já na fila para ir dar umas voltas nela, mal posso esperar pela minha vez.
A pesar dela se encontrar com roupas pouco chamativa dava, mesmo assim, para se ver bem os atributos que aquela deusa continha por debaixo da roupa e que de momento não me importava que ela a tirasse.
Olhei com mais atenção para ela e foi então que vi que ela segurava uns livros à frente do peito e que as mãos estavam algemadas.
Um sorriso matreiro apareceu no meu rosto, afinal aquilo não era uma deusa mas sim uma pequena diabinha. Acho que nunca aproveitei tantas as aulas como vou aproveitar esta.
-Boa aula. – Falou o guarda indo para a porta da sala, ele podia ter a certeza que da minha parte seria uma esplêndida aula.
Depois da saída do guarda fiquei a inspecioná-la melhor: ela tinha uns doces e picantes olhos cor de chocolate, talvez como chocolate com pimenta; um cabelo longo num tom castanho mais escuro que os dos olhos; uns lábios rosados que deviam ser tão apetitosos como um morango suculento em que só dá vontade de os provar; uma pele num tom claro e de certeza delicada e suave ao toque; continha umas pernas, que pelas justas calças eram, bem torneadas e que dariam uma volta perfeita à minha cintura enquanto eu a imprensava contra o quadro; umas ancas que seriam perfeitas para os movimentos da dança do ventre; uma barriga lisa; e por último, mas não menos importante uns seios, que davam para ocupar as minhas mãos com eles, e talvez para outras coisas… e tudo isto comportado num “pacote” de um 1,65m ou um pouco mais talvez.
Mal podia esperar para as explicações particulares.
Pov. Bella
E cá estou eu, na sala com a minha turma pronta para dar a minha primeira aula, até que não era uma turma muito pequena.
Passei a vista pela turma toda, e posso concluir que há um pouco de tudo, desde criminosos assustadores até prisioneiros que te perguntas que crime é que eles devem ter cometido, talvez tenham pago a renda do apartamento atrasada.
No meio deste galinheiro todo, vi um deles que se destacava mais que os outros, também pudera, com as bugigangas que ele trazia, desde a pulseiras, colares, brincos até trazia um lenço na cabeça.
Continuei a minha vistoria e os meus olhos encontraram-se com um par de olhos verdes e intensos. O dono desses olhos, posso assumir que era um pão, que estava embalado num belíssimo pacote, como estava sentado não dava uma perspetiva da sua altura mas devia rondar os 1,80 metros talvez até mais, via-se que era portador de um bom atlético, o cabelo num tom de cor de mel e uns olhos verdes mas com uns ligeiros risco cor de âmbar. Também percebi que era um criminosos daqueles bem charmosos, que não nos importaríamos que eles nos assaltassem e fizesse connosco o que bem intendessem.
Talvez como professora eu possa dar umas aulas particulares a esse tal aluno, pois eu tinha a certeza que iria-me divertir, e muito.
Ser professora tem as suas regalias.
Notas finais
Fiquei muito feliz com o reviews.
Sei que demorei, era para ter sido postado mais cedo e até tive de férias duas semanas, só que iria ter teste intermedio a seguir às férias.
Espero que me compreendam, eu tentarei que o próximo capítulo seja postado em breve.
Bjs
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