Complications In Love
8 Chapter 7 - Friends...
Notas iniciais
Elena
As semanas foram passando e meus encontros com o moreno aumentaram, e mesmo com várias vezes nos vendo nunca perguntamos os nomes um do outro, acho que os dois concordamos que o nome pode nos aproximar mais.Na verdade nós basicamente não estamos precisando saber nomes porque ele me chama de pequena e eu bem eu chamo ele cada dia diferente, porém sempre que ele me chama de baixinha ou pequena eu o chamo de grandão.
O problema agora é que nossa relação já saiu da cama e depois do sexo ele fica comigo olhando televisão, o que antes me incomodava agora se ele não fica sinto falta.Somos amigos...Com alguns benefícios, um relacionamento que pode dar certo já que nenhum dos dois querem se apaixonar agora.
— Pequena? — escuto ele sussurrar rouco perto do meu ouvido.Sorrio e viro-me para encara-lo.
Agora já é tarde e ainda estamos aqui, deitados juntos na minha cama.Não abro meus olhos, no entanto sinto os dele me encarando infinitamente.
— Ahn? — murmuro ainda sem olha-lo.
— Você...Sei lá não está achando que está fora do controle...? — pergunta.Abro meus olhos e encaro-o com um sorriso divertido.
— Eu não — meu sorriso morre, pisco algumas vezes antes de falar.— Você...Você acha? — ele sorri lindamente.
— É claro que não — beija meus lábios de leve, mas logo se afasta.— Pequena eu só queria saber como você está se sentindo sobre isso, lembra você quem manda — sorrio tímida.
— Vamos olhar um filme? — digo animada, ele sorri e assente.— Preciso de um banho — levanto da cama, mas a mão do moreno me impede se sair.— Que foi?
— Posso ir junto? — pergunta sorrindo maliciosamente para mim.
— Talvez....— em um salto ele está em pé ao meu lado sorrindo enquanto me arrasta para o meu banheiro.— O senhor já está se acostumando com o meu apartamento, sabe direitinho onde ir — ele solta uma risada gostosa.
Entramos em baixo da água morna, deixando-a escorrer pelos nossos corpos.Nossos olhos encontraram-se e já não conseguimos mais desviar, eu estava completamente hipnotizada.No pequeno espaço, sentia a sua presença por todos os lados e o cheiro do seu perfume misturado com sexo invadia-me as narinas, deixando-me inebriada.
Não sei quem deu o primeiro passo, mas quando dei por mim estávamos abraçados, no meio do banheiro, com nossas bocas coladas uma na outra.Eu gemi em sua boca e agarrei-o pela nuca, enlaçando os seus cabelos rebeldes com meus dedos.Ele puxou-me mais contra seu corpo e aprofundou o beijo, e ao mesmo tempo me encostou na parede.A sua língua invadiu minha boca, passando-a em todos os cantos.Ele percorria cada canto da minha boca, nem deixando-me respirar.Ele se afastou um pouco de mim e encarou-me, as pupilas dilatadas e a respiração entrecortada.
— Céus o que você tem que me prende a ti?
Sua boca invadiu novamente a minha me impedindo de responder sua pergunta.Mordeu meu lábio inferior, enquanto respirava entrecortadamente.Suas mãos subiam e desciam pelo meu corpo enquanto lentamente ele ia traçando uma linha de beijos da minha boca a minha clavícula.
A sua boca caiu no meu pescoço, com beijos úmidos, que deixaram minhas pernas bambas.Deslizou lentamente para meu ombro onde distribuía mordidas de leve em cada pedaço de pele.
Ele olhou para mim mordendo os lábios.Nossos corpos estavam tão perto que pude sentir sua ereção na minha barriga o que me fez soltar um gemido baixo.
— Como eu te desejo...
— Anda logo — murmuro fazendo-o rir baixinho.
Foi quando olhei para seu rosto que o vi rasgando a embalagem do preservativo que nem sei da onde tirou e logo depois cobriu seu pênis, que parecia estourar de tão duro.Senti ele agarrar-me pelas coxas, elevar-me e encaixar seu membro na entrada da minha intimidade.Foi entrando lentamente dentro de mim, até entrar completamente dentro de mim, preenchendo-me toda.Começou com as investidas, deixando-me louca.
— Ahh....mais....
