Como Sobreviver Num Acampamento De Nerds

26 Dica 26 - NUNCA! EM HIPÓTESE ALGUMA! JAMAIS! Não beije um amigo...


Notas iniciais
Eu não sei ainda se alguém vai me amar ou me odiar pelo que eu to fazendo nesse capítulo kk mas aí vai! Fiquei muuuito animada em escrever por causa da linda recomendação da Kaylel Di Angelo

Vigésima Quinta Dica: Não beije seus amigos.

Eu devia ter aprendido a não ter impulsos durante todos os momentos no acampamento, principalmente porque eu geralmente me dava muuuito mal no final de tudo. Como aconteceu no "aprendendo a confiar", na cerca das avestruzes, no dia da caça aos sutiãs, no momento que eu quase matei Matt com uma flechada, na hora que eu desafiei o Matt para brigar com sabres de luz, no paintball que eu fui com o tornozelo torcido, na vingança contra Esther... Nossa, eu realmente sou impulsiva... Tudo aconteceu porque agi sem pensar.

Novamente, essa minha terrível característica se voltou contra mim. Infelizmente, envolveu alguém que eu gosto muito... Tenho a impressão de que nada vai acabar bem depois dessa noite.

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– Para onde vamos? – ele perguntou, mas eu não respondi.

Caminhamos por fora da clareira das barracas femininas até chegarmos aos fundos do banheiro. Como o chão era de madeira, sentamos com tranquilidade, rescostando-nos na parede de frente para árvores sombrias e estranhas.

– Achei que estivesse com raiva de mim. – falei, arrancando o saco de gelatinas da sua mão – Como conseguiu isso?

– Você nunca ouviu falar do “contrabandista”? – Matt disse e eu neguei com a cabeça. – É um cara que consegue tudo do lado de fora. Cada coisa tem seu preço.

Ele falou como se estivéssemos em uma prisão, e o “contrabandista” fosse o cara da “muamba”. Pensando bem depois, vejo que os nerds fazem o mundo... Se você é uma pessoa importante em uma empresa, você era um nerd. Se você é um criminoso rico e desconhecido por ser discreto, você era um nerd. Resumindo: Nerds são perigosos.

– E eu achando que você era o único delinquente daqui. – eu disse e coloquei várias gelatinas na boca. Matt riu e me chamou a atenção – Você está rindo demais. Qual a pegadinha da vez?

– Eu preciso da sua ajuda. – falou e deu uma pausa dramática antes de coçar a nuca e continuar a falar. – Sabe, eu vi a cara de idiota que o Jeffrey fez quando chegou nas barracas masculinas e não consegui evitar ficar parado. Preciso dar uma nova chance de ele e Charlotte se encontrarem, mas para isso eu preciso de você.

– Não precisa nada, eles dois nem precisam de ajuda. Acredite em mim, o momento foi tão doce que mataria um diabético que assistisse. – resmunguei, e ele só foi capaz de me olhar estranhamente por não entender do que eu falava. – Sem querer, eu os escutei conversando no meio das árvores.

Matt piscou violentamente as pálpebras.

– Você estava bisbilhotando?! É sério isso?!

– Quer ficar quieto? – rosnei, apontando o dedo para sua fuça – Eu não estava bisbilhotando. Eu estava, como uma pessoa normal, encostada numa árvore no meio do nada, quando eles apareceram. No momento que consegui fugir, eu fugi.

Instantaneamente, ele caiu na gargalhada! Foi uma risada tão alta, que eu pensei que fosse acordar o acampamento inteiro. Não pude evitar, então pulei em cima dele, calando sua boca com a minha mão. Começamos a batalhar com nossos corpos, mas como ele era maior, venceu e caiu para o lado, ficando deitado no chão de madeira.

Eu também ri, devo admitir. A minha explicação não foi a melhor de todas, e a risada de Matt estava muito espontânea e engraçadinha.

