Como o Fogo

4 Capítulo 3 - Gajeel


Notas iniciais
Oi oi xentem como vão? Posso pedir desculpas ou nem? Por favor mim desgulpem, sério mesmo. Não queria ter demorado tanto assim pra poder postar, a data saiu completamente fora do meu controle. Porém, pra poder compensar vocês, meus queridos leitores, hoje teremos nosso primeiro hentai da fic YEEEAHHHHHHH, UUUUHHHHHHHH, MDDSSS QUE ALEGRIA E um especial pra quem shippa Gajevy, espero que não me matem, por favor ;-;

12 de Setembro de 2005, New York, E.U.A

– Garota não me faça ter que repetir. – bradou Gajeel Redfox sacudindo os ombros da mulher de baixa estatura situada a sua frente – Você é tão burra que não entende o significado de sai daqui?

– Mas Gajeel, eu te amo. – começou falando a garota mostrando-lhe um pequeno e gentil sorriso.

– Isso não é problema meu. – paciência e compreensão não eram características que definiam Gajeel, principalmente quando o assunto era dar um pé na bunda de algum de seus ficantes – Eu já te disse, não só uma ou duas vezes, mas sim quatro, eu não quero um relacionamento serio com você ou com qualquer outra pessoa com que eu esteja transando.

– Mas... Mas... – lágrimas já saiam dos grandes orbes castanhos da menina – Eu já tinha falado de você para os meus pais. Eles estão tão ansiosos para te conhecer.

– Não quero saber. Se vira Levy. Não quero mais te ver, não quero mais ouvir o som da sua voz, não quero mais nada que tenha a ver com você. — irritado, o moreno pegara Levy pelo braço direito e, com um forte empurrão, ele a jogou para fora de casa sem se importa se ela se machucaria ou não.

– Mas e todos aqueles momentos em que passamos juntos? Isso não significou nada pra você? As festas, os filmes, os passeios, as rapidinhas nos vestiários antes e depois das aulas de Educação Física? – mais lágrimas caiam dos olhos de Levy, que começavam a ficar parcialmente vermelhos e inchados. O que era uma visão desprezível para Gajeel, que nunca gostou de ver alguém chorando, principalmente a garota a sua frente, que ficava com uma imagem patética com o rosto inchado e os olhos fundos e vermelhos e profundas bolsas roxas embaixo dos olhos — É por causa dele, não é? – gritou ela irritada quando conseguiu se recuperar do empurrão, passando inutilmente as costas da mão direita sobre os olhos. A raiva ficava cada vez mais insuportável ao ver o olhar cínico e desdenhoso que o suposto, agora ex, namorado lhe lançava.

– Vaza garota.

– Sempre soube que fora por causa daquele tal de Leonardo ou Leo, ou Loki, como queria chamar. Só me diga uma coisa Gajeel, qual é a sensação de estar por baixo o tempo todo? – agora um sorriso irônico e sádico era estampado no rosto de Levy.

Passando as grandes mãos pelos longos cabelos, Gajeel bufou tentando manter a calma – Pela milionésima vezes garota, pra quem eu dou ou como, não te interessa. Sabe por quê? Porque não temos, não tivemos e nunca vamos ter nada.

– Como pode dizer isso? – gritou ela histericamente enquanto batia os pés no chão como uma criança – Eu sempre fiz tudo por você. Pintei a porra do meu cabelo desse azul seboso que você tanto diz gostar, comecei a usar roupas mais curtas e a ouvir as bandas que você mais curtia...

– Isso não prova que você gostava de mim. Só provou o quão fácil foi te manipular pra conseguir o que eu queria. – respondeu o moreno se inclinando para ficar da altura de Levy, brincando com uma mecha do cabelo azulado da mesma – O que não foi lá essas coisas. Ou você realmente achou que eu ir querer ter alguma coisa com você? Sabe? Estava na seca e não tinha ninguém que me chamasse atenção naquela porra de escola. E bem, por que não tirar a pureza da santa favorita dos professores? – dando uma risada cínica Gajeel se afastou – Bem, se me der licença tenho coisa melhor para fazer.

Dando as costas para a paralisada Levy, Gajeel adentrou na casa somente para pegar sua jaqueta de couro e sua carteira, logo saindo e trancando a porta.

