Como vai ser?
1 Capítulo 1 O sonho.
Finalmente! todos estão dormindo, eram duas da manhã e já estava na hora de colocar meu plano em pratica.
Cuidadosamente, tentei levantar da cama sem que as molas dela fizessem tanto barulho. Me sentei no chão do quarto e me encostei na parede ao lado da minha cama, puxei minha mochila de baixa dela, e abri para ver se estava tudo em ordem, logo a fechei e coloquei meus sapados e meu suéter. Levantei colocando minha mochila nas costas, e fui andando devagar até a janela.
Antes de ir olhei para o quarto que só me trazia lembranças angustiantes- É, realmente não irei senti saudades desse lugar infernal- Penso alguns segundos antes de pular a janela e de para no gramado. Respirei fundo ao sentir aquela brisa gelada que vinha da floresta. Sempre achei estranho o fato de que o dormitório feminino ficava de frente para ela.
Quando vou andando até ela devagar, ouço os cães do orfanato latirem. Olho para trás e eles estavam vindo em minha direção babando de raiva, acho que nunca foram vacinados. No mesmo estante subo na primeira árvore que vejo, em quanto os sarnentos estavam em baixo latindo e uivando, dei um longo suspiro ao saber que eles não conseguiam subir.
Olhei em volta e tive a brilante ideia de sair pulando de galho em galho pelas árvore, só até os cães irem embora. E assim começa a minha história...
(...)
Estava em meu quarto assistindo Netflix e comendo torta de caramelo, ouço passas de alguém vindo até meu quarto, na mesma hora levanto rápido e corro até a porta me escondo atrás dela, quando é aberta pulo na frente da mulher que estava tentado entrando.
— Buuuu! — Dou um grito, o que faz Toriel dar outro — Mamãe, a Senhora é tão fácil para se asustar- Digo em meio a risos.
Ela estava apoiada com uma das patas na minha pequena estante e a outra apertado um pouco contra seu peito e claro arfando bastante.
— Criança... V-você quer me matar? Eu sou tão ruim para você minha pequena? — Ela disse meio atordoada ainda pelo susto
— C-calma mãe, foi só uma brincadeira não seja dramática- Digo me sentindo mal pelo o que eu acabo de fazer, acho que sou uma péssima filha.
Corro até ela e abraço com todas as forças que eu tinha, e logo sinto a mesma retribuindo o abraço.
— MAMÃE TORIEL NÃO CHORA! EU TE AMO MULHER LINDA!- Grito para ela saber que estou arrependida, levantando o rosto e vejo ela com seu lindo sorriso, que conserteza ela tinha me perdoado.
— Então mamãe, o que aconteceu?- Pergunto curiosa para saber o que a traz a o meu humilde quarto.
— Nada de mas minha filha, vim saber se quer companhia? — Ela diz em um sorriso sereno.
Solto do seu abraço que me acolhia me fazendo esquecer de alguns problemas que ainda, meio recentes me fazem virar a noite pensando sobre. Mamãe sabe só o básico do meu passado sombrio. Acho que já está bom, pelo menos saber que estou segura com ela agora, e meu passado nunca vai voltar.
— Quero sim, vamos ver série- Digo Pegando o celular para mostrar o nome da série, mamãe da sorriso e logo foi se ajeitando na minha cama encostando as costas na parede, fui até seu ombro e deitei.
Já fazia três anos que a Toriel tinha me encontrado, e agora vou fazer dezesseis anos já que esse seria o quarto ano. Sei que ela não era humana igual a mim, mas o amor, o carinho e broncas lógico me faziam senti que ela é minha mãe de verdade.
(...)
Estava em vazio em uma completa escuridão, senti um frio me percorrer por toda a parte do meu corpo respiro fundo e vou andando em meio ao nada.
— Ei, você está aí? Porque não fez o que eu mandei?- De novo essa voz, agora faz sentido, estou outras vez nesse sonho. Já fazia alguns meses que eles vem acontecendo, sempre uma voz feminina vem me dizendo para matar mamãe e os outros monstros das ruínas...
Eu: Por que eu não quis, porque ensiste nisso? Sabe que não irei fazer...- Ouço uma risada macabra em meio a escuridão.
— Aí aí pequena humana, você é bem teimosa, Não é mesmo?- a voz disse em um tão sarcástico, dei um passo para frente criando um pouco de coragem.
— Você Não sabia? Porque acha que estou aqui? Acha mesmo que é por causa que sou boazinha?- Sinto a pessoa da voz chegando perto de mim e uma respiração quente no pé do meu ouvido.
— Por isso mesmo quero que mate tudo e a todos, sei que não é essa criança que a Cabra acha o que é. Só você vai conseguir fazer meu propósito, se renda de uma vez aos meus comandos... — Corto a falação dela, em um resmungo, dou de ombros.
— Não adianta você fazer um discurso, eu não irei!
Gritei fechando os bunhos fortemente, não queria matar nem ver sangue em minhas mãos, principalmente da mamãe, poxa vida, logo agora que alguém me ama de verdade e eu também amo... Vem essa voz querendo me fazer o contrário.
