Como Sempre

8 Capítulo 8: Erros


Notas iniciais
Lalalalalalala, demorei mais de um ano para postar, eu sei desculpa, sou uma feia, mas é que eu entrei no ensino médio e ia me ferrar muito se eu não parasse de fazer um bando de coisa, meu colégio acaba com a vida social, mas prometo postar muito nas férias pra vocês.

PDV Jacob

Tinha acabado de acordar no sofá, me levantei procurando por Hope, fui aos quartos, banheiro e cozinha e não a encontrei. Fiquei um pouco triste... Na verdade me senti em um daqueles filmes onde a mulher vai embora antes que o cara acorde...

Comi meu café da manhã, tomei um banho e fiquei esperando Hope voltar para casa enquanto assistia TV. Quase não prestei atenção no que assistia, a cada cinco segundos olhava para a porta para ver se ela estava lá.

Eu estava começando a me preocupar então fui procurar meu celular para ligá-la.

– Vamos, Hope, atende! – estava impaciente.

– Alô? – disse a voz do meu anjo.

– Hope!? É o Jacob! Onde você está?

– Eu fui a farmácia, já estou chegando. disse, mas parecia meio atrapalhada.

– Ta tudo bem? – perguntei.

– Sim sim, eu só estou abrindo a porta do prédio cheia de sacolas e segurando o celular... – falou rindo.

– Ah, sim, te espero aqui em cima. – ouvi sua resposta e desliguei.

Sai do apartamento, e fui até o elevador esperar Hope. Assim que o elevador parou no nosso andar, abri a porta para ela. Doce e nem um pouco surpreendida, me deu um beijo tímido. Peguei as sacolas de sua mão e fomos para nosso apartamento.

Hope me guiou até a cozinha aonde tiramos tudo das sacolas, estava bem óbvio que ela foi ao mercado também. Começamos a guardar tudo dentro dos armários, foi divertido, ficamos nos abraçando e brincando e atrapalhando um com o outro. Quando terminamos de arrumar tudo Hope pegou da sacola da farmácia uns comprimidos e tomou um.

– Que remédio é esse? – perguntei estudando-a.

– Anticoncepcional. – falou após beber água.

– Que babaca. – falei pensando no que fiz. – Eu sou um babaca!

– Jake! – me repreendeu e olhou nos meus olhos, ela não entendeu o que eu estava falando.

– Hope, – pus minhas mãos em seu rosto. – me esqueci de por a camisinha, eu sou um babaca. Irresponsável, idiota, era tudo o que eu precisava fazer e... e eu... argh, eu sou muito idiota. – estava me torturando.

– Jake, – ela sorriu pra mim. – eu já tomei o anticoncepcional, relaxe.

– Eu sei Hope, mas era minha responsabilidade por a camisinha, e eu não pus! Eu sou um babacão.

– Jake... – falou rindo, mas se conteve para continuar. – não era sua responsabilidade, eu devia ter dito para pô-la. Era nossa responsabilidade, mas eu já tomei o anticon... – cortei-a beijando. Ela era muito perfeita para mim, como assim, nossa responsabilidade, era minha, não tinha nada a ver com ela, mas ela sabe como fazer com que me sinta melhor...

– cepcional. – a completei quando nos afastamos, ela sorriu sem graça.

Vi algumas camisinhas dentro da sacola da farmácia, a qual ela levou para dentro e botou algumas em seu quarto, outras no meu e no banheiro, peguei umas duas ou três e pus na gaveta do móvel da sala.

Esperei Hope ir para a sala, mas ela demorou, fui ao seu quarto, ela estava se trocando, fiquei observando-a. Algo nela me fazia parar de pensar nesses momentos...

– Ah, – exclamou um pouco assustada. – eu... eu... eu não te vi entrar...

– Desculpa... – falei saindo de meus devaneios com aquela linda mulher.

Ela tinha posto seu pijama, na verdade era apenas uma blusa velha e sua calcinha. Adorava esse “pijama”, ele era velho e bem gasto, então era fino e transparente. É claro que Hope ficava divina com essa roupa, aqueles seios lindos visíveis.

Hope tinha ido se deitar em sua cama, bem convidativa. Deitei-me em conchinha atrás dela, ela estava agarrada a um travesseiro e eu a ela, meu membro duro e grudado em sua bunda perfeita. Parecia que ela não queria nada, então só fiquei ali, abraçado com ela, foi difícil não pedir para fazer algo, mas fiquei calado.

– Tá tudo bem? Você tá tão quieta... – perguntei.

– Aham. – respondeu.

– Hum, e no que está pensando? – me apoiei no braço para vê-la.

– Ah, você sabe, em tudo, faculdade, nossas famílias, nós dois... – deu de ombros.

– E no que de nós dois?

– Nossa primeira vez, – ela disse hesitante. – deveria ter sido perfeito... Não, quer dizer, foi perfeito, mas, – engoliu em seco. – você sabe. – assenti, e deitei minha cabeça atrás da dela, sentia o cheiro de seus cabelos loiros se misturando com de sua pele delicada.

Eu sabia do que ela estava falando, não gostava nada daquilo, tanto quanto ela, mas não podíamos apagar. Quando estávamos na estação de ski com o colégio e decidimos nos tornar um, o babaca do Simon pôs sua câmera ligada na prateleira do quarto para ganhar uma aposta, de que transaria com a Charllote, mas eu e Hope chegamos lá antes deles, então ele nos filmou. E após transar com sua namorada deu o vídeo para os garotos com quem tinha apostado, basicamente todos do time de futebol, não parou para ver se só tinha ele e sua querida. O time acabou postando as duas partes interessantes do vídeo na internet, Hope e eu e Simon e Charllote.

Por causa disso, Hope sofreu muito, as garotas tratavam a como uma prostituta, enquanto eu me sentia mal, pois os meninos praticamente me veneravam. Me meti em várias brigas com os membros do time para que apagassem os vídeos, deixei alguns inconscientes, mas não apagaram o vídeo, Hope preferiu não contar aos pais sobre aquilo porque não queria acabar resultando num processo ou algo pior.

Comecei a dar vários beijos na pele de Hope, ia do pescoço ao ombro e voltava, assim iríamos deixar aquilo de lado, pois era chato para ambos ficar pensando na basbaquice que Simon deixou rolar.

Notas finais
beijos.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.