– Ainda esta ai? – perguntou quando passou ao lado da pequena azulada que ainda estava em estado de choque.

Soltando uma gargalhada, Gajeel se afastou fazendo um aceno de adeus para a garota. De tudo o que falou, metade das coisas poderia ser considerada verdadeira. O fato de ele ter ficado com ela só parar tirar a sua virgindade como se isso fosse um passa tempo, não era real, de fato ele realmente queria isso, porém havia um motivo. E não, não era uma aposta feita entre ele e os populares. Mas sim porque ele queria saber como era ficar com uma mulher. E nada melhor do que transar com uma que também não tinha experiência para manter as aparências de macho alfa do pedaço.

– Droga. – resmungou ele enquanto remexia nos bolsos da calça em busca do maço de cigarros. Ato que não obteve sucesso, já que deixara no bolso de outra calça. O jeito era parar em algum lugar e comprar outro. Soltando uma brusca lufada de ar, Gajeel jogou a cabeça para trás observando o céu de uma tonalidade escura indicando que a noite se iniciava na agitada New York.

Irritadiço, o moreno continuou andando pelas ruas movimentadas da cidade, vendo alguns estabelecimentos fecharem e outros abrirem, começando com seu trabalho noturno.

Agora cabisbaixo, com a longa franja negra tampando seus olhos avermelhados pela lente de contato colorida, as mãos enfiadas agressivamente nos bolsos da jaqueta e o andar pesado, passavam uma imagem negativa para aqueles que caminhavam perto do Redfox, fazendo-os andarem mais rápido ou atravessassem para outra calçada tentando manter distancia de um possível assaltante.

“Foda-se essa cidade de merda com essas pessoas de merda”, pensou ele sentindo sua raiva aumentar gradativamente. Suspirando e contando mentalmente até cem, Gajeel adentrou no Phanton Lord’s, o simples, pequeno e suspeito bar que o moreno sempre frequentava.

Jogando-se desleixadamente em um dos bancos do balcão, o moreno fez sinal para o barman pedindo uma cerveja.

– Identidade. – pediu o homem apontando para a placa que sinalizava a proibição de venda de bebidas alcoólicas para menores de 21 anos e olhando discretamente para uma figura masculina que estava sentada no fundo do bar.

Tiras.

Suspirando, o moreno pegou a carteira e de lá retirou sua identidade falsa. Gajeel Redfox, 23 anos. Entregando ela para o barman, que fingiu chegar se era realmente verdadeiro o documento.

– Aqui esta. – respondeu ele entregando a identidade junto com uma caneca de cerveja.

– Me vê um Marlboro. – pediu também.

Sabia que era um péssimo habito fumar, principalmente na sua idade. Porém, é como a sociedade dita, filho de um pai alcóolatra e de uma mãe que possuía problemas com drogas, principalmente com crack, Gajeel logo adquiriu o habito dos pais quando tinha seus 12 anos.

E, agora, aos 16, fumar e beber para ele era tão relaxante quanto um ambientalista passar o dia no parque apreciando a natureza ou meditando.

Dando um gole maior que o outro, a caneca já estava vazia, pedindo outra, o moreno se dirigiu para a entrada do bar abrindo o maço de cigarros e acendendo um.

Tragando o cigarro, Gajeel pendeu a cabeça para trás sentindo a raiva exaurir de seu corpo enquanto uma pequena brisa fria sobrava sobre seu rosto.

– Ora, ora, o que temos aqui? – uma voz conhecida lhe sussurrou ao pé do ouvido.

– Leo... – sussurrou Gajeel sentindo os pelos de seu corpo se alevantarem com o arrepiou causado pelo hálito fresco do ruivo ao seu lado.

– Oh, assustadora Fera, conte o que lhe aflige para sua adorável Bela. – brincou Leo ficando de frente para o moreno.

– Levy... – resmungou ele virando o rosto para o lado, tentando disfarça a leve vermelhidão em suas bochechas.

– Ohh, você terminou com ela. – afirmou o ruivo – E o que tem demais? Não me diga que se arrependeu.

– Não me arrependi. – falou emburrado arremessando o toco do cigarro para o meio fio da calçada – Só que isso é um saco. É tão difícil entender que acabou?

– Você realmente não tem sentimentos. Só vai entender isso quando alguém quebrar com o seu coração. Entenda, é difícil ouvir um não da pessoa que amamos, ainda mais se for um não tão frio e cortante como o seu.

