Como Se Livrar De Um Vampiro Apaixonado.
17 Proposta.
Notas iniciais
Primeiramente eu quero agradecer a Alissa a minha beta maravilhosa, a Mili Oliveira e a Silmara F que me acompanha em todas as fics... Obrigada por indicarem essa fic*......* Esse capítulo é especialmente para vocês, viu?
Segue mais um capítulo...
Capítulo betado por: Alissa...Obrigada!♥
Agora vamos à história...
Pov Damon.
– Damon não vai fazer nada imprudente. Precisamos de respostas, mas seja como for, você não deve machuca-la. Ela pode ser a única forma de manter Elena segura.
– Se ela me der às respostas que eu quero...
– Damon. – ela disse meu nome em tom de aviso.
– Bonnie achei que havíamos concordado que faríamos tudo que tivéssemos ao nosso alcance para nos livrar dos Originais e manter a Elena viva.
– Sim, mas...
– Olha Bonnie, eu prometo que farei o possível para não machucar a priminha de Caroline, mas não prometo nada sobre ela sair totalmente ilesa. Se eu tiver que tortura-la para garantir a segurança de Elena...
– Eu deveria saber. Você vai fazer tudo para manter a Elena em segurança, sem se importar com quem vai se ferir pelo caminho. Achei que tinha aprendido alguma coisa, por sua causa Caroline é uma... É uma.
– Vampira! Não é um palavrão Bonnie e se quer saber... Por minha causa ela está viva. Eu não tenho nada haver com o fato dela ser uma vampira, se não fosse Katherine... – eu respiro profundamente. — Olha não vamos a lugar nenhum com isso. Por que você não vai atrás de seu livro de feitiço enquanto a menina não acorda e tenhamos que optar por outros caminhos mais drásticos. Talvez ela não vá nem descobrir que nos tiramos — na da cama. Você faz o feitiço, obtemos a resposta e eu a levo de onde tirei, viu? Fácil.
Bonnie pegou a chave de minhas mãos de forma brusca e entrou no carro.
Eu olhei a grande mansão. Foi uma sorte me lembrar dela. Ela estava vazia há alguns anos, mas felizmente o dono ainda a mantinha em bom estado e o melhor não havia nada a quilômetros de distancia... Caso eu precise fazer alguns gritos.
Suspirei.
Eu não queria machucar a menina lá em cima, mas eu precisava de resposta e talvez a menina lá em cima seja a única arma para nos livrar dos Originais e pelo menos assim eu não ficaria sempre alerta com os seus próximos movimentos, pensando que em algum momento Klaus mataria Elena ao tentar fazer seus preciosos híbridos.
Bonnie havia dito sobre um feitiço para saber se ela era ou não a pessoa que estávamos aguardando. Mas era um feitiço muito invasivo. E não sabíamos se isso iria ferir a garota ou não.
Elena e Caroline jamais iria aceitar submeter à garota em algum tipo de risco. Provavelmente dizendo que não era justo fazer uma menina sofrer e blá blá blá.
E se Stefan era muito virtuoso para ser mais drástico, eu não era. Já tinha sido difícil convencer Bonnie. É claro que meu plano original não tinha sido esse, mas Bonnie tinha aparecido no ultimo momento e eu tive que refazer os planos.
Você vê, eu iria apenas tirá-la de casa e fazer minhas perguntas tentando ser o mais suave possível, mas... Bem, Bonnie apareceu e sugeriu o feitiço, dizendo que ele revelaria o que queríamos saber sem ter que nem ao menos acorda-la.
Agora eu só tinha que espera-la trazer seu livro de abracadabra e algo que mantivesse a menina dormindo em todo processo.
Eu caminhei de volta para casa, saltando para a sacada do segundo andar, visto que por algum motivo as portas da frente estavam com grossas correntes tendo um imenso cadeado para que algum engraçadinho não usurpasse o lugar, visto que ainda continha objetos de valor dentro da casa.
Tolice.
