Como nunca imaginei
36 Capítulo Bônus
Notas iniciais
“Iremos fechar com a New Word e eu preciso de total dedicação de todos vocês. Dos diretores de finanças, até o RH. Essa será uma grande parceria e fará nossa empresa alavancar pelo mundo. Já passei para vocês tudo o que faremos daqui pra frente. Conto com vocês! Por ora é isso, todos estão dispensados!”
E assim meu amor encerrou a reunião. Está lindo com seu terno azul combinando com a calça, seu sapatos caros e gravata cinza. Não consigo parar de admirar meu homem, meu amor. Depois de tudo o que sofremos, depois de tudo que vivemos meu amor só se tornou mais forte. Todos se retiram da sala de reunião e eu continuo sentada o admirando cumprimentando alguns colaboradores. Após a sala se esvaziar ele me olha e sorri. “Porque está me olhando assim?” Diz com suas sobrancelhas levantadas formando um perfeito arco negro. “Estou admirando meu lindo marido, que cada dia que passa amo mais!” Ele balança a cabeça e dá um sorriso exibindo suas covinhas. Afasto a cadeira, cruzo as pernas e levanto um pouco a saia como se o convidasse a se aproximar. Solto os cabelos e os balanço para desfazer o coque. Abro os primeiro botões da minha blusa e ele sorri pervertido. “Está tentando me seduzir senhora Parker?” Abro mais a blusa e levanto um pouco mais a saia. “Eu? Longe de mim fazer isso na sala da nossa empresa. Só estou com um pouco de calor!” Sorrio e ele afrouxa a gravata. Levanto-me e caminho até ele. Puxo uma cadeira e o indico para se sentar nela. Sento sobre seu colo e o beijo. Nossas línguas se entrelaçam e nossa saliva se encontra fazendo o ponto no meio das minhas pernas latejar. Ele tira minha blusa me deixando somente de sutiã, saia, meia e saltos. Levanto-me e faço sinal para que fique sentado. Seus olhos estão escuros e brilhantes de luxúria. “Vou me tocar para você assistir, e quando eu estiver prestes a gozar, quero que me foda com força aqui!” Digo apontando para a mesa. Ele sorri e vejo o volume em suas calças latejar. Tiro minha saia e sento-me sobre a mesa. Afasto minha calcinha com uma mão e a outra levo meus dedos à boca chupando-os enquanto encaro Kaleb. Ele respira fundo e leva sua mão até suas calças, apertando sua ereção. Levo os dedos molhados pela minha saliva até meu clitóris e fecho os olhos. Começo a me tocar e Kaleb diz: “Isso amor, imagina minha língua passeando pelo seu grelinho rosado. Enquanto lambo sua bocetinha gostosa eu enfio um dedo na sua entrada molhadinha pra mim.” Calor, tesão, adrenalina! Passo os dedos acelerando o ritmo pelo meu clitóris inchado e minhas pernas começam e se mover no ritmo. Sei que o clímax está chegando. De olhos fechados, sinto Kaleb segurar minha mão e me deitar sobre a mesa. Ele afasta meu sutiã, lambe meu seio direito enquanto acaricia o esquerdo. Sua mão desce pelo meu lado até encontrar minha vagina molhada e sedenta. Ele beija minha barriga e desce até meu púbis. Num movimento rápido ele rasga minha calcinha, me abre com força e beija, sugando minha vagina lentamente. Gemo, fazendo todo esforço para não gritar. “Eu amo essa bocetinha cada dia mais! Rosadinha e depilada pra mim, com um sabor delicioso!” Ele chupa enquanto um dedo seu entra e sai de mim. Começo a sentir os espasmos. Seguro seu cabelo oferecendo meu clitóris para ele. Ele lambe mais algumas vezes e então eu gozo em sua boca. Ele com rapidez, abre suas calças exibindo sua linda ereção. Ele me vira e então pincela sua glande na minha entrada escorregadia. Ainda sinto o tremor do meu orgasmo, mas necessito do seu pau dentro de mim. Deitada sobre a mesa e exposta para ele, ele mete com força seu pau em mim. “Ah!” Gemo e ele me aperta pela cintura, me trazendo para ele enquanto mete com força. Ele puxa meu cabelo arqueando minhas costas enquanto sua mão aperta meu seio e eu deliro de tesão. “Você me provocou, agora vou colocar fundo meu pau em você. Você vai voltar para sua sala com seu útero latejando de tanto que meu pau vai bater nele.” Puta que pariu! Ele me empurra com força até chegarmos ao clímax novamente.