– Pare de falar coisas gays.

– Querido não posso negar minha natureza. – retrucou o ruivo – E isso nunca foi um problema para você. Agora vamos, tenho que fazer você esquecer esse seu dia difícil.

Segurando Gajeel pelo pulso, Leo o guiou para dentro do bar novamente, empurrando o moreno para se sentar em uma mesa e acenando para o barman logo em seguida.

– Dois choops. – pediu fazendo sinal com a mão.

– Beber até cair? É assim que você vai fazer eu me acalmar? – perguntou o Redfox com o cenho franzido e um sorriso sarcástico.

– Bem, você ia fazer isso de qualquer jeito. – resmungou o ruivo dando de ombros e fazendo um bico com os lábios – E você ia precisar de alguém para tomar conta de você, já que sempre acaba fazendo alguma merda quando nervoso.

Revirando os olhos, Gajeel viu o barman se aproximando e depositando duas canecas com espuma escorrendo pelos cantos. Pegando uma, o moreno deu um longo cole, quase a tomando por completo.

– Calma ai garotão. O mundo não ta acabando pra tomar isso de uma vez. – Loki brincou pegando a outra caneca avaliando o liquido dentro desta.

– Pare de frescura e beba logo.

Soltando uma risada baixa, Leo entornou a caneca bebendo de uma só vez seu conteúdo. Batendo a mesma na mesa quando terminou, novamente fez o sinal com as mãos pedindo mais uma rodada.

E assim os dois ficaram, bebendo, rindo das pessoas que frequentavam o bar, falando mal da escola, principalmente do fiasco que o antigo diretor dera no baile de primavera quando batizaram o ponche e ele bebeu demais.

– Você tinha que ver quando aquele cara caiu de cara no próprio vômito e apagou feito um bebê. – contou Leo tentando controlar o ataque de risos ao se lembrar da cena. Vendo a expressão que Gajeel fazia, o ruivo ria ainda mais. Tinha se esquecido do quão estranho era ver o moreno a sua frente dando risada, ainda mais quando este possuía uma tanto quanto exótica, assemelhando-se a de um personagem de desenho qualquer. Alevantando-se, Loki rumou para a cadeira vazia ao lado do moreno, se sentando logo em seguida.

Olhando-o de perto, o ruivo percebeu o quão bonito Gajeel era. Em como seu rosto se retorcia em uma careta quando estava dando risada fazendo seus piercing’s se remexerem juntos, dando um ao moreno um ar cômico. O sorriso que mostrava os dentes desalinhados, mas que lhe davam certo charme. E, pensando nisso, Loki começou a se aproximar do Redfox sem que ele percebesse.

– Queria ter visto iss... – sua frase ficou no ar, interrompida pelos lábios do amigo sobre os seus. A surpresa estava em seu rosto com os olhos arregalados, mas que logo se fecharam quando Loki depositara uma de suas mãos em sua nuca o puxando para mais perto.

Entreabrindo a boca, Gajeel deu passagem para que Loki adentrasse com sua língua e começasse uma luta feroz e sensual, onde cada um ditava seu ritmo. Ora rápido e cheio de luxuria, ora lento e carinhoso.

O beijo em si não surpreendera Gajeel, já que os dois já haviam feito isso diversas vezes. Porém já fazia tempo em que os dois não ficavam além de que fora o próprio ruivo que falara que não queria mais.

Continuaram a se beijar até o ar lhes faltar e o barman dar uma leve tossida atraindo a atenção dos dois – Estamos fechando – avisara enquanto retirava as duas ultimas canecas da mesa.

Virando-se para o ruivo, Gajeel depositou selinho demorado nos lábios finos de Leo, para logo se levantar e o pegar pela mão rumando para fora do bar.

O caminho até a casa do moreno fora rápido e, cheio de mãos bobas e sussurros de palavras sujas e eróticas de ambas as partes.

– Você tem certeza disso? – perguntou Leo parado na frente de Gajeel.

– Sim. – murmurou ele brincando com a cola da camiseta do rapaz a sua frente – Essa não é a primeira vez que a gente faz isso, então pare de me tratar como uma garota virgem.

