Complications In Love

15 Chapter 14 - Half-sister


Notas iniciais
Oie meninas *w* É seguro aparecer? Desculpa a demora a culpa não foi minha, culpem minha internet maravilhosa. Esse capítulo está mil vezes melhor que o passado como eu prometi. Não respondi todos os comentários ainda e mais uma vez por culpa da minha internet, mas obrigada a todas que comentaram. Espero que gostem...

Damon

Minha "irmã" depois de uma semana a ignorando parou de me ligar, porém ainda tenho a sensação de que a qualquer hora ela pode aparecer aqui.Eu ás vezes tenho vontade de atender o maldito celular e descobrir o que ela quer, mas pensar que gastarei minha paciência com ela me faz descartar essa ideia.Você deve pensar, mas ela é praticamente sua irmã porque não quer falar com ela? Bem talvez se eu não tivesse sido afastado dela quando tinha 12 anos eu teria bem mais afeto, porém eu guardo toda a raiva e a magoa que tenho do pai dela e acabo descontando tudo em cima dela.

Tive uma infância bem difícil, mas não sou daqueles caras que usam isso para encher a cara ou para mandar nas mulheres, nunca nem cogitei a hipótese de fazer uma dessas duas coisas.Quando minha mãe se casou de novo e claro que não a culpo tanto por tudo que aconteceu pois como ela iria saber que seu novo marido seria um bêbado daquele tipo agressivo.Eu tinha um calendário que usava para marcar todos os dias em que ele aparecia bêbado em casa, eu decorei.Todas as terças e sextas-feiras ele chegava em casa com aquele fedor de álcool subia as escadas e entrava no meu quarto com ódio batendo a porta e jogando coisas no chão.Não posso me vangloriar e dizer que aos 5 anos eu era forte porque eu não era, então quando ele entrava no meu quarto eu sempre estava encolhido em volta das minhas cobertas chorando baixinho porque sempre sabia o que me aconteceria depois.

Com o tempo o choro foi diminuindo, porém ele continuava bebendo todas as terças e sextas subia as escadas entrava no meu quarto e me batia sem piedade, uma coisa que sempre admirei nele era que mesma com essa raiva que ele tinha nunca, jamais ele me bateu no rosto, acho que era o medo de que as pessoas vissem.Mas não é isso que eu admiro, e sim o seu autocontrole mesmo estando com raiva ele se controlava e assim eu aprendi a me controlar.

Então na verdade eu não tenho raiva da minha meia irmã, tenha raiva do pai dela que bateu e me mandou embora quando eu tinha 12 anos, dois anos depois que ela nasceu.Morei com minha tia até a faculdade em Londres e só voltei para Nova York quando decidi que minha clínica seria aqui.Foi bom, mas gostaria de ter ficado perto da minha mãe.

(*-*-*-*-*-*)

— Bom dia...— escuto a voz da minha morena murmurar perto do meu ouvido e depois beija-me de leve no pescoço.Abro os olhos com preguiça e sorrio para ela.
— Bom dia princesa, acordou animada? — sorrio debochado, ela me dá um tapa e depois acaba rindo.— Você é forte pequena...— troco nossas posições ficando por cima dela que sorri maliciosa.

— Você não cansa? — sua voz sai em forma de gemido quando beijo o vale entre seus seios.

— Dê você? Nunca.— beijo sua boca aproveitando o momento em que ela a abre para respirar e adentro sua boca com a minha língua.Nos beijamos por pouco tempo, pois logo a campainha soa no apartamento.Me afasto dela que sorri e me jogo no seu lado.— Porque isso sempre acontece comigo? — ela ri e corre para pagar um roupão.

— Você é um cara de sorte Sr.Salvatore.— beija meus lábios e vai para a sala.
Demoro um pouco mais na cama e depois vou direto tomar um banho.Me arrumo em tempo recorde e saio do quarto encontrando Caroline chorando enquanto Elena a abraça.

— Que foi loirinha?— pergunto mantendo uma distância segura dela, vai que ela se revolte contra mim também?

