Entre aulas de luta e de leitura, havia os roubos aos navios e expedições em terra, que serviam para trocar os itens roubados, abastecer os navios e roubar mais.

Catarina nunca sabia o que esperar, mas sempre ansiava pelas visitas. Às vezes eram locais com fauna e flora exóticas, de beleza entorpecente. Em outros, uma riqueza que faria inveja à coroa, com ouro e pedras preciosas que acabavam nas mãos dos piratas.

Mas havia também lugares em que a pobreza prevalecia, uma miséria tão contriste que a fazia entender porque tantos escolhiam a pirataria como fuga para aquele desespero.