Notas iniciais
N/Chase_Aphrodite: Hi guys! Então... Escrevi a parte do cerimonial e tals, espero que gostem! Então, agradeço aos Druidas, Wicca, Quileutes, Cherokees, Maçons, e a minha imaginação junto ao que quer que tenham colocado na minha Coca na hora que eu escrevi. E de brinde, pela demora, algumas ceninhas Faberry!
PS: Quem está chocado com o acidente da Quinn e quer matar o Ryan Murphy?
Enjoy!
Kiss

Rachel acompanhou o grupo de senhoras pela floresta. As estrelas se destacavam entre as copas das árvores. Era uma visão impressionante, parecia que todas as estrelas eram visíveis assim como a própria Via Láctea.

Hiram Berry era um apaixonado por Botânica. Por isso, Rachel reconheceu os carvalhos. Era uma clareira envolta deles. O espaço limpo era pequeno. O local era tão calmo que Rachel podia ouvir o coração das Anciãs. Mas, algo em seu íntimo dizia que talvez isso estivesse ocorrendo pela proximidade da meia-noite.

— Um galho de Eucalipto, cortado com a permissão da árvore durante noite de lua nova. — a avó de Santana falou. — Para lembrarmos que no universo nada se perde. Tudo se transforma. Traçado junto a ele um pouco de Erva-Doce, Erva-Cidreira, Salvia e Lavanda. Para purifica-te e ajudar a manter sua mente limpa. Afaste também os maus espíritos, e que apenas os Antigos Alfas possam entrar no nosso círculo. — dizendo isso ela acendeu as ervas no bastão que queimavam lentamente soltando um perfume suave. Ela se aproximou de Rachel e começou a “defumá-la” dos pés a cabeça devagar.

Rachel controlou o impulso de tomar o bastão de suas mãos quando Rosalinda se abaixou com certa dificuldade. A senhora de oitenta e sete anos sorriu e guiou Rachel até o centro da clareira. A morena se sentou fazendo perna de índio. Abuela afastou-se e a avó de Brittany, Sophie se aproximou sorridente. Começou a despejar o sal grosso rodeando toda a clareira em um círculo perfeito. Com cuidado traçou um pentagrama fazendo com que a pontas tocassem no círculo. Rachel estava exatamente no meio da estrela. As outras Anciãs começaram a colocar no círculo velas brancas e negras se intercalando. Quando todas foram acesas Rosalinda Lopez foi até a ponta Leste com uma vela amarela.

— Eu chamo o Ar ao nosso círculo. A autenticidade é algo difícil. A verdade pode ser dolorosa. Ser sincero consigo mesmo é admitir a si mesmo seus defeitos, falhas, e fraquezas. Que o Ar guie Rachel Barbra Berry para que ela seja autentica em todas as suas ações!

Rachel mordeu os lábios ao sentir uma rajada de vento em sua direção. A avó de Santana se moveu para direita, indo para o sul. Acendeu uma vela vermelha e colocou ali.

— Eu chamo o Fogo ao nosso círculo. A fidelidade é algo que poucos conhecem verdadeiramente. Uma relação que tem como base a confiança mútua depende da fidelidade de ambas as partes. Que o Fogo guie Rachel Barbra Berry para que ela seja fiel à sua Alcatéia! — Rosalinda voltou a falar.

Um calor suave tomou conta da clareira. Rachel pensou que era como aquele dia frio de Inverno em que se enrola em uma manta e fica junto à lareira com uma caneca de chocolate quente, apenas vendo o fogo crepitar e ouvindo sua avó contar histórias.

Rosalinda se moveu para a direita, indo ao Oeste. Uma vela azul foi acesa — Eu chamo a Água ao nosso círculo. A Sabedoria não vem com a idade, mas com acontecimentos. Algumas pessoas são sábias logo crianças, outras morrem sem tê-la. Que a Sabedoria esteja com Rachel Barbra Berry em todas as suas decisões.

Rachel respirou fundo quando o ar foi tomado por um aroma de brisa marítima. A avó de Santana caminhou a outra ponta. Sempre à direita. “Norte”, Rachel pensou.

