Sí, mi fuerza está en la soledad. Estoy lluvias o tormentas de gran suelta no tiene miedo ni a tiempo, porque también soy la oscuridad de la noche.

— Nossa Filha se chamará Diana Santos Luna — sorriu

— O quê? mas...

— Ela terá muito orgulho de ter o mesmo nome da mãe.

A essas alturas Diana já chorava, chorava muito mais de felicidade, por ter a honra de Victoriano lhe amar tanto ao ponto de colocar o nome da filha o mesmo que o dela.

— Obrigada, obrigada meu amor por tamanha felicidade – falou ela lhe depositando vários selinhos.

— Eu sabia que você ia gostar.

— Eu te amo tanto Victoriano.

— Também te amo meu amor.

Eles selaram os lábios em um beijo calmo, cheio de amor ambos necessitavam disso mais quando tudo foi se intensificando ele finalizou o beijo e disse.

— Ei mocinha, hora de dormi amanhã você tem consulta.

— Ah mais tava tão bom – Disse ela

— Eu não duvido — Sorriu safado — mais você precisa descansar.

— Tá você venceu, eu vou apenas me trocar e fazer minha higiene e já volto – lhe deu um selinho e saiu.

Victoriano fez o mesmo, mas optou por ficar de cueca esparramado na cama, logo Diana voltou e dormiram agarrado um ao outro.

Com Inés :

Ela sabia que no fundo tinha feito a pior atitude da vida dela, tomar aqueles remédios não seria a solução, no mesmo instante ela se sentou no chão se debruçando sobre o vaso e colocando o dedo na garganta, colocando os comprimidos pra fora, a cada toque em sua garganta vomitava mais e mais, porém se sentia aliviada pela ida dos comprimidos que havia acabado de tomar, ela se sentia fraca não comeu nada durante o dia, depois desse esforço seu corpo só pedia cama.

Dia seguinte: Inés ainda dormia parecia um anjo dormindo, seus lindos cabelos pretos estavam espalhados no travesseiro, sua pele era branca parecia uma linda boneca de porcelana. Logo ela foi despertando com a claridade do sol sobre o seu rosto, ela se despreguiçou e sentiu o quanto cansada e dolorida estava, seus braços com hematomas bem amostra.

POV ´ON

Obrigada por mais um dia meu Deus, mesmo com tudo que ando passando eu não te culpo por nada, só tenho a agradecer por todos os dias o senhor me dá força para continuar mais um dia e sei eu cair, pode ter certeza que eu vou levantar cada vez mais forte.

POV´OFF

~ Casa de Victoriano

Victoriano acabava de acordar, Diana Maria ainda dormia, ele levantou lentamente para não acorda–la, ele tomou um banho se arrumou e desceu para tomar café.

Sala de Jantar

— Senhor vai pra clinica hoje?

— Não Jacinta, hoje é o meu plantão no hospital, afinal não sei se volto para almoçar.

— E a senhora Diana não vai descer para tomar café?

— Não Jacinta, eu não quis acorda- la, ela não passou bem a noite, ainda não entendo ela já vai fazer 5 meses e as tontura ainda não passou.

— Não se preocupe senhor 1° gravidez é assim mesmo.

— Preciso ir Jacinta, daqui a pouco leve o café dela, e as 10 hrs ela tem consulta lembre a ela.

— Pode deixar Senhor.

Victoriano saiu no seu carro em direção ao hospital, ligou o rádio e dirigia tranquilamente, ele sabia que nos dias do seu plantão era corrido e na maioria das vezes não dava tempo de almoçar em casa e tinha que comer aquela comida horrível de hospital [...]

não demorou muito e ele chegou, ele estacionou o carro e entrou no Hospital com o seu jaleco nas mãos, e foi abordado por uma enfermeira

— Graças a Deus que chegou Dr. Temos uma emergência.

— Vou me preparar — saiu rumo ao vestiários do centro cirúrgico.

POV' ON

Mal cheguei e já tenho uma emergência, mais eu já sabia que minha vida seria cheia delas, a parti do momento que escolhi essa profissão, e afinal eu estudei pra isso.

POV´OFF

~Fazenda Santos

Diana despertava aos poucos ela passou a mão sobre a cama e não sentiu Victoriano, então ela sentou na cama se encostando na cabeceira e logo bateram na porta.

— Pode entrar

— Bom dia senhora.

— Bom dia Jacinta, o Victoriano já foi trabalhar?

— Sim senhora, ele pediu para trazer o seu café – Colocou a bandeja na cama

— Obrigada, realmente estava morrendo de fome — Disse ela pegando uma torrada e comendo.

— Ele também pediu para lhe lembrar da consulta.

— Claro, como sempre atencioso – Sorriu

– O que faço para o almoço Senhora?

— Ai Jacinta não sei, Victoriano vai vim almoçar aqui?

— Ele falou que não tinha certeza. – Faça algo diferente, confio em você – Tomou um pouco do suco.