– Cara, obrigada por me aliviar! – ele falou, secando umas lágrimas dos olhos – Por um momento achei que você tinha ido até o Jeffrey por ciúme e tinha me esquecido. Nossa, eu realmente te imagino toda errada escutando a conversa dos outros, e ao mesmo tempo muuuito curiosa!

– De onde mesmo você tirou que eu sou apaixonada por você? – falei sem resmungar nem rosnar. Saiu algo natural com um riso que eu tentei segurar. Minha boca tremeu involuntariamente.

Ele se endireitou, sentando novamente ao meu lado e me olhou nos olhos. E os olhos dele eram verdes beem vivos!

Espera... Acho que já escrevi que os olhos dele são verdes umas quatro vezes... Três, na verdade. Não... Foram quatro mesmo.

– Vai me dizer que realmente nunca pensou em me beijar?

Revirei os olhos e lembrei de imediato do dia em que Charlotte soltou pela primeira vez a ideia de me ver junto de Matt.

Dica 12: “Foi então que tentei imaginar eu e Matt andando de mãos dadas pelo acampamento, sorrindo e cumprimentando a todos. Foi uma das visões mais bizarras que já tive em minha vida! E um beijo! Nossa, isso seria desastroso em níveis absurdos! Realmente me imaginei de ponta de pé para alcançá-lo... Que nojo dessa cena.”

– Tudo bem, já pensei. – falei com rapidez, mas de imediato apresentei as mão extendidas para me defender – Digo logo, foi meu subconsciente que transmitiu a imagem porque a Charlotte falou que nos via juntos por vivermos brigando.

– Eu não a culpo. – ele disse, coçando a nuca. Parecia que ou ele estava com sarna, ou sua nuca era sinal de que iria falar algo mais importante! Ele coça a nuca demais! – Cara, eu penso que você é apaixonada por mim porque sempre continua minhas brincadeiras e se incomoda de verdade com elas. Você não me parece ser muito boba e maleável, então tem que ter algo forte por mim para continuar se importando com tudo que eu falo. Fora que eu te vejo ficar vermelha várias vezes quando eu digo algo embaraçoso, como agora. Você está vermelha, Lucy.

Eu não estava vermelha. Meu rosto pinicava, mas eu não estava nervosa.

Respirei fundo e falei lentamente:

– O que eu sinto por você é amizade. Uma amizade conturbada com ódio e revolta por todas as besteiras que você fala, mas ainda assim é amizade...

– Então prove. – ele falou e ficou quieto logo em seguida. Meus olhos se arregalaram, e eu fiquei me perguntando o que ele tinha em mente com aquilo de “provar”. Nossa! Meus olhos se arregalaram meeesmo! E após uma longa pausa dramática, Matt foi apenas capaz de rir como um idiota. – Eu estou brincando!

Apenas um lado na minha cara se alterou, fazendo com que eu desse um meio sorriso amarelo e falso, enquanto Matt ria abertamente e se deitava no chão. Aquilo tinha sido tão estranho que subitamente, eu também estava rindo e me deitando ao seu lado com as gelatina em mãos.

Quando os dois pararam de rir, outro silêncio dramático e fúnebre se fez. Acho que ele estava tão transtornado quanto eu com a última afirmação.

– Você não estava brincando, estava? – eu disse.

– Não mesmo. – Matt respondeu com rapidez, virando o rosto para mim e encarando – Pequena, eu estou querendo te beijar já tem um tempinho.

Aquela afirmação saiu tão naturalmente que eu não processei bem se era brincadeira ou verdade. A dúvida nem mesmo pairou na minha cabeça, eu apenas respondi com tranquilidade, estava cansada de brigar mais e mais.

– E a Esther? Já esqueceu dela?

– A Esther me odeia por sua causa. Ela faltou me esganar por ter te levado para o palco. Deve ter brigado feio com a Louise para que aquela cena acontecesse. – Matt falou, rindo e comprimindo seus olhos.

