Como vai ser?
6 A quem decorrer?
Horas se passaram quando finalmente, Sans chegou em casa, Abrindo e fechando rapidamente a porta -Para o frio não evadir- Aliás, a tempestade de neve ainda não tinha parado, nem mesmo por alguns segundos. Mas, tudo continuava normalmente em Snowdin — Como de costume, sua demora era causada pela sua paixão pelo líquido avermelhado; ketchup.
Não havia muito tempo que ele acabará de sair do bar, espificando um pouco sendo expulso do local. Por não ter pago a conta de meses passados.
— Ah! Droga de Grillby's, e quem disse que eu só tenho aquele bar para ir... — Resmunga o jovem esqueleto.
Papyrus surgi da cozinha com uma vasilha cheia de cereais, com formato de dinossauros — Reclamando, do que seu irmão acabará de dizer sobre o seu amigo de chamas — O que faz Sans revirar as órbitas mostrando estar nem um pouco interessado, no sermão que seu irmão haveria de dar.
— Sans, se você não pagou ele. A culpa é sua, o pobre homem tem que receber o seu ganha pão! — Papyrus disse ao se ajeitar no sofá.
— Ai! O.K Papy, desculpa... — Sabendo que Papyrus estava certo, resolveu se desculpa para essa conversa chegar ao fim.
Sem perceber, começou a achar estranho que a menina não se encontrava lá "ela não poderia dormi o dia inteiro? " Pensou o esqueleto de casaco azul, "afinal, ela não parece o tipo de preguiçosa... Bem, como eu! " Sans, da um sorriso para si mesmo, ao pensar que existirá alguém mais "Desleixado" que nem o mesmo.
— Papys, cadê a humana?
— Esta no quarto ainda, ela continua dormindo. Quando foi de tarde, verifique se estava tudo bem com ela...
— Estava? — Sans perguntou subindo as escadas.
— Sim, ele dormia que nem um anjo. Papyrus sorriu, ao terminar a frase.
O mais velho caminhava em direção a porta do seu quarto, e pouco antes de abri- la. Ouvisse pequenos gemidos de dor misturado com choro.
Sans excita antes de entrar e resolveu bater na porta.
Ao mesmo tempo em que Frisk, se assusta e limpa seu rosto molhado, e forçando a si mesma a dar o sorriso mais convincente que poderia.
— Pode entrar. — A menina se ajeita em cima da cama em posição confortável.
— Esta tudo bem garota? — Diz o esqueleto com a porta entre aberta.
— Sim, Por que não estaria? — Frisk fala com sua voz trêmula.
— É que eu, ah... Ouvi... — Frisk corta Sans, tão rápido que ele não teve nem como protestar .
— Ah! Não se preocupe, eu tinha caido da cama hehehe sou um pouco desastrada — Disse a menina ansiosa, que se levanta da cama e abraça o mais velho. — Que bom que voltou.
A Frisk vai embora tão rapido, quanto a conversa estranha que tiveram. Deixando Sans, cunfuso sem sequer poder ter a chance de processar tudo.
— Ahhh O.K? Se não quiser falar, tudo bem...
Sans desisti antes mesmo de tentar saber o que estava acontecendo, e também claro! Dizia a si mesmo que; Ele estava respeitando a privacidade da menina humana.
E falando sobre ela.
A garota corria até sala, com sua mochila em quanto seu rosto se enchia de lagrimas. Frisk nem se deu conta, que Papyrus dissera-lhe um " Oi Humana! " E foi direto para o banheiro se trancando lá.
Papyrus quase pulou do sofá ao ver a Humana em lagrimas, e foi correndo bater na porta do banheiro.
— Humana, o que aconteceu?
Sans que vinha descendo as escadas, preucupado com a correria que acabará de acontecer ali em baixo.
— Papys! Deixe ela.
— Sans, a- a Humana, ela estava a chorar! — Papyrus começa a olhar em volta preucupado, tentando achar uma razão pelo comportamendo da menina. — O que aconteceu lá em cima irmão?
Papyrus se afasta um pouco da porta do banheiro, indo em direção ao mais velho, que já estava com suor de preocupação.
— Eu não sei Papys... — Sans olha para a porta do banheiro e coloca uma mão na cabeça exausto, e suspira. — É melhor dar um tempo para ela, bro, quando se senti bem... Ela fala.
Papyrus e Sans encaram a porta por algum tempo, ainda com alguma esperança em entender o que acabará de ocorrer.
Enquanto Frisk trancada no banheiro, semi nua se olhava no espelho apavorada! Seu corpo todo com grandes e fortes hematomas, tudo doía. Mal conseguia se manter em pé. A Humana arfava muito, assustada e com medo, sem saber o que fazer ou há quem decorrer, sentia suas lágrimas escorregar pelas bochechas, em quanto segurava para não dar um grito aflita! Devagar e com calma terminava de se despir, tomando o minimo de cuidado possível, para não sentir tanta dor mais era praticamente em vão.
Logo que entrou de baixo do chuveiro quente, a menina desmoronou no choro e suas lágrimas e sangue dos seus ferimentos se juntavam a água do banho...
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