— Eu chamo a Terra ao nosso círculo. Saber o que os outros sentem, compreender sua dor, e ajudar é algo complicado. Sentir empatia se tornou uma fraqueza nos dias de hoje. Mas, a compreensão é o que separa a Luz das Trevas. Respeitar o outro e o que nos impede de nos tornar monstros. Que a compreensão esteja com Rachel Barbra Berry em sua liderança.

O aroma de gotas de carvalho preencheu o espaço da brisa marítima e Rachel respirou fundo. Sua mente nunca esteve tão clara e ela tão concentrada.

Andando até a última ponta a mais velha das Anciãs acendeu uma vela roxa. — Eu chamo o Espírito ao nosso círculo. A Sinceridade nem sempre é vista com bons olhos. Mas, ela separa os bons líderes daqueles que caíram em desgraça. Que ela viva em Rachel Barbra Berry durante toda sua vida.

Uma espécie de onda de eletricidade passou pelo corpo de Rachel. Sua mente havia sido esvaziada. No momento seu próprio nome lhe escapava e tudo que havia em seus pensamentos eram as sensações da clareira. Instintivamente Rachel concentrou o olhar na pequena chama da vela roxa.

— Espíritos dos Antigos Alfas eu os chamo! — Rosalinda falou andando do lado de fora do círculo. — Entrem na alma desta jovem, e a ajudem em sua difícil missão. Guiem-na, protejam-na, e estejam com ela. Que quando ela correr pelas matas vocês vejam pelos seus olhos, sintam a terra em suas patas, e durante suas decisões que vocês mostrem-lhe o melhor caminho!

Rachel sentiu algo se expandindo dentro dela a cada inspiração. Como se estivesse dobrando, ou até mesmo triplicando seu tamanho. Seu coração bateu mais rápido acompanhando o crescimento até que tudo parou. Os olhos de Rachel se elevaram a lua que estava quase em sua posição mais alta.

— Obrigada Espírito, Terra, Água, Fogo e Ar. Libero-os. — A latina falou encerrando a Cerimônia.

Lentamente as velas foram apagadas e o Sal Grosso removido por água corrente. Rachel se levantou devagar, ficou imóvel onde estava. O poder da Cerimônia ainda há afetava. Só acordou de seu torpor quando as Anciãs se aproximaram e começaram a despi-la. A morena olhou inquisidora sem conseguir produzir um som.

— Não se preocupe querida. — a avó de Quinn, Victória falou. — O Traje Cerimonial será vestido em ti pelas Anciãs. — A morena assentiu de leve e permitiu que as senhoras continuassem. Um vestido em estilo de toga grega abraçava o corpo bem trabalhado de Rachel. Branco com fios de ouro caindo em seu comprimento era feito da mais pura seda trabalhado nas mãos daquelas senhoras que apesar de sua frágil aparência já haviam estado em grandes batalhas. Rachel foi conduzida até o encontro de Russel Fabray. O traje muito lembrava o de Rachel, sua versão masculina era aberta no peito e os fios eram de prata. A morena respirou fundo ao ver como ele lembrava figuras de poder.

— Sabe o que fazer? — perguntou. Rachel assentiu. O homem-lobo se posicionou atrás de Rachel em sua direita. Como Líder do Conselho faria o papel do Alfa que há dezessete anos havia morrido.

Eles entraram na clareira de orvalhos desta vez. Rachel percorreu os olhos pelas duas fileiras que atravessavam a clareira e terminavam numa espécie de altar. Havia cerca de sessenta pessoas. Os homens estavam a sua esquerda e as mulheres à direita. Todos usavam trajes como o seu. Todos com prata ao invés de ouro. Respirou fundo e começou a caminhar ao longo do corredor com Russel em seus calcanhares. A cada passo que dava, os dois por quem passava na frente se curvavam. Brittany foi a primeira que reconheceu. Pouco mais para frente Puck. Helena estava alguns passos depois. Santana e seu pai eram os penúltimos e junto à pedra Quinn. Russel tomou o lugar à frente da filha se curvando também. Rachel analisou em segundos aquele altar sagrado. Lembrou-se das informações das Anciãs.