Torci a boca.

– Então você gosta de mim? É isso mesmo? Por isso implica tanto comigo?

– Calma lá, piloto de autorama. Não estamos falando de sentimento, estamos falando do meu desejo de te beijar. – ele falou e me relaxou mais. Algo estava tão errado naquela situação que não parecia errada! Como uma questão de prova que parece fácil, mas é muito, mas muuuito difícil. – Eu gosto de implicar com você, mas você se diverte também. Todas as vezes que eu impliquei, nós dois saímos rindo. Talvez eu mais que você, mas, pelos seus escritos, até você riu das bobagens que fizemos! E agora, eu só estou te dizendo que quero te beijar.

– Já eu acho que isso é coisa da sua cabeça. – respondi claramente, enquanto ele me olhava mais atentamente, ainda deitado – Acho que no momento que eu te corresponder o desejo do beijo, você vai esquecer.

Matt deu entreombros e suspirou:

– Talvez você tenha razão... Afinal, o amor da minha vida ainda é a Esther.

Eu quis vomitar.

Então, a brilhante e ridícula ideia veio na minha cabeça. Sentei-me novamente e olhei para os lados, vendo que tudo estava vazio. Em seguida, olhei para ele e falei:

– Levanta e tira a prova. Eu deixo você me beijar.

Ele soltou uma gargalhada incrédula, enquanto eu fazia a cara mais séria e tranquila possível.

– Está falando sério? Digo, para alguém mudar tão drasticamente assim, afinal você queria me matar constantemente, e agora está me oferecendo um beijo... E....

Revirei os olhos e me aproximei, mostrando três dedos.

– Primeiro de tudo, o beijo que você me arrancou foi nojento e muito ruim. O gosto do sangue salvou meus lábios de cair. – eu disse, abaixando um dos dedos. Abaixei o segundo. – Em segundo lugar, amanhã provavelmente eu vou querer te matar também.

– Então, por que você quer me beijar?

Baixei o terceiro dedo e respondi:

– Porque eu quero que você pare de perturbar que sou apaixonada por você. A gente sente no beijo quando tem sentimento... Logo, em terceiro lugar, eu quero te fazer parar de me encher.

Matt balançou violentamente a cabeça, o que começou a me tirar do sério.

– Sério, o que você ta aprontando? – ele falou, fazendo uma dança bizarra com as sobrancelhas – Deve estar planejando algo comigo para fazer uma proposta indecente desse tipo. Eu não acredito em você.

– E eu acho que você está querendo fazer algo comigo quando diz que tem vontade de me beijar! – respondi, já estressada – Ou os meninos estão escondidos nas moitas só esperando para me atormentar, ou você vai colar minha boca. Ou, quem sabe, vai me envenar!

Rapidamente, nós dois caímos na gargalhada quando eu falei que ele iria me envenanar! Saiu da mim por impulso.

– É, não tem a mínima graça te beijar quando você quer ser beijada.

– Eu queria que a Charlotte te escutasse falar isso. Talvez assim, ela pararia de pensar que nós formamos um casal. – eu disse. Mas, pensando melhor, ela não pararia. Nem o Matt pararia, eu pensei na hora. Nem ninguém pararia! Eu estava fadada a ser ligada a um delinquente desajuizado.

Ficamos em silêncio... Sabe aquele silêncio de quem acabou de falar besteira e a outra pessoa não deu continuidade. Pois é, foi esse silêncio constrangedor e petrificante. Fiquei completamente errada e agoniada com a possibilidade de ele me achar meio maluca por causa da história do beijo. O que eu tive quase certeza que ele achou.

– Talvez seja melhor eu ir dormir então. – Matt murmurou, quebrando o gelo.

Entretanto, ele não foi. Ficou parado esperando alguma coisa. Passou pela minha cabeça, no momento, que ele estava REALMENTE esperando o momento romântico e quente da noite, o beijo, o abraço terno, o “somos amigos”, o mimimi, o vômito com gliter, a canção de fundo bem filme romântico, a briga especial que acabaria com amasso e flagra da Valentina.