— O...

— O Klaus fez merda resumindo, porque vocês homens sempre tem que beber mesmo? — Elena diz rápido de um jeito que ela só faz quando está braba, tipíco de Elena Gilbert se a loirinha está braba ela fica também.

— Em minha defesa quase nem bebo...Já o Klaus, o que ele fez?

— Ele me traiu...eu vi.— Caroline diz soluçando, Elena a abraça mais forte.

Mas que porra, porque razão aquele idiota foi trair a Caroline?Já disse pra ele mais de 100 vezes para sempre tratar a Car com respeito porque ele nunca vai achar outra igual e ele nunca me escuta.Mas hoje ele vai.

— Você sabe onde ele está?— digo com raiva.

— Deve estar no apartamento....

— Já volto.— caminho até a porta, porém a pequena mão da Elena me segura no braço.

— O que vai fazer?— ela me olha com aqueles grandes olhos castanhos.Sorrio e passo a mão pelo seu rosto.— Damon...

— Calma amor, só vou fazer ele aprender a não tratar mal essa loirinha.Odeio quando o Klaus faz essas merdas e deixa ela chorando.— ela fica na ponta dos pés e me beija com ternura.

— Você não existe...— diz com os olhos fechados.

— Lena não sou perfeito, mas odeio ver ela assim...

— Damon...posso te pedir uma coisa? — concordo com a cabeça e ela sorri perversa.— Dá um tapa forte, mas bem forte mesmo na cara do Klaus? Eu mesmo iria no entanto deixar ela aqui sozinha está fora de cogitação...

— Elena por você eu quebro até as pernas dele.— ela sorri.

— Ou você podia cortar o pau dele pra nunca mais ele colocar em outro lugar.— ela sussurra me fazendo arregalar os olhos.

— Me lembra de nunca trair você pequena...— abraço ela e lhe dou um selinho.

— Você não vai querer fazer isso.— ela ri, me dá um beijo e fecha a porta.Sorrio igual bobo quando entro no elevador.

É realmente.Damon Salvatore você está completamente apaixonado por aquela morena.Só falta eu ter coragem de contar isso pra ela.Mas e se ela não sentir o mesmo? Se ela não me quiser mais quando souber? To parecendo uma adolescente com os sentimentos em conflito, não que eu entenda sobre isso.

(*-*-*-*-*-*)

Elena

Estou me sentindo com 15 anos quando eu ficava com a Caroline apenas xingando o Tyler, mas o tempo passou e eu realmente não queria consolar essa loirinha porque agora não é um namorado qualquer é o noivo dela.E também porque não consigo agir sobre pressão.

— Car pelo amor de Deus me diz exatamente o que você viu ele fazendo.

— Ele disse que ia sair um pouco porque tinha que resolver algumas coisas, mas daí ele começou a demorar muito então decidi sair um pouco e fui em um barzinho que tem ali perto.E...E quando eu cheguei ele tava saindo do bar com uma garota um pouco parecida com você e estava tão bêbado que nem me viu...Ai Elena...— ela coloca a cabeça no meu ombro e chora ainda mais.

— Você pelo menos conversou com ele?

— Claro que não!— grita levantando em um salto.— Por qual razão eu falaria? Eu não quero saber como foi a noite dele...Só quero esquecer.

— Caroline eu não sei o que falar, meus relacionamentos são bem mais complicados que isso e não me forço a esquecer porque eu aprendo com meus erros.Você não quer passar o resto da vida pensando que poderia ter mudado tudo se tivesse pelo menos dado uma chance pra ele falar seja qual for a merda que ele fez? Se tem que odiar que odeie pelos motivos certos que são os que sairão da boca dele.— meu celular começa a tocar me fazendo sorrir internamente e ir correndo atender deixando ela sozinha chorando baixinho.

— Lena...— suspiro ao ouvir a voz do Damon.Olho para a loirinha de soslaio e caminho para o meu quarto.