Flashback:

— Um heptágono perfeito feito de pedra estará ao fim do corredor. — Rosalinda explicava. — De cada lado uma virtude que deverá carregar. Em escritos rúnicos. Quando se sentir pronta venha perguntar-me a inscrição completa. Por hora basta saber que falam de Humildade, Compaixão, Paciência, Ética, Coragem, Lealdade e Honra.

Off.

Rachel se sentou em posição de meditação e fechou os olhos. Não havia um único ruído. Durante ao que a Alcatéia parecia uma eternidade e a Rachel apenas alguns segundos nada ocorreu. Ao longe se ouviu o badalar de sinos da Igreja. Um, dois, três... Santana mordeu os lábios contando. Quatro, cinco, seis... Brittany deu uma respirada longa, esperando. Sete, oito, nove... Os conselheiros se controlavam para não olhar em direção a Pedra Sagrada. Dez, onze... Quinn prendeu a respiração naquele último segundo. A décima segunda badalada veio.

Rachel sentiu-se crescendo, os braços e pernas retorcendo-se, os ossos quebrando para atingir a nova forma, o nariz alongando-se e a pele macia dando lugar aos pelos grossos e sedosos. Negros. Negros, como a noite, brilhantes também. Não doía como constatou Rachel. Era suave, como cair no sono. Sua nova forma era poderosa. Um lobo gigantesco do tamanho de um urso. Os músculos fortes contraiam-se e relaxavam acompanhando a respiração calma. As patas macias tocava a Pedra sentindo vibrações que a própria Terra emitia. Como se as pulsações de seu coração estivessem coordenadas com as do núcleo terrestre. Os pelos eriçavam e voltavam de leve acompanhando o vento. A visão de tudo se tornou clara. Como se sempre visse por um véu escuro e agora, finalmente, conseguisse ver claramente. Barulhos, pequenos ruídos da cidade chegavam em seu ouvido perfeitamente. O bebê chorando, a criança ressonando, o adolescente em seu quarto digitando escondido dos pais. E o olfato. Puck não estava enganado. Todos aqueles cheiros viam em suas narinas e seu cérebro os identificava sem problemas. E o mais maravilhoso dos odores... Tão perto. Doce como mel. Sua cabeça, grande e quadrada com um focinho comprido virou-se para o cheiro. Quinn. Sua Quinn. Aquilo nunca esteve tão forte. Minha, minha, minha. Somente minha. Eram as palavras que gritavam em sua mente. Não sentiu satisfação alguma de vê-la curvada em sua presença. O peito forte subia e descia. Os rasgos da roupa que usará se espalhavam pela mesa. Rosalinda apoiou na Pedra um traje idêntico dobrado.

Rachel desceu dá pedra devagar. Sentir a terra entre suas garras, sentir aquelas vibrações, saber o que ocorria a quilômetros. Uma sensação indescritível. Havia um terremoto numa escala tão pequena que os humanos não sentiriam acontecendo em Los Angeles. Mas, ela sentia. Caminhou devagar sentindo os olhares se levantarem para vê-la. Alguns assustados, outros de pura adoração. Quando terminou o percurso virou-se lentamente. Aqueles humanos permitiam agora que seus Lobos explodissem de dentro de si. Os olhos castanhos visualizaram o maravilhoso branco concluir sua transformação. Quinn.

A loba colocou a cauda entre suas patas traseiras. As orelhas pontudas caíram e o focinho apontava para o chão. Andando lentamente Quinn se postou diante de Rachel. Toda a Alcatéia havia se enfileirado atrás da loba branca. Rachel suavemente tocou seu focinho no de Quinn. Uma carga elétrica poderosa passou pelas duas fazendo os pelos se arrepiarem. Rachel ergueu devagar o focinho das duas. Os olhos verdes encontraram os castanhos. Elas não souberam exatamente quanto tempo passaram nessa posição. Anos, horas, segundos. Mas, naquele momento o mundo havia parado de rodar. E só havia Quinn e Rachel. Rachel e Quinn. E quando a loira em sua forma lupina deu a volta em Rachel retornando para seu lugar, as duas sentiram algo. Nem uma das duas queria nomear aquilo. Mas, existia.