Eu me peguei imaginando tudo isso com Matt, o que foi completamente enjoativo.

– Está esperando o que? – rosnei, fazendo com que ele sorrisse.

– Nós dois devemos ser aquele casal de romance adolescente que briga briga e se beija no final. – ele disse e me deixou de olhos arregalados – Prometo não te beijar.

Novamente, o silêncio veio nos atormentar. Ou pelo menos me atormentou. Geralmente, com o Matt, eu tinha uma lista de assuntos para discutir ou até mesmo briguinhas idiotas para dar continuidade! Mas ali estávamos como dois idiotas sem ter mais nada o que falar.

Saltei os olhos (não conseguia piscar de tão perturbada que estava). Não que eu quisesse realmente algo com ele, para mim nossa aparente amizade se resumia a troca de insultos, favores bobos e persuasão com gelatina de ursinho. Eu já estava começando a odiar Matt por me fazer ficar pensando e pensando e... Espera! FOI ISSO!

PUTA MERDA! MATT ESTAVA TENTANDO ME SEDUZIR COM ESSA DE ME FAZER FICAR PENSANDO E PENSANDO E PENSANDO! Quanto mais silêncio nós fazíamos, mais eu pensava na situação, na noite que esfriava, na luz fraca perto de nós, nas pessoas que não passariam e nas possibilidades de tirarmos a prova de que não merecemos um ao outro!

COMO EU PUDE SER TÃO CEGA?! COMO EU NÃO VI O QUE ELE ESTAVA FAZENDO! ELE ESTAVA ME SEDUZINDO AQUELE TEMPO TODO! Primeiro, me mostrou a gelatina e me pediu para ir a um campo afastado. Eu achei que estivesse no comando da situação porque eu que decidi o lugar, mas nãããão... Ele lançou a ideia da Charlotte e do Jeffrey sabendo que eles são o casal perfeito um para o outro! E logo depois BANG! Veio o ataque sutil de “mimimi eu quero te beijar mimimi o amor da minha vida é a Esther mimimi não sinto nada por você”. COMO EU NÃO VI AQUILO?!

MATT ME SEDUZIU! Todo aquele tempo que passamos sentados escondidos... FOI ELE JOGANDO SEU CHARME BARATO PARA MIM!

QUE ÓDIO!

Por que o ódio?! Ah, eu digo o motivo do ódio... Eu fui ESTUPIDAMENTE seduzida por aquele ridículo cheirador com cabeça de rinoceronte e bafo de pele morta de cobra.

– Matt, senta aqui que eu vou te beijar agora. – falei, e ele desvencilhou como se tivesse tomado um susto.

– Bebeu e eu não vi... Foi isso mesmo? – gaguejou, aquele falso.

Eu bati a mão bem ao meu lado para que ele se aproximasse, o que não fez. Matt estava ocupado demais fingindo sua dúvida, encarando meus olhos e minha boca repetidas vezes, fazendo um zigue-zague vertical maluco com os próprios olhos.

– Estou tentando provar um ponto de vista, você vai chegar perto ou não?

– Não, anã. – Matt falou como se decretasse algo, e sorriu por fim. – Você está com vontade de me beijar, isso sim.

– Exatamente! E, te beijando, eu vou provar meu ponto de vista!

Meus braços saltaram na direção do rosto dele, puxando-o pelo cabelo (assim até pareceu que eu sou neandertal, socorro...). Tentei chocar minha boca com a dele, mas algo deu errado e nada aconteceu. Matt meio que segurou meu rosto na frente do seu, fitando meu olhar com seriedade.

Não foi NADA romântico ou mágico. Nós ficamos quietos e muito perto um do outro até que eu tomasse a iniciativa de me afastar.

