Como Ser o Sans.
1 "Como eu aprendi que devemos sempre sorrir."
Notas iniciais
ESTAMOS COM 99 COMENTÁRIOS MAS EU NÃO RESISTI E COMO SEU QUE VAMOS CHEGAR A 100 JÁ FIZ A SURPRESA PARA VOCÊS ♥
Espero que tenham gostado da ideia que eu e Sans tivemos de deixar vocês lerem em PDF já que o livro está sendo comprado só na Deep Web -q
Sem mais delongas, vamos ao primeiro capítulo do Livro! o/
Bem, logicamente a minha vida começa quando eu me lembro por gente, tinha 6 anos e já estava no 2° série. Consegui entrar adiantado no colégio e todos os professores se admiravam em como eu era preguiçoso e ao mesmo tempo inteligente.
Mas não é porque eu era inteligente que eu era popular e tinha um grupo enorme de amigos, na verdade poderia dizer que eu era isolado sabe. Afinal todo mundo me conhecia por preguiçoso, feio e gordinho e ninguém queria se socializar com o preguiçoso, feio e gordinho.
— Fala ae Bob! — Sans de 6 anos falava se aproximando de um garotinho de cabelos escuros e que se tremia todo.
Vocês já devem ter ouvido falar desse cara, o nome dele é Bob e como eu era bobão na época eu não entendia o que ele falava e ficava repetindo e parecíamos dois bobocas fazendo isso a vida inteira. Podemos dizer que hoje em dia eu até tiro proveito disso.
— HOI XANS!
— Não… O meu nome é Sans.
— HOI XANS. — De repente os dois viram um garotinho de rosto emburrado e com expressão raivosa.
Aquele garoto era Jail, mas todo mundo o chamava de “boboneco” e quando criança ele tinha raiva de mim… Será que é por que eu o apelidei assim e a escola inteira aceitou ele ser chamado desse jeito? Chegando ao ponto de até os pais dele chamarem ele assim? Nah… Deve ser recalque infantil.
— Bob! Eu vou fazer aniversário e na minha festa vai ter algodão doce, palhaço, pula-pula, touro mecânico e vai tocar Rouge!
— VUOGE?!
— Bob vamos lá em casa, tem…
— Mas Bob pra entrar de graça na minha festa tem que parar de falar com Sans!
— O XANS?!
— Não, Sans!
— O XANS?!
— Não, o Sans!
— XANS?!
— SEU BURRO É O SANS!
— XANS?!
Me lembro que naquela época o Jail estava fazendo de tudo para derrubar a minha imagem pequenininha positiva que eu tinha. O pior de tudo é que éramos vizinhos de tipo, um morava de frente para o outro. Ou seja, eu poderia ficar na minha janela vendo a festa toda e não participar.
Sans andava até a pracinha da rua e se sentou suspirando, estava desanimado afinal a sua imagem iria se queimada totalmente por causa do Boboneco. E logo ele viu se aproximar um homem de cabelos negros e com uma expressão bonita de “foda-se a vida” enquanto fumava, usando um casaco laranja e uma bermuda marrom surrada.
— E ai moleque, ta chateado?
— Meu pai falou para não falar com estranhos.
— Eu faço nada e recebo pensão de R$ 30.000
— Oi meu nome é Sans. — O garotinho falou sorrindo e o rapaz de cabelos negros riu dele tirando o cigarro dos lábios e soprando fumaça.
— O que te incomoda Sans?
— Tem um garoto da minha sala que me odeia e que está fazendo todo mundo me odiar convidando todo mundo para o aniversário dele e não sei por que to incomodado.
— Ta incomodado porque ainda não é dono do seu próprio pé. E Ele te odeia por…?
— Eu o chamei um dia desses sem querer de Boboneco e todo mundo chama ele assim agora. Mas acho que não é isso.
— Nyeh… Com certeza é recalque infantil. Venha, vamos lá em casa.
— Tio qual é seu nome?
— Papyrus.
Agora vocês sabem de onde vem o nome “Papyrus” para o meu irmão mais novo que ia nascer ainda. Papyrus tinha 20 anos de diferença de mim, entretanto ele foi o meu melhor amigo e broder de infância. Rico, playboy, bonito e dono de uma mega corporação. Tinha nada para dar errado não é?
— Você é um bom garoto, nyeh. — Papyrus falou entrando na mansão dele e se jogando em seu luxuoso sofá e Sans se sentou.
— Ô TEMM, VEM TIRAR O WHISKY DA MESA.
— XIM XENHORXINHO PHAYPIRYUS.
— Whisky? O que é Whisky?
— Um achocolatado com gosto forte que você só toma quando é maior de idade. Enfim nyeh…
— Você mora aqui sozinho?
— Sim Nyeh, tão só que até choro.
— Chora tanto que caiu moedas dos seus olhos por isso que é rico? — Papyrus ficou olhando ele por um tempo e o mesmo começou a gargalhar deixando o cigarro em um potinho na mesa.
— Você é bom nisso garoto. Tem que investir nas coisas que te fazem ser bom como a minha modéstia, o meu jeito de ser foda e minha incrível e inabalável beleza. Já vi que é bom contando piadas ruins, é gordinho, mas é humilde e é filho de psiquiatra.
— Eu gosto de cuidar das pessoas!
— Então. Eu fiz o mesmo, eu sou dono da empresa que todo mundo achava que era um lixo.