Eu entro no quarto e vejo a cama vazia.
Onde estaria a garota?
Pov Bella.
Algo estava definitivamente errado. Tudo estava escuro. Completamente escuro.
Eu lentamente rolei para o lado e levantei minha mão para pegar meu celular no criado mudo, somente para encontrar... Nada.
Eu sempre mantenho meu celular próximo a minha cama para alguma eventualidade.
Estranho...
Suspirei em frustração, e me sentei na cama, piscando algumas vezes, esfregando meus dedos em meus olhos sonolentos. Há quanto tempo eu estava dormindo? Oh, mas que dor de cabeça... Era só o que eu precisava.
Eu me levanto de forma desajeitada, tropeçando pelo quarto em busca do interruptor de luz. Eu estendi meus braços na minha frente para evitar qualquer objeto que eu encontrasse no caminho. Por que estava tão escuro? Eu fico me perguntando mentalmente.
Eu sempre mantive alguma luz acesa... Seja do banheiro, do abajur, as vezes até da tv...
– Filha da Puta! – eu exclamo ao bater em algum objeto sólido. – Mas que droga... – eu resmungo segurando meu joelho... Ok, definitivamente eu não contava com um objeto nesse local. Supostamente ele não deveria está lá.
Corri meus dedos pela superfície, me deparando com um aparador. Não a penteadeira que era suposto estar lá. Eu demorei alguns segundos executando meus dedos pela superfície lisa, pensando, deixando meus olhos se ajustando a escuridão a minha volta.
Olhei a minha volta, analisando o mobiliário distribuído pelo quarto e não reconhecendo nada como sequer familiar. Definitivamente eu não estou em meu quarto.
Ok Bella, vamos pensar sobre isso. Você não deve entrar em pânico. Pense. Eu não me lembro de sair com ninguém ou falar com alguém após dar boa noite para Caroline e seus amigos e logo depois eu fui direto para meu quarto, me deitei e... Dormi.
Que horas seria?
Olhei em volta freneticamente, sem relógio, sem telefone... Que tipo de pessoa não tem um relógio em seu quarto?... Isso não é importante Bella. Eu me repreendi.
Corri meus dedos para baixo percebendo que eu ainda me encontrava com a camisola que eu tinha colocado antes de dormir. Eu arfei. Eu jamais sairia de camisola, não importa o que a não ser se fosse algo muito urgente. Algo estava errado e eu não estava gostando do rumo dos acontecimentos.
Hora de sair daqui.
Eu fiz meu caminho para a porta e girei a maçaneta e para minha surpresa ela se encontrava destrancada. Eu entrei no corredor e calmamente fechei a porta atrás de mim.
Virei para examinar o lugar a minha volta e congelei ao ver o lugar... Eu estava em algum tipo de mansão... Eu acho.
Varias emoções cruzavam pelo meu corpo. Pânico, raiva, medo, confusão e náuseas.
Eu estudei o comprimento do corredor, não havia sinal de vida em nenhum lugar a vista. Eu andei lentamente pelo corredor, passando quarto após quarto, olhando para cada porta que eu cruzava... Meu coração batia freneticamente em meu peito. Meu medo era que houvesse alguém em um dos quartos cujo habitante saísse e me encontrasse no meio do corredor, eu não acho que isso seria alguma coisa boa para mim.
Eu fiz meu caminho, descendo as escadas no fim do corredor, evitando fazer qualquer som que fizesse minha presença notada. Cheguei na maçaneta da porta da frente, percebendo instantaneamente que esta se encontrava trancada.
– Você tem que estar brincando comigo. – eu murmuro para mim mesma.
Meu sentimento de pânico começou a construir e ampliar cada vez mais e logo atrás foi a sensação de náuseas. Recuei alguns passos para trás indo em direção a janela, somente para descobrir que ela estava trancada com algum tipo de cadeado.
Tudo bem... Tudo bem deve ter outra saída... Tem que ter outra saída. Eu não devo entrar em pânico. Eu não devo entrar em pânico. Eu repeti mentalmente.