Nossos gemidos faziam eco em meu banheiro, enquanto nossos corpos se movimentavam numa fúria louca.Sua boca caiu nos meus seios volumosos, procurou até encontrar os bicos inchados.Colocou-os na boca, chupou-os e mordeu-os até me fazer gritar.
Senti seus movimentos cada vez mais fortes dentro de mim.A água escorria pelos nossos corpos colados.Os espasmos invadiram os meus músculos, apartando ainda mais seu pênis, como se não quisesse o largar nunca.Gritei alto sem me controlar.
— Deus eu não me canso de fazer isso com você...
Ele apertou minhas nádegas contra ele, deixou um grito rouco escapar e gozou dentro de mim, deitando a cabeça no meu peito, onde meu coração batia acelerado.Olhei para ele e vi um olhar risonho em seu rosto.
— Meu Deus que loucura — inclinei-me e beijei seu lábios suavemente.
Ele arrancou o preservativo e voltou a me encarar, aqueles olhos azuis invadindo-me a alma com profundidade.Acariciou-me os cabelos molhados e beijou meu rosto todo, a testa...as pálpebras....as bochechas...o queixo....até chegar nos meus lábios.Sua língua percorreu o contorno da minha boca, devagar, deu-me pequenos beijos.Confesso que não esperava isso dele, não depois do que acabamos de fazer, mas era bom e eu não queria que ele parasse.
O resto do banho foi calmo e devo confessar que até foi um pouco carinhoso, enquanto meu cérebro me dizia para afasta-lo que estava indo longe demais, meu coração dizia para continuar com isso, sua presença é boa.Gosto da sua amizade.
— O que vamos assistir? — ele pergunta, curioso.
Estamos os dois na cozinha, ele sentado me observando enquanto faço pipoca.Olho para ele e sorrio.
— Não sei — ele ri e vem até mim, me abraça por trás cheirando meu cabelo.— É melhor o senhor voltar para a sua cadeira....
Ele me vira, aprisionando-me contra seu corpo.Seu cheiro me inebria quando se aproxima colando seus lábios nos meus, de inicio um beijo calmo que logo vai se tornando em algo mais forte.Um cheiro forte me faz afastar ele e virar-me para o fogão com os olhos arregalados.
— Droga — grito desligando o fogão rápido.— Você me fez queimar a pipoca! — o olho carrancuda, ele ri.
— Sou inocente — levanta suas mãos em rendição.
— É tão inocente...— ironizo o fazendo rir ainda mais.
— Não fiz nada...
— Agora não vai comer porra nenhuma!
— Não seja má, pequena — se aproxima de mim, mas o afasto.
— Não adianta vim querer pedir desse seu jeitinho, porque não tem mais pipoca pra você.
— Que jeitinho? — sorri de canto.
— Querendo ser todo carinhoso, se fingindo de inocente...— ele me cala com um beijo inesperado.— Você tem que parar de me beijar do nada — murmuro contra sua boca.
— Não consigo evitar.
(*-*-*-*-*)
Depois que ele vai embora, ligo para o Danny.Por mais que eu não queira saber do Adam preciso saber que meu amigo não fez alguma coisa.Ele atende ao terceiro toque.
— Elena Gilbert ligando para minha humilde pessoa à está hora.O que houve? — rio baixinho.
— Oh Danny, pare com isso.Sabe que te amo maninho.
— Eu sei gata.Mas agora sério aconteceu alguma coisa?
— Eu que pergunto você o viu de novo?
— Talvez...Nós tenhamos nos encontrado perto da sua casa e discutimos um pouco...— sussurra.
— Danny! — digo assustada.— Você está bem né?
— Claro que estou — um alivio percorre meu corpo de cima a baixo.— Mas ele não escapou de ouvir umas boas.
— Você não existe.
— Existo sim, porém sou único.
— Convencido.
— Oh assim você parte meu coração — diz rindo.
— Tchau Danny, tenho que encontrar a loirinha amanhã cedo.
— A vadia vai mesmo se casar?
— Sim.
— Ela nem me ligou, vou matar essa Caroline. — rio.— Tchau mana.
Desliga.Vou para o quarto e me deito na cama, antes de deixar o sono se apoderar de mim vários pensamentos dançam em minha cabeça.Por fim desisto e deixo-me ir.
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