– Wow... – ele murmurou, enquanto eu passava a mão no cabelo para me recompor – Você chegou a escovar os dentes, pequena?

Esmurrei seu braço e grunhi. Achei que fosse uma provocação barata, mas minha boca realmente não estava a mais cheirosa do mundo.

– E então? Desapaixonou? Percebeu que não existe nada entre nós? – falei pausadamente.

Matt, entretanto, suspirou com um dos olhos comprimido.

– Lucy, você não está levando a sério. Quando eu disse que queria te beijar, foi uma verdade. – ele falou, levantando-se devagar. – Você ta certa. Não existe nada entre nós dois além da amizade, dos picos de ódio, e da minha diversão em te atormentar.

Devagar, ele sorriu com meiguice e se levantou. Eu percebi a bobagem que havia feito e ri, levantando também.

– Foi mal. A loucura subiu a cabeça. Agora deve ser uma boa hora para darmos boa noite e irmos dormir, não acha?

Matt assentiu com a cabeça e se aproximou de mim, quase entortando a coluna ao se debruçar sobre mim na forma de um abraço. Juro que fiquei surpresa, quase uma estátua por meio segundo, até retribuir com minhas mãos envolvendo suas costas.

A noite que estava fria, tornou-se mais quente e confortável com aquele abraço amigável. Mas agora, revendo os passos da noite inteira, posso enxergar que na verdade ele estava dando em cima de mim AINDA!

Outra prova?

– Boa noite, pequena sem noção. – ele falou na altura da minha nuca, e beijou calmamente meu cabelo antes de me largar e dar de costas para mim, entrando no meio das árvores.

– Sabe para onde está indo? – falei mais alto, vendo-o desaparecer na escuridão.

Senti o cheiro de algo estranho no ar, algo suspeito e até incômodo. Perdi o ar do pulmão por um longo instante antes de voltar com passos pequenos para minha barraca e encontrar todas as meninas dormindo.

No momento que tentei subir a escada do beliche que dormia Charlotte e eu, escutei-a murmurar algo.

– Você está como o cheiro do Matt.

Não subi a escada inteira para vê-la. Charlotte me olhava com doçura, como se enxergasse algo de diferente em mim.

– E você conhece o cheiro dele? – falei baixinho para não acordar as outras – Que bizarro.

Charlotte sorriu e levantou-se da cama, murmurando algo que eu jamais esperaria ouvir:

– Então ele escolheu você. Fico feliz por isso.

– Do que está falando? – eu disse, piscando violentamente as pálpebras e me aproximando dela. – Matt não me escolheu nem nada. Nada aconteceu entre nós.

Ela lançou o olhar para os pés, e eu vi algo que eu jamais esperaria ver. Charlotte estava com ciúme.

– Jeffrey se declarou para mim. Eu paquero com ele já tem um tempinho. – ela falou ainda sem me encarar. Demorou alguns segundos para que pudesse me olhar no rosto outra vez – Então por que eu estou incomodada com Matt estar apaixonado por você?

– Charlotte, eu... – eu pretendia falar “Eu não tenho nada com o Matt, ele não está apaixonado por mim. Você deveria focar no Jeffrey que é um príncipe, e não pensar bobagens sobre um bobo como o Matt.”, mas nada saiu. Eu a vi confusa e quebrada.

– Eu não consegui pregar o olho depois que ele me pediu para te chamar.

Eu fui seduzida pela armação barata de Matt, mas aquilo partiu meu coração... Logo, me peguei pensativa. Como alguém gostaria de mim com a Charlotte em toda sua perfeição aí, dando sopa? E o mais irônico foi Matt ter me chamado para fazer um plano de aproximar Charlotte e Jeffrey outra vez... Esse acampamento deixou de ser um acampamento de nerd para virar o "Acampamento, a melhor novela mexicana jovem!".

Que horror...

Notas finais
Procurando abrigo para fugir das pedras kkkkkk Espero que tenham gostado