Rachel entendeu porque o Sr. Fabray não havia se transformado. Ele era um pouco menor que ela. Seus pelos eram cinzas-escuro. Era assustador olhá-lo. Mas, em sua nova forma Rachel sentiu que ele não a trairia. Em nada. E quando Caleb, o último lobo, retornou à sua posição Rachel sentia cada um deles em sua mente. Não os ouvia. Mas, a presença estava ali. Algumas mais marcantes que outras.

Rachel andou de volta para a Pedra. Lembrando-se do conselho de Abuela, ela obrigou-se a relaxar e visualizar sua forma humana para iniciar a transformação de volta. O corpo se encolheu, os pelos reentravam na pele. Rachel respirou fundo. Sentia o rosto vermelho. Mas, a Alcatéia olhava para o chão respeitando seu corpo. A morena pegou a roupa que Abuela havia colocado ali. Vestiu-se. Era uma sensação incrível. Ser uma loba era... Era... Era como se ela tivesse nascido para aquilo. O resto da Alcatéia voltava a sua forma humana também se vestindo. Rachel desceu da Pedra e Oma se aproximou dela.

— Agora, minha Alfa. — falou com polidez. — Escolha a sua companheira.

Rachel não hesitou por um momento. Era natural para ela. Parecia que tudo aquilo estava em algum lugar da sua mente. Aproximou-se ficando perto da loira de olhos verdes. O cheiro de mel e baunilha a embriagava. Ela sorriu meigamente e abaixou segurando as duas mãos de Quinn e a levantou devagar.

Quinn sorriu para Rachel. O perfume de manhã de primavera nublava sua mente. Rachel. Rachel. Sua Rachel. Somente sua.

Rachel andou de costas puxando sua Quinn até o meio daquele corredor. Abuela e Oma se aproximaram. Oma segurou o cálice de prata. O vinho tinto ia até a metade. Abuela segurava a Atheme, adaga cerimonial.

— Rachel, sua mão esquerda. — A morena colocou a mão esquerda sobre o cálice. Rosalinda fez um corte atravessando a palma. O sangue escorreu misturando-se ao vinho. Rachel não desviou seus olhos dos de Quinn em nenhum momento. — Quinn. — A loira repetiu o movimento de Rachel. Abuela mexeu a taça de leve e entregou a Rachel. A morena deu um gole pequeno e entregou para Quinn. A loira bebeu e entregou à latina.

— O laço está selado. — Abuela falou. Russel se levantou e sorriu para as duas.

— Vamos à Caçada! — anunciou. Os outros gritaram em excitação.

A Alcatéia voltou a se transformar. Rachel deixou a Loba dentro dela explodir. Quinn, como uma loba branca, a olhou quase sorridente. E em tom de provocação entre as duas, mas para toda a Alcatéia que assistia era de puro amor. A loba branca passou a cabeça embaixo do queixo de Rachel devagar, levando o corpo em direção ao enorme ombro da loba negra. Até que a cauda peluda bateu no rosto de Rachel. A Alfa a olhou retribuindo o sorriso de Quinn. A Cheerio saltou em direção à floresta e Rachel correu atrás dela logo tomando sua frente. As duas corriam sorrindo entre elas em uma competição silenciosa. A morena estava feliz. Sentir suas garras cortando a terra. O cheiro da floresta invadindo suas narinas. E Quinn... Ao seu lado.

Rachel sempre pensava que não havia melhor sensação no mundo do que cantar em cima do palco. Mas, aquilo era um nada comparada a essas novas sensações.

Rachel parou de repente em sua trilha. Quinn cheirou-a preocupada, mas a loba negra sinalizou que estava tudo bem. A loira assumiu uma expressão de interrogação, e sua pergunta foi imediatamente respondida pelo estomago roncando da outra. Rachel colocou a pata dianteira direita sobre os olhos e baixou as orelhas envergonhada. Quinn latiu uma risada e enviou-lhe uma mensagem “Vamos caçar”.

A loba negra soltou um uivo de animação.

“Fique parada” — Rachel ouviu Quinn dizer em sua mente, não exatamente com palavras, mas podia sentir que essa era a essência da mensagem que a loira tentava passar — “Feche os olhos e ignore minha presença”.