Eu tenho que achar outra saída... Opções, opções...
Corri pela casa e me deparo em uma cozinha grande e... Vazia. Uma porta... Mas está também se encontra trancada, o mesmo acontece com as janelas. Eu vejo um telefone pendurado na parede, talvez... Antes que eu possa dar um passo em sua direção uma voz se faz ouvir.
– Bella. – minha respiração ficou presa em minha garganta. – Onde você pensa que vai? Ficamos apenas alguns minutos longe e você já quer nos abandonar... Isso parte meu coração.
Damon!
Eu olhei em volta em pânico. Damon tinha me sequestrado... Por quê? Eu não estava certa se eu queria saber a resposta. Seja lá o que fosse não era uma coisa boa para mim...
Eu tinha que me esconder. Eu me convenci. Eu girei ao redor a procura de qualquer lugar que eu pudesse me esconder.
Não havia nada.
Eu olhei para todos os lados, vendo uma porta... Eu corri para ela e para minha alegria ela se abriu revelando uma escadaria... Onde daria?
– Bellaaaaaa.
Não importa. — Eu pensei ao ouvir Damon gritando meu nome novamente. Eu subi as escadas correndo, rezando para que minha falta de sorte não resolvesse dar o ar de sua graça. Tinha que ter uma saída... A sorte realmente não era minha amiga. Eu penso em desgosto ao ver que me encontro em cima do telhado, provavelmente esse era um meio do dono da casa chegar até a chaminé que eu avistava não muito distante.
Eu ouvi som de porta se abrindo e se fechando... Passos na escada... Oh Merda!
Eu corri até a beirada pensando em encontrar algum tipo de escada de emergência ou qualquer coisa que me possibilitaria sair dali... Em vão.
Eu olhei para baixo onde eu podia ter o vislumbre de uma sacada. A projeção do telhado obscurecia a sacada para uma visão melhor...
– Aqui está você. – uma voz zombeteira atrás de mim se fez ouvir.
Eu me viro dando de cara com Damon que se encontrava a cerca de quinze passos de onde eu me encontrava.
Damon riu. Era um riso terrivelmente envolvente e chego a dizer até convidativa. Entretanto, eu não estava iludida. Por mais encantador que parecesse, Damon era perigoso, quase além da imaginação. Eu podia ver uma determinação férrea em seu olhar. Eu me acomodei em um calcanhar, pronta para pular a qualquer minuto.
Eu o observei atenta ao seu próximo movimento. Mas ele não se mexeu.
– Não vai gritar para mim? Nem desmaiar? – disse ele como quem oferece opções padrões.
– Não vou desmaiar. – eu digo asperamente.
Eu tentei não demonstrar o medo que eu sentia, mas eu sabia que ele havia percebido de qualquer forma.
– Ótimo! Você tem algum juízo. Tem razão em ter medo de mim, sou a coisa mais perigosa que vai encontrar em sua vida. Mas agora tenho uma proposta para lhe fazer.
– Uma proposta de negocio? – eu pergunto confusa.
– Exatamente. Veja você veio morar em Fell’s Church para ficar longe de seres sobrenaturais, contudo como deve ter notado, Fell’s Church não foi uma de suas melhores escolhas. – eu não disse nada e ele continuou. – Eu posso ajuda-la a sair daqui sem ser seguida por qualquer ser sobrenatural.
– Vai me ajudar? – eu pergunto. Por que ele me ajudaria?
Seus olhos brilharam com interesse.
– É claro. Por um preço.
Eu apenas o encarei. É claro que ele teria um preço. Mas se ele realmente pudesse me fazer sair daqui sem ser seguida...
– Que... Preço?
Um sorriso deslizou em seus lábios.
– Alguns minutos de seu tempo, Bella. Mais ou menos uma hora comigo, a sós.
Eu o olhei em choque e confusa com seus termos.
– Por quê?
– Bem, eu tenho algumas perguntas sobre seus... Amantes e...