— Damon por favor diz que achou ele...

— Achar, eu achei.Mas não sei se vai fazer diferença, além de estar completamente bêbado ele não para de chorar.— resmungo baixinho e o moreno ri.

— Não ri de mim, estou ficando louca com a Caroline chorando...Só trás o Klaus aqui por favor...

— Tudo bem, meu amor.Vou arrastar ele até ai.— solto o ar que até agora nem tinha percebido que estava prendendo.

— Obrigada.— sorrio de leve.

— Tchau meu amor.

(*-*-*-*-*-*)

Demorou, mas por fim quando Damon chegou aqui com o Klaus e ele gentilmente explicou a situação, Caroline perdoou ele e voltou pra casa.Eu vou culpar a Car eternamente por ter me feito perder uma rodada de sexo matinal com o Damon só porque ela foi precipitada e duvidou do noivo dela.Na verdade o Klaus não traiu ela, aquela criatura que eu não sei o nome é a prima dele que veio ajudar no casamento e eu fiquei sorrindo falsamente por quase meia hora.

— Damon...— o chamo fazendo biquinho.Rolo na cama me sentindo completamente entediada

— Acho que tem uma morena muito carente aqui.— escuto a voz dele e logo seu corpo aparece fazendo um calor conhecido passar pelo meu corpo.Devagar ele caminha como se eu fosse uma presa fácil, seu andar confiante, os lábios puxados em um sorriso, as sobrancelhas levemente arqueadas, os cabelos desgrenhados.Tudo isso só o fez ficar mais sexy que o normal.Sorrio maliciosamente para ele que retribui se sentando no meu lado.

— Oi...— murmuro me aproximando lentamente para roçar nossos lábios de leve. Damon agarra meu quadril puxando-me para seu colo onde ataca minha boca com urgência, sua língua afunda da minha boca.Um gemido abafado escapa pelos meus lábios..— Parece que não sou só eu que está carente.

— A loirinha me atrapalhou hoje mais cedo.— ele sussurra perto da minha boca, para depois sugar meus lábios lentamente fazendo uma tortura deliciosa.
Damon puxa minha blusa devagar roçando seu dedos pela minha pele recém exposta deixando rastros de fogo por onde seus dedos passam.Ele sorri satisfeito assim que termina de arrancar minha blusa e tirar meu sutiã deixando meus seios livres para ele.Lentamente ele desce seus beijos pelo meu pescoço chupando e mordiscando jogo minha cabeça para trás deixando caminho livre para ele seguir seu caminho de beijos e assim ele faz.Damon continua descendo até chegar nos meus seios alternando entre lambidas e chupões, qualquer movimento que ele fazia com aquela boca em meus seios um gemido baixo escapava pelos meus lábios o fazendo sorrir vitorioso.

Estar com o Damon me faz esquecer tudo e todos que estão longe do nosso alcance e nesse momento com os lábios quentes dele pressionando os meus tudo que eu consigo pensar é em como eu preciso dele, preciso de um jeito diferente, não apenas só o sexo eu quero estar com ele em momentos sem importância.Em um movimento rápido ele me deita na cama com calma ficando por cima, sua ereção se esfregando em um ponto que tanto necessita da sua atenção por cima do meu minúsculo short que ele logo trata de tirar levando junto minha calcinha.

— Não é justo...— murmuro ofegando quando sinto seu hálito perto da minha intimidade molhada.

— O que não é justo? — sussurra com um sorriso de lado e logo depois sua cabeça cai no meio das minhas pernas me impedindo de responder.Seus lábios estavam em mim, sua língua dentro de mim, lambendo e empurrando através das minhas dobras úmidas. Lento no começo, depois mais rápido, parando apenas para tocar a língua levemente em meu clitóris sensível, me torturando ainda mais. Um gemido escapou dos meus lábios como um choque elétrico percorreu a minha entrada e meu sexo se apertou com a necessidade dele.