— Lixo? Por que?
— Comercializo meias para o mundo inteiro. “Meias Papyrus, fazem seus pés soltarem raius.” e com um sorriso no rosto, piadinhas legais todas as noites faço festas e lasco um monte de gatas e fico rico.
— G-Gatos?
— … Nyeh quando for mais velho você vai entender. Mas e ai, acho que gostei de você. Quer nadar na piscina?
— VOCÊ TEM UMA PISCINA?
— Claro Nyeh, como eu ia ver as gatas de biquíni?
— Gatos de biquíni?
— Fica quieto e me segue.
Agora vocês sabem de onde eu aprendi a ser quem eu sou, ficamos a tarde inteira fazendo piadinhas um para o outro, ele me ensinou que sempre devemos ter um sorriso no rosto para retrucar os inimigos, afinal é isso que eles mais odeiam em nós. Quando sorrimos e passamos por cima.
— Sabe quando eu falei de umas gatas? Vou te apresentar a umas. Entra aqui ô Rouge. — Papyrus chamou e Sans se assustou, um grupo de 5 garotas bonitas entraram na sala de repouso e elas foram abraçando Papyrus.
— Meninas, esse é o meu chaveirinho. O nome dele é Sans.
— Mas que criança fofinha…! — Elas falaram indo abraçar o Sans.
— Cantem uma musica para nós.
Brilha la luna ôô
Brilha que bela ~ ∆
Essa foi a primeira vez que fui abraçado por mulheres, e poucas vezes depois fui abraçado e azarado por mulheres. Diferente do Papyrus eu sempre tive azar com mulheres usando piadas, o limite foi quando levei um chute de uma colegial e eu vi a calcinha azul dela.
Voltando para casa, Sans estava acompanhado das mulheres da banda Rouge e todos que estavam na festa viram Sans com elas, frenéticos e agitados todos correram abandonando a festa.
— É A XAMDA VUOGE!? — Todos correram indo até aonde estava Sans, Boboneco estava na sua festa vendo a cena e batendo os próprios pés.
— VOLTEM AQUI SEUS INUTEIS!?
— Sans elas são suas amigas? — Uma menina qualquer perguntou e Sans concordou com a cabeça.
— Nós te amamos Sans!
— Amam tanto que estavam brincando de serem falsianes comigo. Vão catar coquinho, Rouge ignora eles. O velho vai adorar conhecer vocês. — Sans antes de entrar na casa ouviu um grito do Boboneco o chamando, ele estava no meio da rua gritando e apontando para o garoto.
— EU TE ODEIO SANS!? EU TE ODEIO! EU TE ODEIO! — Boboneco foi gritando a mesma palavra “Odeio” repetidas vezes quando de repente ele foi atingido por uma bicicleta e todo mundo ficou olha do assustado.
“Você é bom nisso garoto. Tem que investir nas coisas que te fazem ser bom como a minha modéstia, o meu jeito de ser foda e minha incrível e inabalável beleza. Já vi que é bom contando piadas ruins, é gordinho, mas é humilde e é filho de psiquiatra.”
O garoto de primeira ficou encarando a cena, boboneco no chão sentado resmungando de dor no pé e gritando xingamento para todos os lados.
É como Papyrus tinha me falado, eu até poderia ser gordinho, feio, mas era bom contado piadas ruins, humilde e filho do psiquiatra (O que até hoje não entendi o que tem haver). Devia mostrar isso mais do que meus defeitos não é?
Sans apressado andou até o boboneco e se abaixou o ajudando a se levantar estendendo uma mão, o garoto ficou olhando por um tempo com uma expressão raivosa, mas cedeu, segurando a mão quando os dois ouviram um barulho de pum o que arrancou um riso do Boboneco e do Sans.
— Vamos lá Boboneco, só deu uma passadinha no seu pé!
— Seu... Seu... O-Obrigada... – Boboneco falou sem graça encarando o outro lado e Sans o ajudou a se levantar colocando a mão no ombro dele.
— E-Ele dirigia mal não é?
— Claro. Você já ouviu o nome daquele garoto? Guiomar. – Sans falou com um sorrisinho e uma piscadinha e logo Boboneco riu e os dois foram andando em direção a festa do Jail.
E foi com o Papyrus que eu aprendi a lição de que mesmo nos momentos bons ou ruins devemos sempre tratar os outros iguais mesmo que ele seja o seu inimigo e te odeie afinal aquele que te odiava pode se tornar no outro dia o seu amigo, E olha que legal, foi nessa época que descobri o meu dom para piadas.
— Filho seu irmãozinho nasceu… Que nome você quer dar para ele?
— PAPYRUS! — Sans gritou animado enquanto comia na mesa o espaguete de seu pai.
— Por que Papyrus?
— Porque ele não vai deixar pasta à massa do macarrão. — Sans falou com um sorrisinho bobo nos lábios.
Depois disso fiquei de castigo, mas meu irmãozinho se chamou Papyrus.
Notas finais
Podem ver que nessa fanfic coloquei o Papyrus do Underswap, e quem diria que Sans escolheu esse nome para o irmão porque admirava o cara. :O
Então, o que acharam do primeiro capítulo e de como Sans aprendeu a fazer piadinhas sem graça e que esse era o dom dele?
Não esqueçam de deixar o review bacana e beijoquinhas da Tia Cherry e do Sans que está ocupado com assuntos maiores ~ ♥
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