— Obrigada senhora. — Jacinta você poderia ir preparando meu banho por favor!?

— Sim senhora

Casa Huerta : Inés deu graças a Deus que ao se levantar Loreto não estava em casa ela fez o seu café da manhã, depois de alimentada ela se pós a fazer as tarefas de casa como sempre fazia.

Loreto era um homem rude, muito agressivo ele era 13 anos mais velhos do que Inés, ele era de estatura forte, alto e grosso e ainda por cima pedófilo e abusador de Mulheres.

~Hospital

— O que aconteceu com a paciente?

— Ela deu entrada aqui em trabalho de parto, com pouca dilatação e não tem força suficiente para empurra o bebê.

—Gravidez de risco?

— Sim.

— E o acompanhante?

— O rapaz que a veio com ela está na sala de espera.

— Vamos olhar a paciente.

Victoriano entrou na sala da paciente ela estava desacordada e respirando com ajuda de aparelho.

— A barriga dela está muito baixa, não podemos fazer uma cesariana agora.

— Talvez um parto a ferro Dr.

— Levem ela para sala de parto e apliquem uma injeção de força nela.

Depois que ele deu as ordens ele foi a Sala de espera falar com o acompanhante da paciente.

— Parentes da paciente Patricia de Ibáñez?

— Sou eu, como ela está?

—Qual o grau de parentesco?

— Sou noivo dela, agora responde ela está bem? e meu filho?

O jovem estava apreensivo, seu cabelo assanhado e os seus olhos verdes estavam avermelhados devido a noite mal dormida.

— O estado da sua noiva é complicado, ela não tem dilatação suficiente, iremos forçar o parto porque a bolsa já estourou e não podemos esperar muito depois que a bolsa rompe.

— Mais ela vai ficar bem? E porque não faz uma cesariana? eu pago, eu pago o que for mas..

— Senhor, a gravidez dela é de alto risco a criança já está na posição correta, uma cesariana agora pra ela e para o bebê é perigoso.

— Você precisa fazer alguma coisa, ela não pode morrer não pode.

— Farei o possível, com licença.

—Dr?

Victoriano se virou encarando novamente o jovem, aparentava ter uns 18 anos.

—Me deixe acompanhar o parto do meu filho, por favor?

— Tudo bem, vá na recepção dê seus dados e se troque mais não demore muito.

— Obrigado — Sorriu ele e saiu quase correndo.

Victoriano entrou na sala de parto, pronto para mais uma tarefa difícil. — Como ela está?

— Falou colocando as luvas

—Acho que está começando a fazer efeito – Disse a enfermeira vendo a paciente acordando ofegante.

– Como se sente?

—Com dor, muita dor –Disse a jovem

— Não temos muito tempo, ela não está com a dilatação completa mas já posso ver a cabecinha.

Dito isso a porta foi aberta e entrou o jovem já vestido como devia e agarrou a mão da noiva lhe passando confiança.

— Arthur eu não vou conseguir

— Claro que vai, você é forte.

— Senhora, precisamos que você faça força, seu filho precisa nascer –Disse Victoriano

A jovem fazia força, o máximo que podia.

— Dr eu não tô conseguindo

— Chorou ela.

—Você precisa conseguir, vamos faça força.

Por mas que a jovem fizesse força mais o bebê não saia, e nessa tentativa se passou 1 hora e a jovem já estava esgotada, ofegante, suada e pálida.

— Dr. Ela está perdendo muito sangue.

– Patricia vamos faça força, você precisa trazer nosso filho ao mundo, e me dá a alegria de ser pai. — Disse o Jovem

— Temos que recorrer a o parto fórceps Dr.

— Faça pressão na barriga dela enquanto ela empurra.

— Vamos força Senhora – Disse a enfermeira.

A jovem juntou todas as forças de sua alma, e logo se ouve um choro agudo inundar o quarto.

— É uma Menina, parabéns.

— Menina? — Perguntou não acreditando.

— Sim é uma linda menina.

— Minha Filha – Sorriu

Logo todos se ficaram apreensivos com o aparelho que apitava sem parar.

— Estamos perdendo a paciente – Falou a enfermeira.

— O Que!? ela não pode morrer.

— Peço que saia senhor, eu preciso tentar reanima-la.

— Não, não posso.

— Por Favor! – Pediu Victoriano

Com muita insistência o jovem saiu, e estava nervoso, agora sim já era pai, pai de uma princesa, mais para a felicidade ficar completa precisa ter sua Noiva ao seu lado.

Victoriano em poucosanos de profissão nunca havia perdido um paciente, sempre foi capacitado no que fazia, aquela não podia ser a primeira [...] ele fez todos os procedimentos necessários na paciente, não podia acreditar os batimentos dela não voltaram, infelizmente ele perdeu a paciente, o noivo perdeu a mulher da vida dele e a bebê perdeu sua mãe.

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.