“Como se fosse possível” — Rachel pensou com um grunhido, e sem querer deve ter enviado a mensagem para Quinn. Ela ouviu a loba branca dando um latido divertido e depois ordenar.

“Concentre-se” — tentou fazer o que era pedido — “E apenas ouça. Deixe seus instintos te guiarem. Eles são tudo que você precisa”.

Fingindo que Quinn não estava ali, a loba negra aguçou seus ouvidos tentando criar um quadro de todas as criaturas na floresta próxima, assim como dos sons que elas faziam. Ela podia ouvir sua alcateia se divertindo caçando, espalhados por todo o bosque. Ela podia sentir um grupo de cervos correndo ao longe, doze quartetos de patas batendo ao solo. Mas Rachel não achava que poderia caça-los. Não depois de ver Noah chorar por mais de uma hora quando a mãe de Bambi morreu. Foi quando ela pegou... Eles. Decidiu-se. Lançou-se para frente, ela estava finalmente correndo. Podia sentir Quinn logo atrás, lutando para lhe acompanhar sem interromper sua caçada. Rachel farejou o ar e confirmou o perfume, seguiu mais um pouco e... dois coelhos gordos saíram pulando de um arbusto, percebendo seu erro, tentaram voltar e ocultar-se na mata. Mas a loba negra saltou sobre eles antes que pudessem ter a chance. Foi uma morte rápida e limpa. Ela tentou usar isso pra confortar sua parte humana enquanto sua loba se deliciava com o despojo de sua caçada.

Quinn se aproximou dando-lhe um meio sorriso lupino. O jeito como ela olhava pra Rachel, aquilo parecia... desejo. Sentindo-se orgulhosa de si mesma, Rachel aproximou-se da loba branca e colocou um dos coelhos a sua frente. Quinn aceitou a oferenda e elas comeram lado a lado. Quando ambas terminaram Santana, Brittany e Puckerman se revelaram. Eles já estavam por perto há algum tempo, mas não queria abordar as duas enquanto elas se alimentavam por medo de Rachel considera-los uma ameaça. De muitas maneiras ela ainda era apenas um bebê. Um bebê de 300 kg, com uma força que nenhum deles podia igualar e a capacidade de rasgá-los em pedaços sem chance de defesa, mas ainda assim um bebê. Os três se aproximaram com cautela, mas Rachel parecia bem com sua presença. Depois que demonstrou isso jogando uma lufada de ar no focinho de Puck e soltando o que era pra ser uma risada, mas saiu como uma tosse latida, os cinco se divertiram brincando juntos pelo resto da noite.

O sol estava quase nascendo. Quinn tomou a frente andando satisfeita em direção a casa dos Lopez com Rachel logo atrás.

“Estou caçando ainda”. – o pensamento de Rachel veio em sua mente. Ela virou-se surpresa. Ela não parecia estar com fome. A loira notou a posição agachada de Rachel em sua direção. Um clique em sua cabeça. Rachel ainda estava caçando. Mas, parecia que desta vez, ela era a presa.

Com um salto Rachel jogou-se em cima de Quinn e as duas rolaram pelo chão, parando com a diva em cima da loba branca. As duas riram meio latindo. Quando a morena foi erguer a cabeça Quinn a segurou com a pata e passou a língua suavemente em sua bochecha. Rachel sentia-se corar.

”Lobos coram?” – pensou.

Quinn a derrubou e elas foram andando juntas até a casa do Lopez, chegando quase junto ao sol.

Quinn rolou no colchão de Santana. Naquele estado estranho entre o acordado e o sono. Por instinto se aconchegou no corpo pequeno a um metro de distância. O cheiro de tarde de verão preencheu suas narinas e ela afundou o nariz nos cabelos compridos e sedosos grunhindo satisfeita. A Alfa a abraçou em seu sono e a jovem Fabray suspirou feliz antes de adormecer completamente.

Notas finais
N/Chase_Aphrodite: Gostaram? Palpites do que pode acontecer? Alguém querendo queimar meu teclado?
Quanto a próxima atualização, vai demorar um pouquinho! Época de provas é a vida. Até o próximo capitulo! Beijoss