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Desde que tive a Lua, nosso sexo tem se resumido a isso. Rapidinhas ás escondidas e quando dá. Mas mesmo assim meu tesão por Kaleb continua aceso como uma tocha! As 16h00minhrs passo na sala de Kaleb e me despeço dele. Saio da empresa mais cedo para buscar Lua na creche e ter um tempo melhor com a minha filha. Kaleb insiste para eu não trabalhe, mas eu não vou deixar ele carregar a State sozinho.
Pego meu carro e me encaminho para a creche. Entro no pátio, e ao me ver a professora libera Lua. Ela corre em minha direção e meu coração se enche de alegria. Lua é totalmente parecida com Kaleb. Seus cabelo negros e liso como os dele. Seus olhos azuis cintilantes e cristalinos. Sua feição, seu jeito doce... Além de ser mega agarrada ao pai. Ela dá seu sorriso lindo abrindo os bracinhos para eu abraçá-la. Pego-a e a abraço, levantando-a em meu colo. “Oi princesa!” Ela me dá um beijo estalado na bochecha. “Mamã!” Pego sua mochilinha, e caminhamos até o carro. Ponho-a em sua cadeirinha e vamos para casa.
Ao chegarmos à mansão, Lua corre para abraçar Silvia e Alef. “Mamã, pode bincar no paquinho?” Tiro seu uniforme e respondo: “Não filha, vamos tomar banho e lanchar. Seu pai está chegando e uma princesa não pode receber o rei assim!” Ela faz bico e cruza os braços. “Eu quelo bincar no paquinho!” Pego-a em meu colo levando para o banheiro. “Já disse que não!” Ela chora e eu a ignoro.
Kaleb chega e eu estou no banheiro com Lua chorando dizendo que quer ir ao parquinho.
Minha cabeça lateja e o estresse toma conta de mim.
“O que foi princesa do papai?” Diz Kaleb pegando-a no colo. Ela se aconchega em seu pescoço e diz entre soluços. “Mamã não que leva paquinho!” Kaleb me olha com olhar de desaprovação. “Papai leva você no parquinho. Vamos colocar a roupa.” Eu bufo.
“Ah não vai levar não! Eu disse que não é não!” Ele vira as costas e sai do banheiro se encaminhando para o quarto.
“Eu comprei aquele parque no jardim não foi para enfeitar. Deixa ela brincar, qual o problema?” Altero minha voz “O problema é que são cinco e pouca da tarde, daqui a pouco começa a serenar. Ela tem parquinho na creche, e ela sempre brinca com ele todo fim de semana aqui! Você está deixando ela muito mimada! Tudo que eu imponho você passa por cima e faz as vontades dela!” Ela a coloca no chão e ela corre para seu quarto. “Ela é uma criança! Se você talvez não trabalhasse teria mais tempo para levar sua filha no parque e brincar com ela!” Opa opa!
“Antes de te conhecer eu já trabalhava! Não é porque estou com você e tive uma filha que vou virar uma marica em casa cuidando de filha e marido! Essa sou eu, se não estiver satisfeito só lamento por você!” A raiva se apossa de mim e eu saio do quarto batendo a porta. Desço e encontro Silvia e Lua na sala brincando com a cozinha de Lua. Ligo meu Mac e resolvo descontar no trabalho a minha tensão.
Kaleb desce e leva Lua para o parquinho.
Minha raiva cresce.
Subo para o meu quarto e resolvo me arrumar para sair.
Mando um whatsapp para Jhonny e Diego convidando-os a tomar um drinque no Beira Mar. Eles aceitam na hora. Penso em chamar Helena, mas lembro-me que Enzo está doentinho.
Ponho um short alfaiataria preto e uma camisa de seda fresquinha verde. Calço sapatilha e mantenho meus cabelos soltos. Passo um rímel, blush e batom nude.
Desço e peço para Silvia cuidar da Lua até a hora que eu voltar. Encho-a de beijinhos antes de sair.
Kaleb ao me ver arrumada arregala os olhos e caminha em passos rápidos em minha direção. “Aonde você vai?” Guardo meu batom na bolsa e respondo: “No Beira Mar com o Jhonny e Diego. Algum problema?” Digo em um tom sarcástico e ele franze o cenho. “Por quê?” Diz passando a mão pelos cabelos. “Por que eu preciso esfriar um pouco minha cabeça! Agora me dê licença!” Digo e me direciono a porta principal.
Pego meu carro, e dirijo com destino a distração com Stay the Night de Zedd tocando a toda nos altos falante!
Chego ao Beira Mar e meu casal favorito me aguarda.