Irritado, Gajeel puxara o ruivo para junto de si, encostado seus lábios novamente. O beijo se seguiu cheio de luxuria, desejo e carinho. Automaticamente, Leo já começara a arranhar as costas do moreno por debaixo da blusa, sabia que ali era seu ponto fraco.

Depositando a mão direita na nuca de Leo, e a esquerda em sua cintura, o moreno começou a puxa-lo para dentro de casa, tendo um pouco de dificuldade para abrir a porta, já que sua atenção e concentração estavam totalmente fixadas nos lábios e corpo de seu parceiro.

Quando finalmente conseguira concluir o ato, Leo revertera às posições, tomando o papel do ativo e deixando Gajeel totalmente submisso e a mercê de seus toques.

O pressionando na porta, o ruivo desviara sua boca para o pescoço do Redfox e com as mãos, começara a desabotoar negra calça do moreno para logo depositar uma de suas mãos dentro de sua cueca e começara a acariciar seu membro.

Ouvindo os leves suspiros que o Redfox dava, Leo soltara um leve riso, que saíra abafado pela pele do pescoço que chupava. Aceitando isso como um sim, o ruivo fechara uma de suas mãos, a direita, em torno do pênis duro de Gajeel, fazendo movimentos de vai e vem divagares enquanto sua mão esquerda tentava, sem jeito, abaixar a calça do moreno mais ainda, dando espaço para colocar mais uma mão dentro da cueca, Loki, enquanto o masturbava com a mão direita, com a esquerda, fazia uma leve massagem em seus testículos.

Gajeel arfava e gemia, tinha se esquecido das sensações prazerosas que o ruivo lhe dava. E se arrependia por não ter ido atrás dele de uma vez por todas, ao invés disso, correra como um cachorrinho atrás de Levy para ver como era transar com uma mulher. Tinha que admitir, era excitante ficar no controle o tempo todo, a vendo por baixo tão submissa aos seus toques, porém, a sensação que ele sentia ao ser o passivo da relação era ainda mais excitante. Deixando isso de lado por um momento, Gajeel sentiu Leo o agarrando pelo quadril e o virando, fazendo-o ficar de costas e como pênis pendendo para fora da cueca.

Sentia a pressão que o membro duro do ruivo fazia em sua bunda, e isso o fez soltar um gemido alto ao imaginar aquele musculo quente dentro de si. Com as mãos firmes ao redor do quadril do Redfox, Leo o guiou até o sofá, onde o fez se segurar no apoiou para o braço.

Se afastando um pouco, Leo teve a esplendida visão do moreno com a bunda empinada para si, os cabelos compridos bagunçados e colados em sua pele por causa do suor, a respiração rápida que fazia seu peito e, por irônico que seja, seu quadril se moverem de maneira rápida.

Sentindo seu pênis pulsar de dor, Leo se dirigiu para a calça do moreno onde a tirou por completo junto da cueca, só o deixando com uma camiseta cinza com uma estampa preta de uma banda de rock qualquer.

Colocando dois dedos, o médio e o indicador, na boca, Loki os umedecia lentamente com sua saliva enquanto sentia o olhar de Gajeel em si. Vendo-o morder o lábio inferior com força e afastar as pernas e empinar o quadril ainda mais, o ruivo sentiu seu pênis a ponto de explodir, não aguentava mais aquilo.

Sem paciência, Leo colocara os dedos no ânus de Gajeel, lubrificando o local de uma maneira rápida e rude, o que fez Gajeel soltar um gemido misto de dor e prazer e, sem aviso prévio, Leo o penetrou de forma rápida, enquanto fazia os movimentos rudes de vai e vem, Loki depositou sua mão esquerda na cintura de Gajeel a apertando, fazendo-o movimentar-se consigo, e com a direita, fazia movimentos frenéticos o masturbando.

Gajeel gemia e se contorcia, mal conseguindo manter se em pé. Seus gemidos saiam altos e ritmados com as estocadas do ruivo, jogando a cabeça para trás, Gajeel pedia por mais e mais. Soltou seu primeiro orgasmo da noite na mão do ruivo que ainda se matinha firme e forte metendo em si. Quando finalmente sentindo sentiu o liquido do parceiro ser derramado dentro de si, suas posições mudaram. Agora Leo estava sentado no sofá com o moreno sem cima de si, cavalgando vigorosamente em seu membro, com ambas as mãos, Leo o masturbava rudemente, aponto de Gajeel explodir em um orgasmo agressivo novamente. O liquido branco do moreno respingara por completo no tronco do ruivo, sujando sua, até então, não percebida blusa.