— Damon...Você dentro de mim, agora! — não foi um pedido e ele sabe disso, pois tratou de tirar sua bermuda jogando-a longe junto com a sua cueca.Ele subiu sobre mim de novo e capturou meus lábios em um beijo quente.

Estava ansiosa para retribuir o que ele acabou de fazer, porém ele me impediu.Sua ereção estava entre as minhas pernas.Levantando meus quadris e pressionando minha intimidade nele, ele entrou em mim em um movimento rápido.Um gemido rasgou dos lábios de Damon quando ele empurrou toda a sua ereção em mim e começou a empurrar em movimentos longos e duros. Meu sexo começou a apertar sobre ele, como ele cresceu marginalmente dentro de mim e eu ofegante de prazer, o choque de quão grande ele estava quase me fazer vir. Olhei nos olhos dele e meu coração deu um salto, fui estúpida de não perceber, eu gosto dele muito mais do que conseguiria admitir.E com a convicção de que sim, eu realmente estou apaixonada por ele passo minhas mãos em sua nuca e trago sua boca para perto da minha, seus movimentos se intensificam enquanto nosso beijo transmite todos esses sentimentos escondidos.

— Você é perfeita e minha.— ele sussurra contra minha boca, eu fechei os olhos e apertei sua ereção. Ele pulsava entre as minhas pernas e sua respiração acelerou, sinalizando a sua libertação iminente.Com um último estremecimento, eu me entreguei a ele com todo o meu ser despedaçado em torno dele em pedaços.Muito fracamente, senti a mão no meu clitóris enquanto ele pulsava dentro de mim, uma vez, duas vezes, com o meu nome em seus lábios.Nossos corpos começaram a se fundir alegando nosso clímax juntos como um só.

(*-*-*-*-*-*-*)

Damon continua com suas mãos firmes em minha cintura enquanto eu faço círculos com os dedos em seu peito.Mesmo com todo o cansaço não consigo dormir e pelo jeito ele também não, ele parece inquieto como se tivesse alguma coisa o incomodando.

— O que houve? — murmuro baixinho levantando a cabeça para olhar nos seus olhos, ele sorri de lado e passa a mão de leve pelo meu rosto.

— Não houve nada, é só...— ele hesita e tenta me convencer sorrindo, nego com a cabeça e ele suspira e continua.— É a minha meia-irmã, ela quer vir passar um tempo comigo.

— Isso não é bom?

— Não sou muito apegado a ela, é uma longa história que um dia eu prometo que te conto.É só que eu estou feliz aproveitando meu tempo com você não quero ela aqui pra atrapalhar.— ele beija meus cabelos e um sorriso bobo escapa dos meus lábios.

— Eu também quero aproveitar, mas ela é sua irmã e não quero ficar entre isso...

— Meu amor quando eu digo que não sou apegado realmente não sou, convivi no máximo dois anos com ela e bem não sei se ela se lembra de quando tinha 2 anos de idade.— beija a ponta do meu nariz e me puxa mais contra seu corpo.— Só fica aqui comigo e esquece ela...— murmura, sorrio de leve.

— Isso é fácil, eu esquece tudo quando estou com você.— beijo seus lábios de leve e deito minha cabeça em seu peito.

(*-*-*-*-*-*)

Damon e eu estamos deitados sobre a grama com os raios de sol batendo em nossos rostos, sua mão segura minha cintura em um gesto possessivo enquanto seus lábios beijam minha boca levemente.Um sorriso bobo surge em meus lábios quando ele se afasta.

— Quero passar o resto da minha vida com você e espero que nada nem ninguém estrague isso...Eu te amo Elena...— murmura sinto sua mão em meu rosto.

E depois eu acordo...Damon me encara seus olhos o denunciando que estavam me olhando por um bom tempo, me estico e beijo o canto da sua boca.

Notas finais
Espero que tenham gostado... Quem sentiu pena do pequeno Damon? :-( E essa irmã dele? Será que ela vai atrapalhar alguma coisa? Comentem bastante, favoritem, recomendem... Bjss lindas, até o próximo...