Ao me verem sorriem e acenam.
Conversamos, bebemos e sorrimos o tempo todo. Conto para eles meus problemas com Kaleb e eles me aconselham. “Amora, todo casamento tem suas farpas. Isso é necessário para manter as bases. Mas o superar e reconciliar é melhor ainda para acender a chama da paixão! Relaxa, logo logo essa tensão pós-bebê de vocês passa e tudo ficará hot novamente!” Agradeço o conselho dando um beijinho no rosto de Jhonny. “Mas também gata, se não quiser mais Kaleb, nossa casa tem um quarto esperando-o!” Diz Diego e todos caímos na gargalhada. A pista de dança na beira da praia se abre e as luzes piscam convidando a todos do bar a dançarem. Eu já estou alterada pelas Vodkas com Cranberry e meus amigos se empolgam indo para a pista. Sigo-os com meu drinque na mão.
Dançamos e bebemos algumas músicas.
Estou mega alterada, porém feliz.
Começa a tocar Lorde – Royals e eu dou gritinhos na pista pois adoro essa música.
Ao fechar os olhos e me mexer lentamente no ritmo da música sinto um cheiro almiscarado e uma mão me pegar pela cintura. Remexo-me e ouço em meu ouvido. “Você é uma garota muito má!” Arrepios sobem pela minha espinha e eu me remexo mais sentindo o corpo de Kaleb encostando-se ao meu. Viro-me de frente para ele e danço encostando minhas pernas na dele.
“Oi garotão!” Digo sorrindo. “Vejo que já está animada... Cuidado, vodka com suco de cranberry costuma ser afrodisíaco!” Me aproximo dos seu lábios e digo. “Que bom, pois estou a ponto de descarregar minha endorfina no primeiro que aparecer na minha frente!” Ele sorri, olha para os dois lados e diz colando sua boca a minha. “Tenho sorte de ser o único a sua frente!”
Despeço dos meus amigos. “Isso gata, tire todos os atrasos com o gostosão do seu marido!”
Saímos dali e vamos para um motel.
Ao entrarmos na melhor suíte do lugar. Ele me beija ferozmente. “Perdoe-me meu amor, eu fui totalmente errado em passar por cima da sua palavra! Perdoe-me!” Retribuo seu beijo e digo “Tudo bem meu amor, pra ser amor não tem que ser perfeito, tem que ser verdadeiro!” Tiramos nossas roupas e nos acariciamos, nos deleitamos no corpo um do outro.
Seu abdome definido e seu braço fortes fazem faíscas acederem pelo meu corpo até incendiá- lo.
“Kaleb me fode, preciso te sentir dentro de mim!” Ele dá seu delicioso sorriso perverso. “Calma aí gatinha... Com um corpo delicioso desses, eu tenho que saborear primeiro...” Ele beija meus lábios lambendo-os, desce pelo meu queixo e chega ao meu pescoço. Seu beijo é lento e molhado em meu pescoço fazendo pelos de todo o meu corpo se arrepiarem. Nossas respirações estão agudas e o calor se faz presente. Ele desce e beija meus seios juntando-os e meu clitóris implora por atenção. Ele desce e apoia minha perna em cima da cama e se ajoelha em minha frente. Dá mordiscadas em minha barriga descendo em direção ao meu púbis.
Chega ao meu clitóris e o saboreia até eu chegar ao clímax. Sem esperar, seguro seu membro grande e rosado e o ponho na minha boca. Passo a língua por toda sua extensão, por cada nervo chegando as suas bolas. Enquanto o chupo acaricio seu escroto carinhosamente sentindo-o se contrair em minha mão. “Se continuar me chupando assim vou encher sua boca de leite!” Ele diz me levantando e me colocando na cama de quatro. Estou muito molhada e completamente escorregadia. Ele mete o dedo em mim e chupa seu próprio dedo. “Podem se passar quantos anos forem, eu jamais vou enjoar do seu sabor!” O calor é imenso e eu pressiono minhas pernas para conter o prazer. Ele se ajoelha atrás de mim e mete fundo em mim. Retira até a cabeça lentamente e empurra forte. Faz esse movimento algumas vezes e então começa a suas estocadas forte e certeiras. Eu grito de prazer. Sinto seu dedos serpentear pelo meu ânus. Logo ele molha-os com saliva e inseri um. O prazer arde em mim. “Vou foder essa doce bocetinha e logo depois seu cuzinho apertadinho!” Rebolo em seu pau. “Eu sou toda sua amor, faça o que quiser!” Ele geme e eu rebolo mais ainda me deliciando com a sensação de ser preenchida. Enquanto tira e bota seu pau em mim ele faz o mesmo movimento com o dedo em meu ânus e eu deliro de prazer. “Ah Kaleb vou gozar!” Ele mete com mais força e gozamos juntos.