Respiro fundo, quando abro os olhos estava, em um lugar que não conhecia.
É igual as ruínas mais tenha uma grande porta, passei a mão nos detalhes dela quando ouso passos vindo em minha direção, quando percebo que era mamãe.
— MAMÃE TORIEL! — Digo em um sorriso e fui correndo até ela para um abraço, só que que ela passa através de mim, como se eu fosse um fantasma.
— Se quiser sai, terá que me provar que é capas de viver sem mim lá fora- Ela diz com a cabeça abaixada, em um tom de desânimo.
A sala ficou meio escura, mamãe levantou seu rosto que estava meio neutro, e fogo surgiu de suas patas peludas- Que antes me acariciavam minha cabeça- Dei um passo para trás, com medo de Toriel.
— Vamos Frisk! Mostre que é capaz!- Ela diz em um grito angustiante e se prepara para atacar.
— Claro que sim, mamãe- Olho para traz e me vejo falar. Sei que não era eu me controlando, e sim o ser da voz de meus sonhos, retorna mas dessa vez com um tom de diversão.
Um flash me apareceu e fecho os olhos, quando os abro mamãe levou uma facada e sorriu caindo no chão.
— MÃE! MAMÃE!- Senti meu coração aperta, enquanto vejo Toriel no chão, corro até ela para ajudá lá, mas eu ainda a atravessava.
Um vento frio que sai das brechas da porta começou a dominar o lugar, ainda estava perto de Toriel em quanto ela respirava fundo. Uso passou e olho para mim, eu estava com um sorriso macabro e com olho mais vermelho que o sangue. Mamãe estava ainda caída com a cabeça abaixada como se não tivesse coragem de me acerta.
Mais um passo, e logo percebi o que o ser que controlava meu corpo se aproximava de mamãe, me coloco na frente dela com os punhos fechados.
— Não de mais nem um passo! Se você se aproximar vai pagar o preço- Tento parecer firme em minhas palavras, estava muito apavorada e não queria admitir isso para mim mesma. Me fazia lembra os tempos no orfanato, onde todos os dia aquele maldito loiro do Rian mechia com as crianças do primário, sempre tentei as defender mais meu medo era maior que minha coragem.
Quando mais uma vez vou fui tentar argumentar como mamãe ensinou, simples mente, o ser passa atravez de mim correndo e quando viro rapidamente o mesmo enfia a sua faca na cabeça de toril. Sinto que vi tudo aquilo em camera lenta, mal dava para acreditar... Ouvi seu grito agoniante com seus olhos se enchendo de lágrimas e em "Puft" ela se torna pó, grito o mais alto que podia com o sentimento dolorido em meu peito, corro até a poeira o que antes era a mãe mais linda e carinhosa do mundo. Em meio as lágrimas tentava pegar mamãe, mais não conseguia, dor só dor uma tão diferente que nunca senti na vida.
— He...Hehe- Ouso aquela coisa dar pequenas risadas, olho para ela incrédula do que ouvia, trinquei os dentes e pulo para cima dela, mais me espativo no chão gelado, junto a um grunhido de dor que vinha de mim.
— HAHAHAHAHAHAHAH, VOCÊ... HIHIHI PENSOU MESMO QUE PODERIA ME DETER? HIHIHI HAHAHA- Risos estranho, nunca vi alguém rir assim, eram altos e estranhamente felizes a o ponto de ficar com medo de me aproximar, o ser coloca a mão na testa e respira fundo- Ai ai Frisk, como você pode ser tão BURRA! Ao pensar que poderia tocar em mim, a dona desse mundo patético.
Me encolhi e olhei para baixo, outra vez me sentindo rebaixada por alguem mais fonte que eu, outra vez me sentido o lixo do lixo, evito tanto persar nesse tipo de coisa não gosto de me senti assim, mais como parar um sentimento?
— Sabe Frisk, você só tem duas escolha no meu mundo, matar ou ser morto, ou você escolhe ou alguém escolhe para você. Cuidado pequena humana- Ela se aproximava de mim lentamente, com um sorriso em seu rosto, e eu ainda no chão frio paralisada e ja com a poeira da mamãe espalha pelo marmore- na próxima será você, humana!- Ela aponta a faca com o resto do pó da mamãe para o meu rosto.
(...)
Acordo arfando muito olho em volta e estou no meu quarto, sinto um grande aliviu quando vejo mamãe a o meu lado dormindo, meu celular ainda passava a série que estamos assistindo. Respiro fundo, e começou a lembrar do sonho em que tive, me pergunto se deveria levar a serio o que o ser disse. Olho para a mamãe em que estava em um sono profundo, seus pelos brancos me lembravam a neve mesmo que eu nunca vi de verdade, e derrepente lebro da mamãe sendo esfaqueada por mim! Pensar nisso me deu um embrulho na barriga, e uma sensação um tanto como um dejavu? Sabia, que deveria fazer alguma coisa para proteger Toriel. Acho que esta na hora de ir, olhei para a linda mulher que me adotou com ternura, e respiro fundo e acaricio o seu rosto quente.
Amanhã vai ser um dia difícil para Toriel, mais bem mas para mim...
Tia_leoa
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