– Eu não tenho amantes. – eu o corto, corando vendo seu sorriso aumentar.
– Humm. Pena. Quando chegamos na casa dos Originais vocês pareciam...
– Não sei do que está falando. – eu coro ainda mais profundo e me amaldiçoo por isso.
– Como eu disse é uma pena. Achei que Elijah ou Klaus tivesse aproveitado melhor o seu tempo... Você cheirava de forma divina... – cheirava? Do que ele está falando? – Você cheirava a sexo e combinado com o cheiro de seu sangue... Humm... – Ele disse me deixando desconfortável.
– Seu... – eu não conseguia achar a palavra certa para expressar o que eu estava sentindo, estando muito mortificada ao saber que ele de todas as pessoas tinha sentido o cheiro de minha excitação no quarto misturado com o cheiro de ambos Originais. Eu odiava os sentidos aguçados dos vampiros.
Damon riu de meu embaraço.
– Você é nojento sabia? – eu digo indignada.
Ele simplesmente deu de ombros.
– Acredito que minha proposta é valida de qualquer forma. Você me concede uma hora comigo e me conta o que eu quero saber e eu lhe ajudo sair da cidade sem ninguém a perseguindo.
Eu podia confiar nele? Não tinha sido esse meu objetivo ao sair de Forks? De ter uma vida normal sem seres sobrenaturais? Mas por algum motivo eu sentia que preferia arriscar tudo a deixar que ele vencesse. A outra metade calculava a distancia da sacada para o telhado. Será que eu poderia cair sem me quebrar toda durante o processo?
– Vamos lá, não é tão difícil assim. Bom eu estou tentando lhe dar opções, mas eu sempre posso optar pelo caminho difícil... Para você. Prefere assim?
Eu engoli em seco.
– Prefiro fazer isso. – eu digo antes de me atirar.
Eu senti o espaço vazio abaixo de meus pés e percebo tardiamente que a sacada fica mais longe do que eu havia calculado em principio e eu sequer iria cair dentro da sacada, mas para minha surpresa Damon segurava meu braço evitando minha queda.
– Sua tola! Se estiver ansiosa para encontrar a morte, posso apresenta-la a você. – ele disse furioso.
– Me solte.
– Aqui e agora? – ele me olhava com fúria e uma breve cintilação de preocupação em seus olhos, tão breve que me pergunto se não tinha sido apenas obra de minha imaginação.
– Seria uma maneira rápida de terminar as coisas, não é? – eu pergunto. Meu coração martelava de medo percebendo que ele falava a sério. Se eu dissesse sim, ele me largaria.
Ele inçou meu corpo para cima e me olhava com olhos atordoados.
– Você não tem medo de morrer? – ele pede exasperado.
– Todos morrem. – eu digo tentando ocultar o medo que eu sentia.
– Eu não morro. – ele diz presunçoso.
– Eu não contaria com isso. — uma voz suave se fez ouvir atrás de Damon.
E então em um movimento rápido um rapaz quebrou o pescoço de Damon. Eu olhei com horror o corpo de Damon cair no telhado antes de deslizar e cair em um baque surdo.
– Tá tudo bem Bella. Ele só vai ficar desacordado por um tempo. – uma voz suave diz ao meu lado.
Rebekah!
Meus olhos se enchem de água e eu a abraço deixando a escuridão assumir minha mente.
Notas finais
Beijos.
Josi ♥
Nota da Alissa:
Pronto respira.. agora grita aaaaaaaaaaaaaaaa, Meu Deuus eu fiquei doida quando a Bella se jogou, mais tabom ela ta viva kkkkkkkk.
Eo Damom em... to puta com ele! ...Bella se bem ainda bem que o seu querido futuro cunhadinho a salvou! aee Tomara que ele tome jeito agora.
Mais gente viu, foi rapidinho o cap. jaja tem mais tabom ;)
Bj da lissa
PS: Josi eu vou te matar por vc para sempre na melhor parte! RUM!
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