Vamos ao banheiro e entramos na imensa banheira. Bebemos um vinho enquanto rimos brincamos e trocamos carícias. Kaleb me lava e eu o lavo também.
Ficamos abraçados e eu sinto sua ereção encostando-se em mim novamente. Viro-me e o beijo. Kaleb estimula meu clitóris com o dedo e eu já estou pronta novamente. Contorço-me e gemo. Enquanto ele estimula meu clitóris sento a cabeça do seu pau no meu cu. “Aii” Reclamo assim que ele pressiona pra abri-lo. “Shiii calma, faz tempo que não praticamos, vai doer um pouquinho!” Ele pressiona mais uma vez e eu reclamo! Ele me toca e o tesão toma o lugar da dor. Depois de totalmente inserido ele faz movimentos lentos para eu acostumar. Minutos depois estamos a todo vapor na banheira e eu gozo ao sentir seu jorro quente inundar meu traseiro.
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Muitos anos depois...
Ele é lindo, loiro, forte e encantador, mas foda-se... Eu odeio ele!
A minha infância foi aturar suas provocações e implicância comigo! Arg! E pra foder com tudo, por culpa da amizade de nossos pais tenho que aturá-lo constantemente!
– Ei, “pincesa”!
Reviro os olhos.
– É amiga, não será fácil essas férias juntos! – Diz Julia segurando o riso.
Ponho meu óculos de sol e me deito na espreguiçadeira ignorando o idiota.
– “Pincesa”!!!
Olho furiosa para ele:
– Me erra porra!
Julia baba encantada por ele e eu me deito de novo.
Fecho os olhos e então sem perceber ele se aproxima, me pega no colo e corre para a água comigo. Me atira na água e então escuto a risada dele e de Julia. Saio da água uma arara! Porra! Por quê? Por que papai e mamãe tinham que insistir para trazer esse idiota pra cá para Cancun?
Grgrgrgr!
Passo por ele e o empurro.
À noite no hotel resolvo dar uma volta.
– Filha aonde vai a essas horas? — Pergunta minha mãe com ar de preocupada.
– Para o meu quarto mamãe! – Minto.
Desço pelo elevador e me direciono a praia.
Estou péssima! Desde que Christopher se mudou para outro país e terminou comigo estou péssima.
Ele era lindo, carismático, inteligente e cavalheiro. Não sei se vou conseguir um dia tirá-lo do meu coração.
– Ei “Pincesa!” – Merda! O que esse idiota quer?
– O que você quer seu babaca?
Ele se senta ao meu lado, olha para o mar e diz:
– Está sendo difícil não é? Você sempre foi a cruela, mas depois que aquele maricas te deixou você está pior!
– Vai à merda Enzo, e não fale assim do Chris!
– Fala sério! Um cara que usa Suéter rosa e os cabelos penteados para o lado não deve passar de uma framboesa!
Sorrio... Merda! Ele me fez sorrir!
– Tá, ele só tinha um estilo sofisticado de se vestir... Nada comparado a essas roupas que usa. – Que marcam esse corpo delicioso...
Ele balança a cabeça e olha para frente novamente.
– Digo que não está sendo fácil pois sinto falta de Sophie...
– A oxigenada e siliconada! Ah, fala sério! Ela parecia uma boneca de plástico!
– Mas eu adoro a parte do siliconada! – Diz ele olhando para os meus seios.
– Ô ô ô! Os meus são naturais! – Digo colocando os braços a frente deles.
– Duvido, deixa eu pegar pra saber então!
Dou-lhe um tapa no braço e sorrio. Até que esse idiota é engraçado...
– Vou indo, sua companhia não me agrada, prefiro ficar sozinha!
Levanto e me viro.
Ele me puxa pelo braço, e me encara.
Seu cabelo loiro é balançado pela brisa e seus olhos azuis me penetram como se visse através dos meus. Ele se aproxima, afasta alguns fios de cabelos trazidos pelo vento em meus rosto, e me beija.
Ele lambe meu lábio inferior e dá uma leve mordida.
Seu lábio é macio e... opa!
Sinto sua mão apertar um seio meu e abro o olho imediatamente.
– Realmente, são de verdade! – Diz com sarcasmo.
Dou-lhe um tapa na cara.
– Babaca!
– “Pincesa!”
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