– Me limpa. – ordenou ele quando fez Gajeel parar de cavalgar.

Com dificuldade pelas pernas bambas, Gajeel saíra de cima do membro do ruivo fazendo uma cara desgostosa por ter que parar de sentir o rapaz dentro de si. Mas assim o fez.

Começou beijando sua boca e sugando sua língua, baixando os beijos, o moreno distribuiu vários beijos e mordidas em seu pescoço alvo. Com ambas as mãos, começou a massagear os mamilos rosados de Loki por de baixo da blusa, os apertando e repuxando, deixando-os inchados e duros. Largando o pescoço já bem marcado, baixou os beijos ainda mais, agora dando extrema atenção paras as partes sujas com o seu líquido.

O ato que era pra ser algo prazeroso e excitante virou algo meio estranho e irônico, quando o moreno percebera que estava lambendo a camiseta da Leo.

– Isso realmente é necessário? – perguntou Gajeel quando notou esse fato e se afastou arqueando uma sobrancelha.

Gargalhando da reação do parceiro, o ruivo negava com a cabeça – Não precisa, ainda, mas vou querer que você lave minha roupa depois disso.

– Você é realmente um babaca mesmo. Um grande filho da puta. – xingava Gajeel enquanto via o ruivo se contorcendo, embaixo de si, de tanto dar risada.

– Mas sério, que foi engraçado, foi. – continuava a rir agora pendendo a cabeça para o lado — Agora chega. Vamos logo. Vai demorar mais quanto tempo pra você me chupar?

– Eu não...

O barulho da porta abrindo e fechando com cuidado fez os dois se sobressaltarem e olharem tensos e assustados para quem tinha acabado de entrar.

– Gajeel, o papai já chegou? – a voz feminina de Metalicana Redfox se fez presente. A irmã de Gajeel havia acabado de chegar da escola, olhando cuidadosamente para cada canto da casa vendo a situação dos dois rapazes, soltou uma risada maliciosa – Vocês começaram a festa e nem me chamaram? Poxa, fiquei chateada agora. Pelo menos podiam ter ido pro quarto, não ia ficar tão magoada. – colocando a mão direita sobre o peito esquerdo, a garota fazia pose de drama – Mas falando sério agora Gal, você devia tomar mais cuidado. A porta estava aberta, e você sabe que papai chega nesse horário.

– Quem é? – perguntou Leo apontando para a garota.

– Sua mãe nunca disse que é feio apontar para uma dama? – resmungou ela cruzando os braços – Não acredito que Gal nunca tenha falado de mim.

– Ela é minha meia irmã mais nova, uma das filhas que Sebastian fez e que a mãe largou na nossa porta. – respondeu Gajeel se levantando e recolhendo suas roupas do chão para logo vesti-las.

– E Sebastian é... – pediu Leo.

– Nosso pai. – respondeu Meralicana – Ou como Gal gosta de chama-lo, o cara que ajuda a aumentar a população da Terra. Ou algo parecido, não lembro direito.

– Gostei da comparação. – ironizou o ruivo terminando de se ajeitar também.

– Acho melhor você ir agora. – pediu Gajeel olhando para o relógio preocupado. Andando rapidamente para os fundos da casa, o moreno voltou para a sala segurando uma camiseta branca – Aqui.

– Valeu, mas eu estava brincando quando falei que era pra você lavar minha roupa. – riu Leo – Não precisa, sério. Melhor eu ir andando, não quero que encrenca pro lado de vocês.

Loki se aproximou de Gajeel lhe dando um selinho e quando passou por Matelicana se despediu com um beijo na bochecha.

– Gostei do nome. – riu ele quando saiu e fechou a porta atrás de si.

– Por que todo mundo zoa meu nome? Que saco. – irritada a menina subiu para seu quarto fechando a porta com um estrondo.

Notas finais
UEUHEUHEHHEUHE Eai, o que acharam? Ficou bom, ruim, péssimo, devo excluir a fic e me matar? Bem, o capítulo ainda não foi betado, então qualquer erro me perdoem. Não esqueçam de comentar e favoritar. O próximo vou tentar realmente postar até o final de semana. Peixos Peixosos da Mi-san